<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Negociações com o ME</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/negociacoes-com-o-me</link><description>Negociações com o ME</description><item><title>FENPROF apresentou, ao Ministro da Educação, propostas no sentido de valorizar o exercício dos profissionais docentes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-apresentou-ao-ministro-da-educacao-propostas-no-sentido-de-valorizar-o-exercicio-dos-profissionais-docentes</link><description>&lt;p&gt;A FENPROF apresentou hoje ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em reuni&amp;atilde;o em que o governante esteve presente, diversas propostas para as quais aguarda, agora, respostas, esperando que as mesmas sejam t&amp;atilde;o c&amp;eacute;leres quanto a dimens&amp;atilde;o de cada problema justifica. A saber:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- Assinatura de um protocolo negocial em torno de 3 grandes quest&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt; combate ao desgaste e envelhecimento do corpo docente das escolas; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que garantam estabilidade no exerc&amp;iacute;cio da atividade docente; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio profissional docente, tamb&amp;eacute;m no plano das suas carreiras. Para a FENPROF, este protocolo destinar-se-&amp;aacute;, n&amp;atilde;o apenas, a identificar os problemas, como a encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a estabelecer os prazos para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com vista a serem consideradas no &amp;acirc;mbito deste protocolo, a FENPROF adiantou j&amp;aacute; algumas propostas, dando &amp;ecirc;nfase &amp;agrave;s seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas relacionados com a &lt;strong&gt;carreira docente&lt;/strong&gt;, numa sequ&amp;ecirc;ncia de tr&amp;ecirc;s momentos: i) regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais (janeiro de 2017), ii) descongelamento das progress&amp;otilde;es (julho de 2017), iii) in&amp;iacute;cio do processo de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o n&amp;atilde;o contado (janeiro de 2018);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Combate &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comprovado desgaste f&amp;iacute;sico e psicol&amp;oacute;gico dos docentes, atrav&amp;eacute;s de uma reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &lt;strong&gt;hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt; que contemple: i) uma clara defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do de cada componente do hor&amp;aacute;rio, distinguindo, sem equ&amp;iacute;voco, o que &amp;eacute; letivo do que n&amp;atilde;o &amp;eacute; letivo, ii) a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es por antiguidade (art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD), de novo, na componente n&amp;atilde;o letiva individual dos professores, iii) antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Rejuvenescimento do corpo docente das escolas atrav&amp;eacute;s, por um lado, da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime especial de &lt;strong&gt;aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; dos professores (tendo a FENPROF manifestado disponibilidade para encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es diversas de concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste regime), por outro lado, da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de &lt;strong&gt;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; que integre nos quadros todos os que, em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade, satisfazem necessidades permanentes das escolas e do sistema educativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para al&amp;eacute;m destas mat&amp;eacute;rias, &lt;strong&gt;a FENPROF prop&amp;ocirc;s ainda&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O recurso &amp;agrave; Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica para arbitragem de diverg&amp;ecirc;ncias de ordem jur&amp;iacute;dica que FENPROF e ME mant&amp;ecirc;m em torno de aspetos relacionados com a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de normativos legais que s&amp;atilde;o incorretamente aplicados, penalizando fortemente &lt;strong&gt;docentes que continuam sem ser reposicionados na carreira&lt;/strong&gt;, nos escal&amp;otilde;es em que se encontram os seus colegas com igual tempo de servi&amp;ccedil;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma comiss&amp;atilde;o conjunta que vise elaborar um diagn&amp;oacute;stico da &lt;strong&gt;grave situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive no 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico&lt;/strong&gt;, com vista a atacar e resolver os problemas que afetam este setor, com preju&amp;iacute;zos evidentes para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica das escolas, os alunos e os seus docentes;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Que a gest&amp;atilde;o das escolas seja considerada mat&amp;eacute;ria priorit&amp;aacute;ria, a analisar e discutir ainda no presente ano letivo, no sentido de a democratizar e melhorar aspetos de ordem organizacional e de funcionamento das escolas. Nesse sentido, a FENPROF comprometeu-se a apresentar, na pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o a realizar com o Ministro, uma proposta para a &lt;strong&gt;gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das escolas&lt;/strong&gt;, que resultar&amp;aacute; da campanha de ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e debate que, a partir de janeiro, vai lan&amp;ccedil;ar em todo o pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente a estas propostas, o Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirmou que as teria em conta, quer analisando-as, quer encaminhando-as para as &amp;aacute;reas adequadas da governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo que a FENPROF fica, agora, a aguardar respostas concretas a cada uma delas, que espera receber em tempo breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reconhecendo o conjunto de sinais positivos que foram dados no in&amp;iacute;cio de mandato &amp;ndash; fim da PACC, das BCE, do PET/Cambridge, da requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos exames nos dois primeiros ciclos de escolaridade, entre outras medidas &amp;ndash; &lt;strong&gt;&amp;eacute; necess&amp;aacute;rio, por&amp;eacute;m, que esses sinais deem lugar a mudan&amp;ccedil;as significativas&lt;/strong&gt;, sendo que, para os professores, relativamente &amp;agrave;s cinco grandes quest&amp;otilde;es apresentadas (aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, hor&amp;aacute;rios de trabalho, carreiras e gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica), o tempo come&amp;ccedil;a a justificar mais do que o reconhecimento dos problemas, exigindo que se tomem medidas que lhes ponham cobro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF est&amp;aacute; consciente de que n&amp;atilde;o se pode fazer num dia o que foi desfeito em v&amp;aacute;rios anos, mas os professores, que nunca deixaram de cumprir zelosamente os seus deveres, n&amp;atilde;o aceitam continuar a ver desrespeitados os seus direitos. Com o objetivo de encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas dos professores e das escolas, a FENPROF insiste na necessidade de um protocolo que calendarize os tempos para negociar e aprovar as medidas adequadas a essa resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Secretariado Nacional&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Nov 2016 11:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-apresentou-ao-ministro-da-educacao-propostas-no-sentido-de-valorizar-o-exercicio-dos-profissionais-docentes</guid></item><item><title>FENPROF esteve no ME: conheça a síntese da reunião (2016)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-esteve-no-me-conheca-a-sintese-da-reuniao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;2 de fevereiro de 2016&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nenhum professor passou para a requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque governo e maioria parlamentar j&amp;aacute; n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os mesmos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Se Passos Coelho e Paulo Portas ainda governassem e a maioria parlamentar continuasse a ser PSD/CDS, no dia 1 de fevereiro de 2016, cinquenta e oito (58) docentes teriam passado para a mobilidade especial, a juntar aos que ali ainda se mant&amp;ecirc;m desde h&amp;aacute; um ano atr&amp;aacute;s. Mas como a maioria parlamentar hoje &amp;eacute; diferente, a converg&amp;ecirc;ncia de votos dos deputados de PS/BE/PCP/PEV/PAN extinguiu o sistema de requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;REUNI&amp;Atilde;O ENTRE FENPROF E ME (1 FEV 2016)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Entretanto, e foi essa uma das novidades da &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;reuni&amp;atilde;o realizada hoje entre a FENPROF e o ME&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, os 58 docentes que continuam na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;hor&amp;aacute;rio-zero&amp;rdquo; foram notificados que continuariam nas escolas ou agrupamentos em que se encontram colocados. Tamb&amp;eacute;m as escolas dos professores que est&amp;atilde;o h&amp;aacute; um ano em requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; foram informadas do regresso desses docentes ao servi&amp;ccedil;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta reuni&amp;atilde;o realizada entre a FENPROF e o ME, nela representado pela Secret&amp;aacute;ria de Estado Adjunta e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ambos acompanhados por outros membros dos seus gabinetes e representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE, resulta ainda que:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Para o pr&amp;oacute;ximo ano, o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_9953/Anexos/Interesses_privados_alimentados_com_milhoes_publicos_SPRC.FENPROF.pdf"&gt;financiamento de col&amp;eacute;gios privados por contrato de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; ser&amp;aacute; alvo de uma apertada fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o apenas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia ou car&amp;ecirc;ncia de resposta p&amp;uacute;blica, como em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; pr&amp;oacute;pria origem dos alunos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;PACC&lt;/strong&gt;: ser&amp;atilde;o ressarcidos de despesas efetuadas e danos sofridos, docentes que foram exclu&amp;iacute;dos das listagens de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o (reserva de recrutamento), desde que se prove que seriam colocados;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;BCE&lt;/strong&gt;: n&amp;atilde;o s&amp;oacute; foi confirmada a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas bolsas, como o ME confirmou ter sido retirada a restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de candidatura dos docentes a, apenas, dois grupos de recrutamento. O decreto-lei dever&amp;aacute; ser esta semana aprovado em conselho de ministros;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9957"&gt;Desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es em servi&amp;ccedil;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: para al&amp;eacute;m de reafirmar o que o documento &amp;ldquo;LAL 2016&amp;rdquo; j&amp;aacute; previa (obrigatoriedade de pagamento das desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos docentes que o fa&amp;ccedil;am em servi&amp;ccedil;o, ao valor legalmente fixado de 36 c&amp;ecirc;ntimos o quil&amp;oacute;metro), o ME informou que estas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es passar&amp;atilde;o a integrar a componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento a que os docentes est&amp;atilde;o obrigados;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;&amp;ldquo;Municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;: tal como j&amp;aacute; fora referido pelo ME na comiss&amp;atilde;o parlamentar de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ci&amp;ecirc;ncia, foi reafirmado que os contratos de transfer&amp;ecirc;ncia de compet&amp;ecirc;ncias para os munic&amp;iacute;pios ser&amp;atilde;o avaliados e dos futuros contratos n&amp;atilde;o constar&amp;aacute; qualquer aspeto de ordem curricular ou pedag&amp;oacute;gica, como n&amp;atilde;o far&amp;aacute; parte qualquer tipo de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Vias vocacionais&lt;/strong&gt;: confirmou-se tamb&amp;eacute;m a absoluta rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vias vocacionais no ensino b&amp;aacute;sico (mecanismo de segrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o precoce) e tamb&amp;eacute;m o aproveitamento das atuais vias profissionais do ensino secund&amp;aacute;rio para as substituir;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Financiamento do ensino art&amp;iacute;stico especializado&lt;/strong&gt;: segundo os respons&amp;aacute;veis do ME, est&amp;atilde;o em fase final de pagamento as verbas que decorrem do POCH, relativas ao ano letivo transato. Quanto ao futuro, estar&amp;aacute; a ser trabalhada uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, mesmo aproveitando fundos comunit&amp;aacute;rios dispon&amp;iacute;veis, evitar&amp;aacute; novos atrasos como os at&amp;eacute; agora verificados;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9958&amp;amp;mid=115"&gt;Remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do amianto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: depois de, em 2015, nada ter sido feito, as escolas &amp;ldquo;mapeadas&amp;rdquo; ser&amp;atilde;o intervencionadas com vista &amp;agrave; remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cabendo essa responsabilidade &amp;agrave;s CCDR. Nas escolas que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o priorit&amp;aacute;rias e, portanto, a remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; imediata, o ME admitiu divulgar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; comunidade educativa como, ali&amp;aacute;s, imp&amp;otilde;e a lei em vigor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o foram ainda abordados outros aspetos, tais como a necessidade de agilizar e isentar de pagamento a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de registo criminal&lt;/strong&gt; nas escolas, processo que continua a ser negociado entre a tutela e a Justi&amp;ccedil;a. Outras mat&amp;eacute;rias em fase de aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o para posterior resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o a &lt;strong&gt;aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 103.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; do Estatuto da Carreira Docente (faltas por doen&amp;ccedil;a comprovada para al&amp;eacute;m de 30 dias), bem como o &lt;strong&gt;pagamento de sal&amp;aacute;rio com refer&amp;ecirc;ncia a 1 de setembro&lt;/strong&gt;, a todos os docentes contratados para hor&amp;aacute;rios anuais. Foi admitida pelo ME a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do atual regime de exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, extremamente negativo e aplic&amp;aacute;vel apenas aos docentes, no que respeita ao pagamento de &lt;strong&gt;compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por caducidade&lt;/strong&gt;, uma vez que os professores s&amp;atilde;o os funcion&amp;aacute;rios mais penalizados neste processo, por for&amp;ccedil;a de uma disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que foi introduzida pelo governo anterior, atrav&amp;eacute;s da lei do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2015 &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9956"&gt;(documento entregue ao ME sobre problemas da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o).&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o, que durou cerca de quatro horas, foi ainda desenvolvida reflex&amp;atilde;o sobre 5 grandes temas que dever&amp;atilde;o ser cinco grandes &amp;aacute;reas de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Revis&amp;atilde;o global do regime de concursos&lt;/strong&gt; &amp;ndash; os aspetos j&amp;aacute; identificados pela FENPROF foram, entre outros: a necessidade de criar duas prioridades no &amp;acirc;mbito da mobilidade interna e introduzir fatores de rigor absoluto na mobilidade por doen&amp;ccedil;a; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea geogr&amp;aacute;fica dos quadros de zona pedag&amp;oacute;gica e fim da obrigatoriedade de, para efeito de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser opositor &amp;agrave;s escolas de uma zona completa; criar um ano-zero para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes; alterar o mecanismo de transposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da diretiva sobre vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aplic&amp;aacute;-lo tamb&amp;eacute;m aos docentes dos conservat&amp;oacute;rios p&amp;uacute;blicos; criar grupos de recrutamento para docentes que s&amp;atilde;o obrigados a concorrer como falsos t&amp;eacute;cnicos especializados. Tendo-se confirmado a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concurso geral em 2017, foi consensual que o regime de concursos, para negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas como de outras mat&amp;eacute;rias, ter&amp;aacute; de ser revisto ainda no presente ano;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9954"&gt;Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aspetos de carreira&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &amp;ndash; A FENPROF apresentou propostas, juridicamente fundamentadas, com vista a: reposicionamento dos docentes que ingressaram na carreira a partir de 2013, atrav&amp;eacute;s de concursos externos; reposicionamento na carreira dos docentes impedidos de progredir a determinados escal&amp;otilde;es da carreira, desde 2010, por aus&amp;ecirc;ncia de portaria a estabelecer o n&amp;uacute;mero de vagas; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta da bonifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida a todos os docentes que, at&amp;eacute; final de 2010, obtiveram os graus acad&amp;eacute;micos de mestrado ou doutoramento. Esta regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ter lugar antes de as progress&amp;otilde;es nas carreiras serem desbloqueadas para evitar mais e maiores distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es e injusti&amp;ccedil;as;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9955&amp;amp;mid=115"&gt;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas, hor&amp;aacute;rios e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;ximo ano letivo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &amp;ndash; para al&amp;eacute;m da necessidade de ser aprovado um quadro legal est&amp;aacute;vel para os pr&amp;oacute;ximos anos, a FENPROF reafirmou a sua disponibilidade para, rapidamente, se iniciar um processo negocial que permita: definir com rigor o conte&amp;uacute;do de componente letiva, eliminando os abusos hoje existentes; reduzir o n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de alunos por turma; estabelecer normas de refer&amp;ecirc;ncia para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas e a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o, entre outros aspetos. Neste &amp;acirc;mbito, foi ainda abordada a necessidade de se encontrarem mecanismos que, nos &amp;uacute;ltimos anos de exerc&amp;iacute;cio profissional, tenham em conta o tremendo desgaste provocado pelo exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o. Para al&amp;eacute;m do tipo de servi&amp;ccedil;o a atribuir aos docentes nesse per&amp;iacute;odo final do seu exerc&amp;iacute;cio, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio equacionar, desde j&amp;aacute;, a necessidade de estabelecer um &lt;strong&gt;regime excecional de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;/strong&gt;que tenha em conta esse problema;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema educativo&lt;/strong&gt; &amp;ndash; a FENPROF entregou ao ME um conjunto de propostas no sentido de garantir esta descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, propostas essas que, para al&amp;eacute;m de preverem a necessidade de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conselhos locais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com compet&amp;ecirc;ncias espec&amp;iacute;ficas de &amp;acirc;mbito local, incluindo ao n&amp;iacute;vel da rede escolar, redefinindo, por exemplo, a dimens&amp;atilde;o dos agrupamentos de escolas, abordam ainda a necessidade de: redemocratizar a gest&amp;atilde;o das escolas; valorizar e atribuir compet&amp;ecirc;ncias de decis&amp;atilde;o aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os pedag&amp;oacute;gicos das escolas, libertando-os de outras tutelas; substituir o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o unipessoal por outro que respeite princ&amp;iacute;pios da colegialidade, elegibilidade e democraticidade;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;Aspetos setoriais&lt;/strong&gt;: a FENPROF apresentou propostas destinadas a resolver problemas que se colocam de forma particular em diversos n&amp;iacute;veis de ensino. Por exemplo, sobre o calend&amp;aacute;rio escolar, em particular o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute; Escolar; sobre o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9960&amp;amp;mid=115"&gt;1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, um setor a que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;ldquo;deitar m&amp;atilde;o&amp;rdquo; para travar a disparidade de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que nele se vivem, desde aspetos relacionados com hor&amp;aacute;rios de trabalho, regime de coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas, entre outros; relativamente &amp;agrave; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=9959"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;foi reiterada a necessidade de um escrupuloso respeito pelos normativos que estabelecem o n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de alunos nas turmas com alunos com necessidades educativas especiais (ver tamb&amp;eacute;m os documentos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_9953/Anexos/Documento_Levantamento_Educacao_Especial_2015.pdf"&gt;"Retratos da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial"&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_9953/Anexos/Questionario_EE_2016.pdf"&gt;"Resposta educativa aos alunos com NEE/Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas escolas. Question&amp;aacute;rio"&lt;/a&gt;)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;. No que &amp;agrave; Inclus&amp;atilde;o diz respeito, a FENPROF colocou ainda a necessidade de ter tamb&amp;eacute;m em conta a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores e outros profissionais das escolas com dificuldades ou limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas, aos quais tem sido dispensada pouca aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes foram os principais aspetos que estiveram presentes nesta reuni&amp;atilde;o que a FENPROF avalia positivamente. Uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, espera a FENPROF, o tempo e as pol&amp;iacute;ticas a desenvolver dever&amp;atilde;o confirmar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;1/02/2016&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 02 Feb 2016 15:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-esteve-no-me-conheca-a-sintese-da-reuniao</guid></item><item><title>Fenprof no ME — Vive-se um novo tempo! (2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-entregou-dossie-ao-me-com-propostas-para-iniciar-desde-ja-negociacoes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de dezembro de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h1&gt;Vive-se um novo tempo que dever&amp;aacute; privilegiar o di&amp;aacute;logo e a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas que n&amp;atilde;o dispensa um grande envolvimento dos professores na tomada de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/h1&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=4Vx-DGda4V8&amp;amp;feature=youtu.be"&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;em&gt;Sem desvalorizar a luta, s&amp;atilde;o sempre prefer&amp;iacute;veis o di&amp;aacute;logo e a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vida que &amp;eacute; prefer&amp;iacute;vel analisar e debater, numas perspetiva de di&amp;aacute;logo e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel, construtivo e consequente, os problemas dos docentes e do sistema educativo, do que andar a caminho dos tribunais, por causa de governantes que n&amp;atilde;o cumprem as leis, como sucedeu na &amp;uacute;ltima legislatura, com a equipa Nuno Crato. Espero que o ME e a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica sejam espa&amp;ccedil;os de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas e n&amp;atilde;o de conflito&amp;rdquo;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;(M&amp;aacute;rio Nogueira em declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, 16/12/2015).