<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>acampada</title><link>https://www.spn.pt:443/Tag/acampada</link><description>acampada</description><item><title>Manifestações — Fenprof condena uso desproporcional da força</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-e-as-manifestacoes-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de novembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof condena o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante uma manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pac&amp;iacute;fica de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reclama o apuramento das responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, relativamente &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. &amp;Eacute; incompreens&amp;iacute;vel o sil&amp;ecirc;ncio do primeiro-ministro&amp;nbsp;perante uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exige esclarecimentos e responsabilidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof manifesta, uma vez mais, a sua profunda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o agravamento dos problemas de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, que afetam particularmente os jovens, muitos dos quais veem os seus projetos de vida, a sua autonomia e a possibilidade de constituir fam&amp;iacute;lia adiados pela impossibilidade de encontrar casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que continue sujeita, de forma t&amp;atilde;o acentuada, &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro, enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece insuficiente face &amp;agrave;s necessidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leg&amp;iacute;tima indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o social n&amp;atilde;o pode ser reprimida com for&amp;ccedil;a desproporcionada, que procura encobrir um problema que compromete direitos fundamentais e o futuro de milhares de pessoas. A defesa do direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que coloquem as necessidades das pessoas acima dos interesses especulativos, bem como o respeito pelos direitos de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof reafirma a sua solidariedade com todos os que lutam por uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel e exige respostas concretas para um problema social que n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiado.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/500/10/3/cargapolicialgoulao_c.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a43b7942/cargapolicialgoulao_c.jpg?v=639292122742113011"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Jos&amp;eacute; Sena Goul&amp;atilde;o (Lusa)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;1. Todos t&amp;ecirc;m direito, para si e para a sua fam&amp;iacute;lia, a uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dimens&amp;atilde;o adequada, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (artigo 65.&amp;ordm;, ponto 1)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito constitucional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito. A Fenprof exige mudan&amp;ccedil;a de rumo nas pol&amp;iacute;ticas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e condena uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas e manifesta a sua profunda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o agravamento dos problemas de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, que afetam particularmente os jovens, muitos dos quais veem adiados os seus projetos de vida, a sua autonomia e a possibilidade de constituir fam&amp;iacute;lia, perante a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de encontrar casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Educadores, professores e investigadores conhecem de perto a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica vivida pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, residente e trabalhadora em Portugal, no acesso e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna, bem como de todas as pessoas que estando numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;vel, j&amp;aacute; perderam o acesso a este direito fundamental. A crise habitacional tem tamb&amp;eacute;m consequ&amp;ecirc;ncias diretas na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O elevado custo da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente nas regi&amp;otilde;es onde mais faltam professores, a par do aumento do custo de vida, agrava as dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recrutamento de docentes qualificados. Para os estudantes e fam&amp;iacute;lias, as despesas com a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o constituem igualmente um obst&amp;aacute;culo &amp;agrave; igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna, n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que continue sujeita, de forma t&amp;atilde;o acentuada, &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro, enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece insuficiente face &amp;agrave;s necessidades. Menos aceit&amp;aacute;veis s&amp;atilde;o as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas que se pretendem implementar e que fragilizariam ainda mais a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos inquilinos e reduziriam a seguran&amp;ccedil;a habitacional, agravando as leg&amp;iacute;timas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de quem, ao longo dos anos, se tem manifestado. Imp&amp;otilde;e-se uma mudan&amp;ccedil;a de rumo, com investimento significativo em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, refor&amp;ccedil;o do arrendamento a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis e efetiva prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem arrenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof condena igualmente o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reclama o apuramento das responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, relativamente &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. A este prop&amp;oacute;sito, &amp;eacute; especialmente incompreens&amp;iacute;vel o sil&amp;ecirc;ncio do primeiro-ministro e do Presidente da Rep&amp;uacute;blica perante uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exige esclarecimentos e responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o se pode responder &amp;agrave; leg&amp;iacute;tima indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o social com for&amp;ccedil;a desproporcionada, nem ignorar um problema pol&amp;iacute;tico que compromete direitos fundamentais e o futuro de milhares de pessoas. A defesa do direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que coloquem as necessidades das pessoas acima dos interesses especulativos, tal como a defesa da democracia exige o respeito pelos direitos de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de resist&amp;ecirc;ncia e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;iacute;vica. A Fenprof reafirma a sua solidariedade com todos os que lutam por uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel e exige respostas concretas para um problema social cuja solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/70/5/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74040c64/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg?v=639288115225244496"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Eg&amp;iacute;dio Santos&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 10:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-e-as-manifestacoes-2026</guid></item><item><title>A habitação é um direito constitucional</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/a-habitacao-e-um-direito-constitucional</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro, 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;1. Todos t&amp;ecirc;m direito, para si e para a sua fam&amp;iacute;lia, a uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dimens&amp;atilde;o adequada, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (artigo 65.&amp;ordm;, ponto 1)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito. A Fenprof exige mudan&amp;ccedil;a de rumo nas pol&amp;iacute;ticas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e condena uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas e manifesta a sua profunda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o agravamento dos problemas de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, que afetam particularmente os jovens, muitos dos quais veem adiados os seus projetos de vida, a sua autonomia e a possibilidade de constituir fam&amp;iacute;lia, perante a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de encontrar casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Educadores, professores e investigadores conhecem de perto a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica vivida pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, residente e trabalhadora em Portugal, no acesso e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna, bem como de todas as pessoas que estando numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;vel, j&amp;aacute; perderam o acesso a este direito fundamental. A crise habitacional tem tamb&amp;eacute;m consequ&amp;ecirc;ncias diretas na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O elevado custo da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente nas regi&amp;otilde;es onde mais faltam professores, a par do aumento do custo de vida, agrava as dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recrutamento de docentes qualificados. Para os estudantes e fam&amp;iacute;lias, as despesas com a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o constituem igualmente um obst&amp;aacute;culo &amp;agrave; igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna, n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que continue sujeita, de forma t&amp;atilde;o acentuada, &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro, enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece insuficiente face &amp;agrave;s necessidades. Menos aceit&amp;aacute;veis s&amp;atilde;o as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas que se pretendem implementar e que fragilizariam ainda mais a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos inquilinos e reduziriam a seguran&amp;ccedil;a habitacional, agravando as leg&amp;iacute;timas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de quem, ao longo dos anos, se tem manifestado. Imp&amp;otilde;e-se uma mudan&amp;ccedil;a de rumo, com investimento significativo em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, refor&amp;ccedil;o do arrendamento a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis e efetiva prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem arrenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof condena igualmente o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reclama o apuramento das responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, relativamente &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. A este prop&amp;oacute;sito, &amp;eacute; especialmente incompreens&amp;iacute;vel o sil&amp;ecirc;ncio do primeiro-ministro e do Presidente da Rep&amp;uacute;blica perante uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exige esclarecimentos e responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o se pode responder &amp;agrave; leg&amp;iacute;tima indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o social com for&amp;ccedil;a desproporcionada, nem ignorar um problema pol&amp;iacute;tico que compromete direitos fundamentais e o futuro de milhares de pessoas. A defesa do direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que coloquem as necessidades das pessoas acima dos interesses especulativos, tal como a defesa da democracia exige o respeito pelos direitos de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de resist&amp;ecirc;ncia e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;iacute;vica. A Fenprof reafirma a sua solidariedade com todos os que lutam por uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel e exige respostas concretas para um problema social cuja solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/70/5/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74040c64/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg?v=639288115225244496"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Eg&amp;iacute;dio Santos&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/a-habitacao-e-um-direito-constitucional</guid></item></channel></rss>