<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>AÇÃO SINDICAL</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/temas-e-problemas</link><description>AÇÃO SINDICAL</description><item><title>Tentativa de desinformação e de enfraquecimento da luta</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-esclarecimento-e-desinformacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia de (des)informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es divulgadas nas redes sociais e replicadas por uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de televis&amp;atilde;o nacional, que, pelos vistos, fizeram eco noutros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e que sugerem a exist&amp;ecirc;ncia de greve de professores no dia 6 de outubro com consequ&amp;ecirc;ncias na garantia de atividade letiva das escolas, a Fenprof esclarece e protesta contra not&amp;iacute;cias suscet&amp;iacute;veis de induzir em erro os professores, as fam&amp;iacute;lias e a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/Yh2GYbM21XY"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof n&amp;atilde;o convoca greve para 6/out&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o convocou qualquer greve de professores para o dia 6 de outubro que implique a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade letiva, ali&amp;aacute;s, como n&amp;atilde;o o tinha feito para 2 de outubro.&amp;nbsp;A &amp;uacute;nica greve at&amp;eacute; agora convocada pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, reiniciada em 14 de setembro~, que se manter&amp;aacute; por tempo indeterminado, at&amp;eacute; que sejam resolvidos os problemas que a justificam e que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) teima em ignorar. Importa sublinhar que esta luta se realiza h&amp;aacute;&amp;nbsp;oito anos consecutivos, sem que a sua exist&amp;ecirc;ncia tenha impedido o funcionamento das escolas e, em particular, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade letiva. Trata-se de uma forma leg&amp;iacute;tima de luta sindical, dirigida contra a abusiva sobrecarga de trabalho dos docentes, a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho n&amp;atilde;o remunerado e o desrespeito pelos limites legalmente estabelecidos para o hor&amp;aacute;rio de trabalho. Gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta greve, com tais caracter&amp;iacute;sticas, muitos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas (AE/EnA) procederam a um conjunto de corre&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o objetivo de anular o agravamento dos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos docentes. No entanto, em alguns casos, tal n&amp;atilde;o depende apenas da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o local do problema. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;ria a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI, que, deliberadamente, n&amp;atilde;o quer intervir, preferindo manter pr&amp;aacute;ticas como, por exemplo, a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho n&amp;atilde;o remunerado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A gravidade da desinforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof considera particularmente grave que se divulguem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que confundem esta greve com outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de luta, criando alarme junto das fam&amp;iacute;lias e alimentando a ideia de que os educadores e os professores ir&amp;atilde;o interromper a atividade letiva nos dias em causa. Esta abordagem n&amp;atilde;o contribui para o esclarecimento p&amp;uacute;blico. Pelo contr&amp;aacute;rio,&amp;nbsp;suscita leg&amp;iacute;timas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es quanto &amp;agrave; sua intencionalidade, ao poder contribuir para enfraquecer a luta e descredibilizar o recurso &amp;agrave; greve enquanto instrumento fundamental de defesa dos direitos dos trabalhadores de que os educadores e os professores n&amp;atilde;o podem abdicar, caso se mantenham as linhas pol&amp;iacute;ticas que o governo vem promovendo para a profiss&amp;atilde;o docente e para a Escola P&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve &amp;eacute; um direito constitucional, conquistado pelos trabalhadores e indispens&amp;aacute;vel &amp;agrave; defesa dos seus interesses. Vulgarizar a ideia de que o seu exerc&amp;iacute;cio constitui uma amea&amp;ccedil;a ao funcionamento das escolas, independentemente da natureza e do &amp;acirc;mbito de cada pr&amp;eacute;-aviso, visa descredibilizar e atacar esse direito e criar um clima de press&amp;atilde;o e intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os docentes. A Fenprof esclarece, ainda, que os pr&amp;eacute;-avisos da greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento s&amp;atilde;o emitidos diariamente, precisamente para salvaguardar os docentes de outras formas de repress&amp;atilde;o ou condicionamento no exerc&amp;iacute;cio dos seus direitos sindicais, garantindo o enquadramento legal da luta em cada dia. A greve incide exclusivamente sobre as atividades identificadas, n&amp;atilde;o abrangendo a atividade letiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige rigor e responsabilidade &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente &amp;agrave; greve convocada para 2 de outubro, na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, foi dirigida aos trabalhadores n&amp;atilde;o docentes, tendo, naturalmente, consequ&amp;ecirc;ncias no funcionamento das escolas, mas n&amp;atilde;o corresponde a uma greve de professores convocada pela Fenprof. Por isso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige rigor e responsabilidade na informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o divulgada pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e tamb&amp;eacute;m pelas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de AE/EnA. A desinforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, intencional ou n&amp;atilde;o, servir&amp;aacute; para alimentar receios infundados, dividir os trabalhadores das escolas e fragilizar a defesa dos seus direitos, o que, de todo, n&amp;atilde;o se pode aceitar. Ali&amp;aacute;s, este tipo de falsidades tamb&amp;eacute;m serve para animar projetos reacion&amp;aacute;rios que visam a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos sindicais, em particular o exerc&amp;iacute;cio da greve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reafirma que n&amp;atilde;o abdicar&amp;aacute; do direito &amp;agrave; greve, nem da luta pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente.&amp;nbsp;Os problemas que justificam esta forma de luta continuam por resolver e a responsabilidade pela sua continuidade pertence a quem persiste em ignor&amp;aacute;-los, desde logo o governo. Aos educadores, aos professores, &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias e &amp;agrave; opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, a Fenprof apela para que se informem com rigor sobre o &amp;acirc;mbito dos pr&amp;eacute;-avisos existentes (que podem ser encontrados em &lt;a href="http://www.fenprof.pt/"&gt;www.fenprof.pt&lt;/a&gt;), rejeitando interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que confundam formas distintas de luta e deturpem os seus objetivos.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/900/80/5/esclarecimentogreve.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b5ca4d06/esclarecimentogreve.jpeg?v=639265695946641312"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 19:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-esclarecimento-e-desinformacao</guid></item><item><title>A Escola Pública exige respostas (álbum de fotografias)</title><link>https://www.spn.pt:443/Imagens/a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem</link><description>A Escola Pública exige respostas (álbum de fotografias)</description><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 00:15:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Imagens/a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem</guid></item><item><title>Para MECI, 400 horários sem professor não são problema!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/envelhecimento-e-falta-de-professores-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es proferidas pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (29/set) confirmam o que a Fenprof h&amp;aacute; muito denuncia &amp;mdash; a falta de professores mant&amp;eacute;m-se como um problema grave nas escolas p&amp;uacute;blicas. Quase tr&amp;ecirc;s semanas ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio das aulas, Fernando Alexandre reconhece que continuam por preencher 664 hor&amp;aacute;rios, 238 dos quais no 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico (1.&amp;ordm; CEB), estando tr&amp;ecirc;s em cada quatro hor&amp;aacute;rios completos por preencher concentrados na regi&amp;atilde;o de Lisboa. Estes n&amp;uacute;meros correspondem, reconhece o gobvernante, a situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que h&amp;aacute; alunos sem professor desde o in&amp;iacute;cio do ano letivo. Pode ser um n&amp;uacute;mero que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considere estatisticamente irrelevante; para cada crian&amp;ccedil;a que continua sem professor, &amp;eacute; 100% do seu problema. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que, enquanto houver alunos sem professor, existe um problema que tem de preocupar quem tem a responsabilidade de garantir o seu direito &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel relativizar a exist&amp;ecirc;ncia de centenas de hor&amp;aacute;rios por preencher em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu peso no conjunto do sistema educativo ou da forma como se distribuem pelo territ&amp;oacute;rio. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios que continua a ser disponibilizado atrav&amp;eacute;s da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola mostra, contudo, que as necessidades de docentes existentes nas escolas s&amp;atilde;o mais amplas do que aquelas que o n&amp;uacute;mero do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por si s&amp;oacute;, permite retratar. Por exemplo, para os alunos que t&amp;ecirc;m professor, as coisas n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o bem &amp;mdash; turmas sobrelotadas em v&amp;aacute;rias escolas, que integram, ainda, alunos com necessidades espec&amp;iacute;ficas, que requerem turmas reduzidas, e milhares de aulas asseguradas com horas extraordin&amp;aacute;rias dos docentes, comprometendo a qualidade da resposta da Escola P&amp;uacute;blica, j&amp;aacute; que significam, para estes profissionais, mais horas de aulas, turmas maiores e com maior heterogeneidade, que, aliados ao envelhecimento da classe docente, aumentam o risco de exaust&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inaceit&amp;aacute;veis as afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Particularmente graves s&amp;atilde;o as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando, referindo-se &amp;agrave; hip&amp;oacute;tese de estes hor&amp;aacute;rios estarem distribu&amp;iacute;dos por todo o territ&amp;oacute;rio, afirma que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria &amp;ldquo;totalmente irrelevante&amp;rdquo; e que &amp;ldquo;400 hor&amp;aacute;rios no pa&amp;iacute;s [...] n&amp;atilde;o &amp;eacute; um problema para ningu&amp;eacute;m&amp;rdquo;, acrescentando que nenhum ministro se preocuparia com esse n&amp;uacute;mero, nem mesmo com o dobro, se estivesse distribu&amp;iacute;do homogeneamente pelo pa&amp;iacute;s. Para a Fenprof, enquanto houver alunos sem professor, existe um problema que tem de preocupar quem tem a responsabilidade de garantir o seu direito &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel relativizar a exist&amp;ecirc;ncia de centenas de hor&amp;aacute;rios por preencher em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu peso no conjunto do sistema educativo ou da forma como se distribuem pelo territ&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o assume particular gravidade tendo em conta o peso que o 1.