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;A primeira reuni&amp;atilde;o realizada entre a FENPROF e a nova equipa do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;em&gt;&lt;span&gt; (foto J. Caria)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; correu de acordo com as expetativas que existiam.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da parte do Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi referida a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se estabelecer uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de confian&amp;ccedil;a s&amp;eacute;ria e esclarecida com a FENPROF no quadro de um clima de confian&amp;ccedil;a nos professores, como fator fundamental no combate ao abando o escolar e na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sucesso. &lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com o governante, o ME reconhece a necessidade&amp;nbsp; de estabilizar o trabalho das escolas, de tratar a sociedade, mais concretamente a comunidade educativa como um todo, destacando, nas prioridades governativas, a universaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar a partir dos tr&amp;ecirc;s anos, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas s&amp;oacute;lidos de aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o refor&amp;ccedil;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social escolar, incluindo a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma pol&amp;iacute;tica para o manual escolar, a aposta na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo da vida e o combate &amp;agrave; excessiva burocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos processos e do trabalho dos docentes. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A defesa da Escola P&amp;uacute;blica esteve sempre presente na interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial, tendo sido frisado o facto de se estar a viver um tempo novo que decorre do facto de na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica existir uma nova maioria que ter&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m import&amp;acirc;ncia na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do rumo das pol&amp;iacute;ticas educativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF come&amp;ccedil;ou por assinalar os sinais que chegam da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica como interessantes, tendo em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o as decis&amp;otilde;es que j&amp;aacute; foram tomadas em mat&amp;eacute;ria de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Concordou com a necessidade de se estabelecer um clima de confian&amp;ccedil;a com os professores &amp;ndash; perdido na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, per&amp;iacute;odo em que a Escola P&amp;uacute;blica e os seus professores foram maltratados &amp;ndash; e de respeito pelas suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais. Neste novo quadro, a FENPROF, como organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais representativa do setor, saber&amp;aacute; assumir as suas responsabilidades. Para esse clima de confian&amp;ccedil;a contribuir&amp;aacute; o desenvolvimento de processos de di&amp;aacute;logo e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetivos, sobre os mais variados temas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois todos interessam aos seus profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Do &lt;em&gt;programa do governo&lt;/em&gt;, a FENPROF destacou:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;- A inequ&amp;iacute;voca &lt;strong&gt;defesa da Escola P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;, o que significa, como referiu a FENPROF, a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os artigos do atual estatuto do ensino particular e cooperativo que, contrariando a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica, colocam privado e p&amp;uacute;blico em p&amp;eacute; de igualdade;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um processo de &lt;strong&gt;descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; que n&amp;atilde;o diminua a autonomia pedag&amp;oacute;gica das escolas, o que, no entender da FENPROF, cria condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que se trave o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em curso em dezena e meia de concelhos. Neste contexto da descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do refor&amp;ccedil;o da autonomia pedag&amp;oacute;gica das escolas, a FENPROF defendeu a necessidade de se repor um regime de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica que apele &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores e reforce os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os pedag&amp;oacute;gicos das escolas, defendendo ainda o fim dos mega-agrupamentos como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel ao regresso &amp;agrave; normalidade organizacional e de funcionamento;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A universaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta de &lt;strong&gt;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar&lt;/strong&gt; a partir dos tr&amp;ecirc;s anos, propondo a FENPROF que se inicie o debate sobre a obrigatoriedade de frequ&amp;ecirc;ncia no ano que antecede a entrada no 1.&amp;ordm; ciclo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A &lt;strong&gt;redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos por turma&lt;/strong&gt;, o que, para a FENPROF, dever&amp;aacute; implicar o respeito absoluto pelas normas de constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas, incluindo as que integram alunos com necessidades educativas especiais e ainda, no 1.&amp;ordm; ciclo, o fim das turmas com diversos anos de escolaridade;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A prioridade de &lt;strong&gt;interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no 1.&amp;ordm; ciclo&lt;/strong&gt;, o que, para a FENPROF, &amp;eacute; claramente inadi&amp;aacute;vel tendo em conta o grau de desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que o governo PSD/CDS deixou este setor;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O refor&amp;ccedil;o da autonomia das escolas na &lt;strong&gt;gest&amp;atilde;o do curr&amp;iacute;culo&lt;/strong&gt;, a par de uma maior articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os tr&amp;ecirc;s ciclos de ensino b&amp;aacute;sico e a rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o da discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alunos com a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vias de dualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o precoce. Para a FENPROF, est&amp;aacute; &amp;eacute; mat&amp;eacute;ria com a qual est&amp;aacute; genericamente de acordo, exigindo-se, agora, um debate sobre os aspetos curriculares e tamb&amp;eacute;m o regime de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos. A FENPROF afirmou concordar com o fim dos exames no ensino b&amp;aacute;sico e tamb&amp;eacute;m com a exist&amp;ecirc;ncia de formas de aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aprendizagens e do n&amp;iacute;vel de desempenho do sistema educativo, disponibilizando-se para discutir estas quest&amp;otilde;es, discordando, por&amp;eacute;m, com modelos que se assumam como r&amp;eacute;plicas de exames;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo docente das escolas com a &lt;strong&gt;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;de contratados&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;fim da requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. A este prop&amp;oacute;sito, a FENPROF prop&amp;ocirc;s um processo negocial que leve &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o justo e respeitador de normas gerais inscritas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral. Sobre requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a FENPROF chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de, durante o m&amp;ecirc;s de janeiro, serem revogados os artigos do regime de concursos que preveem a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse regime;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O &lt;strong&gt;combate &amp;agrave; precariedade&lt;/strong&gt;, incluindo os falsos recibos verdes.&amp;nbsp; A FENPROF recordou o que ainda acontece nas AEC em que o recurso a falsos recibos verdes, sendo ilegal, &amp;eacute; vulgar;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O refor&amp;ccedil;o da &lt;strong&gt;a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social escolar&lt;/strong&gt; e o acesso tendencialmente gratuito a manuais escolares, medidas que a FENPROF considera urgentes.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Do&lt;em&gt; programa de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o aprovado pelo seu Conselho Nacional, a FENPROF apresentou outras quest&amp;otilde;es que correspondem a preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es fortes&lt;/em&gt; relacionadas com:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;- O grav&amp;iacute;ssimo problema das &lt;strong&gt;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt; que s&amp;atilde;o hoje fator de elevad&amp;iacute;ssimo desgaste f&amp;iacute;sico, emocional e psicol&amp;oacute;gico de professores e educadores;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A necessidade de, associada &amp;agrave; quest&amp;atilde;o anterior, se estabelecer um &lt;strong&gt;regime especial de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes&lt;/strong&gt;, correndo, nesse sentido, uma peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o que brevemente ser&amp;aacute; entregue na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para discuss&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A indispens&amp;aacute;vel reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral dos &lt;strong&gt;sal&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt; e o descongelamento das &lt;strong&gt;carreiras docentes&lt;/strong&gt;, bloqueadas pelo quarto ano consecutivo e com uma perda de tempo de servi&amp;ccedil;o j&amp;aacute; superior a sete anos. Esta &amp;nbsp;&amp;eacute;, a par de tantos outros aspetos de grande import&amp;acirc;ncia, prioridade para a&amp;nbsp; FENPROF;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O desenvolvimento de um processo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do atual &lt;strong&gt;Estatuto da Carreira Docente&lt;/strong&gt;, para eventual revis&amp;atilde;o de algumas mat&amp;eacute;rias;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es respeitadoras de uma &lt;strong&gt;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o verdadeiramente inclusiva&lt;/strong&gt; foi considerada como da maior import&amp;acirc;ncia e n&amp;atilde;o apenas na perspetiva dos alunos, mas tamb&amp;eacute;m de docentes que apresentam dificuldades acrescidas, muitas vezes resultantes de defici&amp;ecirc;ncias;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A &lt;strong&gt;forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores&lt;/strong&gt; (inicial, cont&amp;iacute;nua e especializada), &amp;aacute;rea em que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio intervir rapidamente, dada a import&amp;acirc;ncia que tem na qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF apresentou o seu documento de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;12 Medidas para concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, propondo, entre outros processos negociais, o de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada ano letivo que seja est&amp;aacute;vel, duradouro, respeitador das necessidades das escolas e da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos docentes, impedindo abusos que s&amp;atilde;o, muitas vezes, praticados. Neste contexto, houve oportunidade para referir quest&amp;otilde;es como a &lt;strong&gt;PACC&lt;/strong&gt;, o&lt;strong&gt;processo &amp;ldquo;Cambridge&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;, a falta de transpar&amp;ecirc;ncia em que t&amp;ecirc;m decorrido as &lt;strong&gt;BCE&lt;/strong&gt;, as &lt;strong&gt;AEC&lt;/strong&gt; ou o &lt;strong&gt;calend&amp;aacute;rio escolar&lt;/strong&gt; na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final da reuni&amp;atilde;o, a FENPROF prop&amp;ocirc;s, tendo sido aceite, a &lt;strong&gt;realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda neste m&amp;ecirc;s de dezembro, de reuni&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas com a Secret&amp;aacute;ria de Estado Adjunta e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; para identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas e marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;processos negociais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que permitam a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;Agrave; cabe&amp;ccedil;a, a FENPROF considera indispens&amp;aacute;veis os relacionados com &lt;strong&gt;concursos&lt;/strong&gt; (vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fim das BCE, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das &amp;aacute;reas geogr&amp;aacute;ficas dos qzp s&amp;atilde;o, entre outros, aspetos a ter em conta), com &lt;strong&gt;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;, tamb&amp;eacute;m com &lt;strong&gt;aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; e ainda a inadi&amp;aacute;vel &lt;strong&gt;reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; ciclo&lt;/strong&gt;. A FENPROF entregou ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o um extenso dossi&amp;ecirc; contendo aprecia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e propostas sobre todas as mat&amp;eacute;rias que abordou na reuni&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser a primeira, foi uma reuni&amp;atilde;o produtiva, com a abordagem de aspetos concretos e que, sem dever criar ilus&amp;otilde;es nos professores, abre, contudo, perspetivas positivas de, finalmente, estarem criadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es resolver problemas importantes e que se arrastam h&amp;aacute; anos. Tudo depender&amp;aacute;, tamb&amp;eacute;m, da capacidade de envolvimento dos professores nos processos de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;15/12/2015&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Uma reuni&amp;atilde;o positiva, que abre expetativas, mas n&amp;atilde;o deve criar ilus&amp;otilde;es"&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;- foi assim que o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF caraterizou o primeiro encontro com a nova equipa do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, realizado esta manh&amp;atilde; nas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es da&amp;nbsp;&lt;em&gt;"5 de Outubro"&lt;/em&gt;, em Lisboa, com a presen&amp;ccedil;a do ministro Tiago Brand&amp;atilde;o Rodrigues.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;Integraram a delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical: M&amp;aacute;rio Nogueira (Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF), Jos&amp;eacute; Alberto Marques (SPGL), Abel Macedo (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Manuel Nobre (SPZS), Francisco Oliveira (SPM) e Ant&amp;oacute;nio Lucas (SPRA).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;Agrave; sa&amp;iacute;da da reuni&amp;atilde;o, em declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF afirmou que as expetativas sa&amp;iacute;ram refor&amp;ccedil;adas deste encontro, na sequ&amp;ecirc;ncia&amp;nbsp;do discurso do titular da pasta, do Programa do Governo, do acordo existente na atual maioria parlamentar e das decis&amp;otilde;es entretanto j&amp;aacute; tomadas na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica na &amp;aacute;rea da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;"Um novo tempo, uma nova maioria"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira referiu que o pa&amp;iacute;s vive "um novo tempo e uma nova maioria", destacando que, al&amp;eacute;m da abertura ao di&amp;aacute;logo, a equipa&amp;nbsp;de Tiago&amp;nbsp;Rodrigues est&amp;aacute; consciente de que "&amp;eacute; necess&amp;aacute;rio resolver problemas", no quadro de uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que arrancar&amp;aacute; brevemente. Nesse sentido, ficaram previstas reuni&amp;otilde;es, a realizar ainda este m&amp;ecirc;s de dezembro, com a secret&amp;aacute;ria de Estado Adjunta e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e com o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Entreg&amp;aacute;mos um&amp;nbsp;&lt;em&gt;dossi&amp;ecirc;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;ao &amp;nbsp;ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o", revelou o dirigente sindical, apontando, a t&amp;iacute;tulo de exemplo, mat&amp;eacute;rias como a municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ("os processos de descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o podem p&amp;ocirc;r em causa a capacidade de decis&amp;atilde;o das escolas, de ordem pedag&amp;oacute;gica e curricular"),&amp;nbsp;&amp;nbsp;os concursos &amp;nbsp;("a atual equipa ministerial pareceu reconhecer que as BCE nada resolvem e s&amp;oacute; atrapalham..."), os hor&amp;aacute;rios e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas. "Na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada a classe docente foi muito massacrada", lembrou M&amp;aacute;rio Nogueira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Respondendo a v&amp;aacute;rias quest&amp;otilde;es colocadas pelos jornalistas, o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF referiu, a prop&amp;oacute;sito dos exames,&amp;nbsp;que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o "quer tamb&amp;eacute;m apresentar os seus contributos para um modelo de aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o" &amp;nbsp;que n&amp;atilde;o seja uma recauchutagem do que s&amp;atilde;o hoje os exames e,&amp;nbsp;noutra passagem, destacou que h&amp;aacute; da parte do Minist&amp;eacute;rio um reconhecimento da grave situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive no ensino art&amp;iacute;stico&amp;nbsp;especializado, prevendo-se que brevemente possam ser desbloqueadas verbas para fazer face ao problema que hoje se vive com v&amp;aacute;rios meses de sal&amp;aacute;rio em atraso. Sobre esta mat&amp;eacute;ria, a FENPROF manter&amp;aacute; o pr&amp;eacute;-aviso de greve para o m&amp;ecirc;s de janeiro, que servir&amp;aacute; essencialmente para justificar as faltas dos professores que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o tenham condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras para se deslocarem. A regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;nbsp;dos sal&amp;aacute;rios permitir&amp;aacute; o levantamento deste pr&amp;eacute;-aviso, que ser&amp;aacute; entregue &amp;agrave; AEEP e &amp;agrave; Ensemble. / LL e JPO &amp;nbsp; / &lt;em&gt;&lt;span&gt;Pe&amp;ccedil;a em atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 16 Dec 2015 14:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-entregou-dossie-ao-me-com-propostas-para-iniciar-desde-ja-negociacoes</guid></item><item><title>FENPROF pediu reunião ao novo ministro da Educação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-pediu-reuniao-ao-novo-ministro-da-educacao</link><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Foi com satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores (FENPROF) viu rejeitado, em 10 de novembro, o programa apresentado pelo anterior governo. &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aquele programa apontava para a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas que, entre outras consequ&amp;ecirc;ncias, estavam a p&amp;ocirc;r em causa a Escola P&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica, importante fator de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da igualdade de oportunidades, a provocar quebras significativas de qualidade do ensino e a atentar contra as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e os direitos dos profissionais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa rejeitado previa a revis&amp;atilde;o da Lei de Bases do Sistema Educativo e a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reforma do Estado, para que avan&amp;ccedil;assem processos ainda &amp;nbsp;mais fortes de privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das respostas educativas, para prosseguir a municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para impor cada vez mais cursos ditos vocacionais, para os quais se pretendia encaminhar precocemente os alunos, tudo isto num quadro de empobrecimento global dos curr&amp;iacute;culos escolares. Tamb&amp;eacute;m em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes, as medidas previstas n&amp;atilde;o correspondiam &amp;agrave;s necessidades de estabilidade e de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tanto se fazem sentir nas escolas e no dia a dia dos seus profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o daquele programa e as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es assumidas pelo partido agora no governo e pelos que lhe garantem apoio parlamentar t&amp;ecirc;m vindo a criar leg&amp;iacute;timas expetativas nos professores e educadores que, desejando&amp;nbsp;uma mudan&amp;ccedil;a efetiva de pol&amp;iacute;ticas, pretendem ver refor&amp;ccedil;adas e valorizadas a&amp;nbsp;Escola P&amp;uacute;blica, a qualidade do ensino e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes, atrav&amp;eacute;s, neste caso, da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus direitos profissionais, laborais e sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, esperam medidas como a revis&amp;atilde;o do atual estatuto do ensino particular e cooperativo, a suspens&amp;atilde;o, para posterior elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (que 98% dos docentes rejeitaram atrav&amp;eacute;s da maior ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o alguma vez realizada sobre uma mat&amp;eacute;ria relacionada com o sistema educativo), o refor&amp;ccedil;o da qualidade e diversidade curricular, uma profunda revis&amp;atilde;o do regime de concursos, uma reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada dos hor&amp;aacute;rios de trabalho, o respeito pelas suas carreiras profissionais ou a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime excecional