Formas de luta aprovadas na manifestação (16/mai)
20 de maio de 2026
No final da Manifestação do dia 16 de maio, os 25 mil educadores, professores e investigadores aprovaram uma Resolução em que manifestaram a sua total disponibilidade para dar continuação à luta, participando ativamente em todas as formas de luta que se revelem necessárias.
Das iniciativas aprovadas, conta:
- assinalar, numa iniciativa de rua, no dia 15 de junho, a inaceitável discriminação existente no calendário escolar da educação pré-escolar e do 1.º CEB;
- realizar a iniciativa de rua “O processo de revisão do ECD em exame”, no dia 26 de junho, em moldes a divulgar oportunamente;
- acompanhar o processo de revisão do ECD, realizando, sempre que possível, concentrações junto ao MECI;
- afirmar a disponibilidade para acompanhar e intervir, se necessário, durante o mês de agosto, caso o MECI avance com novas medidas prejudiciais à profissão e à Escola Pública;
- participar ativamente na greve geral (3/jun), em unidade com os demais trabalhadores, contra o pacote laboral que todos ameaça e em defesa da profissão docente, o que exige um ECD solidamente valorizado.
Os educadores, os professores e os investigadores presentes na manifestação rejeitaram qualquer tentativa de desvalorização da profissão docente, de descaracterização da carreira ou de ataque aos direitos conquistados ao longo de décadas de luta e mantêm a sua exigência de “Valorização, já!”.
13 de abril de 2026
Luta — O momento exige respostas firmes!
Vive-se um momento decisivo para o presente e o futuro da profissão docente e da Escola Pública. O atual contexto exige de todos uma resposta firme, consciente e coletiva. A defesa da Escola Pública, da dignidade da carreira e de um estatuto profissional justo não pode ser adiada ou delegada — depende da participação ativa de cada um! Também a luta contra o pacote laboral, que ameaça direitos fundamentais e agrava as condições de trabalho, exige a intervenção de todos, persistência na ação e forte envolvimento nos momentos de luta convocados.
É tempo de transformar a preocupação em ação, a indignação em mobilização e o desânimo em luta coletiva. Só com uma adesão expressiva dos educadores e professores será possível dar força às reivindicações da classe e afirmar, de forma inequívoca, o respeito que a profissão docente exige. À semelhança do espírito com que se celebra o Dia da Liberdade, a participação de todos é essencial para construir e garantir direitos. Mais do que uma demonstração de descontentamento, trata-se de afirmar o valor social da profissão e de exigir o respeito que ela merece. Assim, é essencial uma forte mobilização, pois, só ela conseguirá dar visibilidade às reivindicações e influenciar as decisões que impactam diretamente a qualidade na Educação. A adesão às iniciativas agendadas é, por isso, fundamental.
- 17/abr — Manifestação contra o Pacote Laboral, Saldanha (Lisboa, 14h30)
- 20/abr — Concentração junto ao MECI, em dia de reunião negocial
- 24 a 30/abr — Semana de reflexão e luta, com debates, concentrações, plenários, tomadas de posição...
- 25/abr — Comemorações populares do 25 de Abril, em todo o país
- 1/mai — Manifestações, concentrações e outras iniciativas no Dia Internacional do Trabalhador
- 16/mai — Manifestação dos educadores e dos professores “Damos rosto ao futuro. Pela valorização da Profissão!”, do Cais do Sodré aos Restauradores (Lisboa, 15h00).
Participar é defender a profissão. Participar é defender a Escola Pública. Porque “Somos professores” e, por isso, “Damos rosto ao futuro”, nesta luta todos contam. E nunca são demais!
24 de março de 2026
Fenprof estabelece plano de luta!
A Fenprof decidiu endurecer a luta pela defesa do Estatuto da Carreira Docente e estabelecer um calendário de ação e luta com iniciativas que serão desenvolvido neste final de período e que se prolonga pelo próximo.