&amp;ordm; CEB continua a ter entre os hor&amp;aacute;rios por preencher. Neste n&amp;iacute;vel de ensino, a aus&amp;ecirc;ncia de um docente n&amp;atilde;o significa apenas a perda de algumas horas semanais de uma determinada disciplina: significa que uma turma pode ficar sem o professor que assegura a generalidade das aprendizagens e o seu acompanhamento quotidiano. E ser&amp;atilde;o perto de seis mil as crian&amp;ccedil;as sem professor. Pode ser um n&amp;uacute;mero que o ministro da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considere estatisticamente irrelevante; para cada crian&amp;ccedil;a que continua sem professor, &amp;eacute; 100% do seu problema. Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica que determina a gravidade da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da falta de professores em determinadas regi&amp;otilde;es ajuda, isso sim, a identificar a natureza do problema. Se centenas de hor&amp;aacute;rios permanecem sucessivamente por preencher nas mesmas regi&amp;otilde;es, apesar de existirem candidatos dispon&amp;iacute;veis, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio perceber por que raz&amp;atilde;o esses hor&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o suficientemente atrativos para serem ocupados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Por que raz&amp;atilde;o n&amp;atilde;o conseguem as escolas atrair professores?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que causa particular estranheza que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continue a apontar como &amp;ldquo;principal raz&amp;atilde;o&amp;rdquo; para os alunos n&amp;atilde;o terem aulas a alegada &amp;ldquo;inefici&amp;ecirc;ncia do sistema&amp;rdquo; em fazer corresponder &amp;agrave;s necessidades das escolas aos professores dispon&amp;iacute;veis, sustentando que existem simultaneamente &amp;ldquo;milhares de alunos sem aulas e milhares de pessoas qualificadas que querem dar aulas e n&amp;atilde;o conseguem&amp;rdquo;. Se existem pessoas qualificadas dispon&amp;iacute;veis e, simultaneamente, centenas de hor&amp;aacute;rios que permanecem por preencher, concentrados precisamente nas regi&amp;otilde;es onde h&amp;aacute; muito s&amp;atilde;o conhecidas dificuldades em atrair e fixar docentes, a pergunta que se imp&amp;otilde;e &amp;eacute; outra: por que raz&amp;atilde;o n&amp;atilde;o conseguem essas escolas atrair professores?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Portugal evidencia envelhecimento do corpo docente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A contradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna-se ainda mais evidente porque estas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram proferidas precisamente durante a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;em&gt;Education at a Glance 2026&lt;/em&gt;, uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que a OCDE dedica particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; escassez de professores. Os dados relativos a Portugal voltam a evidenciar o envelhecimento do corpo docente e as dificuldades de renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o. No mesmo dia em que se revela que apenas 13,4% dos professores portugueses est&amp;atilde;o satisfeitos com o vencimento, o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aponta a alegada inefici&amp;ecirc;ncia do sistema de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o como principal explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a exist&amp;ecirc;ncia de hor&amp;aacute;rios que continuam por preencher. O pr&amp;oacute;prio Fernando Alexandre reconheceu, neste contexto, que cerca de quatro mil docentes se aposentam anualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados apresentados ajudam, portanto, a identificar um problema estrutural; o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, insiste em apontar o funcionamento do sistema de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o como a sua principal explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E anuncia, como uma das respostas, o desenvolvimento de uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para telem&amp;oacute;vel que permita aos interessados consultar as necessidades de docentes por &amp;aacute;rea geogr&amp;aacute;fica e concorrer mais rapidamente aos hor&amp;aacute;rios dispon&amp;iacute;veis. Uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode facilitar o acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e qualquer melhoria dos procedimentos que permita uma coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais c&amp;eacute;lere dos docentes ser&amp;aacute; positiva. Mas nenhuma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna uma renda comport&amp;aacute;vel, reduz as despesas de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, valoriza vencimentos, melhora as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o ou torna a carreira mais atrativa. A falta de professores exige respostas que atuem sobre as causas que afastam docentes da profiss&amp;atilde;o e tornam tantos hor&amp;aacute;rios dif&amp;iacute;ceis de preencher.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o basta tornar os hor&amp;aacute;rios mais vis&amp;iacute;veis. &amp;Eacute; preciso criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que seja poss&amp;iacute;vel aos professores aceit&amp;aacute;-los.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/900/20/6/miguel-a-lopes.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/1322c065/miguel-a-lopes.jpg?v=639263847437295837"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Miguel A. Lopes&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 16:04:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/envelhecimento-e-falta-de-professores-2026</guid></item><item><title>DMP — 60 anos a defender a profissão! (5/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/dmp-2026</link><description>&lt;h6&gt;05 de outubro de 2026&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Neste dia 5 de outubro, para assinalar o Dia Mundial do Professor, cerca de meio milhar de docentes desfilaram entre o Jardim do Pr&amp;iacute;ncipe Real e o Largo de Cam&amp;otilde;es, em Lisboa. Tr&amp;ecirc;s pontos marcam a agenda reivindicativa: a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estatuto da carreira docente; 6% do PIB para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma efetiva negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e abertura ao di&amp;aacute;logo com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais por parte do governo. J&amp;aacute; no largo Cam&amp;otilde;es, os docentes aprovaram a mo&amp;ccedil;&amp;atilde;o "&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/80/1/DMP2026%20-%20Moção.pdf" target="_blank"&gt;Com as professoras e os professores: 60 anos a defender a profiss&amp;atilde;o, a valorizar o seu estatuto, a dar rosto ao futuro&lt;/a&gt;".&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/gncAQuePnsU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/vRHkeAqSQe8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(00).jpg?v=639268274653941319"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(007).jpg?v=639268274656374098"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(01).jpg?v=639268274658873235"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/dia-mundial-do-professor-2026-a-escola-publica-exige-respostas-os-professores-tambem#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(17).jpeg?v=639268274661117314"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(15).jpeg?v=639268274663035888"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(21).jpg?v=639268274665778758"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de novembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;DMP/Desfile &amp;mdash; Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es/transporte (5/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores e dos professores no desfile do Dia Mundial do Professor, que ter&amp;aacute; lugar no dia 5 de outubro, em Lisboa "Pelo futuro da profiss&amp;atilde;o". O desfile ter&amp;aacute;&amp;nbsp;sa&amp;iacute;da do Pr&amp;iacute;ncipe Real, &amp;agrave;s 14h30, em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Largo Cam&amp;otilde;es, e constituir&amp;aacute; um momento de afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica da profiss&amp;atilde;o docente e de exig&amp;ecirc;ncia de respostas concretas aos problemas que continuam a afetar os professores e as escolas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/322267?newtest=Y" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a7307fb2/autocarro.png?v=638107031542875574"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/322267?newtest=Y" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;INSCRI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&amp;nbsp;/ TRANSPORTE&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;O Dia Mundial do Professor ser&amp;aacute; um momento para educadores e professores demonstrarem, em Lisboa, a sua determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defender uma profiss&amp;atilde;o valorizada, uma carreira dignificada e uma Escola P&amp;uacute;blica com os recursos e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que necessita. Para a Fenprof, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica e dos docentes n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada; &amp;Eacute;, por isso, tempo de investir, valorizar e respeitar quem todos os dias garante o direito &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/80/1/DMP2026%20(desfile).jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/DMP2026%20(desfile).jpeg?v=639262336079810871"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/80/1/DMP2026%20(desfile).jpeg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp; &lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/80/1/WTD2026_(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d82d9/WTD2026_(cartaz).jpg?v=639262336082055180"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 22:06:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/dmp-2026</guid></item><item><title>A Escola Pública exige respostas (01/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/faixa-e-pendoes-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="560" height="314" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1403682351875123%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=560&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves (secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="560" height="314" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F2163853294486211%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=560&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Jos&amp;eacute; Manuel Costa (coordenador do SPN)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/70/8/EBSrodrigues%20de%20freitas05.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e320900b/EBSrodrigues%20de%20freitas05.jpeg?v=639264664669237424"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;30 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O SPN, no &amp;acirc;mbito da Fenprof, vai dar in&amp;iacute;cio &amp;agrave; campanha &amp;ldquo;A Escola P&amp;uacute;blica exige respostas. Os Professores&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m!&amp;rdquo; (01/out) que inclui a afixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de faixas e pend&amp;otilde;es nos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino e em diferentes localidades, interpelando a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de valorizar a Escola P&amp;uacute;blica e a profiss&amp;atilde;o docente.&amp;nbsp;A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica exige investimento nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento, nos recursos e na qualidade das respostas que presta aos alunos e &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias. Mas exige, igualmente, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus profissionais, em particular dos educadores e dos professores, o que passa por medidas concretas ao n&amp;iacute;vel do Estatuto da Carreira Docente, garantindo estabilidade, direitos, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e reconhecimento profissional.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Nesse sentido, o SPN vai assinalar o arranque da campanha nos diferentes distritos do Norte do pa&amp;iacute;s:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Aveiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;​09h45 &amp;mdash; AE Fernando Pessoa (Santa Maria da Feira)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Braga&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;08h30 &amp;mdash; ES Barcelos (Barcelos)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;10h00 &amp;mdash; AE D. Maria Lama&amp;ccedil;&amp;atilde;es (Braga)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Bragan&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;10h30 &amp;mdash; ES Mirandela (Mirandela)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;10h00 &amp;mdash; CE S&amp;eacute; (Bragan&amp;ccedil;a)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;08h30 &amp;mdash; EBS Rodrigues de Freitas / Conservat&amp;oacute;rio de M&amp;uacute;sica do Porto (Porto)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Viana do Castelo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;10h00&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;AE&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Monserrate (Viana do Castelo)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Vila Real&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: left;"&gt;