de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que tenha em conta o reconhecido e comprovado desgaste profissional provocado pelo exerc&amp;iacute;cio desta profiss&amp;atilde;o. Os docentes esperam ainda, dos novos respons&amp;aacute;veis pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma postura aberta de di&amp;aacute;logo e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com tantos e t&amp;atilde;o complexos problemas por resolver, a FENPROF solicitou uma reuni&amp;atilde;o ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para t&amp;atilde;o breve quanto poss&amp;iacute;vel, nela devendo ser identificados os problemas &amp;ndash; alguns deles agravados pela aus&amp;ecirc;ncia de respostas governativas, nos &amp;uacute;ltimos dois meses &amp;ndash; e desencadeados os indispens&amp;aacute;veis processos negociais, com vista &amp;agrave; sua adequada resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;1/12/2015&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Dec 2015 15:09:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-pediu-reuniao-ao-novo-ministro-da-educacao</guid></item><item><title>SPN lamenta perturbação nas escolas fomentada pelo MEC (2014)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-lamenta-perturbacao-nas-escolas-fomentada-pelo-mec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de junho de 2014&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A Comiss&amp;atilde;o Executiva do Sindicato dos Professores do Norte (CE/SPN) reuniu pela primeira vez ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o Parlamento Europeu e para os Corpos Gerentes do SPN. Da ordem de trabalhos, al&amp;eacute;m das quest&amp;otilde;es relacionadas com a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, constava a an&amp;aacute;lise da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica resultante das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es europeias e da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade de tr&amp;ecirc;s normas do Or&amp;ccedil;amento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CE/SPN lamenta e denuncia a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que decorre nas escolas o final de um ano letivo que tem sido tudo menos f&amp;aacute;cil, tanto para alunos e respetivas fam&amp;iacute;lias quanto para professores. O stress organizacional e profissional agravado com a inadequada e inoportuna realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;ldquo;exames finais&amp;rdquo; de Portugu&amp;ecirc;s e Matem&amp;aacute;tica (4&amp;ordm; e 6&amp;ordm; anos do Ensino B&amp;aacute;sico), a cerca de um m&amp;ecirc;s do fim das aulas, introduziu no quotidiano das escolas uma press&amp;atilde;o acrescida pela necessidade de reorganizar todo o servi&amp;ccedil;o em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vigil&amp;acirc;ncia e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses exames. Em consequ&amp;ecirc;ncia, verificam-se in&amp;uacute;meras situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de anormalidade, designadamente: alunos de docentes dispensados da componente letiva para corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exames distribu&amp;iacute;dos por outras turmas, algumas a funcionar com mais de 40 crian&amp;ccedil;as; suspens&amp;atilde;o de apoios educativos; reuni&amp;otilde;es com corretores a decorrer em tempos letivos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumulativamente, a n&amp;atilde;o divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o na data prevista dos resultados da prova de Ingl&amp;ecirc;s do 9&amp;ordm; ano (Key For Schools) &amp;ndash; processo abusivo e pouco transparente em que muitos professores se viram for&amp;ccedil;ados a uma sobrecarga de trabalho sem qualquer compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; e a complexidade do Despacho Normativo 6/2014, relativo &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;ximo ano letivo, est&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m a contribuir para a perturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De outro &amp;acirc;mbito, a n&amp;atilde;o realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um concurso de professores intercalar, interno e externo, al&amp;eacute;m de gerar profundas injusti&amp;ccedil;as, &amp;eacute;, no m&amp;iacute;nimo, de legalidade duvidosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num setor em que o principal respons&amp;aacute;vel se arvora em paladino do rigor e da excel&amp;ecirc;ncia, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada nas escolas &amp;eacute; apenas mais um sinal de que o tempo do ministro Nuno Crato chegou ao fim e de que urge ser-lhe apontada a porta de sa&amp;iacute;da.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CE/SPN releva, por outro lado, a expressiva derrota sofrida pelos partidos do Governo nas elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o Parlamento Europeu, embora considere preocupante o elevado n&amp;iacute;vel de absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de votos brancos e nulos, reflexo da grave crise por que passa a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considera, ainda, ser inadmiss&amp;iacute;vel a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de um Governo que, sucessivamente, v&amp;ecirc; declarada a inconstitucionalidade de normas or&amp;ccedil;amentais e que insiste em culpabilizar o Tribunal Constitucional por alegada obstaculiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o se coibindo de tentar condicionar e de pressionar publicamente o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel pela observ&amp;acirc;ncia da lei fundamental do pa&amp;iacute;s. Ao inv&amp;eacute;s, a CE/SPN regista que &amp;eacute; o Governo (com os partidos que o apoiam no Parlamento) que insiste na ilegalidade, no atropelo das regras democr&amp;aacute;ticas e no ataque &amp;agrave; Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica, com o claro objetivo de reverter as conquistas da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e, no limite, destruir o Estado social erguido ao longo dos &amp;uacute;ltimos 40 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a CE/SPN, basta de falsas inevitabilidades austerit&amp;aacute;rias e de amea&amp;ccedil;as de novos cortes ou aumento de impostos. Existem alternativas, mas a sua possibilidade passa tamb&amp;eacute;m por uma atitude mais vigilante e mais empenhada (mais s&amp;eacute;ria, enfim) do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, que jurou publicamente respeitar e fazer respeitar a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por tudo isto, a CE/SPN apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores, professores e investigadores na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o/manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 14 de junho, na Pra&amp;ccedil;a do Marqu&amp;ecirc;s (Porto), exigindo a demiss&amp;atilde;o do Governo PSD/CDS-PP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tomada de posse dos Corpos Gerentes do SPN para o tri&amp;eacute;nio 2014-2017, eleitos no dia 27 de maio, vai decorrer no pr&amp;oacute;ximo s&amp;aacute;bado, 7 de junho (Hotel Ipanema Park, 10h30).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Lista S (Sempre ao servi&amp;ccedil;o dos educadores e professores, da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da escola p&amp;uacute;blica) foi a mais votada para a Mesa da Assembleia Geral (64%), o Conselho Fiscal e de Jurisdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o (64%), a Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o (64%) e as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es distritais de Braga (64%), Bragan&amp;ccedil;a (89%), Porto (71%), Viana do Castelo (77%) e Vila Real (78%); em Aveiro/Norte, a Lista A (Um SPN presente &amp;ndash; sentir o sindicato nas escolas) foi a mais votada (85%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto, 4 de junho de 2014&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;lsquo;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Jun 2014 15:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-lamenta-perturbacao-nas-escolas-fomentada-pelo-mec</guid></item><item><title>Rescisão por mútuo acordo visa o despedimento sem direitos, sem proteção social e sob chantagem</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/rescisao-por-mutuo-acordo-visa-o-despedimento-sem-direitos-sem-protecao-social-e-sob-chantagem</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;Est&amp;aacute; publicada em &lt;a href="/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=14&amp;amp;doc=3629"&gt;Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica a Portaria&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que regula as rescis&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O governo apresentou uma &lt;a href="/Media/Default/Info/7000/200/70/6/proposta_rescisoes.pdf" target="_blank"&gt;proposta para regulamentar a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rescis&amp;otilde;es&lt;/a&gt; ditas por m&amp;uacute;tuo acordo de docentes. O seu conte&amp;uacute;do, agora conhecido oficialmente, n&amp;atilde;o &amp;eacute; novidade, pois j&amp;aacute; tinha sido divulgado, h&amp;aacute; meses, por um jornal di&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; completamente inaceit&amp;aacute;vel, n&amp;atilde;o apenas o procedimento do governo, como a proposta que este apresenta.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este programa de rescis&amp;otilde;es destina-se a &amp;ldquo;&amp;aacute;reas funcionais da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica em manifesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sobreemprego&amp;rdquo; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;documento do governo &amp;ldquo;Medidas do lado da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa: Medidas transversais da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica &amp;ndash; Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas de rescis&amp;otilde;es por m&amp;uacute;tuo acordo&lt;/em&gt;), pelo que n&amp;atilde;o deveria aplicar-se aos professores, pois, como &amp;eacute; conhecido,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;n&amp;atilde;o h&amp;aacute; professores a mais nas escolas&lt;/strong&gt;. Os professores s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios &amp;agrave;s escolas e estas n&amp;atilde;o podem prescindir do seu trabalho insubstitu&amp;iacute;vel, sejam os do quadro com quem o governo quer rescindir, sejam os milhares de professores que se mant&amp;ecirc;m no desemprego, a esmagadora maioria sem qualquer hip&amp;oacute;tese de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; final do ano letivo. Assim,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;retirar ainda mais professores &amp;agrave;s escolas constituiria um grave atentado contra a capacidade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica e de resposta educativa que se exige da Escola P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta proposta do governo n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais do que uma forma de despedir com pouqu&amp;iacute;ssimos direitos &amp;ndash; pouco mais do que uma simb&amp;oacute;lica indemniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; e sem prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o no desemprego, nem possibilidade de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata. O que o governo pretende &amp;eacute; que os professores aceitem ser despedidos nestas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, manifestando concord&amp;acirc;ncia com o ato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que este programa de despedimento com acordo do visado surge num contexto de grande press&amp;atilde;o, que funciona como chantagem, sobre milhares de professores que, devido a medidas deliberadamente tomadas nesse sentido, se incluem no enorme grupo de mais de 18.000 docentes com hor&amp;aacute;rio-zero. Esses professores sabem que o governo pretende remet&amp;ecirc;-los, no pr&amp;oacute;ximo ano letivo, para a mobilidade especial e sentem que esta &amp;eacute; uma amea&amp;ccedil;a: &amp;ldquo;ou vais agora a bem, ou ir&amp;aacute;s depois a mal&amp;rdquo;. De uma forma ou de outra,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a amea&amp;ccedil;a que pende sobre os docentes &amp;eacute; a de um futuro dramaticamente incerto e uma vida de permanentes instabilidade e inseguran&amp;ccedil;a, a que nenhuma pessoa, ainda que membro de um governo, tem o direito de sujeitar outra(s)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta proposta &amp;eacute; um insulto a profissionais que s&amp;atilde;o fundamentais ao desenvolvimento do pa&amp;iacute;s, n&amp;atilde;o apenas pelo objetivo que visa &amp;ndash; despedir &amp;ndash;, mas tamb&amp;eacute;m porque, at&amp;eacute; no despedimento, o governo manifesta total desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos docentes, impondo uma regra indemnizat&amp;oacute;ria inferior &amp;agrave; que aplica na generalidade da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica. Se o governo pretendesse, com seriedade, promover um programa de rescis&amp;otilde;es por m&amp;uacute;tuo acordo, teria de se comprometer a indemnizar quem aceitasse rescindir com um valor pelo menos pr&amp;oacute;ximo daquele que a pessoa receberia at&amp;eacute; ao momento da sua aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; nesse sentido que a FENPROF vai procurar alterar a proposta que recebeu na reuni&amp;atilde;o que se realizar&amp;aacute; com o MEC. Sem isso, a proposta do governo &amp;eacute; completamente inaceit&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MEC convocou a FENPROF para uma reuni&amp;atilde;o a realizar no pr&amp;oacute;ximo dia 24, pelas 9 horas.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Oct 2013 09:40:56 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/rescisao-por-mutuo-acordo-visa-o-despedimento-sem-direitos-sem-protecao-social-e-sob-chantagem</guid></item><item><title>Falta credibilidade política a quem desrespeita compromissos que assume</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/falta-credibilidade-politica-a-quem-desrespeita-compromissos-que-assume</link><description>&lt;p&gt;A FENPROF recebeu dois projetos do MEC:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0e52b3;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/100/0/2/prova_ingresso_proposta.pdf" target="_blank"&gt;Prova de acesso &amp;agrave; profiss&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;gt;&lt;span style="color: #0e52b3;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/100/0/2/dl_rjfcd_negociacao.pdf" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0e52b3;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/100/0/2/dl_rjfcd_negociacao.pdf" target="_blank"&gt;Regime Jur&amp;iacute;dico da Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cont&amp;iacute;nua&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Para &amp;ldquo;negociar&amp;rdquo; estas mat&amp;eacute;rias, o MEC marcou 2 reuni&amp;otilde;es de 1 hora, na pr&amp;oacute;xima sexta-feira, dia 26, respetivamente &amp;agrave;s 9 e 10 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a FENPROF, a atual equipa ministerial n&amp;atilde;o merece qualquer credibilidade negocial e pol&amp;iacute;tica, dado o desrespeito que, em diploma legal, revela pela&amp;nbsp;&lt;em&gt;ata negocial&lt;/em&gt;&amp;nbsp;assinada em 25 de junho. Al&amp;eacute;m disso, o MEC n&amp;atilde;o deveria marcar a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mat&amp;eacute;rias t&amp;atilde;o complexas e pol&amp;eacute;micas, como estas, para pleno per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por estas raz&amp;otilde;es, a FENPROF limitar-se-&amp;aacute; a uma representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica nas reuni&amp;otilde;es, retirando, assim, o car&amp;aacute;ter pol&amp;iacute;tico que era suposto esta reuni&amp;atilde;o ter. Quem, como o MEC, desrespeita os compromissos que assume, n&amp;atilde;o merece nem pode exigir respeito, nomeadamente em plano t&amp;atilde;o importante, como &amp;eacute; o negocial!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;24/07/2013&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Jul 2013 11:49:04 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/falta-credibilidade-politica-a-quem-desrespeita-compromissos-que-assume</guid></item><item><title>Um Ministério cujo rumo é o de encontrar caminhos para poupar com os professores (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/um-ministerio-cujo-rumo-e-o-de-encontrar-caminhos-para-poupar-com-os-professores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de mar&amp;ccedil;o de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Na primeira reuni&amp;atilde;o, com o ministro, a FENPROF colocou diversas quest&amp;otilde;es para as quais exigiu respostas pol&amp;iacute;ticas concretas, designadamente a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es tem&amp;aacute;ticas.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF criticou o facto de o ministro se recusar discutir, com a FENPROF, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o grave que se vive na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, durante tanto tempo, num quadro em que existe uma enorme dist&amp;acirc;ncia entre o discurso e uma pr&amp;aacute;tica que tem aprofundado a elitiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino e a perda de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas escolas para que tenham um funcionamento e uma resposta de qualidade. M&amp;aacute;rio Nogueira, neste &amp;acirc;mbito, acusou o MEC de falta de respeito pela representatividade das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF quis saber, tamb&amp;eacute;m, se o MEC est&amp;aacute; ou n&amp;atilde;o a trabalhar na altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regras para a contratualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do financiamento dos col&amp;eacute;gios privados e em que termos. Exigiu abertura de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o despacho de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano lectivo.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;De entre o conjunto de quest&amp;otilde;es colocadas, que pelo seu n&amp;uacute;mero justificam a necessidade de n&amp;atilde;o haver tanto tempo de intervalo entre reuni&amp;otilde;es, a FENPROF abordou a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o grave decorrente dos mega-agrupamentos, de uma eventual municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, dos efeitos das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es curriculares e de outras que o governo pretenda ainda fazer, de que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; conta, da reestrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede escolar do ensino superior (de que n&amp;atilde;o se conhecem quaisquer contornos, mas que tem sido abordada a outros n&amp;iacute;veis do relacionamento institucional) e do sufoco financeiro por que passam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente &amp;agrave;s inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo, da reuni&amp;atilde;o com o ministro fica claro: que o regime de mobilidade especial tamb&amp;eacute;m vai aplicar-se aos professores; que os hor&amp;aacute;rios de trabalho (35 horas) n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o aumentados no atual ano letivo; o hor&amp;aacute;rio letivo tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; qualquer aumento, este ano letivo; apenas garantiu que o despedimento de professores n&amp;atilde;o se situar&amp;aacute; entre os 30.000 e os 50.000 despedimentos; as redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do artigo 79.&amp;ordm; n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o alteradas, neste ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;O ministro afirmou ser sua inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o: aumentar a mobilidade de professores, alargar o &amp;acirc;mbito geogr&amp;aacute;fico dos QZP, colocar professores noutros minist&amp;eacute;rios (como t&amp;eacute;cnico) e colocar professores em ofertas educativas no IEFP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou decidido realizar as seguintes reuni&amp;otilde;es tem&amp;aacute;ticas, com os diversos secret&amp;aacute;rios de estado:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;sobre ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;sobre ensino particular e cooperativo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;sobre educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;sobre o despacho de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano letivo, hor&amp;aacute;rios e concursos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;Em dois minutos MEC desdiz&amp;nbsp;&lt;br&gt;o que disse imediatamente antes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o (t&amp;eacute;cnica) da FENPROF reuniu, logo de seguida, com a equipa negociadora do MEC sobre o projeto de portaria que visava alterar os QZP. Reuni&amp;atilde;o que come&amp;ccedil;ou com a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Casanova Almeida de que esta seria a &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o relativamente a este processo negocial. Um absurdo e uma ilegalidade por v&amp;aacute;rias raz&amp;otilde;es: por desconhecimento pr&amp;eacute;vio da FENPROF de qual o calend&amp;aacute;rio negocial, por terem sido introduzidas mat&amp;eacute;rias que n&amp;atilde;o eram do conhecimento da FENPROF at&amp;eacute; &amp;agrave; hora da reuni&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A FENPROF ficaria impedida de emitir parecer, de pedir dados concretos relativamente aos efeitos das novas mat&amp;eacute;rias introduzidas, de consultar os professores, tendo em conta que decorre um per&amp;iacute;odo de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por outro lado, o novo projeto de portaria entra em dom&amp;iacute;nios que n&amp;atilde;o pode tratar, j&amp;aacute; que visa criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, mat&amp;eacute;ria que na hierarquia das leis obrigaria &amp;agrave; publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um decreto-lei. A reuni&amp;atilde;o n&amp;atilde;o durou 10 minutos e a comiss&amp;atilde;o negociadora retirou-se, de imediato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante isto, a FENPROF recusou abandonar o edif&amp;iacute;cio do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Exigiu de novo encontrar-se com Crato, o que veio a realizar-se, passado algum tempo. Perante a insist&amp;ecirc;ncia da FENPROF, o ministro aceitou tratar o problema de outra forma (tinha-se comprometido pouco tempo antes continuar as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es) e informou que at&amp;eacute; &amp;agrave;s 17.00 horas de hoje ser&amp;aacute; dada uma resposta quanto &amp;agrave; marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nova reuni&amp;atilde;o negocial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &amp;eacute; apenas mais um epis&amp;oacute;dio do desnorte que reina entre ministro e secret&amp;aacute;rios de Estado e da falta de respostas concretas para resolver os muitos problemas por que passa o setor. Tamb&amp;eacute;m torna evidente que a vontade do MEC &amp;eacute; reduzir a despesa &amp;agrave; custa do desemprego, da precariedade e da instabilidade docente, o que levou M&amp;aacute;rio Nogueira a dizer a Nuno Crato que ou Portugal tem um Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou ent&amp;atilde;o este ter&amp;aacute; um caminho, o da sa&amp;iacute;da.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF na Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=637777&amp;amp;tm=8&amp;amp;layout=123&amp;amp;visual=61"&gt;RTP&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;|&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://sicnoticias.sapo.pt/2071978"&gt;SIC&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;|&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tvi.iol.pt/noticia/sociedade/professores-nuno-crato-crato-educacao-ministerio-da-educacao-tvi24/noticia/iol-push---sociedade/mario-nogueira-fenprof-educacao-professores-nuno-crato-tvi24/1431996-6182.html"&gt;TVI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3124801&amp;amp;page=-1"&gt;TSF&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;amp;did=101320"&gt;RR&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/crato-propoe-dez-em-vez-de-sete-quadros-de-zona-pedagogica-1588747"&gt;P&amp;uacute;blico&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;|&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3124392"&gt;DN&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;|&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=3124358"&gt;JN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Mar 2013 20:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/um-ministerio-cujo-rumo-e-o-de-encontrar-caminhos-para-poupar-com-os-professores</guid></item><item><title>SPN entregou em tribunal duas acções judiciais (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-entregou-em-tribunal-duas-accoes-judiciais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de janeiro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;No passado dia 21 de Dezembro,&amp;nbsp;o SPN intentou duas ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais no &amp;acirc;mbito da representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e defesa dos direitos e interesses colectivos dos seus associados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira &amp;eacute; uma ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o de responsabilidade civil extracontratual, por erro judici&amp;aacute;rio, que visa responsabilizar o Estado Portugu&amp;ecirc;s pela ressalva dos efeitos decorrente da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade que o Tribunal Constitucional proferiu sobre a lei do or&amp;ccedil;amento de estado que veio proceder &amp;agrave; suspens&amp;atilde;o do pagamento dos subs&amp;iacute;dios de F&amp;eacute;rias e de Natal dos funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos. Trata-se de uma decis&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita porquanto, n&amp;atilde;o obstante declarar a referida norma inconstitucional, salvaguardou os seus efeitos para o ano de 2012, permitindo a sua vig&amp;ecirc;ncia apesar de a considerar inconstitucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma data e no &amp;acirc;mbito do mesmo assunto, foi ainda intentada uma ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa comum, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, que tem como objecto a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pagamento dos referidos subs&amp;iacute;dios ilegalmente retirados aos funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos no ano de 2012, tal como reconhecido expressamente pelo Tribunal Constitucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 05 Jan 2013 21:21:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-entregou-em-tribunal-duas-accoes-judiciais</guid></item><item><title>Petição “Orçamento para a Educação não suporta mais cortes” (2012) </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/peticao-%E2%80%9Corcamento-para-a-educacao-nao-suporta-mais-cortes%E2%80%9D</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de outubro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Arial, sans-serif; color: red;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;Subscreve&amp;nbsp;&lt;a style="color: #1155cc;" href="http://form.fenprof.org/?sid=58452" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: #1f497d;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: #1f497d;"&gt;As escolas, as fam&amp;iacute;lias, em suma, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o suporta mais cortes no or&amp;ccedil;amento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em apenas dois anos, o Governo reduziu o valor das verbas destinadas ao sector da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, baixando-as de 5,7% para 3,9% do PIB. N&amp;atilde;o satisfeito com este corte, de 2.300 milh&amp;otilde;es de euros, o Governo j&amp;aacute; pr&amp;eacute;-anunciou para 2013 uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;xima dos 700 milh&amp;otilde;es!&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;A concretizar-se este novo corte, ser&amp;aacute; ainda mais forte o desemprego e a instabilidade de docentes e n&amp;atilde;o docentes, agravar-se-&amp;atilde;o as dificuldades das fam&amp;iacute;lias, organizar-se-&amp;atilde;o e funcionar&amp;atilde;o pior as escolas portuguesas, ressentir-se-&amp;aacute; ainda mais a qualidade do ensino!&amp;nbsp;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Preocupados com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e procurando alertar o pa&amp;iacute;s para o agravamento dos problemas que resultar&amp;aacute; de mais um eventual corte, com a viol&amp;ecirc;ncia do que &amp;eacute; proposto,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: yellow; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;"&gt;professores, pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, trabalhadores n&amp;atilde;o docentes e inspectores de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o decidiram promover a Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o (em anexo) &amp;ldquo;OR&amp;Ccedil;AMENTO PARA A EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O N&amp;Atilde;O SUPORTA MAIS CORTES&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;A subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; fazer-se online (sites das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es) ou em papel, sendo promovida por FENPROF, CONFAP, FNSFP, SIEE, STAL e CNIPE. Logo que re&amp;uacute;na as assinaturas necess&amp;aacute;rias, a Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; entregue na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, abrindo a possibilidade de os grupos parlamentares, no &amp;acirc;mbito da sua discuss&amp;atilde;o em plen&amp;aacute;rio, desenvolverem iniciativas parlamentares com vista a garantir as verbas que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o necessita para que Portugal seja um pa&amp;iacute;s com futuro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 12pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; color: #1f497d;"&gt;Subscreve&amp;nbsp;&lt;a style="color: #1155cc;" href="http://form.fenprof.org/?sid=58452" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 18 Oct 2012 19:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/peticao-%E2%80%9Corcamento-para-a-educacao-nao-suporta-mais-cortes%E2%80%9D</guid></item><item><title>Curso de Profissionalização em Serviço - Edição 2011-2012</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/curso-de-profissionalizacao-em-servico-edicao-2011-2012</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de dezembro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Ao abrigo do &lt;a title="Despacho n.&amp;ordm; 10811/2011" href="http://www.dre.pt/util/getpdf.asp?s=diad&amp;amp;serie=2&amp;amp;iddr=168.2011&amp;amp;iddip=2011050205"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 10811/2011&lt;/a&gt;, de 22 de Agosto e publicado a 1 de Setembro, a Universidade Aberta realiza, a partir de Mar&amp;ccedil;o de 2012, o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Curso de Profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Servi&amp;ccedil;o, destinado a todos os docentes do Ensino Particular e Cooperativo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, incluindo os das escolas profissionais privadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O mesmo curso &amp;eacute; igualmente aberto a todos os docentes do Ensino P&amp;uacute;blico&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;(ensino b&amp;aacute;sico e secund&amp;aacute;rio)&lt;/strong&gt;, ao abrigo do &lt;a title="Despacho n.&amp;ordm; 17019/2011" href="http://www.dre.pt/util/getpdf.asp?s=udrd&amp;amp;serie=2&amp;amp;iddr=242.2011&amp;amp;iddip=2011073779"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 17019/2011&lt;/a&gt;, de 12 de Dezembro e publicado no dia 20 do mesmo m&amp;ecirc;s, da Secretaria de Estado do Ensino B&amp;aacute;sico e Secund&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podem candidatar-se todos os docentes que preencham as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;- Que &amp;agrave; data da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no curso sejam titulares de habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria para a doc&amp;ecirc;ncia, nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel e possuam cinco anos completos de servi&amp;ccedil;o docente em 31 de Agosto de 2012 (4 anos em 31 de Agosto de 2011);&lt;br&gt;- Possuam seis anos completos de servi&amp;ccedil;o docente efectivo em 31 de Agosto de 2013, estando, assim, nos termos do artigo 43.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 287/88, com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 345/89, de 11 de Outubro, dispensados do segundo ano da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrer&amp;atilde;o de 3 a 17 de Janeiro de 2012&lt;/strong&gt;, sendo fundamental que as candidaturas sejam feitas nos devidos termos. Para esse efeito todos os interessados dever&amp;atilde;o consultar este &lt;a href="http://www.uab.pt/web/guest/estudar-na-uab/oferta-pedagogica/alv/programas-de-estudos-integrados-ou-complementares"&gt;site espec&amp;iacute;fico da Universidade Aberta&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre este curso podem ser solicitadas para o mail&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:cps@univ-ab.pt"&gt;cps@univ-ab.pt&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa salientar que a oferta deste curso se deve, em grande parte, &amp;agrave; press&amp;atilde;o exercida pela FENPROF, atrav&amp;eacute;s do SPGL, junto do MEC, da DGRHE e da UAb, ultrapassando a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o legalmente estabelecida &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas profissionaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir de Agosto de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para qualquer esclarecimento adicional, contactar o SPN, para o mail &lt;a href="mailto:geral@spn.pt"&gt;geral@spn.pt&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:34:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/curso-de-profissionalizacao-em-servico-edicao-2011-2012</guid></item><item><title>Sala de Professores - cartoon (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/sala-de-professores-cartoon</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de novembro de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Porque a brincar... a brincar...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/e2a8c1ea/86b855a4/salaprofs2.jpg?v=636110381940870000" alt="" width="800" height="213"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="text-align: -webkit-auto;" src="/Media/Default/_Profiles/61042233/86b855a4/grevegeral.jpg?v=636110381941514531" alt="" width="800" height="247"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/13b23c53/86b855a4/grevegeral3.jpg?v=636110381941866094" alt="" width="720" height="190"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/cf3af3af/86b855a4/grevegeral4.jpg?v=636110381942334844" alt="" width="800" height="212"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 10:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/sala-de-professores-cartoon</guid></item><item><title>Fenprof garante "intenso combate em torno de propostas objectivas" (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-garante-intenso-combate-em-torno-de-propostas-objectivas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de junho de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vamos desenvolver um intenso combate em torno de propostas objectivas que, sabemos, unem os professores&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;porque promovem a qualidade na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, defendem a escola&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;p&amp;uacute;blica e dignificam a profiss&amp;atilde;o docente&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;A mensagem, certamente dirigida ao pr&amp;oacute;ximo Governo e ao novo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi dada na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa da FENPROF, realizada ao fim da tarde desta sexta-feira, 17 de Junho, em Lisboa, ap&amp;oacute;s a reuni&amp;atilde;o de dois dias do Secretariado Nacional.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira alertou para a grave situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive no sistema educativo e garantiu &amp;ldquo;luta intensa&amp;rdquo; por parte da FENPROF e dos seus Sindicatos. Em tempo de crise, &amp;ldquo;a escola p&amp;uacute;blica de qualidade pode fazer a diferen&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, lembrou o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF, acompanhado neste encontro com os jornalistas pelos dirigentes sindicais Ant&amp;oacute;nio Nabarrete (SPGL), J&amp;uacute;lia Vale (SPN), Ana Sim&amp;otilde;es (SPZS) e Ant&amp;oacute;nio Lucas (SPRA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A FENPROF est&amp;aacute; muito preocupada com as consequ&amp;ecirc;ncias das medidas que, j&amp;aacute; se sabe, v&amp;atilde;o ser tomadas, nos pr&amp;oacute;ximos tempos, tanto para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas de uma forma geral, para o Pa&amp;iacute;s", destacou o dirigente sindical, alertando para o conjunto de&amp;nbsp;orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da "troika" e do governo de coliga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que tornam o futuro "ainda mais preocupante".&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;"Este n&amp;atilde;o &amp;eacute; o caminho"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Na &lt;strong&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, as medidas que PSD e CDS apresentam v&amp;atilde;o al&amp;eacute;m do que a pr&amp;oacute;pria "troika" imp&amp;otilde;e, pois n&amp;atilde;o se limitam &amp;agrave; quest&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental - o que j&amp;aacute; seria mau! - mas atacam o car&amp;aacute;cter democr&amp;aacute;tico da escola p&amp;uacute;blica. com implica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em todos os n&amp;iacute;veis, desde o financiamento &amp;agrave; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral dos seus trabalhadores", sublinhou M&amp;aacute;rio Nogueira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A FENPROF reafirma que as medidas da "troika" nada de novo trar&amp;atilde;o ao pa&amp;iacute;s, pelo contr&amp;aacute;rio: aprofundar&amp;atilde;o os problemas, como, ali&amp;aacute;s, &amp;eacute; vis&amp;iacute;vel na Gr&amp;eacute;cia, onde um acordo semelhante ao que foi assinado em Portugal resultou num estrondoso insucesso, agravando a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, criando mais instabilidade, mais precariedade e mais desemprego. Este n&amp;atilde;o &amp;eacute; o caminho", lembrou o dirigente sindical, que chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as amea&amp;ccedil;as &amp;agrave; soberania nacional. A prop&amp;oacute;sito, observou:&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A possibilidade de algumas medidas contrariarem disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais &amp;eacute; grav&amp;iacute;ssimo, como grave &amp;eacute; que os partidos agora no poder (que para esse efeito necessitar&amp;atilde;o do voto do PS) fossem a correr aprovar leis e&amp;nbsp;alterar a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica para satisfazer a gula da "troika", a gan&amp;acirc;ncia da banca e, em geral, do poder econ&amp;oacute;mico e dos seus representantes internacionais (UE e FMI)."&lt;br&gt;&lt;br&gt;E acrescentou: "A FENPROF e os seus Sindicatos juntar-se-&amp;atilde;o aos que cerrar&amp;atilde;o fileiras na defesa da nossa Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Lei Fundamental que salvaguarda importantes direitos sociais e laborais e que merece ser defendida".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o social reflecte-se na Escola&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"No &lt;strong&gt;plano social&lt;/strong&gt;, antev&amp;ecirc;-se uma crise profunda, com muita manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de protesto por parte daqueles que ser&amp;atilde;o v&amp;iacute;timas desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e destas medidas. Uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se reflectir&amp;aacute; na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nas escolas, com fam&amp;iacute;lias empobrecidas e alunos sem apoios sociais adequados, num momento em que temos 2,5 milh&amp;otilde;es de pobres e em que 40 por cento das crian&amp;ccedil;as est&amp;atilde;o abaixo do limiar da pobreza. Isto ter&amp;aacute; certamente reflexos negativos nos n&amp;iacute;veis de insucesso e&amp;nbsp;abandono escolar", afirmou M&amp;aacute;rio Nogueira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em jeito de s&amp;iacute;ntese, deu um quadro dos objectivos imediatos desta pol&amp;iacute;tica da "troika" e dos partidos que agora a v&amp;atilde;o concretizar no governo:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Desemprego, despedimentos, quebra de apoios sociais;&lt;br&gt;- Congelamento de sal&amp;aacute;rios e carreiras;&lt;br&gt;- Agravamento dos hor&amp;aacute;rios de trabalho;&lt;br&gt;- Medidas, no plano fiscal, com grav&amp;iacute;ssimas consequ&amp;ecirc;ncias para os sal&amp;aacute;rios e redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o directa das pens&amp;otilde;es;&lt;br&gt;- Op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos caminhos de privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em sectores estrat&amp;eacute;gicos, com a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, efectivamente, a n&amp;atilde;o ficar de fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Professores no desemprego e corte de 1 200 milh&amp;otilde;es em tr&amp;ecirc;s anos...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrando que a pol&amp;iacute;tica de cortes or&amp;ccedil;amentais na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o decorre apenas das orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da "troika" (para este ano o demitido Governo S&amp;oacute;crates decidiu um corte de 803 milh&amp;otilde;es de euros...), M&amp;aacute;rio Nogueira apontou as consequ&amp;ecirc;ncias de medidas como a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios, a continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mega-agrupamentos, as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es curriculares e tamb&amp;eacute;m os ataques aos sal&amp;aacute;rios e carreiras dos professores e educadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"No &amp;acirc;mbito do funcionamento e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola, os efeitos destas pol&amp;iacute;ticas v&amp;atilde;o ser sentidos&amp;nbsp;em Setembro, no in&amp;iacute;cio do novo ano escolar", registou o dirigente da FENPROF que chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o desemprego que se vai abater sobre os docentes: "muitos milhares de professores contratados, alguns com muitos anos de servi&amp;ccedil;o, ficar&amp;atilde;o de fora" e numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao subs&amp;iacute;dio de desemprego, recordou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aos 803 milh&amp;otilde;es j&amp;aacute; apontados, est&amp;aacute; previsto um novo corte no sector da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 2012/2013, no montante de 400 milh&amp;otilde;es. "Isto pode ser tr&amp;aacute;gico para a escola p&amp;uacute;blica, que sofre um corte de 1 200 milh&amp;otilde;es em tr&amp;ecirc;s anos", alertou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como foi revelado nesta confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, a FENPROF pedir&amp;aacute; uma audi&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; nova equipa ministerial, mal o Executivo tome posse. "H&amp;aacute; coisas que t&amp;ecirc;m de ser feitas antes do in&amp;iacute;cio do pr&amp;oacute;ximo ano lectivo".&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;FENPROF tem propostas!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive, a FENPROF ir&amp;aacute; assumir "uma postura de ofensiva no plano da proposta; n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; apontar o que est&amp;aacute; mal no Programa do Governo... Vamos avan&amp;ccedil;ar propostas concretas e defend&amp;ecirc;-las. Vamos desenvolver um grande trabalho de esclarecimento, debate e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto dos professores em todo o pa&amp;iacute;s, envolvendo toda a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na dinamiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es e encontros de trabalho. Vamos tamb&amp;eacute;m elaborar um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Memorando sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para entregar aos respons&amp;aacute;veis pol&amp;iacute;ticos", revelou M&amp;aacute;rio Nogueira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No di&amp;aacute;logo com os jornalistas, o Secret&amp;aacute;rio-Geral da FENPROF&amp;nbsp;destacou a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &lt;strong&gt;professores contratados&lt;/strong&gt; e dos &lt;strong&gt;aposentados&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Temos actualmente 36 000 professores contratados no sistema de ensino, uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade&amp;nbsp;muito acima da m&amp;eacute;dia nacional. Estes s&amp;atilde;o os primeiros a serem atingidos pelas pol&amp;iacute;ticas&amp;nbsp;de ataque &amp;agrave; escola p&amp;uacute;blica e aos trabalhadores. Querem reduzir postos de trabalho na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas n&amp;atilde;o assumem que s&amp;atilde;o despedimentos.... S&amp;atilde;o trabalhadores &lt;em&gt;dispensados&lt;/em&gt;. O que se trata, na verdade, &amp;eacute; de uma vaga de desemprego e de despedimento, sem precedentes. Temos colegas contratados&amp;nbsp;com muitos anos de servi&amp;ccedil;o. As escolas precisam deles!".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acrescentou M&amp;aacute;rio Nogueira: "Vamos realizar reuni&amp;otilde;es com estes professores em todo o pa&amp;iacute;s. E no dia &lt;strong&gt;1 de Setembro&lt;/strong&gt; faremos um primeiro balan&amp;ccedil;o do desemprego na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Depois, no primeiro dia de aulas, desenvolveremos uma iniciativa de &amp;acirc;mbito nacional com estes colegas."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos &lt;strong&gt;professores aposentados&lt;/strong&gt;, ficou o &lt;em&gt;alerta &lt;/em&gt;em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos cortes nas pens&amp;otilde;es, situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o agravada no caso dos docentes que solicitaram a sua reforma antecipada - j&amp;aacute; de si com grandes cortes - &amp;nbsp;e a garantia de que em todo o pa&amp;iacute;s &amp;nbsp;"vamos reunir as comiss&amp;otilde;es de aposentados"&amp;nbsp;, dinamizando&amp;nbsp;o justo protesto destes docentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Noutra passagem, o dirigente sindical revelou que&amp;nbsp;a FENPROF&amp;nbsp;vai proceder aos &lt;strong&gt;levantamentos&lt;/strong&gt; das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es criadas nas escolas com as novas regras dos hor&amp;aacute;rios e com a vaga de mega-agrupamentos, nomeadamente no plano do emprego e da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estabelecimentos de ensino.&amp;nbsp;/ &lt;strong&gt;JPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 13:45:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-garante-intenso-combate-em-torno-de-propostas-objectivas</guid></item><item><title>Horários dos Professores</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/horarios-dos-professores</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