&lt;li&gt;10h30&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;CE&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Chaves, em Chaves.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Iniciativa conjunta (Porto)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;No mesmo&amp;nbsp;dia (12h00), no &amp;acirc;mbito do anivers&amp;aacute;rio da CGTP-IN, o SPN estar&amp;aacute;, juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas e Sociais do Norte (STFPSN) e o Sindicato Nacional dos Psic&amp;oacute;logos (SNP), no P&amp;oacute;lo Universit&amp;aacute;rio do Porto, junto &amp;agrave; Faculdade de Psicologia e Ci&amp;ecirc;ncias da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Participar&amp;atilde;o nestas iniciativas&amp;nbsp;o secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, Francisco Gon&amp;ccedil;alves e&amp;nbsp;o coordenador do SPN, Jos&amp;eacute; Manuel Costa e dirigentes do departamento do ensino superior, que ir&amp;atilde;o alertar para os problemas do setor e para a falta de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o/ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os sindicatos nas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas por este governo, designadamente na transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Institutos Polit&amp;eacute;cnicos para Universidades e na Lei da Ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;28 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof vai lan&amp;ccedil;ar, no dia 1 de outubro, uma campanha nacional pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica e da profiss&amp;atilde;o docente, levando para a rua a exig&amp;ecirc;ncia de que o governo assuma as suas responsabilidades e concretize o investimento de que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as escolas necessitam. O arranque da campanha contar&amp;aacute; com a presen&amp;ccedil;a, nos v&amp;aacute;rios locais, dos&amp;nbsp;secret&amp;aacute;rios-gerais da Fenprof e de dirigentes que acompanhar&amp;atilde;o as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e contactar&amp;atilde;o educadores, professores, trabalhadores da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;A&amp;nbsp;valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica&amp;nbsp;exige investimento nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento, nos recursos e na qualidade das respostas que presta aos alunos e &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias. Mas exige, igualmente, a&amp;nbsp;valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus profissionais, em particular dos educadores e dos professores, o que passa por medidas concretas ao n&amp;iacute;vel do&amp;nbsp;Estatuto da Carreira Docente e do regime de emprego, garantindo estabilidade, direitos, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e reconhecimento profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&amp;Eacute; esta exig&amp;ecirc;ncia que a Fenprof pretende tornar ainda mais vis&amp;iacute;vel atrav&amp;eacute;s de uma campanha que decorrer&amp;aacute;&amp;nbsp;em todo o pa&amp;iacute;s, designadamente com a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;faixas e pend&amp;otilde;es em diferentes localidades, interpelando a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de valorizar a Escola P&amp;uacute;blica e a profiss&amp;atilde;o docente. O arranque da campanha (1/out) contar&amp;aacute; com a presen&amp;ccedil;a, nos v&amp;aacute;rios locais, dos&amp;nbsp;secret&amp;aacute;rios-gerais da Fenprof e de dirigentes que acompanhar&amp;atilde;o as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e contactar&amp;atilde;o educadores, professores, trabalhadores da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A campanha pretende, assim, mobilizar os docentes e sensibilizar a sociedade para uma realidade que n&amp;atilde;o pode ser ignorada:&amp;nbsp;sem uma Escola P&amp;uacute;blica valorizada e sem docentes valorizados, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel garantir uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade e responder &amp;agrave;s necessidades dos alunos e do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/70/8/faixas2026cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e320900b/faixas2026cartaz.jpg?v=639262327635537574"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 21:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/faixa-e-pendoes-2026</guid></item><item><title>Reuniões e plenários sindicais (em atualização)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/reunioes-e-plenarios-sindicais-2026-2027-em-atualizacao</link><description>&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Ordem de trabalhos (tipo)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Arranque do ano letivo:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;mdash; exames nacionais&lt;br&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&amp;mdash; falta de &lt;/span&gt;rofessores e processo concursal&lt;br&gt;&amp;mdash; hor&amp;aacute;rios e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho&lt;br&gt;&amp;mdash; estatuto do diretor&lt;br&gt;&amp;mdash; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva&lt;br&gt;&amp;mdash; fus&amp;atilde;o dos ciclos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;2) Iniciativas&lt;br&gt;3) Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de delegado sindical&lt;br&gt;4) Outros assuntos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;table class="riscas" width="498" height="131"&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;&lt;th&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Concelho&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;th&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Local / Escola&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;th&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Data&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;th&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Hora&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;th&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Ant&amp;oacute;nio S&amp;eacute;rgio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Carvalhos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;10h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Almeida Garrett&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;14/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;14h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Arq. Oliveira Ferreira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;13/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;EB Sophia de Mello Breyner&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;13/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;10h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;EB Dr. Costa Matos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;12/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;14h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;EB23 Vila d'Este&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;12/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;10h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;VN Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;EB J&amp;uacute;lio Dinis, Grij&amp;oacute;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;08/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;Gondomar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Gondomar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;08/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;15h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;Gondomar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;ES Valbom&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;08/out&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;10h00&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Gondomar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;ES Rio Tinto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;07/out&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;10h00&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;VN Gaia&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;ES Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves extensiva ao AE Valadares&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;01/out&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;15h30&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;VN Gaia&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;EB Escultor Ant&amp;oacute;nio Fernandes de S&amp;aacute;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;30/set&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;10h35&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="117"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;VN Gaia&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="204"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;ES&amp;nbsp;Gaia Nascente&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="85"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;28/set&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;14h00&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="48"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/reunioes-e-plenarios-sindicais-2026-2027-em-atualizacao</guid></item><item><title>Exames — Fenprof entrega queixa à Provedora de Justiça (24/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-2026-provedora-de-justica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o vai deixar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pagamento do trabalho suplementar realizado pelos professores classificadores e relatores dos exames finais nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, no ano letivo 2025/2026, cair no esquecimento, nem prescindir da exig&amp;ecirc;ncia do pagamento de todo o trabalho suplementar e do ressarcimento pelas f&amp;eacute;rias n&amp;atilde;o gozadas. Nesse sentido, entregou no 24 de setembro, &amp;agrave; Provedora de Justi&amp;ccedil;a um pedido de emiss&amp;atilde;o de recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao MECI, visando a reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Despacho n.&amp;ordm; 9472-B/2026 e a garantia do pagamento aos docentes das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legalmente devidas pelo trabalho suplementar efetivamente realizado.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/4NILjvYcpg8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que, na sequ&amp;ecirc;ncia dos problemas ocorridos na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) recorreu ao trabalho suplementar dos docentes e, perante a dimens&amp;atilde;o da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assumiu publicamente o compromisso de que seriam pagas aos professores todas as horas extraordin&amp;aacute;rias realizadas, incluindo o trabalho noturno e o prestado em dias de descanso. Contudo, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posteriormente adotada pelo MECI, atrav&amp;eacute;s do Despacho n.