  &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt; &lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos 
        Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; 
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="5" color="#FF0000" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Horários 
        dos Professores&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3" color="#0000FF"&gt;Projecto 
        de Despacho sobre a adequação dos horários dos docentes ao Decreto- Lei 
        nº6/2001 de 18 de Janeiro&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3" color="#FF0000"&gt;O 
        Ministério da Educação enviou à FENPROF um &lt;font color="#0000FF"&gt;NOVO&lt;/font&gt; 
        projecto de despacho. &lt;a href="http://www.spn.pt/artigo.asp?id=122"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt; &lt;font size="2"&gt;O novo desenho 
        curricular do ensino básico aprovado pelo Dec. Lei nº6/2001, de 18 de 
        Janeiro, altera o período de duração dos tempos lectivos dos alunos dos 
        2º e 3º ciclos do ensino básico para segmentos de 90 minutos. Deste facto 
        resulta a diminuição do tempo lectivo docente por força da adequação da 
        componente lectiva dos docentes à organização da carga horária prevista 
        no anexo II do referido Decreto-Lei.&lt;br&gt;
        Importa, portanto, promover o equilíbrio dos horários dos docentes evitando 
        situações de desigualdade no cálculo da componente lectiva referida no 
        artigo 77º do ECD, com as reduções previstas no artigo 79º do mesmo.&lt;br&gt;
        Dado que na nova organização curricular do ensino básico estão ainda previstas 
        áreas curriculares que promovem o desenvolvimento de projectos e o aprofundamento 
        de uma prática pedagógica diferenciada, torna-se necessário proceder a 
        uma adequação do Despacho 10317/99, de 26 de Maio, a esta nova organização 
        do currículo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;Foram ouvidas as organizações 
        sindicais do sector, nos termos da Lei nº23/98 de 26 de Maio&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;Assim, e nos termos 
        do ponto 3 do artigo 19º do Decreto-Lei nº 6/2001, de 18 de Janeiro, determino:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;1- A componente lectiva 
        semanal dos docentes dos 2º e 3º ciclos dos ensinos básico deverá organizar-se 
        de acordo com a seguinte tabela:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;table width="75%" border="2" cellspacing="1" cellpadding="1" align="center"&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td rowspan="2"&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Componente Lectiva&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
              (artigo 77º e 79º ECD)&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td colspan="2"&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;font color="#0000FF"&gt;&lt;b&gt;Matriz Curricular do 
              Dec. Lei 6/01&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
              (Segmentos de 90 minutos)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Tempos Lectivos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;Tempo para outras actividades&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;22h&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;11&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;20h&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;10&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;18h&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;9&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;16h&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;8&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;0,5&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;14h&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;7&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;0,5&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;(1)&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;(2)&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
          &lt;td&gt; 
            &lt;div align="center"&gt;(3)&lt;/div&gt;
          &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
      &lt;/table&gt;
      &lt;p&gt;&lt;b&gt;2-&lt;/b&gt; O tempo indicado na coluna (3) da tabela, será utilizado no 
        desenvolvimento de actividades de coordenação pedagógica, 
        no âmbito dos conselhos de turma, ou enriquecimento curricular.&lt;br&gt;
        &lt;br&gt;
        &lt;b&gt;3-&lt;/b&gt; O tempo a que se refere o número anterior não 
        poderá ser utilizado para actividades de articulação 
        curricular ou de direcção de turma.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;b&gt;4- &lt;/b&gt;A componente C+AE do crédito global, prevista no ponto 9 do 
        Despacho nº 10317/99, de 26 de Maio, para efeitos de aplicação do disposto 
        no presente despacho, será calculada de acordo com a seguinte fórmula:&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;C+AE= (nºalunos em regime diurno / 25) * carga horária semanal do respectivo 
        ano curricular * 0,04&lt;br&gt;
        &lt;b&gt;&lt;br&gt;
        5-&lt;/b&gt;A redução da componente lectiva dos docentes para o exercício de 
        cargos de natureza pedagógica, nos termos do nº2 do artigo 80º do ECD, 
        assim como as faltas dos professores deverão ser referenciadas a períodos 
        de 45 minutos.&lt;br&gt;
      &lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;b&gt;5- &lt;/b&gt;No ano lectivo de 2001/02 as determinações do presente despacho 
        aplicam-se ao 2º ciclo e também ao 3º ciclo do mesmo nível de ensino sempre 
        que este esteja organizado de acordo com o Despacho 9590/99, de 14 de 
        Maio.&lt;/p&gt;
      &lt;p align="center"&gt;-----------------&lt;/p&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:34 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/horarios-dos-professores</guid></item><item><title>Conselho Nacional da FENPROF</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/conselho-nacional-da-fenprof</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
  &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt; &lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos 
        Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; 
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt; 
    &lt;td&gt;
      &lt;h1 align="center"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="5" color="#FF0000"&gt;Moção 
        de estratégia aprovada pelo &lt;br&gt;
        Conselho Nacional da FENPROF&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
      &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="3" color="#0000FF"&gt;27 
        e 28 de Junho de 2002&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;I 
        - BREVES TRAÇOS DA SITUAÇÃO POLÍTICO-SOCIAL &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;1. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;O 
        breve encontro do novo Governo com o país, num período inferior a um trimestre, 
        tem-se revestido de uma conflitualidade inusitada se atendermos ao tempo 
        de governação. Todavia, se tivermos em conta as medidas políticas tomadas 
        e anunciadas outra coisa não poderiam fazer os trabalhadores portugueses 
        que não fosse descer às ruas, numa formidável prova de força, unidade 
        e determinação, a contestar a(s) política(s) do Governo quer para o sector 
        público quer para o sector privado. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;A 
        jornada de luta da Administração Pública, no passado dia 7 de Junho e 
        da CGTP-IN em 20 de Junho, que juntaram dezenas de milhar de trabalhadores 
        num coro de inequívoco e inabalável protesto são a garantia de que o Governo 
        não encontrará terreno mole para semear a sua brutal e iníqua política 
        ao serviço do mais desumano neoliberalismo. Apesar da particularidade 
        e complexidade de que se reveste este período do ano para os docentes, 
        estes contribuíram quantitativa e qualitativamente para a eficaz resposta 
        colectiva dada naquelas duas primeiras jornadas de luta. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Na 
        área da educação é imperioso assinalar a muito significativa vitória do 
        Sindicato dos Professores no Estrangeiro/FENPROF na sua luta firme e coesa 
        contra um Governo que se preparava para tripudiar sobre os princípios 
        constitucionais e lesar gravemente as expectativas dos professores oponentes 
        ao concurso para colocação de docentes portugueses a leccionar no estrangeiro 
        para o quadriénio 2002/2006. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;A 
        coragem político-sindical manifestada pelo SPE/FENPROF ao manter a greve, 
        mesmo após o seu levantamento por parte da FNE, até o Ministério da Educação 
        recuar nos seus ilegítimos e ilegais propósitos de desrespeitar as regras 
        daquele concurso, mostra o caminho que é necessário trilhar contra um 
        Governo em que abunda a prepotência, a arrogância e a iniquidade. Mostra 
        ainda, e é necessário assinalá-lo, que vale a pena lutar e que "derrotas 
        só existem aquelas que se aceitam". &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;O 
        Conselho Nacional da FENPROF considera que ou o Governo introduz significativas 
        alterações no seu modo de governar e nas políticas que apresenta ou o 
        país continuará a viver numa terrível tensão social, esmaltada de frequentes 
        lutas. Tudo porque o Governo mantém o seu juízo político de que o país 
        atravessa uma gravíssima conjuntura económica que exige medidas de grande 
        contenção salarial, impiedosos cortes nas despesas com políticas sociais 
        e cerceamento dos direitos dos trabalhadores, apoiado numa reaccionária 
        revisão das leis laborais. Toda uma política que pode e com certeza atingirá 
        os educadores e professores, sejam contratados, pertençam aos quadros 
        ou se encontrem já aposentados. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;As 
        cúpulas do patronato vão alimentando este Governo, do seu mais doce afecto 
        político, com apreciações à legislação laboral, considerando que é "retrógrada, 
        proteccionista, e só serve os interesses dos incompetentes". Bagão 
        Félix afirma, entretanto, que a nova legislação deve visar o aumento da 
        produtividade nacional. Por seu lado, o presidente da Associação Nacional 
        dos Jovens Empresários defende a criação "de um novo conceito de 
        despedimento por justa causa" e candidamente acrescenta "não 
        é que se queira (...) reformar a legislação laboral para se poder despedir 
        mais". Em sua opinião "o que os empresários querem é condições 
        para poderem ter nas suas empresas os melhores" ao contrário do que 
        dizem acontecer actualmente. Acrescenta ainda que há muitos trabalhadores 
        "que se sentissem que a garantia do seu posto de trabalho dependia 
        da sua vontade de trabalhar, provavelmente teriam outra postura". 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Este 
        juízo de que os trabalhadores é que não prestam, os funcionários públicos 
        são maus, os docentes são incompetentes circula com uma grande intensidade 
        entre o pólo Governo, o pólo grande patronato e o pólo grandes grupos 
        económico-financeiros. Aliás, o empresário citado considera que Portugal 
        tem uma das legislações laborais mais "retrógradas" da Europa, 
        protegendo "a todo o custo o direito do trabalhador", por isso 
        defende uma revisão "urgente" desta legislação que "apenas 
        serve os interesses dos mais incompetentes e daqueles que não querem acompanhar 
        o ritmo dos tempos". O presidente da Confederação do Comércio e Serviços 
        de Portugal segue o mesmo trilho afirmando que "é indispensável rever 
        a legislação laboral, sobretudo no sentido de uma maior flexibilidade, 
        mobilidade e organização do tempo de trabalho". Segundo o presidente 
        da Confederação da Indústria Portuguesa a legislação existente é demasiado 
        "proteccionista" e "foi feita há mais de 20 anos, numa 
        época revolucionária, e está muito contaminada por influências e por correcções 
        mal feitas". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Estamos 
        perante um pensamento de conteúdo simplista e de simples descodificação 
        - o país vive uma grave crise de que os trabalhadores e a legislação laboral 
        são os principais culpados. O Governo promete resolvê-la através da tomada 
        de medidas drásticas que devolverão o sossego e o equilíbrio à sociedade 
        portuguesa. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;É, 
        aliás, seguindo a mesma linha de pensamento que o Governo não esconde 
        a sua intenção de privatizar; privatizar (sob a capa de aliviar o Estado 
        e comprometer mais a sociedade) em vários níveis de serviço público, nomeadamente 
        na Educação, Saúde e Segurança Social. Esta é uma opção ideológica do 
        Governo que serve ao capital e não aos cidadãos, os quais serão, a concretizar-se, 
        duplamente penalizados. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;2. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Todavia, 
        as medidas que o Governo tem tomado e vem anunciando só agravam a situação 
        social como é o caso da subida da inflação, que o aumento do IVA mais 
        vem acentuar. Tal aumento é economicamente errado e socialmente injusto, 
        tanto mais que o peso dos impostos recairá ainda mais sobre o consumidor 
        e não sobre os rendimentos e a riqueza. Além do mais, esta subida do IVA 
        de 17% para 19% acontece em Portugal, um dos países em que é mais elevada 
        a carga de tributação indirecta no total das receitas fiscais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Por 
        outro lado, existe o risco de se criar  uma espiral inflacionista com 
        graves efeitos para a economia e para o nível de vida dos trabalhadores 
        com mais baixos rendimentos. O Governo aliás já subiu a previsão da inflação 
        para 3,3% a 3,6%, valores que já se situam acima do aumento salarial verificado 
        na Administração Pública. Isto significa que o Governo não tem qualquer 
        pudor em pôr a conflituar, dramaticamente, uma política de aumento de 
        impostos perante uma política de moderação salarial. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;A 
        cedência aos grandes grupos económicos levou o Governo a revogar a tributação 
        sobre as mais valias no mesmo momento em que aumentava os impostos, mostrando, 
        com clareza, a sua opção fiscal a favor de uma minoria que ganha com a 
        especulação bolsista - que usando e abusando de inqualificáveis manipulações 
        se subtrai ao pagamento de impostos sobre a riqueza e o património - e 
        contra a maioria da população que são os consumidores que pagam o IVA, 
        principalmente contra aqueles de parcos rendimentos que vêem quase tudo 
        o que ganham ser absorvido pelas obrigatórias despesas quotidianas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Estamos, 
        portanto, perante um sistema fiscal que se torna ainda mais injusto do 
        ponto de vista social, gerando uma realidade em que existem rendimentos 
        que escapam a qualquer tributação, empresas que sistematicamente não pagam 
        IRC, camadas sociais de elevados rendimentos que pagam menos que a maioria 
        dos trabalhadores assalariados, ou seja, criando uma realidade atravessada 
        pela mais revoltante iniquidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Porém, 
        o Governo PSD/PP teima em vender a falsa ideia de que a crise que o país 
        atravessa se deve a um despesismo exagerado do Estado e a aumentos salariais 
        incomportáveis, apesar de se saber que a fraude e a evasão fiscais são 
        avaliadas em 7% do PIB enquanto o défice público, que é tão veementemente 
        criticado, não atinge os 3% do produto interno bruto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;É 
        necessário ainda denunciar que o Governo pretende iludir a população desprevenida 
        com falsas contrapartidas positivas aos pesados encargos que lhe impõe 
        com o aumento do IVA. E perguntar também por que razão o Governo não avança 
        com o estabelecimento de indicadores fiáveis para a estimação da receita 
        sobre que incidiriam os impostos dos profissionais liberais ou das empresas 
        em nome individual; ou não desenvolve a aplicação de métodos indiciários 
        que permitiriam a tributação por rendimentos presumidos de muitos dos 
        contribuintes que não pagam impostos; ou, finalmente, não promove a fiscalização 
        dos contribuintes naqueles sectores de actividade em que a evasão e a 
        fraude são mais evidentes? Talvez porque o Governo seja como o lacrau 
        e não possa contrariar a sua natureza. Dito de outro modo: porque tal 
        política não se coaduna com um Governo de direita. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;3. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;É 
        neste quadro de desenvolvimento de uma desastrosa política social que 
        os trabalhadores da Administração Pública e, designadamente, os educadores 
        e professores se vêem a braços com uma situação sócio-profissional extremamente 
        preocupante que está a causar, em muitas escolas, climas de incontornável 
        angústia. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Muitos 
        docentes ganharam a convicção de que este Governo confunde maioria absoluta 
        na Assembleia da República com o exercício de um poder absoluto que se 
        tem vindo a caracterizar pela prepotência das decisões, tomadas sem uma 
        prévia negociação com as entidades legitimadas para isso. De outro ângulo, 
        constatam que ainda não surgiram medidas, na área da educação, que permitam 
        reconhecer que se estão a dar passos positivos na melhoria da qualidade 
        do ensino mas, ao invés, temem que a escola pública de qualidade esteja 
        a ser ameaçada com decisões e anúncio de decisões cuja substância política 
        é a da poupança. Isto é, podemos vir a confrontar-nos com uma política 
        educativa marcadamente caracterizada por ditames economicistas, muito 
        mais do que por objectivos que visem uma efectiva melhoria do sistema 
        educativo. Efectivamente, a presunção é profundamente legítima porque 
        tudo vem sendo anunciado sem a explicitação das estratégias, sem a definição 
        de objectivos e finalidades, sem as contrapartidas para obviar a aspectos 
        negativos gerados pelas medidas anunciadas, sem que se mostrem as melhorias 
        a operar na qualidade do ensino e das aprendizagens. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;O 
        Governo anunciou a apresentação à Assembleia da República de uma Proposta 
        de Lei que tem como objecto o sistema de avaliação da educação e do ensino 
        não superior, abrangendo a educação pré-escolar, os ensinos básico e secundário, 
        as modalidades especiais de educação e a educação extra-escolar. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;A 
        FENPROF reconhece a necessidade e as vantagens que podem advir de um sistema 
        estruturado de avaliação, assente sobretudo na auto-avaliação das escolas 
        sem prejuízo da intervenção de "elementos externos" no processo. 
        Mas a FENPROF considera indispensável que sejam garantidas a independência 
        e as condições de trabalho à I. G. E., ao C. N. de Educação e ao C. N. 
        de Avaliação Ensino Superior, organismos fundamentais na avaliação do 
        sistema. Considera especialmente importante que, desde o início, a avaliação 
        proposta não seja transformada num ataque aos direitos dos docentes e 
        das escolas; finalmente a FENPROF exige, para credibilizar o próprio processo 
        de avaliação, que dele não resulte publicação de eventuais "rankings" 
        de escolas, filosofia injusta, irracional e com efeitos nefastos no sistema 
        educativo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Toda 
        a gente sabe que, em política, ter capacidade de decisão e realização 
        é fundamental, mas a realidade educativa é demasiado complexa para que 
        alguém possa decidir unilateralmente orientado apenas por uma das faces 
        do prisma. À FENPROF e aos professores vem parecendo que a linha estratégica 
        fundamental do Governo é aliviar os custos da educação também à custa 
        da estabilidade de emprego e profissional dos docentes. É, no fundo, a 
        política neoliberal deste Governo a lançar os seus tentáculos até ao mundo 
        da educação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Pode 
        o Ministro da Educação referir que o "congelamento" de admissões 
        na Administração Pública não se aplica às escolas mas essa não é uma garantia 
        assumida pelo Governo uma vez que compete à Ministra das Finanças decidir 
        sobre as situações excepcionais, de acordo com a Resolução aprovada pelo 
        Conselho de Ministros. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Mas, 
        para além do emprego, são também os direitos dos professores e educadores 
        já pertencentes aos quadros que neste momento estão em causa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;4. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Uma 
        perspectiva integrada, consistente e lúcida das políticas globais de direita, 
        dos seus efeitos negativos no que concerne ao conjunto das relações de 
        trabalho e aos direitos dos trabalhadores, é hoje mais decisiva que nunca 
        para o movimento sindical português, considerado na sua especialidade 
        organizativa ou na sua globalidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Tal 
        perspectiva é válida também quando pensamos os problemas para além do 
        plano nacional. Vivem-se hoje tempos novos, em que assistimos já às primeiras 
        tentativas de lutas coordenadas no plano internacional, mais concretamente 
        no plano europeu, correspondendo esta nova atitude à necessidade de globalizar 
        esforços do lado dos trabalhadores para melhor enfrentar a globalização 
        neoliberal que campeia pela maioria dos países, dos diferentes continentes, 
        controlada pelo grande capital que há muito soube concertar políticas 
        para melhor atingir os seus objectivos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Em 
        Portugal, perante um Governo de direita de cara destapada, sem grandes 
        preocupações de ocultar os seus desígnios e a sua própria natureza, detecta-se, 
        no recrudescer das lutas recentemente desenvolvidas, com uma significativa 
        participação de jovens trabalhadores, esta percepção, de que é necessário 
        lutar, com os outros e não apenas só por si, sentimento este que resulta 
        quer da consciência individual quer da consciência colectiva dos trabalhadores 
        chamados à luta em vários momentos e em diferentes contextos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Na 
        Região Autónoma da Madeira a atitude do Governo Regional está hoje bem 
        identificada com a que, no plano nacional, é assumida pelo actual Governo. 
        Mas também na Região Autónoma dos Açores, apesar da diferente natureza 
        política do Governo Regional, muitas das suas atitudes e propostas, bem 
        como a relação institucional que estabelece com os parceiros, são coincidentes 
        com a prática governativa nacional. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Quando 
        se ataca tão fortemente o direito ao emprego dos trabalhadores da administração 
        pública, como está a fazer o Governo de Durão Barroso/Manuela Ferreira 
        Leite, quando se pretende fazer poupança à custa da qualidade dos serviços 
        e da estabilidade profissional de milhares de trabalhadores, estamos perante 
        uma ofensiva dirigida a todos, professores, trabalhadores não docentes 
        das escolas, enfermeiros, funcionários administrativos em geral, a todos, 
        variando apenas os contornos dos processos pelos quais se procura levar 
        a cabo um massivo despedimento colectivo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Quando 
        se pretende fazer poupança à custa do encerramento do Ensino Recorrente 
        nocturno em dezenas de escolas, cerceando a possibilidade de milhares 
        de estudantes trabalhadores poderem continuar/concluir os seus estudos, 
        estamos perante um perigoso recuo na política de educação de adultos em 
        Portugal, contrariando todas as perspectivas europeias de educação e formação 
        ao longo da vida. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;Aos 
        professores e educadores não pode passar despercebido o drama vivido pelos 
        seus colegas contratados empurrados para o desemprego, após vários anos 
        a servir um sistema que apenas os usou como "mão-de-obra" qualificada 
        e barata, assim como não podem ficar indiferentes perante a cessação de 
        contratos, e consequente desemprego, de tantos funcionários que asseguram 
        nas escolas necessidades permanentes dos seus vários serviços e cujos 
        direitos devem ser defendidos por todos os que nelas trabalham. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Esta 
        visão ampla dos problemas, aliada a uma perspectiva solidária de enfrentar 
        os grandes perigos colocados por esta política de direita, levaram recentemente 
        a FENPROF e os seus Sindicatos a um envolvimento activo nas jornadas de 
        luta dos dias 7 e 20 deste mês de Junho, contribuindo para que a manifestação 
        nacional da Administração Pública se constituísse numa das mais fortes 
        e combativas movimentações dos trabalhadores deste sector, desde há muitos 
        anos e garantindo também, pela sua presença e empenhamento, que a Jornada 
        Nacional de Luta levada a cabo em todo o país pela CGTP-IN no passado 
        dia 20 registasse a forte mobilização de trabalhadores verificada em todo 
        o país. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;O 
        Conselho Nacional da FENPROF avalia estes momentos de acção unitária não 
        como casos isolados ou de intervenção pontual mas, pelo contrário, como 
        uma linha de actuação que há que desenvolver no futuro procurando sempre 
        a conciliação dos interesses dos trabalhadores que representa - e que, 
        eventualmente, exigirão momentos de luta autónomos - com os dos restantes 
        trabalhadores, sempre que esteja em causa a necessidade de assumir respostas 
        globais a políticas gerais que persigam a violação dos direitos ou a penalização 
        dos trabalhadores por uma crise para a qual não contribuíram. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;II - ACÇÃO E LUTA DOS 
        PROFESSORES &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;1. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;Face 
        a uma política de direita, caracterizada no capítulo anterior, e aos perigos 
        que tal representa para a escola pública, que se quer como centro de toda 
        a estrutura do sistema educativo - sem prejuízo do "espaço" 
        que nele se prevê para o ensino privado e cooperativo - todos eles submetidos 
        a uma exigência de qualidade que a democracia exige - põem-se à FENPROF 
        particulares responsabilidades e acrescidas exigências na acção e nas 
        lutas para os próximos anos, acções e lutas norteadas pelos supremos objectivos 
        da construção de uma Escola Pública de Qualidade para Todos, pela defesa 
        dos direitos profissionais e laborais dos docentes e na construção de 
        uma imagem social positiva para a profissão docente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Nesse 
        sentido, o Conselho Nacional considera que o Caderno Reivindicativo dos 
        Educadores e Professores Portugueses, aprovado em 26 de Março de 2002, 
        já divulgado e já enviado ao ME, se mantém plenamente actual e deve ser 
        considerado como o guia das acções a desenvolver, em todos os sectores 
        e níveis de ensino. O Conselho Nacional, sem prejuízo do que atrás fica 
        enunciado, chama particular atenção, pela sua natureza estratégica e estruturante, 
        para os objectivos reivindicativos, enunciados no ponto seguinte, que 
        se colocam com particular premência. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;2.       Objectivos Reivindicativos: 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;a)    A FENPROF manter-se-á 
        firme no princípio de participação activa, crítica e propositiva em todas 
        as matérias centrais da política educativa, que não prescinde de negociar. 
        Nesse sentido: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-       exigirá uma avaliação 
        séria da generalização da reorganização curricular no ensino básico, com 
        a introdução das medidas de correcção adequadas para cuja identificação 
        pretende contribuir activamente; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     lutará por uma 
        reestruturação do ensino secundário, cientifica e pedagogicamente sustentada, 
        definindo com a participação da comunidade educativa: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     o número e qualidade 
        dos cursos gerais e tecnológicos a criar &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     um novo modelo 
        de avaliação dos alunos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     um novo regime 
        de acesso ao ensino superior &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      combaterá a introdução 
        generalizada de exames nacionais, por entender que a melhoria das práticas 
        pedagógicas não assenta nessa medida, antes exige a melhoria das estratégias 
        de avaliação contínua; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      defenderá a aprovação 
        de um plano que permita combater as situações de indisciplina e violência 
        nas escolas, designadamente através da indispensável alteração do regime 
        disciplinar dos alunos, a criação de melhores condições de trabalho nas 
        escolas e a constituição de equipas multidisciplinares; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      defenderá o desenvolvimento 
        de medidas de avaliação do sistema educativo e das escolas, em especial 
        de mecanismos de avaliação interna e com firme rejeição da constituição 
        de "rankings"; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      aprofundará a 
        luta por uma escola inclusiva, que reúna condições para receber e atender 
        às necessidades educativas de todas as crianças e jovens; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      considera necessária 
        uma profunda reorganização da rede escolar, racionalizando recursos e 
        elevando a qualidade das respostas educativas e sociais, num quadro de 
        entendimento e salvaguarda dos interesses de todos os parceiros educativos; 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      exigirá a clarificação, 
        por parte do Ministério da Educação, do papel do ensino profissional no 
        âmbito do ensino secundário; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      considera indispensável 
        repensar o modelo do ensino recorrente por unidades capitalizáveis e combaterá 
        qualquer tentativa no sentido da sua privatização; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      defenderá a existência 
        de um sistema integrado e diversificado de Ensino Superior assente em 
        formas de gestão e cooperação integradas regionais/locais, com respeito 
        pela individualidade de cada uma das instituições; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      combaterá as propostas 
        de redução da autonomia das instituições de Ensino Superior e de desvalorização 
        do Ensino Superior Politécnico, contidas na proposta de lei de Regime 
        Jurídico de Desenvolvimento e Qualidade do Ensino Superior. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;b)    A FENPROF continuará 
        a sua luta pela vinculação dos professores e educadores contratados nos 
        termos defendidos no seu Congresso (ingresso nos quadros, dos docentes 
        de habilitação profissional ou própria com 2 ou mais anos de serviço) 
        exigindo desde já a concretização do acordado com o Governo sobre esta 
        matéria. A FENPROF considera urgente a revisão da actual legislação de 
        quadros e concursos e das habilitações para a docência. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;c)    A FENPROF, no âmbito 
        da negociação sobre quadros e concursos, defenderá a abertura de lugares 
        de quadro nas escolas que correspondam às suas reais necessidades, designadamente 
        no âmbito da Educação e Ensino Especial. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;d)    A FENPROF defenderá 
        a estabilidade de emprego dos docentes do Ensino Superior Público através 
        da criação de quadros globais de docentes e investigadores que ponham 
        fim aos contratos administrativos de provimento para os docentes na carreira; 
        e o aumento do emprego científico através da criação de postos de trabalho 
        estáveis para investigadores doutorados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;e)    A FENPROF considera 
        necessária uma profunda revisão do actual regime de autonomia, direcção 
        e gestão das escolas, matéria a que associa a criação generalizada de 
        Conselhos Locais de Educação, enquanto estruturas descentralizadas da 
        administração ao nível local, a par de uma profunda reestruturação da 
        administração educativa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;f)    A FENPROF sublinha 
        a necessidade de exigir o cumprimento integral do ECD exigindo a publicação 
        da legislação ainda necessária para a aplicação de todos os seus artigos, 
        contexto em que a aprovação de incentivos à colocação de docentes em áreas 
        isoladas e/ou desfavorecidas - artº 63º do ECD - se revela particularmente 
        urgente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;g)    A FENPROF exige 
        uma profunda revisão da formação inicial e da formação contínua dos docentes, 
        centrada nas práticas pedagógicas, que deve ser adequada às necessidades 
        efectivas dos professores e das escolas, deve conduzir à abolição do sistema 
        de "créditos" como condição de progressão na carreira. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;h)    A FENPROF reafirma 
        a exigência de criação de condições de acesso à formação complementar 
        para todos os professores e educadores, particularmente para os dos 2º 
        e 3º Ciclos do ensino básico e do ensino secundário e para docentes do 
        ensino particular e cooperativo, para os quais a oferta é praticamente 
        nula, ou que são prejudicados pela inexistência de legislação adequada. 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;i)    A FENPROF defenderá 
        a valorização do estatuto profissional dos docentes do ensino particular 
        e cooperativo e das IPSS's, equiparando as suas condições de trabalho, 
        carreira e remunerações aos docentes do ensino público. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;j)    A FENPROF exigirá 
        medidas de compensação do desgaste físico e psíquico associado ao exercício 
        prolongado da profissão docente, nomeadamente a possibilidade de aposentação 
        com pensão completa a partir dos 30 anos de serviço para todos os professores 
        e educadores. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;k)    A FENPROF continuará 
        a exigir a aprovação de uma lei de financiamento dos estabelecimentos 
        de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário que estabeleça 
        regras claras, universais e transparentes que suportem com rigor os orçamentos 
        a atribuir às escolas e aos agrupamentos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;l)    A FENPROF exigirá 
        a transferência dos Orçamentos Padrão já em 2003 para os estabelecimentos 
        de ensino superior e continuará a lutar pela manutenção da fórmula de 
        financiamento, ainda que revista, condição de garantia de isenção e de 
        equidade no financiamento público das instituições. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;m)    A FENPROF bater-se-á 
        pela aprovação de uma Carta das Condições de Funcionamento das Escolas, 
        tornando-a uma referência a ter em conta no seu processo de avaliação 
        e na responsabilização do Estado perante elas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;n)    A FENPROF continuará 
        a sua luta pela melhoria radical das condições de trabalho e de funcionamento 
        nas escolas do 1º CEB e continuará a aprofundar a reflexão sobre a forma 
        que devem assumir as equipas educativas, de modo a apresentar ao ME uma 
        proposta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;o)    A FENPROF continuará 
        a pugnar pela melhoria da qualidade e do sucesso no ensino superior público 
        o que exigirá a aplicação de maiores recursos na actividade de ensino 
        e no acompanhamento dos alunos, e a disponibilização de formação pedagógica 
        para os docentes. A FENPROF continuará a defender a efectiva responsabilização 
        das escolas pelo acesso ao Ensino Superior. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;p)    A FENPROF reafirma 
        a exigência de aplicação à Educação Pré-Escolar do calendário escolar 
        aprovado para a Educação Básica o que significa a necessária revogação 
        do artigo 6º do Despacho Normativo nº 24/2000. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;q)    A FENPROF lançará 
        ainda este ano lectivo uma campanha de valorização dos educadores e professores 
        do Ensino Particular e Cooperativo e das IPSS's que seja não só um momento 
        de chamada de atenção da opinião pública para algumas situações de discriminação 
        de que são vítimas estes docentes, mas também um estímulo para a luta 
        em torno dos objectivos definidos para este sector. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;r)    A FENPROF continuará 
        a agir junto do IDICT no sentido de forçar a entidade patronal a negociar 
        o CCT do ensino particular e cooperativo do ensino superior. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;s)    A FENPROF manterá 
        a mobilização dos educadores e a pressão pública e institucional sobre 
        s Uniões das IPSS's e das Misericórdias no sentido do cumprimento integral 
        do protocolo de Cooperação assinado com o Governo bem como para a negociação 
        do CCT deste sector que respeite a igualdade de tratamento para todos 
        os educadores. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;t)    A FENPROF empenhar-se-á 
        na defesa de revisões salariais justas, que defendam o poder de compra 
        dos trabalhadores da administração pública. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;u)    A FENPROF bater-se-á 
        pela regulamentação e pela revisão negociadas do regime jurídico do ensino 
        português no estrangeiro e os diplomas de concursos, tendo em vista a 
        actualização das tabelas salariais, a definição de um regime de protecção 
        social justo e equitativo, a redefinição da rede e a estabilidade do ensino 
        português no estrangeiro. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;v)    A FENPROF empenhar-se-á 
        nas lutas dos trabalhadores e, particularmente, dos trabalhadores da administração 
        pública, na defesa dos serviços públicos e da sua qualidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;w)    A FENPROF desenvolverá 
        todas as diligências no sentido da adequação e aplicação das normas existentes 
        sobre Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho aos estabelecimentos de ensino 
        e centros de investigação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;3. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;A 
        quantidade e qualidade dos objectivos reivindicativos indicados não deixam 
        dúvidas quanto à dificuldade dos desafios que se colocam aos educadores 
        e professores no futuro próximo, bem como às suas organizações sindicais 
        mais representativas, os Sindicatos que integram a FENPROF. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Os 
        docentes serão chamados a intervir no âmbito das questões da Educação, 
        quer no que respeita à sua situação sócio-profissional e às condições 
        de exercício da sua profissão, quer no que respeita aos aspectos genericamente 
        referidos como de política educativa. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Mas 
        aos professores e educadores colocar-se-ão outros desafios enquanto trabalhadores 
        e cidadãos portugueses e do espaço comum europeu. É nessa qualidade que 
        o seu envolvimento na luta geral de todos os trabalhadores da Administração 
        Pública será efectiva, mas também na acção ainda mais vasta dos trabalhadores 
        portugueses, estando presentes com a sua força e o seu dinamismo. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Nesse 
        sentido a FENPROF desenvolverá um conjunto de acções e de iniciativas 
        de esclarecimento, debate e mobilização dos educadores e professores para 
        a defesa das suas posições e para contrariar medidas de impacto negativo 
        que venham ser propostas pelo Ministério da Educação ou pelo Governo e 
        que coloquem em causa o emprego, os direitos dos profissionais docentes 
        ou, de uma forma geral, dos trabalhadores, bem como os interesses da Escola 
        Pública que são coincidentes com os direitos de todos os cidadãos portugueses, 
        em particular das crianças e jovens. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Como 
        formas de intervenção e de acção, os Sindicatos da FENPROF promoverão, 
        durante o primeiro período do próximo ano lectivo, reuniões em todos os 
        seus núcleos sindicais (escolas, agrupamentos ou concelhos) abrangendo 
        todos os professores; plenários onde reunirão docentes de situações profissionais 
        específicas e cuja resolução dos seus problemas se arrasta, por vezes 
        há anos; seminários, encontros ou outras iniciativas específicas de reflexão 
        sobre grandes temas da Educação, particularmente os que se consideram 
        prioritários na negociação com o Ministério da Educação; concentrações, 
        manifestações ou greves sempre que as mesmas se justifiquem e considerem 
        o meio mais adequado de luta dos docentes. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Nesse 
        quadro, as formas de luta a adoptar serão tão mais fortes quanto o Ministério 
        da Educação persistir na atitude anti-negocial que tem vindo a adoptar 
        nestes primeiros meses de exercício, bem como na produção de um conjunto 
        de medidas atentatórias dos direitos sócio-profissionais dos docentes 
        e contrárias aos interesses da Educação. De facto, é inaceitável que os 
        professores e as suas organizações representativas apenas tomem conhecimento 
        de propostas estruturantes do sistema educativo através da comunicação 
        social e que às sucessivas exigências de negociação o titular da pasta 
        da Educação não dê sequer resposta, apesar de na primeira reunião que 
        realizou com a FENPROF ter manifestado exactamente a disposição contrária. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Como 
        meios de informação e mobilização para a acção e a luta dos professores 
        a FENPROF, para além dos contactos directos com os profissionais, através 
        das reuniões e plenários já referidos, apostará em materiais de divulgação 
        das suas posições tanto de distribuição individual, como para afixação 
        em placards das escolas ou em espaços públicos de rua. O recurso às novas 
        tecnologias de informação e comunicação também não será descurado, com 
        a abertura, no site da FENPROF, de uma página específica sobre a luta 
        dos professores, onde para além da informação serão recolhidos os contributos 
        dos docentes que pretendem propor iniciativas, acções ou objectivos reivindicativos. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;A 
        FENPROF terá em atenção, também, o trabalho a desenvolver junto da comunicação 
        social, no sentido de tornar pública a denúncia das políticas negativas 
        do Governo e, em simultâneo, dar a conhecer as suas propostas. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Como 
        a luta dos educadores e professores, já se referiu, não é de carácter 
        corporativo, antes tem um objectivo máximo comum a toda a sociedade - 
        a defesa da Escola Pública - é natural que a FENPROF procure a solidariedade 
        dos parceiros educativos para lutas tão importantes como a da estabilidade 
        de emprego e profissional dos docentes, a melhoria das condições de trabalho 
        nas escolas e o aumento do seu financiamento, entre muitas outras. Nesse 
        sentido, privilegiará os contactos e a tomada de posições comuns ou convergentes 
        com organizações representativas de outros parceiros educativos, designadamente 
        pais e encarregados de educação, estudantes, pessoal não docente das escolas 
        e autarcas. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;No 
        plano mais restrito dos professores e dos educadores, a FENPROF procurará, 
        com as suas posições, promover a unidade de todos os profissionais docentes 
        em torno do que considera justo e positivo. É principalmente nesse sentido 
        que se enquadram as acções, antes referidas, de permanente contacto com 
        as escolas e de informação e debate com os professores. Mas não enjeitará, 
        pelo contrário, disponibilizar-se-á, a par da promoção de um clima de 
        unidade entre os professores, para a convergência na acção com outras 
        organizações representativas. Isto, claro, desde que os objectivos comummente 
        traçados se integrem no âmbito dos conteúdos reivindicativos definidos 
        antes. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;4. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;Sem 
        inviabilizar, por parte dos Sindicatos de Professores e da FENPROF, nomeadamente 
        pelo seu Secretariado Nacional, a permanente avaliação da situação no 
        plano negocial e reivindicativo, de onde poderão resultar as lutas mais 
        importantes e de maior relevo, como o recurso à greve, é decidido levar 
        por diante no decurso do próximo ano lectivo, uma CAMPANHA NACIONAL de 
        defesa e afirmação da Escola Pública e de reforço do prestígio profissional 
        e social dos docentes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Tal 
        Campanha desenvolver-se-á em diversas vertentes, de onde se destacam: 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;?     A defesa de uma 
        Escola Pública Inclusiva e de Qualidade, prevendo-se as seguintes iniciativas: 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Exposição itinerante 
        que percorrerá todos os distritos do país; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Elaboração, com 
        outros parceiros, de um Manifesto em defesa da Escola Pública a ser subscrito 
        por organizações, entidades e, individualmente, por personalidades da 
        vida nacional e, de uma forma geral, por todos os cidadãos; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     O Fórum Nacional, 
        em conjunto com a CONFAP, "Por uma nova escola do 1º Ciclo do Ensino 
        Básico"; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     Um Encontro Nacional 
        sobre Educação Pré-Escolar; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Realização de 
        um abaixo-assinado em defesa da ESCOLA INCLUSIVA com questões/reivindicações 
        concretas na área da Educação Especial (quadros e concursos, equipas multiprofissionais, 
        intervenção precoce, recursos materiais e didácticos, instalações, reforço 
        dos professores de apoios educativos e do pessoal auxiliar de acção educativa); 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Realização de 
        um debate nacional (regionalizado) sobre os direitos das pessoas com deficiência; 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Realização de 
        um TRIBUNAL DE OPINIÃO PÚBLICA de denúncia das muitas situações de negação 
        ou limitação do direito à educação das crianças e jovens com deficiência 
        ou, em sentido mais lato, com NEE (em colaboração com as Organizações 
        Não Governamentais); &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     O II Fórum Nacional 
        "Unir vozes em defesa da Escola Pública" que será o desenvolvimento 
        natural da sua primeira edição. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;?     A Valorização e 
        o reforço do prestígio profissional e social dos docentes, destacando-se 
        as seguintes realizações: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-      Encontro Nacional, 
        em Outubro, no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Professor (5 de 
        Outubro); &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     Uma acção de debate 
        e reflexão que se realizará nos diversos distritos do país, onde o enfoque 
        será dado aos direitos dos docentes e à necessidade de defesa do seu estatuto 
        de carreira e profissional; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     A caravana da instabilidade 
        que percorrerá todo o país, denunciando a grave situação de instabilidade 
        de emprego e profissional que atinge milhares de docentes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;?      Diversas iniciativas 
        em defesa da gestão democrática das escolas: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     O lançamento de 
        um abaixo-assinado junto de todos os educadores e professores portugueses, 
        em defesa da gestão democrática das escolas; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;-     A realização de 
        um Encontro Nacional e de diversos Encontros Regionais de educadores e 
        professores sobre a mesma temática. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Entretanto, 
        em fase de subscrição encontra-se um abaixo-assinado, que já reuniu milhares 
        de assinaturas de educadores e professores, onde estes reafirmam a sua 
        disponibilidade para lutarem pelo emprego e pelos seus direitos profissionais. 