&amp;ordm; 9472-B/2026, de 27 de julho, estabelece um regime distinto daquele que havia sido anunciado.&amp;nbsp;O despacho determina o pagamento de um complemento remunerat&amp;oacute;rio de 1 euro por item classificado em suporte digital, qualificando-o como uma medida de &amp;ldquo;reconhecimento e de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo trabalho adicional requerido&amp;rdquo;, e n&amp;atilde;o como remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho suplementar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, esta solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o d&amp;aacute; cumprimento ao compromisso assumido pelo Governo nem respeita o regime legal aplic&amp;aacute;vel ao trabalho suplementar, ao trabalho noturno e ao trabalho prestado em dias de descanso. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera ainda que a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida aos professores como mero &amp;ldquo;complemento de reconhecimento e de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; suscita quest&amp;otilde;es de legalidade e de conformidade constitucional. E nesse sentido, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entregou &amp;agrave; Provedora de Justi&amp;ccedil;a um pedido de emiss&amp;atilde;o de recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao MECI, visando a reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Despacho n.&amp;ordm; 9472-B/2026 e a garantia do pagamento aos docentes das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legalmente devidas pelo trabalho suplementar efetivamente realizado. A Fenprof considera particularmente importante a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Provedoria de Justi&amp;ccedil;a numa mat&amp;eacute;ria que envolve n&amp;atilde;o apenas a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho realizado pelos professores, mas tamb&amp;eacute;m o cumprimento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral e dos compromissos publicamente assumidos pelo governo.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de setembro&amp;nbsp;de 2026&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No dia 24 de setembro (11h30), a Fenprof re&amp;uacute;ne com a Provedora de Justi&amp;ccedil;a, ou seu representante, para expor a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa ao pagamento do trabalho suplementar realizado pelos professores classificadores e relatores dos exames finais nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, no ano letivo 2025/2026. A reuni&amp;atilde;o foi solicitada na sequ&amp;ecirc;ncia dos problemas ocorridos na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais, que levaram o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) a recorrer ao trabalho suplementar dos docentes. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assumiu publicamente o compromisso de que seriam pagas aos professores todas as horas extraordin&amp;aacute;rias realizadas, incluindo o trabalho noturno e o prestado em dias de descanso. Contudo, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posteriormente adotada pelo MECI, atrav&amp;eacute;s do Despacho n.&amp;ordm; 9472-B/2026, de 27 de julho, estabelece um regime distinto daquele que havia sido anunciado. O despacho determina o pagamento de um complemento remunerat&amp;oacute;rio de 1&amp;euro; por item classificado em suporte digital, qualificando-o como uma medida de &amp;ldquo;reconhecimento e de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo trabalho adicional requerido&amp;rdquo;, e n&amp;atilde;o como remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho suplementar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, esta solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o d&amp;aacute; cumprimento ao compromisso assumido pelo governo nem respeita o regime legal aplic&amp;aacute;vel ao trabalho suplementar, ao trabalho noturno e ao trabalho prestado em dias de descanso. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera ainda que a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida aos professores como mero &amp;ldquo;complemento de reconhecimento e de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; suscita quest&amp;otilde;es de legalidade e de conformidade constitucional. Nesse sentido, entregar&amp;aacute; &amp;agrave; Provedora de Justi&amp;ccedil;a um pedido de emiss&amp;atilde;o de recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao MECI, visando a reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Despacho n.&amp;ordm; 9472-B/2026 e a garantia do pagamento aos docentes das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legalmente devidas pelo trabalho suplementar efetivamente realizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof considera particularmente importante a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Provedoria de Justi&amp;ccedil;a numa mat&amp;eacute;ria que envolve n&amp;atilde;o apenas a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho realizado pelos professores, mas tamb&amp;eacute;m o cumprimento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral e dos compromissos publicamente assumidos pelo governo. A reuni&amp;atilde;o constituir&amp;aacute;, igualmente, uma oportunidade para a Fenprof apresentar &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a os seus argumentos e prestar todos os esclarecimentos necess&amp;aacute;rios sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes envolvidos na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/80/8/luisaneto_tiagopetinga.JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e40ca78b/luisaneto_tiagopetinga.JPG?v=639258049413057498"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Tiago Petinga&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 23:01:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-2026-provedora-de-justica</guid></item><item><title>Profissionalização em serviço — Fenprof pede esclarecimento</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/profissionalizacao-em-servico-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21&amp;nbsp;de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof dirigiu &amp;agrave; Ag&amp;ecirc;ncia para a Gest&amp;atilde;o do Sistema Educativo (AGSE) um pedido de esclarecimento sobre a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o e os crit&amp;eacute;rios adotados no atual Curso de Profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Servi&amp;ccedil;o, nomeadamente sobre a contabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o, a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do percurso formativo, as eventuais dispensas de componentes da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as responsabilidades das diferentes entidades envolvidas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa surge na sequ&amp;ecirc;ncia de contactos de docentes abrangidos pelo processo, que t&amp;ecirc;m colocado d&amp;uacute;vidas sobre diferentes aspetos da sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nomeadamente a contabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o, a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do percurso formativo, as eventuais dispensas de componentes da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as responsabilidades das diferentes entidades envolvidas. A Fenprof tem acompanhado a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos atuais processos de profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o, tendo suscitado, junto do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), no &amp;acirc;mbito das reuni&amp;otilde;es de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente e do regime de recrutamento e sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, diversas quest&amp;otilde;es relacionadas com a sua operacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, num contexto em que a profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o assume particular import&amp;acirc;ncia face &amp;agrave; escassez de docentes profissionalizados, &amp;eacute; fundamental garantir que todos os professores abrangidos disp&amp;otilde;em de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es efetivas para realizar e concluir a sua forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de igualdade, gratuitamente e segundo regras claras, transparentes e uniformemente aplicadas. E questiona, em particular, a AGSE sobre os mecanismos de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o MECI e com as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior envolvidas na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pretende, tamb&amp;eacute;m, saber se existem orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es dirigidas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es parceiras para assegurar uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o uniforme dos crit&amp;eacute;rios e, em caso afirmativo, solicita o acesso a essa documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;Outro dos aspetos suscitados prende-se com os crit&amp;eacute;rios utilizados para contabilizar o tempo de servi&amp;ccedil;o e determinar a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, incluindo a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave; dispensa de componentes da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente do segundo ano da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando aplic&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;A Fenprof considera, ainda, necess&amp;aacute;rio garantir que as diferen&amp;ccedil;as entre modelos e m&amp;eacute;todos de ensino adotados pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior n&amp;atilde;o resultem em tratamentos diferenciados dos docentes abrangidos pelo mesmo regime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este pedido, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pretende obter clareza sobre as regras, responsabilidades e procedimentos aplic&amp;aacute;veis, assegurando maior previsibilidade e seguran&amp;ccedil;a aos docentes e uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o coerente do regime de profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o em todo o pa&amp;iacute;s. E continua a aguardar resposta da AGSE aos pedidos de esclarecimento apresentados sobre a retirada ou exclus&amp;atilde;o de docentes das listas de Mobilidade Interna, por motivo de &amp;ldquo;profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o&amp;rdquo;, incluindo situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de docentes que se encontram a frequentar mestrados em ensino. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera indispens&amp;aacute;vel o esclarecimento urgente destas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, atendendo &amp;agrave;s consequ&amp;ecirc;ncias que podem ter na coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes abrangidos.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/70/2/profissionalizacao.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/898225be/profissionalizacao.jpg?v=639256285010449553" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 22:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/profissionalizacao-em-servico-2026</guid></item><item><title>Candidatura ao apoio à deslocação encerrada (minuta)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/candidatura-ao-apoio-a-deslocacao-encerrada-minuta</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Face &amp;agrave; impossibilidade de formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pedido, o SPN disponibilizam uma &lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/0DAAC3CB13E0D2D8113693AF2BF950CB/requerimento-sobre-indisponibilidade-para-pedido-de-apoio-a-deslocacao.docx"&gt;minuta de requerimento&lt;/a&gt;&amp;nbsp;relativo aos apoios &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstos na lei. Devidamente preenchida, deve ser remetida ao presidente da AGSE, entidade que passou a ter a responsabilidade de tratar estes assuntos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na plataforma SIGRHE continua, portanto, a n&amp;atilde;o ser poss&amp;iacute;vel realizar a candidatura ao apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o criado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 57-A/2024, de 13 de setembro e alargado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 108/2025, de 19 de setembro. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada &amp;eacute;, apenas, &amp;ldquo;Candidatura ao Regime de Apoio Extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; Desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o encerrada temporariamente". A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o pagamento daquele apoio seja feito de forma atempada, pelo que &amp;eacute; urgente que os eventuais problemas t&amp;eacute;cnicos, ou outros, com a plataforma sejam resolvidos de imediato e recusa qualquer penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que s&amp;atilde;o alheios. O uso e envio da minuta &amp;eacute; um meio para pressionar a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas e para garantir que n&amp;atilde;o venham a ser os docentes a arcar com preju&amp;iacute;zos por causa do encerramento de candidaturas que se mant&amp;eacute;m &amp;agrave; data de hoje, 15 de setembro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/candidatura-ao-apoio-a-deslocacao-encerrada-minuta</guid></item><item><title>Docentes doentes não são responsáveis pela falta de docentes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As recentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao destacar a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa s&amp;oacute; semana, de &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo; e ao associar esse n&amp;uacute;mero &amp;agrave; necessidade de substituir outros tantos docentes, estabelecem uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Fenprof rejeita liminarmente &amp;mdash; a falta de professores nas escolas n&amp;atilde;o pode ser imputada aos docentes que se encontram doentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Fernando Alexandre, na semana passada foram recebidos &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;, acrescentando que seriam &amp;ldquo;mais 2000 que ter&amp;atilde;o de ser substitu&amp;iacute;dos&amp;rdquo;. O n&amp;uacute;mero, apresentado isoladamente, pode impressionar, mas exige contextualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, num universo de cerca de 150 mil docentes, igualmente referido pelo ministro, representa o equivalente a duas baixas m&amp;eacute;dicas em 150 trabalhadores, ou seja, aproximadamente 1,3%. No entanto, mais importante do que a dimens&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero &amp;eacute;, por&amp;eacute;m, perceber o que ele efetivamente representa. Quantos correspondem a novas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incapacidade tempor&amp;aacute;ria para o trabalho iniciadas naquela semana e quantos respeitam &amp;agrave; prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a j&amp;aacute; existentes? Com efeito, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade tempor&amp;aacute;ria implica a emiss&amp;atilde;o de um novo CIT, sem que da&amp;iacute; resulte uma nova aus&amp;ecirc;ncia ou uma nova necessidade de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, associar os 2000 atestados recebidos naquela semana a 2000 novas necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o transmite uma ideia que os dados divulgados pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o permitem sustentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Edulog confirma que professores n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o absentistas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o existe fundamento para alimentar a ideia de que os professores recorrem &amp;agrave; baixa m&amp;eacute;dica de forma anormal. Um estudo da Edulog, divulgado em 2024, sobre o absentismo docente, mostra que entre 30% e 40% dos professores nunca faltam e cerca de 50% fazem-no apenas ocasionalmente, concentrando-se 80% dos dias de aus&amp;ecirc;ncia em apenas 10% dos docentes, sobretudo entre os mais envelhecidos e com historial de doen&amp;ccedil;a continuada. Segundo a coordenadora do estudo, esta &amp;eacute; uma realidade semelhante &amp;agrave; de qualquer outra profiss&amp;atilde;o. H&amp;aacute;, ali&amp;aacute;s, um dado particularmente relevante perante as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora proferidas pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; mais de 80% das faltas analisadas no estudo s&amp;atilde;o de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a 30 dias, predominando, entre as aus&amp;ecirc;ncias prolongadas, as que se situam entre 120 e 240 dias. Estamos, portanto, em grande medida, perante situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a prolongada. As necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o por doen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o constituem, por isso, um fen&amp;oacute;meno inesperado que surja subitamente no in&amp;iacute;cio de cada ano letivo. &amp;Eacute; uma realidade conhecida, previs&amp;iacute;vel e quantific&amp;aacute;vel, para a qual o sistema educativo tem de estar preparado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta realidade n&amp;atilde;o pode ser desligada do acentuado envelhecimento da profiss&amp;atilde;o nem da crescente sobrecarga a que os docentes t&amp;ecirc;m vindo a ser sujeitos. O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) reconheceu, em janeiro de 2026, que o recurso &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias constitui uma das medidas do plano +Aulas +Sucesso para reduzir o n&amp;uacute;mero de alunos sem aulas, anunciando que os pagamentos efetuados no m&amp;ecirc;s anterior abrangiam 30 467 professores. Mais recentemente, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 175/2026, de 3 de setembro, manteve e atualizou os mecanismos de recurso ao servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio e &amp;agrave; acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao mesmo tempo que procura incentivar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas de docentes que j&amp;aacute; re&amp;uacute;nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A resposta &amp;agrave; falta de professores continua, assim, a assentar tamb&amp;eacute;m num esfor&amp;ccedil;o acrescido daqueles que permanecem no sistema. &amp;Eacute; particularmente contradit&amp;oacute;rio que se intensifique o trabalho e se procure prolongar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma classe profissional profundamente envelhecida e, simultaneamente, se apresentem as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a como explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um problema que &amp;eacute; estrutural e h&amp;aacute; muito conhecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Professores adoecem, como adoecem os restantes trabalhadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o que deveria preocupar o MECI n&amp;atilde;o &amp;eacute; a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atestados m&amp;eacute;dicos por quem est&amp;aacute; doente, mas a garantia de que o sistema disp&amp;otilde;e dos docentes necess&amp;aacute;rios para substituir aqueles que, temporariamente, n&amp;atilde;o podem exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sobretudo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os atestados apresentados numa determinada semana que explicam um problema que &amp;eacute; estrutural e que j&amp;aacute; existia. Os dados divulgados pela Fenprof mostram que, na semana de 7 a 11 de setembro, foram lan&amp;ccedil;ados em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola 1453 hor&amp;aacute;rios, correspondentes a 25 488 horas, mais 6% e 7%, respetivamente, do que no per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo de 2025. A estimativa aponta para mais de 110 mil alunos sem todos os professores. E a press&amp;atilde;o sobre o sistema continuar&amp;aacute; a aumentar por raz&amp;otilde;es que nada t&amp;ecirc;m a ver com baixas m&amp;eacute;dicas. S&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro aposentam-se 1102 docentes, que sair&amp;atilde;o definitivamente do sistema. &amp;Eacute;, portanto, necess&amp;aacute;rio inverter a discuss&amp;atilde;o. Se o envelhecimento da profiss&amp;atilde;o e as necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o conhecidos, estudados e previs&amp;iacute;veis h&amp;aacute; anos, a pergunta n&amp;atilde;o pode ser por que raz&amp;atilde;o existem professores de baixa. A pergunta que se imp&amp;otilde;e &amp;eacute; outra:&amp;nbsp;por que raz&amp;atilde;o continua o sistema educativo sem dispor de uma reserva de docentes capaz de assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que inevitavelmente devem ocorrer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema da Escola P&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os professores que adoecem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema &amp;eacute; a falta estrutural de professores e a incapacidade, h&amp;aacute; muito identificada, de atrair e manter na profiss&amp;atilde;o docentes em n&amp;uacute;mero suficiente para responder &amp;agrave;s necessidades permanentes das escolas e tamb&amp;eacute;m para assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias que, num sistema com cerca de 150 mil docentes, inevitavelmente ocorrer&amp;atilde;o. Responsabilizar, ainda que implicitamente, os professores que se encontram doentes n&amp;atilde;o resolve um &amp;uacute;nico hor&amp;aacute;rio por preencher. Valorizar a profiss&amp;atilde;o, melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, reduzir a sobrecarga, rejuvenescer o corpo docente e criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que existam professores dispon&amp;iacute;veis onde s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios, sim.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/30/3/estetoscopio_amarelo.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6dac127/estetoscopio_amarelo.jpg?v=639251087245474941"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</guid></item><item><title>Ministro perdido no labirinto que ele próprio criou (25/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de novembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof reuniu, no dia 25 de setembro (14h30), no ISCTE (Lisboa), dirigentes, delegados e ativistas sindicais de todo o pa&amp;iacute;s, num Encontro Nacional de Quadros Sindicais que constituiu um importante momento de reflex&amp;atilde;o, debate e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o reivindicativa para o novo ano de trabalho e de luta. No final, houve uma desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entrega na Presid&amp;ecirc;ncia do Conselho de Ministros de uma mo&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/20/9/Envontro%20de%20quadros%20Moção%20(25-09-2026).pdf" target="_blank"&gt;A Escola P&amp;uacute;blica exige respostas! Os professores tamb&amp;eacute;m!&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;aprovada neste f&amp;oacute;rum sindical.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/h_Qck5nu5rg"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No encerramento do Encontro Nacional de dirigentes, delegados e ativistas sindicais que, reuniu no ISCTE, cerca de meio milhar de docentes, o secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof Francisco Gon&amp;ccedil;alves afirmou que, "apesar de serem medalhas para n&amp;oacute;s, as acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o podem ficar sem resposta". Fernando Alexandre "est&amp;aacute; perdido no labirinto que ele pr&amp;oacute;prio criou" e tenta, mais uma vez, transferir as suas responsabilidades para terceiros. N&amp;atilde;o foi a Fenprof que desmantelou a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Educativa e tomou as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas que geraram todos os problemas verificados na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio no final do ano letivo 2025/2026. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;como &amp;eacute; sua obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi a voz dos professores classificadores que desesperavam em frente ao computador".