        Este abaixo-assinado será entregue no Ministério da Educação pelo Secretariado 
        Nacional da FENPROF na manhã do próximo dia 11 de Julho, no início da 
        sua última reunião do presente ano lectivo. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;5. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;        Apresentação 
        ao Ministro da Educação, no primeiro dia do próximo ano lectivo (16 de 
        Setembro de 2002), de um texto consubstanciando as matérias de negociação 
        prioritária, com definição dos prazos para a negociação de cada uma delas. 
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      &lt;/span&gt;Da 
        resposta do Ministério da Educação, ou da sua ausência, resultará a definição 
        do calendário de lutas a assumir desde logo pelos educadores e professores 
        portugueses. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;6. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;No 
        quadro das lutas da Administração Pública a FENPROF estará disponível 
        não apenas para a defesa do emprego, como dos direitos e dos salários. 
        É nesse sentido que se disponibiliza para lutar, em conjunto com os restantes 
        Sindicatos da Frente Comum, por uma revisão salarial justa em 2003, pela 
        estabilidade do emprego público, o que passa pela integração dos contratados 
        nos quadros, e pela defesa de serviços públicos de qualidade. As lutas 
        a desenvolver serão a sequência natural da grande manifestação de disponibilidade 
        deixada clara pelos trabalhadores no passado dia 7 de Junho, devendo ter 
        em conta, também, outras disponibilidades, designadamente as já manifestadas 
        por organizações como a FESAP e o STE para a convergência na acção. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;7. 
        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;Por 
        fim, no quadro da luta geral dos trabalhadores portugueses, a FENPROF 
        estará na primeira linha dos grandes combates sociais em curso como de 
        outros que se avizinham. O envolvimento far-se-á no quadro da CGTP-IN, 
        sendo a luta mais urgente a de defesa do sistema público de Segurança 
        Social, envolvendo-se a FENPROF nas iniciativas previstas para 10 de Julho, 
        mas também tendo como prioritária a defesa de um emprego estável, de qualidade 
        e com direitos. É nesse sentido que os diversos Sindicatos da FENPROF 
        continuarão a participar no debate democrático que tem lugar dentro da 
        CGTP-IN e mobilizarão os docentes portugueses para se envolverem nas acções 
        decididas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText" align="right"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span style='"MS Mincho"'&gt;Lisboa, 
        28 de Junho de 2002&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoPlainText" align="right"&gt;&lt;font face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;span&gt;      
        &lt;/span&gt;O Conselho Nacional da FENPROF&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;br&gt;
        &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/conselho-nacional-da-fenprof</guid></item><item><title>Reunião FENPROF - ME 18 de Abril de 2000</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/reuniao-fenprof-me-18-de-abril-de-2000</link><description>
&lt;blockquote&gt; 
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Esta reuni&amp;atilde;o resultou de 
 um conjunto de insist&amp;ecirc;ncias que vinham sendo feitas desde Fevereiro, 
 no sentido de a FENPROF ser recebida pelo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;
 S&amp;oacute; a 18 de Abril a reuni&amp;atilde;o se concretizou ap&amp;oacute;s nova insist&amp;ecirc;ncia 
 e na sequ&amp;ecirc;ncia do envio da Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Nacional 
 da FENPROF que havia reunido a 4 e 5 de Abril e na qual se colocavam 7 exig&amp;ecirc;ncias 
 a exigir uma resposta urgente por parte do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;
 Da Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o consta a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o em realizar 
 uma greve, no dia 29 de Maio, caso a FENPROF n&amp;atilde;o tenha respostas positivas 
 em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a cada uma das quest&amp;otilde;es:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt; &lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;1. Estabilidade de 
emprego dos docente&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Sobre a exig&amp;ecirc;ncia de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o din&amp;acirc;mica, o ME empurrou 
para a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o global dos concursos, n&amp;atilde;o admitindo qualquer 
negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via da vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre o subs&amp;iacute;dio de desemprego, o ME declara estar atento ao que se 
passa na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, mas o Dec-Lei aprovado pelo governo 
at&amp;eacute; j&amp;aacute; foi publicado...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;2. Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es 
do exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; A &amp;uacute;nica preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ME &amp;eacute; a de efectuar uma 
clara distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a componente lectiva e n&amp;atilde;o lectiva 
dos professores. Alegam que n&amp;atilde;o devem existir confus&amp;otilde;es entre 
uma e outra para que a segunda seja &amp;quot;&amp;uacute;til para a escola&amp;quot;!&lt;br&gt;
Sobre as quest&amp;otilde;es apresentadas que documentam a descaracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o 
do conte&amp;uacute;do profissional da profiss&amp;atilde;o, acharam mal mas nada disseram 
para contrariar as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;3. Regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o 
do exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Dizem-se preocupados com o atraso e dizem que v&amp;atilde;o tentar avan&amp;ccedil;ar. 
Relativamente aos incentivos e concursos avan&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o em conjunto. 
Durante o m&amp;ecirc;s de Maio recolher&amp;atilde;o contributos de &amp;quot;todas as 
entidades interessadas&amp;quot;. Referiram: Sindicatos, autarquias, t&amp;eacute;cnicos, 
outros especialistas, direc&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;4. Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o 
com 30 anos de servi&amp;ccedil;o&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Assinalaram a proposta mas...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;5. Complementos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; N&amp;atilde;o encontram motivos para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer reuni&amp;atilde;o 
e n&amp;atilde;o respondem a uma &amp;uacute;nica quest&amp;atilde;o apresentada (prazos, 
regime excepcional, descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 
dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do percurso profissional, gratuitidade, 
respeito pelas propostas das ESE?s)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;6. Agrupamentos das 
escolas&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Considera n&amp;atilde;o haver raz&amp;atilde;o para reunir sobre esta mat&amp;eacute;ria 
pois o projecto de decreto -lei j&amp;aacute; tem em conta a opini&amp;atilde;o, que 
conhecem, de todos os parceiros. A constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agrupamentos 
deve partir de uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o tripartida : professores - administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o 
- autarquias , mas n&amp;atilde;o pode contrariar o acordo j&amp;aacute; firmado entre 
ME e ANMP!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="-1"&gt;7. Financiamento da 
Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &amp;quot;Estamos de acordo&amp;quot; - disse o Ministro. Mas como? que medidas ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Em conclus&amp;atilde;o, da reuni&amp;atilde;o FENPROF - ME fica-nos uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o 
de vazio de frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o; de indisponibilidade para solucionar as 
quest&amp;otilde;es que consideramos urgentes. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/reuniao-fenprof-me-18-de-abril-de-2000</guid></item><item><title>A luta dos Professores vai continuar em Maio e Junho</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/a-luta-dos-professores-vai-continuar-em-maio-e-junho</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center" dwcopytype="CopyTableRow"&gt;
        &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
          &lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;
&lt;!--/DOC --&gt;&lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do
Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
        &lt;tr&gt; 
          &lt;td&gt; 
            &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="5" color="#FF0000" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Maio 
              e Junho- meses de luta&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt; 
              &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" align="center" style='margin-right:36.0pt;margin-top:12.0pt;
mso-margin-bottom-alt:auto;margin-left:36.0pt;text-align:center;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:13.5pt;font-family:Arial;color:#0000A0'&gt;Secretariado Nacional 
              da  FENPROF reafirma &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" align="center" style='margin-right:36.0pt;mso-margin-top-alt:
auto;mso-margin-bottom-alt:auto;margin-left:36.0pt;text-align:center;
line-height:18.0pt;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:13.5pt;
mso-bidi-font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#0000A0'&gt;necessidade de aprofundar 
              a luta dos professores&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;O Secretariado 
              Nacional da FENPROF reunido no dia 10 de Abril, em Lisboa, analisou 
              a evolução da situação negocial após a realização do seu VII Congresso 
              Nacional, da Manifestação Nacional de 22 de Março e da Greve do 
              passado dia 30 de Março, concluindo que &lt;b&gt;os objectivos que levaram 
              os professores à luta se mantêm todos por concretizar&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;Concretamente em relação à greve do passado dia 30, a primeira 
              greve nacional de professores realizada após o Ministério de Manuela 
              Ferreira Leite ? num quadro de sistemática propaganda governamental 
              sobre cenários de diálogo que não se traduzem em quaisquer avanços 
              negociais significativos ?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;foi 
              valorizada a adesão de largos milhares de professores a esta forma 
              de luta e avaliado como positivo o crescendo de mobilização que 
              se regista na classe docente em torno dos objectivos definidos pela 
              FENPROF.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;Por esse motivo, &lt;b&gt;o Secretariado Nacional da FENPROF reafirma 
              a justeza do Plano de Acção aprovado pelo Congresso&lt;/b&gt;, que prevê 
              concentrações semanais junto ao Ministério da Educação, durante 
              o mês de Maio, e a realização de greves nos dias 18 e 21 de Junho 
              se essa for a decisão tomada, em 30 de Maio, pelo Conselho Nacional 
              da FENPROF, após avaliação da evolução do processo negocial.&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;Entretanto, com a finalidade de envolver os educadores e professores 
              no debate, na reflexão e na luta, o Secretariado Nacional da FENPROF 
              aprovou mais um conjunto de iniciativas que serão desenvolvidas 
              a nível nacional durante o 3º período lectivo.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;Assim, neste momento, &lt;b&gt;encontram-se previstas as seguintes acções&lt;/b&gt;:&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#FF0000'&gt;
? &lt;font color="#FF0000"&gt;Plenários com dirigentes e delegados sindicais 
              ? 2, 3 e 4 de Maio&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;font color="#FF0000"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#FF0000"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
'&gt;? Realização de iniciativas (concentrações) junto ao ME nos dias 
              2, 9, 16, 23 e 30 de Maio e 8 de Junho.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#FF0000"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#FF0000'&gt;? Plenários com educadores e professores, em todo o país, para 
              debate sobre a proposta do ME para revisão da legislação sobre quadros, 
              concursos e colocação de professores ? entre 21 e 25 de Maio.&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#FF0000"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#FF0000'&gt;? Reunião do Conselho Nacional da FENPROF em 30 de Maio.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#FF0000"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#FF0000'&gt;? Plenários de delegados sindicais na semana de 4 de Junho.&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#FF0000"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#FF0000'&gt;? Recurso à Greve durante o mês de Junho, estando previstos os 
              dias 18 e 21.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;

            &lt;p class="MsoNormal" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;mso-margin-bottom-alt:
auto;text-align:justify;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;
color:#0000A0'&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF decidiu, ainda, editar dois 
              documentos que divulgará profusamente junto dos professores: o segundo 
              número do Jornal da Luta dos Professores e um Comentário crítico 
              às propostas do ME sobre quadros, concursos e colocação de professores.&lt;o:p&gt; 
              &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" align="right" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;
mso-margin-bottom-alt:auto;text-align:right;tab-stops:340.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;color:#0000A0'&gt; &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p class="MsoNormal" align="right" style='margin-right:-.05pt;margin-top:12.0pt;
mso-margin-bottom-alt:auto;text-align:right;tab-stops:324.0pt'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial;color:#0000A0'&gt;&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;                        
              &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; 
              &lt;/font&gt; &lt;/p&gt;

&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
      &lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/a-luta-dos-professores-vai-continuar-em-maio-e-junho</guid></item><item><title>Protocolo com o Ministério da Educação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/protocolo-com-o-ministerio-da-educacao</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center" dwcopytype="CopyTableRow"&gt;
  &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt; &lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos 
        Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; 
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt; 
    &lt;td&gt;
      &lt;p class="MsoSubtitle" style='margin-top:6.0pt;text-indent:0cm' align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:12.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="5" color="#FF0000"&gt;DESENVOLVIMENTO 
        E CONCRETIZAÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; DO &lt;br&gt;
        PROTOCOLO DE 24.05.2000&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3" color="#0000FF"&gt; 
        &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoSubtitle" style='text-indent:0cm' align="center"&gt;&lt;span style='font-size:12.0pt;
font-family:Arial'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="3" color="#0000FF"&gt;&lt;b&gt;APRECIAÇÃO 
        DO SECRETARIADO NACIONAL&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;text-indent:1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Tal como já fez o Ministério da Educação 
        que, no âmbito da preparação da reunião prevista para o próximo dia 24.05.2001, 
        apresentou o seu entendimento em relação ao trabalho até agora realizado 
        no âmbito do Protocolo em título ? &lt;i&gt;e uma vez que a apreciação da FENPROF 
        se afasta muito do entendimento ministerial&lt;/i&gt; ? a FENPROF decide tornar 
        conhecido, também desde já, o resultado da sua apreciação:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;text-indent:1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;1. &lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;        &lt;/span&gt;&lt;a href="#1"&gt;Estabilidade 
        de emprego dos docentes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="#1"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;a name="topo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
        &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;2.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;&lt;a href="#2"&gt;Condições de trabalho nas escolas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="#2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br&gt;
        &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;3.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;&lt;a href="#3"&gt;Condições de exercício da profissão docente&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
        4.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         &lt;/span&gt;&lt;a href="#4"&gt;Complementos 
        de formação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
        &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;5.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;&lt;a href="#5"&gt;Autonomia, administração e gestão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;
        &lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;6.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;&lt;a href="#6"&gt;Financiamento do Ensino Público&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;text-indent:1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;br&gt;
        &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;1. &lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Estabilidade de emprego dos docentes&lt;o:p&gt;&lt;a name="1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Não teve ainda início o processo negocial 
        com vista à revisão da legislação vigente sobre quadros, concursos e colocações 
        de professores uma vez que o Ministério da Educação, contrariando compromissos 
        assumidos com a FENPROF, não apresentou qualquer projecto de novo Decreto-Lei, 
        mas apenas duas versões de um documento de princípios gerais&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;e de medidas com vista à concretização desses 
        princípios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Para a FENPROF, a segunda versão, tal 
        como a primeira, é extremamente negativa uma vez que não garante, de facto, 
        a estabilidade de emprego e profissional dos educadores e professores. 
        A FENPROF já expressou as suas posições sobre aquele documento, em parecer 
        enviado ao ME, tendo ficado clara a nossa&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  
        &lt;/span&gt;apreciação em relação às medidas propostas pelo ME: não existem 
        propostas para promoção da estabilidade, mas apenas para a gestão de uma 
        instabilidade que continua a crescer! Por esse motivo, se consideram &lt;b&gt;inaceitáveis&lt;/b&gt; 
        a maior parte dos princípios e das medidas defendidas pelo Ministério 
        da Educação. &lt;b&gt;Inaceitável&lt;/b&gt; é, ainda, o facto do ME uma vez mais adiar 
        a entrega de um projecto de diploma legal, agora para Junho, o que coloca 
        em causa os prazos negociais previstos no Protocolo de 24.05.2000, se 
        se quiser, que exista uma efectiva negociação, e que nela sejam envolvidos 
        todos os educadores e professores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm' align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;2.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Condições de trabalho nas escolas&lt;a name="2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;A FENPROF considera que as reuniões 
        ?técnicas? realizadas não tiveram as consequências negociais esperadas, 
        saindo, por isso, frustradas as expectativas criadas em torno deste ?grupo 
        técnico?. Também em relação ao projecto de revisão do Despacho 112/SERE/SEEBS/93, 
        a FENPROF considera estar longe de corresponder às expectativas criadas 
        com o processo de discussão técnica que teve lugar. Dispensa-se a FENPROF 
        de acrescentar outras apreciações às posições já expressadas em parecer 
        enviado ao ME.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Ainda neste quadro, a FENPROF considera 
        extremamente negativo que o ME continue a impedir docentes do ensino especial 
        de usufruírem das normas estatutárias estabelecidas em relação ao seu 
        horário de trabalho, exige que a revisão do Decreto-Lei 319/91, a ter 
        lugar, decorra do desenvolvimento de um efectivo processo negocial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Relativamente a outras matérias a FENPROF 
        aguarda que lhe sejam enviados os projectos referidos, em relação aos 
        quais enviará o seu parecer, não abdicando das indispensáveis negociações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Finalmente, 
        a FENPROF considera inaceitável que o ME mantenha como princípio o tratamento 
        discriminatório da Educação Pré-Escolar em relação à aplicação do calendário 
        escolar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;3.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Condições de exercício da profissão docente&lt;o:p&gt;&lt;a name="3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;A FENPROF continua a aguardar uma resposta 
        do ME quanto à abertura do processo negocial com vista à redução para 
        30 anos de serviço, do tempo indispensável para a aposentação dos professores, 
        como, aliás, já acontece com outros trabalhadores da Administração Pública. 
        Em relação a esta matéria a FENPROF apresentou, em Julho de 2000, uma 
        proposta que não mereceu, ainda, uma reacção formal e ajustada do Ministério 
        da Educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm' align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;4.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Complementos de formação&lt;o:p&gt;&lt;a name="4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;A FENPROF lamenta que o ME ainda não 
        tenha apresentado um projecto visando o acesso aos cursos de complemento 
        dos docentes vinculados não bacharéis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;A FENPROF lamenta também a não abertura 
        de vagas para que os docentes bacharéis dos 2º, 3º CEB e Secundário tenham 
        acesso a complementos de formação e entende que não chega a ?sensibilização? 
        do ME às instituições de formação, para que as vagas passem a ser abertas. 