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/jRceqd65URU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;As acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acabaram por marcar o in&amp;iacute;cio dos trabalhos do Encontro, com o secret&amp;aacute;rio-geral Jos&amp;eacute; Feliciano Costa a lamentar estas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que s&amp;oacute; v&amp;ecirc;m confirmar a postura que Fernando Alexandre tem demonstrado no desempenho do cargo e na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um programa de governo neoliberal. E assinalou tr&amp;ecirc;s eixos de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste governo, que parecem ter em vista a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica: i) o novo estatuto do Diretor, que &amp;eacute; um atropelo &amp;agrave; gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das escolas; ii) a anunciada revis&amp;atilde;o da Lei de Bases do Sistema Educativo, cujos primeiros sinais s&amp;atilde;o muito preocupantes; iii) a revis&amp;atilde;o do regime de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva, que representa um retrocesso de d&amp;eacute;cadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/quadros05.jpeg?v=639259587352091570"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/quadros01.jpeg?v=639259587353482768"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/quadros02.jpeg?v=639259587356501961"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d5e92/quadros18-1.jpeg?v=639259599654802343"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d5e92/quadros28.jpeg?v=639259599656874722"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2b3d5e92/quadros27.jpeg?v=639259599658268394"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/francisco-goncalves-ministro-da-educacao-esta-perdido-no-labirinto-que-ele-proprio-criou#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank" style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Ver + fotografias (Fenprof)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/francisco-goncalves-ministro-da-educacao-esta-perdido-no-labirinto-que-ele-proprio-criou#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/2026_09_25-iscte-nedit-3.jpg?v=639259856726826087"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/2026_09_25-iscte-nedit-42.jpg?v=639259856728985290"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/2026_09_25-desfilepcm-8.jpeg?v=639259856731300867"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Encontro de Quadros &amp;mdash; &amp;Eacute; tempo de organizar e lutar! (25/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Encontro a realizar&amp;nbsp;no dia 25 de setembro (14h30), no ISCTE (Lisboa)&amp;nbsp;de dirigentes, delegados e ativistas sindicais de todo o pa&amp;iacute;s, tem como objetivos: analisar, denunciar e preparar a resposta dos educadores e dos professores &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas educativas de um governo que est&amp;aacute; a degradar os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, a desvalorizar os trabalhadores e a p&amp;ocirc;r em causa direitos fundamentais. E realiza-se num contexto pol&amp;iacute;tico em que se confirmam a continuidade e o aprofundamento de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es reformistas que fragilizam as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado, a Fenprof reafirma que n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que sejam os docentes a pagar o pre&amp;ccedil;o de pol&amp;iacute;ticas que n&amp;atilde;o servem a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, nem quem nela trabalha. A ofensiva sobre direitos e servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, designadamente na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na Sa&amp;uacute;de e na Seguran&amp;ccedil;a Social, exige organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o governo tem acumulado problemas sem apresentar as respostas estruturais que dele se exigem. Em vez de assumir responsabilidades pelas suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o Fernando Alexandre tem procurado transferi-las para as escolas e para os docentes, numa atitude que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o rejeita frontalmente. N&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os docentes que devem responder pelos erros, atrasos, desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e insufici&amp;ecirc;ncias de um sistema que &amp;eacute; responsabilidade do governo assegurar e gerir, surgidos ou agravados com o desmantelamento do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) operado pelo governo, com responsabilidades diretas de Montenegro e Alexandre. &amp;Eacute; particularmente grave esta tentativa de culpabilizar quem, diariamente, mant&amp;eacute;m as escolas a funcionar apesar das dificuldades, desvalorizando o trabalho dos profissionais e desviando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas que est&amp;atilde;o na origem de muitos dos problemas que afetam a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Encontro ser&amp;aacute;, por isso, tamb&amp;eacute;m um espa&amp;ccedil;o para definir prioridades e refor&amp;ccedil;ar a capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, debatendo as mat&amp;eacute;rias que continuam a exigir respostas: valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, hor&amp;aacute;rios, carreira, concursos e recrutamento, falta de professores, gest&amp;atilde;o das escolas e defesa da Escola P&amp;uacute;blica. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o reivindicativa dos docentes e investigadores ser&amp;aacute; enquadrada na luta mais geral dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e na defesa de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida e de trabalho. A Fenprof reafirma que os direitos n&amp;atilde;o se defendem com discursos, nem se conquistam por decreto &amp;mdash; defendem-se e conquistam-se com organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta! Estar&amp;aacute;, ainda, em destaque a defesa da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa e da Lei de Bases do Sistema Educativo, enquanto refer&amp;ecirc;ncias fundamentais de uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, democr&amp;aacute;tica, inclusiva e promotora da igualdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este Encontro constitui, assim, um primeiro momento de mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos quadros sindicais no novo ano de trabalho e de luta. E, por isso, terminar&amp;aacute; com a desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entrega de uma Mo&amp;ccedil;&amp;atilde;o a aprovar no final deste f&amp;oacute;rum sindical, na presid&amp;ecirc;ncia do Conselho de Ministros. Ser&amp;aacute; a partir da reflex&amp;atilde;o coletiva e da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes que ser&amp;atilde;o definidas prioridades de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preparadas as respostas sindicais aos problemas que persistem e &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas que os agravam. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o aceita que se tente desviar para os professores a responsabilidade pelos problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o aceita a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o. E n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que, em nome de falsas inevitabilidades, se continuem a fragilizar a Escola P&amp;uacute;blica e os direitos de quem nela trabalha. Por isso, considera que &amp;eacute; tempo de responder, tempo de organizar e lutar!&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;1&lt;/em&gt;&lt;em&gt;5 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Encontro de Quadros Sindicais (25/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof vai realizar um Encontro de Quadros Sindicais, no dia 25 de setembro, pelas 14h30, no Audit&amp;oacute;rio do ISCTE, em Lisboa. Sob o lema &amp;ldquo;A escola p&amp;uacute;blica exige respostas. Os professores tamb&amp;eacute;m&amp;rdquo;, dirigentes, delegados e ativistas sindicais ir&amp;atilde;o debater temas da atualidade educativa, assim como analisar o processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente, exigindo valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o, j&amp;aacute;! Os transportes ser&amp;atilde;o assegurados pelo SPN, pelo que os interessados devem contactar as respetivas &lt;a href="https://www.spn.pt/Pasta/contactos" target="_blank"&gt;delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/20/9/Encontro%20quadros%20sindicais.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/41654af6/Encontro%20quadros%20sindicais.jpg?v=639251062498542950"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:56:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/encontro-de-quadros-sindicais-25-set-2026</guid></item><item><title>PISA — A necessidade de apostar na Escola Pública</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pisa-a-necessidade-de-apostar-na-escola-publica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Falta de investimento na Escola P&amp;uacute;blica e de respostas que levem &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores n&amp;atilde;o pode deixar de ser considerada na an&amp;aacute;lise aos resultados no Programme for International Student Assessment (PISA). Apesar de os resultados se manterem, nos diferentes dom&amp;iacute;nios, alinhados com a m&amp;eacute;dia da OCDE, &amp;eacute; muito preocupante o aprofundamento das desigualdades. Os alunos mais favorecidos do ponto de vista socioecon&amp;oacute;mico e cultural pontuaram significativamente acima dos alunos menos favorecidos em todos os dom&amp;iacute;nios, com desigualdades maiores em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; m&amp;eacute;dia da OCDE.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A falta de investimento na Escola P&amp;uacute;blica em Portugal tem aprofundado problemas estruturais, diminuindo as respostas &amp;agrave; recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aprendizagens e contribuindo para o aprofundamento das desigualdades, nomeadamente no aumento da percentagem de alunos com &amp;ldquo;pior desempenho&amp;rdquo; (termo usado para designar estes alunos neste relat&amp;oacute;rio).&amp;nbsp;Estes dados confirmam que a escola continua a reproduzir as desigualdades sociais, ao inv&amp;eacute;s de as combater e atenuar e que as pol&amp;iacute;ticas educativas dos &amp;uacute;ltimos anos n&amp;atilde;o foram capazes de garantir respostas eficazes de combate &amp;agrave;s desigualdades e de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sucesso para todos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo reconhecido que os pa&amp;iacute;ses cujos alunos obt&amp;ecirc;m melhores resultados s&amp;atilde;o aqueles que mais investem na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, garantindo melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas e valorizando a profiss&amp;atilde;o de professor. Apesar de Portugal n&amp;atilde;o ter aplicado, no ciclo do PISA 2025, o m&amp;oacute;dulo do question&amp;aacute;rio aos professores, destacam-se as refer&amp;ecirc;ncias ao papel determinante dos professores pelos alunos. N&amp;atilde;o se pode deixar de considerar, para uma melhor an&amp;aacute;lise da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados, o problema estrutural da falta de professores, que se tem vindo a aprofundar. Os resultados do PISA 2025 apenas refor&amp;ccedil;am o que a Fenprof tem vindo a defender &amp;mdash; a necessidade de uma aposta efetiva na Escola P&amp;uacute;blica, assente no refor&amp;ccedil;o do investimento p&amp;uacute;blico, na redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das desigualdades sociais e educativas, na valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e na melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas. Sem medidas desta natureza, ser&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil inverter a tend&amp;ecirc;ncia de crescimento das desigualdades e garantir uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade para todos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pisa-a-necessidade-de-apostar-na-escola-publica</guid></item><item><title>Exames — Ministro determinado em mostrar o que não vale!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-segunda-fase-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os relatos que continuam a chegar de classificadores da 2.&amp;ordf; fase dos exames nacionais revelam uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, a confirmar-se, &amp;eacute; absolutamente inaceit&amp;aacute;vel. Depois de centenas de professores terem assegurado, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es extremamente dif&amp;iacute;ceis, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 1.&amp;ordf; fase, surgem agora orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que determinam que, se um classificador n&amp;atilde;o registar classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es num certo per&amp;iacute;odo de tempo, as provas lhe sejam retiradas e redistribu&amp;iacute;das, ou seja, sem confian&amp;ccedil;a nos professores, Fernando Alexandre continua determinado em mostrar o que n&amp;atilde;o vale!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores j&amp;aacute; deram provas suficientes do seu profissionalismo. Quem continua a falhar &amp;eacute; quem tutela o processo. O MECI deve esclarecer publicamente se esta orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o existe, qual o seu fundamento e que avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o fez do impacto que est&amp;aacute; a ter no normal funcionamento da classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames. Porque a confian&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o se imp&amp;otilde;e por decreto. Conquista-se! E o MECI parece determinado em continuar a destru&amp;iacute;-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores organizam o seu trabalho de forma rigorosa e respons&amp;aacute;vel, come&amp;ccedil;ando por descarregar as provas, analisam-nas cuidadosamente, comparam-nas, fazem anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es em papel ou em suporte digital &amp;mdash; porque a plataforma continua a n&amp;atilde;o disponibilizar ferramentas adequadas de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; e s&amp;oacute; depois procedem ao lan&amp;ccedil;amento das classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Este m&amp;eacute;todo, seguido por muitos professores classificadores para garantir maior rigor e coer&amp;ecirc;ncia, passa a ser penalizado por uma l&amp;oacute;gica burocr&amp;aacute;tica que confunde aus&amp;ecirc;ncia de registos digitais com aus&amp;ecirc;ncia de trabalho. Esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o revela uma inaceit&amp;aacute;vel falta de confian&amp;ccedil;a nos profissionais que todos os anos garantem, com elevado sentido de responsabilidade, um dos processos mais exigentes do sistema educativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois do caos provocado pelo processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames, da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o desigual de trabalho, dos atrasos, das falhas da plataforma e da desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho realizado, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) opta por tratar os professores como se tivessem de provar, de dois em dois dias, que est&amp;atilde;o a trabalhar. &amp;Eacute; uma vis&amp;atilde;o burocr&amp;aacute;tica e profundamente desrespeitadora da profiss&amp;atilde;o docente. O MECI deveria estar preocupado em criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o rigorosa, garantindo plataformas funcionais, crit&amp;eacute;rios est&amp;aacute;veis e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o eficiente. Em vez disso, escolhe mecanismos de controlo que apenas geram mais instabilidade, mais redistribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de provas e maior indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os classificadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem procurado justificar todos os problemas com sucessivas explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas e manter o processo usando o trabalho dos professores mesmo em per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias, usando de grandes elogios ao seu sentido de miss&amp;atilde;o para transferir o &amp;oacute;nus da responsabilidade do sucesso das medidas. Mas aquilo que os professores vivem diariamente n&amp;atilde;o se resolve com despachos, algoritmos ou mecanismos de controlo. Resolve-se com respeito, confian&amp;ccedil;a e compet&amp;ecirc;ncia na gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/500/60/7/ead-prof-jovem.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/71545ed2/ead-prof-jovem.jpg?v=639210436111033816"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 20:20:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-segunda-fase-2026</guid></item><item><title>Exames — Os exames, o digital... E a formação integral (FG)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/os-exames-o-digital-e-a-formacao-integral-fg</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de julho&amp;nbsp;de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves (secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Artigo de opini&amp;atilde;o publicado na&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.publico.pt/2026/07/29/opiniao/opiniao/exames-digital-formacao-integral-2183230" target="_blank"&gt;edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 29 de julho de 2026&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do jornal P&amp;Uacute;BLICO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cacofonia em torno do caos nos exames nada tem ajudado &amp;agrave; reflex&amp;atilde;o sobre o estado do que a escola ensina e os alunos aprendem. A falsa divis&amp;atilde;o, que tolhe o pensamento, entre portadores da luz e habitantes das trevas &amp;ndash; os da cultura e os da ignor&amp;acirc;ncia, os do rigor e os do facilitismo, os da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os empedernidos &amp;ndash; &amp;eacute; mais um agente de confus&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O olhar da Fenprof para este processo parte, como n&amp;atilde;o podia deixar de ser, das viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos direitos laborais dos professores classificadores, problema que ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; resolvido. Para uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical que se preze, os direitos ao descanso semanal, ao gozo de f&amp;eacute;rias e a hor&amp;aacute;rios e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dignos n&amp;atilde;o podem estar a leil&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desaire dos exames do ensino secund&amp;aacute;rio de 2026 tem origem na reforma do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), na extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de organismos, dispensa de milhares de trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Educativa e de todo o conhecimento acumulado, e na sua substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o por contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa de servi&amp;ccedil;os. A isto somou-se a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de digitalizar centralmente todas as provas, de classificar por itens e, n&amp;atilde;o menos importante, uma gest&amp;atilde;o do processo onde o amadorismo e o desenrascan&amp;ccedil;o foram reis e senhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o sistema e, principalmente, para os alunos e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, estes exames est&amp;atilde;o comprometidos. Mesmo que reparados os danos de todos os alunos prejudicados, o princ&amp;iacute;pio da igualdade jamais ser&amp;aacute; cumprido, tendo em conta o carrossel de classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es suspensas, de retifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pautas e os milhares de alunos beneficiados ou prejudicados pelos erros do processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema deste ca&amp;oacute;tico processo n&amp;atilde;o foi t&amp;eacute;cnico nem tecnol&amp;oacute;gico, foi pol&amp;iacute;tico. No entanto, n&amp;atilde;o houve consequ&amp;ecirc;ncias pol&amp;iacute;ticas: o peso do ministro e da tarefa que lhe est&amp;aacute; atribu&amp;iacute;da parecem n&amp;atilde;o ser negoci&amp;aacute;veis para Lu&amp;iacute;s Montenegro. O desmantelamento do MECI, a reforma do estado na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; para cumprir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, a quest&amp;atilde;o dos exames, no que se refere ao que a escola ensina e ao que os alunos aprendem, vai muito al&amp;eacute;m do processo de 2026 &amp;ndash; tem tr&amp;ecirc;s d&amp;eacute;cadas e condiciona cada vez mais as pr&amp;aacute;ticas pedag&amp;oacute;gicas. Por isso, talvez seja importante recuar ao prop&amp;oacute;sito da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ainda resiste no n.&amp;ordm; 1 do art.&amp;ordm; 1.&amp;ordm; da Lei de Bases do Sistema Educativo, Lei 46/86, de 14 de outubro: &amp;ldquo;a garantia de uma permanente ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sociedade&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que condicionamentos trouxeram os exames &amp;agrave; pr&amp;aacute;tica pedag&amp;oacute;gica e &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos e que condicionamentos trar&amp;atilde;o os exames digitais? Que tipo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o se promove quando cresce o trabalho burocr&amp;aacute;tico e o n&amp;uacute;mero de alunos e turmas por professor? Como se ensina o complexo e demorado na era do curto e imediato?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os n&amp;uacute;meros da frequ&amp;ecirc;ncia escolar dos portugueses nos &amp;uacute;ltimos 30 anos, foram fundamentais os exames, o crescimento da oferta do ensino profissional e o alargamento da escolaridade obrigat&amp;oacute;ria para os doze anos. Com a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos&amp;nbsp;&lt;em&gt;rankings&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e o crescimento das vias profissionais, iniciou-se o encaminhamento dos alunos por potencial (escola, curso, turma) e as pr&amp;aacute;ticas pedag&amp;oacute;gicas subjugaram-se ao novo senhor, a nota do exame. Para uma boa nota de exame, a receita passou a ser a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de candidatos e uma pr&amp;aacute;tica centrada no treino para as provas. Os exames l&amp;aacute; foram acompanhando as modas de &amp;eacute;poca: o crescimento do peso das perguntas de escolha m&amp;uacute;ltipla e de resposta curta, concomitante com o decr&amp;eacute;scimo do peso das respostas de desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, chegou a prova digital, o exame digitalizado, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica e o recurso &amp;agrave; Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial. S&amp;oacute; falta mesmo o xeque-mate, o admir&amp;aacute;vel mundo novo do&amp;nbsp;&lt;em&gt;tudo autom&amp;aacute;tico&lt;/em&gt;: da classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos aos contratos por resultados para escolas e para os gestores escolares. Temos referencial para isso: exames, provas finais e provas moda (4.&amp;ordm;, 6.&amp;ordm;, 9.&amp;ordm; 11.&amp;ordm; e 12.&amp;ordm; anos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral do indiv&amp;iacute;duo? Pois&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/500/60/4/fg-autor-4.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/594abca3/fg-autor-4.jpg?v=639209631861071523"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 22:05:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/os-exames-o-digital-e-a-formacao-integral-fg</guid></item><item><title>Exames — IGEC tem o dever de fiscalizar o cumprimento da lei</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-tragicomedia-pagamento-denuncias</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A decis&amp;atilde;o da Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia (IGEC) de proceder ao arquivamento do pedido de averigua&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentado pela Fenprof sobre o registo das horas de trabalho noturno, extraordin&amp;aacute;rio e prestado em dias de descanso semanal pelos professores classificadores dos exames nacionais, por, alegadamente, considerar que n&amp;atilde;o existem ind&amp;iacute;cios de atos il&amp;iacute;citos por parte do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) deixa uma quest&amp;atilde;o particularmente preocupante:&amp;nbsp;estar&amp;aacute; a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o inspetiva a ser instrumentalizada pelo MECI para evitar o apuramento de responsabilidades da pr&amp;oacute;pria administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a IGEC n&amp;atilde;o pode fechar os olhos ao trabalho extraordin&amp;aacute;rio dos professores classificadores.