        Isto porque, segundo as mesmas, a não abertura de vagas se deve ao facto 
        de não estarem garantidos os indispensáveis financiamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Ainda 
        em relação a esta matéria recorda-se as propostas já apresentadas pela 
        FENPROF sobre os cursos em funcionamento que primam pela falta de uniformidade, 
        designadamente no que respeita ao regime de creditações, e por uma rigidez 
        e exigência elevadíssimas em relação a docentes que se encontram em vias 
        de se aposentarem. A inexistência de um regime especial para estes professores 
        é sentida como uma tremenda injustiça, tanto mais quando se vive um momento 
        de reflexão sobre eventuais alterações de fundo em matéria de formação, 
        com responsáveis do ME a ponderarem a possibilidade de significativas 
        reduções na duração das licenciaturas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;5.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Autonomia, administração e gestão&lt;a name="5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;A 
        FENPROF lamenta os sucessivos atrasos no processo de avaliação previsto, 
        nomeadamente no que respeita ao envolvimento das organizações sindicais, 
        uma vez que se torna cada vez mais evidente a necessidade de introduzir 
        uma urgente e profunda alteração no regime de autonomia, administração 
        e gestão em vigor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:-1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;6.&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;         
        &lt;/span&gt;Financiamento do Ensino Público&lt;o:p&gt;&lt;a name="6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;A FENPROF continua a aguardar o início 
        de negociações sobre esta matéria, a qual consideramos ser de extrema 
        importância para que se esclareçam responsabilidades e responsáveis no 
        que respeita a financiamento em educação. A aprovação de legislação sobre 
        financiamento será, em nossa opinião, determinante para a elevação da 
        qualidade do sistema público de educação e ensino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;O Secretariado Nacional apresenta hoje 
        a Vª Exª, em termos claramente negativos, a sua avaliação relativa ao 
        grau de concretização do Protocolo assinado pelo Ministério da Educação 
        e pela FENPROF em momento particularmente difícil, atendendo ao bloqueamento 
        das negociações então existente. Sendo verdade que através deste Protocolo 
        foram criadas condições para o desbloqueamento negocial, o certo é que 
        o mesmo, na verdade, não aconteceu. E em relação aos poucos aspectos sobre 
        os quais o ME apresentou as suas posições, estas continuam a ser consideradas 
        pela FENPROF, e pela generalidade dos docentes, como inequivocamente insuficientes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style='margin-left:1.0cm;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Neste sentido, a FENPROF aguarda, com determinação, 
        que a reunião do próximo dia 24 altere radicalmente a actual situação 
        e permita o estabelecimento de plataformas de entendimento sobre as questões 
        em negociação, o que exige que o Ministério da Educação abandone uma posição 
        de vazia vaguidão sobre as reivindicações aprovadas nas escolas pelos 
        professores portugueses. Sem isso estaremos numa reunião sem qualquer 
        sentido político-sindical, cujas consequências serão profundamente negativas 
        para o sistema educativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:
0cm;margin-left:1.0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;![if !supportEmptyParas]&gt; &lt;![endif]&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;text-indent:1.0cm'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;Coimbra, 18 de Maio de 2001&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='text-indent:42.55pt;tab-stops:241.0pt' align="right"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;          
        &lt;/span&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;
font-family:Arial'&gt;&lt;![if !supportEmptyParas]&gt; &lt;![endif]&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='margin-top:12.0pt;text-indent:0cm;tab-stops:304.8pt 11.0cm' align="right"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;                        
        &lt;/span&gt;Paulo Sucena&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style='text-indent:0cm;tab-stops:297.7pt' align="right"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;span style='mso-tab-count:1'&gt;                        
        &lt;/span&gt;Secretário-Geral&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;span style='font-size:11.0pt;font-family:Arial'&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a href="#topo"&gt;voltar&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/protocolo-com-o-ministerio-da-educacao</guid></item><item><title>Acordo entre a FENPROF e o ME é bom para os professores</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/acordo-entre-a-fenprof-e-o-me-e-bom-para-os-professores</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center" dwcopytype="CopyTableRow"&gt;
  &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt; &lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos 
        Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; 
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4" color="#FF0000"&gt;ACORDO 
        ENTRE A FENPROF E O M.E. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4" color="#FF0000"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;É 
        BOM PARA OS PROFESSORES&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="5" color="#FF0000"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="5" color="#FF0000"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;b&gt;PORQUE 
        CONTÉM GANHOS MUITO IMPORTANTES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3" color="#0000FF"&gt;Suspens&amp;atilde;o 
        da GREVE&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;O Acordo assinado pela 
        FENPROF, no dia 11 de Junho, com o Ministério da Educação, contém ganhos 
        muito importantes para os professores e vem ao encontro das questões essenciais 
        que levaram à marcação das Greves previstas para os dias 18 e 21 de Junho. 
        Vejamos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Exigência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: vinculação de professores contratados, através do 
        ingresso em quadros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Acordo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: permite a vinculação de quase 4500 contratados profissionalizados; 
        integrará, ainda, nos quadros entre 1000 e 2000 portadores de habilitação 
        própria, em termos a definir em Setembro; reconhece a profissionalização 
        dos contratados feita em regime de voluntariado pela Universidade Aberta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Exigência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: Abandono, pelo ME, de algumas das propostas mais negativas 
        que vinha sustentando no âmbito da revisão da legislação sobre concursos 
        e colocações de professores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Acordo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: O ME abandona as propostas referentes à contratação 
        em função de entrevistas, e à colocação por recondução sob proposta dos 
        órgãos das escolas. Caem, também, os mecanismos que impediam os professores 
        de concorrer anualmente, assim como a obrigatoriedade de permanência por 
        dois anos após o primeiro provimento em quadro. O ME deixa cair, ainda, 
        a existência de transferências de professores com horários-zero, excepto 
        se estes derem o seu acordo expresso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Exigência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: Negociação de um novo regime de aposentação para os 
        professores (a proposta da FENPROF é de 30 aos de serviço).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Acordo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: A aposentação será matéria prioritária de negociação 
        na revisão do Estatuto da Carreira Docente que terá lugar a partir do 
        próximo ano lectivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Exigência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: Os professores que leccionarão em segmentos horários 
        de 90 minutos não poderão, por isso, ver aumentada a sua carga horária 
        lectiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Acordo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;: Não haverá aumento da carga horária dos professores 
        que leccionarão em segmentos horários de 90 minutos ou tempos de 45.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Foi ainda possível 
        chegar a acordo sobre as seguintes matérias:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;1. Serão revogados os 
        pontos do &lt;b&gt;Despacho 511/98&lt;/b&gt; que permitiam o preenchimento das horas 
        de redução dos professores dos quadros, com actividades marcadas na escola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;2. Fica fora de hipótese 
        qualquer regulamentação da &lt;b&gt;componente não lectiva&lt;/b&gt; dos professores 
        como o ME, já por várias vezes havia tentado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;3. É garantido que quaisquer 
        que sejam as soluções encontradas pelo ME para &lt;b&gt;ocupação dos tempos 
        livres dos alunos em períodos de pausas lectivas&lt;/b&gt;, tal não acarretará 
        sobrecarga para os professores, nem porá em causa o seu direito às interrupções 
        da actividade docente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;4. É constituída uma 
        comissão, onde participará a FENPROF, que sem prejuízo da negociação específica 
        irá alterar o actual regime de &lt;b&gt;autonomia e gestão&lt;/b&gt;, consagrado no 
        DL 115-A/98.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Estes são apenas alguns 
        aspectos, eventualmente os mais relevantes, de um acordo que é de grande 
        importância para os educadores e professores portugueses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Perante o que se conseguiu 
        neste processo negocial, não faria sentido manterem-se as Greves previstas 
        para os dias 18 e 21 de Junho. Não porque não existam motivos de insatisfação 
        da classe docente, ou porque estejam resolvidos todos os problemas que 
        afectam os professores e o funcionamento das escolas, mas porque &lt;b&gt;foram 
        dadas respostas positivas aos principais aspectos que levaram à marcação 
        destes dois dias de Greve&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;A FENPROF, como organização 
        responsável que é, não podia, perante estes ganhos, e porque os objectivos 
        da luta tinham sido aprovados em plenários realizados em todo o país, 
        com a presença de muitos milhares de professores, ?inventar? novos motivos 
        para a manutenção das Greves, eventualmente apenas para a satisfação de 
        alguns.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;A FENPROF não faz a Greve 
        pela Greve e não considera a Greve um fim em si mesmo, mas um meio para 
        alcançar resultados positivos para os professores e para as escolas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;A FENPROF e os seus Sindicatos 
        não se inibem perante quaisquer pressões, venham elas do poder (de que, 
        felizmente, não depende) ou de grupos de pressão organizados ou desorganizados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;A FENPROF tem um único 
        objectivo na acção e intervenção sindical que desenvolve: agir em conformidade 
        com os interesses daqueles que representa, os professores, e, particularmente, 
        daqueles que transformam esta Federação na maior organização sindical 
        docente de Portugal e num dos mais importantes movimentos sociais do nosso 
        país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;O que se passou neste 
        processo de negociação foi exemplar: a FENPROF traçou os objectivos, definiu 
        um plano de acções e de lutas que levou a efeito, mobilizou os professores 
        para lutarem e com a aproximação dos momentos mais importantes da luta, 
        obrigou o Ministério da Educação e o Governo a recuarem na sua intransigência 
        negocial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;Daí que, para além do 
        trabalho desenvolvido pela FENPROF, os resultados agora conseguidos fiquem 
        a dever-se, fundamentalmente, à grande mobilização e determinação dos 
        professores e educadores portugueses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;É nesta relação muito 
        estreita que une a FENPROF aos professores e educadores portugueses que 
        tudo continuará a passar-se no mundo da Educação no que diz respeito à 
        vida sindical. Será assim que os docentes portugueses continuarão a obter 
        importantes ganhos para a sua vida profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style='font-family:Arial'&gt;O Secretariado Nacional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/acordo-entre-a-fenprof-e-o-me-e-bom-para-os-professores</guid></item><item><title>ESTABILIDADE PROFISSIONAL, VALORIZAÇÃO SALARIAL E RESPEITO PELOS DOCENTES SÃO EXIGÊNCIAS DA FENPROF</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/estabilidade-profissional-valorizacao-salarial-e-respeito-pelos-docentes-sao-exigencias-da-fenprof</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
  &lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt; &lt;font face="Comic Sans MS" size="2"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos 
        Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; 
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt; 
    &lt;td&gt; 
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#FF0000" face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;ESTABILIDADE
      PROFISSIONAL, VALORIZAÇÃO SALARIAL E RESPEITO PELOS DOCENTES SÃO EXIGÊNCIAS
      DA FENPROF&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3" color="#0000FF" face="Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;Posição
      do Secretariado Nacional&lt;br&gt;
      Novembro de 2001&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O Secretariado Nacional
      da FENPROF, reunido em 8 e 9 de Novembro, analisou, entre outras matérias,
      o processo negocial relativo às questões que se prendem com &lt;b&gt;Quadros &lt;/b&gt;e
      &lt;b&gt;Concursos&lt;/b&gt;, com as negociações do&lt;b&gt; Ensino Superior&lt;/b&gt; e com a &lt;b&gt;revisão
      salarial &lt;/b&gt;cuja negociação se processa no âmbito da Frente Comum.
      Para além destas questões , o Secretariado Nacional analisou ainda as
      recentes declarações do Secretário de Estado da Educação a respeito
      das &lt;b&gt;pausas lectivas&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;As principais
      conclusões do debate levado a cabo pelo Secretariado Nacional (SN) são
      as seguintes:&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2" color="#0000FF"&gt;1.
      ESTABILIDADE PROFISSIONAL&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O processo negocial
      relativo a &lt;b&gt;Quadros &lt;/b&gt;e &lt;b&gt;Concursos&lt;/b&gt; está a decorrer em moldes
      inequivocamente negativos, constatando-se, neste momento, um profundo
      desacordo entre as posições defendidas pela FENPROF e as propostas avançadas
      pelo Ministério da Educação, algumas das quais não respeitam os
      compromissos assumidos pelo ME em Junho passado. Por outro lado, a FENPROF
      regista, com surpresa, já no decurso do processo negocial, alguns
      retrocessos da 1ª para a 2ª versão do ante-projecto de diploma. O
      Ministério da Educação retoma, por exemplo, um aspecto muito negativo e
      desde sempre recusado pela FENPROF ? &lt;b&gt;as reconduções&lt;/b&gt;. Igualmente
      inaceitável é a posição do ME de eliminar da mesa de negociações uma
      questão tão importante como os &lt;b&gt;destacamentos por concurso&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;De outro ângulo,
      verifica-se também uma ofensiva contra o Acordo quando se comprova que o
      Ministério da Educação pretende valorizar os Quadros de Zona Pedagógica
      em detrimento dos Quadros de Escola, sendo certo que, em Junho, ambas as
      partes aceitaram que a estabilidade profissional dos docentes passava
      prioritariamente pela valorização e redimensionamento dos &lt;b&gt;Quadros de
      Escola&lt;/b&gt;. A este respeito é significativo que as regras propostas para
      a abertura de lugares de quadro de escola, inicialmente já insuficientes,
      tenham sofrido mais restrições na última versão entregue aos
      sindicatos. Acresce ainda que a questão da estabilidade do corpo docente
      das escolas continua profundamente afectada pela ausência da regulamentação
      dos &lt;b&gt;incentivos&lt;/b&gt; a atribuir aos professores colocados em zonas
      desfavorecidas.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Relativamente a questões
      mais específicas, se é certo que o &lt;b&gt;SN&lt;/b&gt; considera como um aspecto
      positivo o facto de milhares de professores acederem à vinculação, não
      deixa, no entanto, de manifestar o seu total desacordo com a proposta do
      ME de integrar, &lt;b&gt;sem concurso&lt;/b&gt;, esses professores nos Quadros de Zona
      Pedagógica.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2" color="#0000FF"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt;
      &lt;b&gt;NEGOCIAÇÕES NO ENSINO SUPERIOR&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;A FENPROF exige o
      reatamento das negociações interrompidas há já quase 5 meses,
      relativas à revisão das carreiras e ao cumprimento do Acordo Salarial de
      1996.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Nestas negociações a
      FENPROF exige que o Governo não recue perante os compromissos que já
      assumiu e que vá mais longe, aceitando:&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;a) a criação de quadros
      de dotação global que inclua todas as categorias, como forma de
      desbloquear as promoções;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;b) a efectiva consagração
      do direito à estabilidade de emprego na Administração Pública, após
      um período probatório;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;c) a concretização rápida
      do reajustamento salarial de 5% em dívida;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;d) a entrega às instituições
      dos Orçamentos Padrão de forma a melhorar a qualidade do ensino e a
      permitir as renovações e as contratações necessárias, bem como as
      promoções nas carreiras.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2" color="#0000FF"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt;
      &lt;b&gt;VALORIZAÇÃO SALARIAL&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O Secretariado Nacional
      da FENPROF manifesta a sua profunda preocupação perante um &lt;b&gt;calendário
      negocial &lt;/b&gt;relativo aos salários na Administração Pública em tudo
      semelhante ao do ano anterior, o mesmo é dizer, avesso à transparência
      de processos e manipulador de regras democráticas de diálogo
      construtivo.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Manifesta ainda a sua
      firme recusa de qualquer perspectiva de aumentos salariais para 2002 que
      prossigam o caminho de diminuição do poder de compra dos trabalhadores
      trilhado nos 2 últimos anos e o apoio à proposta de 6% de aumento
      salarial proposta pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O Secretariado Nacional
      da FENPROF decidiu ainda manifestar o seu mais veemente protesto pelo
      facto do Gabinete de Gestão Financeira do ME ter, mais uma vez, adiado a
      actualização dos índices salariais dos professores e mantido suspensas
      todas as mudanças de escalão inerentes à progressão na carreira
      exigindo a rápida normalização desta situação.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Nesse sentido ? por não
      ter sido cumprido o compromisso do Ministro da Educação de
      desbloqueamento no mês de Novembro ? o abaixo-assinado posto a circular
      pela FENPROF, e que já recolheu milhares de assinaturas, será entregue
      no ME no próximo dia 23 de Novembro.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoTitle" style="text-align:justify;text-indent:42.55pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoTitle" style="text-align:justify;text-indent:42.55pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2" color="#0000FF"&gt;&lt;b&gt;4.
      RESPEITO PELOS DOCENTES &lt;/b&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoTitle" style="text-align:justify;text-indent:42.55pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Secretário
      de Estado da Educação deve demitir-se&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent:42.55pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;A
      Federação Nacional dos Professores (FENPROF), como a entidade mais
      representativa dos professores e educadores portugueses, não pode deixar
      de manifestar o seu mais profundo repúdio pelas declarações de João
      Praia, Secretário de Estado da Educação, a propósito da pausa lectiva
      entre 28 de Outubro e 2 de Novembro, pausa há muito prevista no calendário
      escolar para o ano lectivo de 2001/2002.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:256.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Mais do que a sua opinião
      sobre a pausa lectiva o que em nosso entender é absolutamente inaceitável
      é que o Secretário de Estado tenha feito coro (ou pelo menos tenha
      sustentado) com os que tentam passar para a opinião pública a imagem de
      que os professores não trabalham, não têm brio profissional e só
      pensam em férias.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:256.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O Secretário de Estado
      devia ter informação suficiente sobre o enorme peso de reuniões e outro
      tipo de actividades com que os professores se confrontam para viabilizar a
      reorganização curricular que, de uma forma precipitada, o ME generalizou
      para o 1º e 2º Ciclos e apressadamente lançada também por inúmeras
      escolas do 3º ciclo. Devia estar informado do ritmo violento de trabalho
      imposto a professores e alunos do ensino secundário, particularmente no
      12º ano.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:256.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Um Secretário de Estado
      da Educação não pode ignorar estes dados objectivos mas sobretudo não
      pode contribuir para denegrir injustamente a imagem social dos professores
      e educadores, afinal, o verdadeiro pilar do sistema de ensino.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:256.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O Secretário de Estado
      da Educação prestaria um bom serviço à Educação e ao Ensino se
      tomasse a iniciativa de se demitir. É isso que o Secretariado Nacional da
      FENPROF lhe sugere.&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:13.0cm"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2" color="#0000FF"&gt;5. VIOLÊNCIA NA ESCOLA
      EB 1,2 S. JOÃO DE DEUS, NO PORTO&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="tab-stops:35.4pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Face
      à situação que está a ser vivida na Escola EB 1,2 S. João de Deus, em
      que se têm vindo a intensificar os casos de violência exercida sobre os
      professores, a FENPROF afirma a sua solidariedade para com os docentes
      desta escola e exige que a Administração Educativa tome medidas no
      sentido de garantir a integridade física e a dignidade dos professores, e
      de envolver outras entidades para que se desenvolvam estratégias de
      intervenção que enfrentem um problema que é eminentemente social. &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Lisboa
      , 9 de Novembro de 2001&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;text-align:justify;text-indent:
42.55pt;tab-stops:309.0pt"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; &lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           
      &lt;/span&gt;O Secretariado Nacional&lt;/font&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;
      &lt;/o:p&gt;
      &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt; &lt;/p&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/estabilidade-profissional-valorizacao-salarial-e-respeito-pelos-docentes-sao-exigencias-da-fenprof</guid></item></channel></rss>