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho noturno e extraordin&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof denunciou situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas de docentes que, durante o processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, tiveram de trabalhar para al&amp;eacute;m do seu hor&amp;aacute;rio normal, incluindo em per&amp;iacute;odo noturno e em dias que deveriam corresponder ao seu descanso semanal. N&amp;atilde;o se tratava de uma quest&amp;atilde;o meramente abstrata ou de uma discuss&amp;atilde;o sobre a natureza do trabalho dos classificadores. O que estava em causa era saber&amp;nbsp;se esse trabalho foi devidamente registado, contabilizado e tratado de acordo com as regras aplic&amp;aacute;veis &amp;agrave; dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho dos docentes. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelece que o hor&amp;aacute;rio semanal dos docentes corresponde a 35 horas e que a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o deve ser objeto do correspondente registo, sem preju&amp;iacute;zo das especificidades legalmente previstas. Por outro lado, o regime dos exames nacionais reconhece expressamente a prioridade das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas essa prioridade&amp;nbsp;n&amp;atilde;o transforma trabalho efetivamente prestado em trabalho inexistente, nem permite apagar horas de trabalho extraordin&amp;aacute;rio, noturno ou realizado em per&amp;iacute;odo de descanso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a resposta da IGE n&amp;atilde;o se dispensa de esclarecer estas quest&amp;otilde;es. E &amp;eacute; precisamente essa insufici&amp;ecirc;ncia que levou a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a requerer a reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do denunciado. O que est&amp;aacute; em causa &amp;eacute; simples:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;em&gt;Se houve professores a trabalhar &amp;agrave; noite, para al&amp;eacute;m do seu hor&amp;aacute;rio e em dias de descanso semanal, onde est&amp;aacute; o registo desse trabalho? Quem determinou ou autorizou essa presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Como foi contabilizada? E que consequ&amp;ecirc;ncias da&amp;iacute; decorrem em mat&amp;eacute;ria de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o basta responder que as tarefas de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o constituem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es priorit&amp;aacute;rias ou que se inserem no &amp;acirc;mbito do processo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa. O desempenho dessas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o constitui autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para criar uma esp&amp;eacute;cie de selva na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho docente. A classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames pode ser priorit&amp;aacute;ria, mas os direitos laborais dos docentes n&amp;atilde;o deixam, por isso, de existir. A Fenprof denunciou publicamente que o processo de 2026 obrigou muitos professores a assegurar classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es extremas, incluindo noites e fins de semana, ao mesmo tempo que o MECI procurava apresentar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;laquo;compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;raquo; baseada no pagamento de um euro por resposta classificada, ou seja, em vez de remunerar devidamente o trabalho realizado, atribuir uma pequena gratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o por ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Questionamento da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o da IGEC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode limitar-se a acolher a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tutela sobre a forma como a pr&amp;oacute;pria organizou e executou um processo.&amp;nbsp;Quando existem den&amp;uacute;ncias concretas sobre um eventual incumprimento das regras relativas ao tempo de trabalho, compete &amp;agrave; entidade competente verificar os factos, exigir e consultar os registos existentes, ouvir os intervenientes e apurar responsabilidades. A Fenprof n&amp;atilde;o aceita, por isso, que a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o inspetiva possa ser utilizada para&amp;nbsp;legitimar retroativamente op&amp;ccedil;&amp;otilde;es do MECI ou para afastar o escrut&amp;iacute;nio sobre as consequ&amp;ecirc;ncias laborais das suas decis&amp;otilde;es. Este caminho corresponde, isso sim, a deslegitimar a IGEC, tornando-a num mero instrumento para branquear a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI, disfar&amp;ccedil;ando os erros cometidos e suportando a sua n&amp;atilde;o repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O problema &amp;eacute; ainda mais grave porque o processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais de 2026 ficou marcado por sucessivas falhas organizativas e t&amp;eacute;cnicas, com forte press&amp;atilde;o sobre os professores classificadores. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o denunciou atrasos, problemas na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas, acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de itens e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho particularmente exigentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IGEC deve contribuir para esclarecer os factos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante este contexto, a IGEC deveria contribuir para esclarecer os factos e garantir o cumprimento da lei &amp;mdash;&amp;nbsp;n&amp;atilde;o para encerrar administrativamente uma quest&amp;atilde;o que permanece por esclarecer.&amp;nbsp;Uma coisa deve ficar clara:&amp;nbsp;o trabalho realizado pelos professores n&amp;atilde;o pode ser apagado dos registos, nem transformado em trabalho gratuito por decis&amp;atilde;o administrativa.&amp;nbsp;E se a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa imp&amp;ocirc;s ou permitiu trabalho extraordin&amp;aacute;rio, noturno ou em dias de descanso semanal,&amp;nbsp;deve assumi-lo, regist&amp;aacute;-lo e garantir aos docentes os direitos que decorrem da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse trabalho. A IGEC tem o dever de fiscalizar o cumprimento da lei.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/594ab8e0/igecmeci_c.jpg?v=639256318231709821"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;04 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Exames &amp;mdash; Press&amp;atilde;o para altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de f&amp;eacute;rias exige interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da IGEC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof apresentou uma exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia (IGEC) denunciando um conjunto de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ocorridas durante o processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais, com particular destaque para as press&amp;otilde;es exercidas sobre docentes classificadores para alterarem ou prescindirem de per&amp;iacute;odos de f&amp;eacute;rias previamente aprovados.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os relatos recebidos, diversos professores foram instados por dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de agrupamentos e escolas n&amp;atilde;o agrupadas a deslocarem-se aos servi&amp;ccedil;os administrativos para procederem &amp;agrave; altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias j&amp;aacute; autorizado, invocando necessidades relacionadas com a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais. A informalidade no tratamento das convocat&amp;oacute;rias e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o tem sido instrumento para pressionar a aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes. Em muitos casos, os diretores n&amp;atilde;o as emitiram, escudando-se e substituindo-as por informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do J&amp;uacute;ri Nacional de Exames que n&amp;atilde;o tem compet&amp;ecirc;ncia para convocar docentes e distribuir-lhes servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; grave. O necess&amp;aacute;rio gozo de f&amp;eacute;rias constitui um direito fundamental dos trabalhadores, protegido pela lei, n&amp;atilde;o podendo ser restringido ou alterado sem o cumprimento dos pressupostos legalmente previstos. A mera exist&amp;ecirc;ncia de dificuldades organizativas ou de atrasos no processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames n&amp;atilde;o serve de fundamento para exigir aos docentes que renunciem a um direito que lhes assiste, ou que aceitem alterar o per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias anteriormente autorizado. Importa recordar que muitos dos constrangimentos verificados neste processo resultaram de problemas de decis&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica, de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos procedimentos adotados para os exames nacionais, realidade implicitamente reconhecida pelo pr&amp;oacute;prio Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) ao decidir adiar o in&amp;iacute;cio do pr&amp;oacute;ximo ano letivo do ensino secund&amp;aacute;rio. Contudo, o reconhecimento das dificuldades n&amp;atilde;o pode traduzir-se na transfer&amp;ecirc;ncia das suas consequ&amp;ecirc;ncias para os professores, impondo-lhes sacrif&amp;iacute;cios adicionais, colocando em causa os seus direitos laborais e fazendo perigar a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que necessitam para enfrentar um novo ano escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, foram reportadas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es generalizadas de aus&amp;ecirc;ncia de convocat&amp;oacute;rias formais para o servi&amp;ccedil;o de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de falta de transpar&amp;ecirc;ncia nos crit&amp;eacute;rios de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e uma acentuada informalidade na gest&amp;atilde;o de um processo que exige rigor, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e respeito pelas normas em vigor. Perante estes factos, a Fenprof solicitou &amp;agrave; IGEC que averigue as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es denunciadas, apure eventuais irregularidades e promova as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para garantir que, no futuro, os procedimentos respeitem integralmente a lei e os direitos dos docentes. Seria intoler&amp;aacute;vel que o registo de informalidade e de falta de rigor que serviu para criar press&amp;atilde;o sobre os professores se instalasse nas pr&amp;aacute;ticas de gest&amp;atilde;o das escolas e agrupamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores t&amp;ecirc;m demonstrado um elevado sentido de responsabilidade, assegurando o funcionamento de um processo particularmente exigente. Esse compromisso n&amp;atilde;o pode, por&amp;eacute;m, ser confundido com disponibilidade para abdicar de direitos legalmente consagrados e que correspondem a necessidades reais dos docentes, nem servir para resolver consequ&amp;ecirc;ncias gravosas de decis&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas como a do desmantelamento de servi&amp;ccedil;os do MECI e colmatar defici&amp;ecirc;ncias de planeamento e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa. Respeitar os docentes &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m respeitar a Escola P&amp;uacute;blica. &amp;Eacute;, por isso, indispens&amp;aacute;vel que sejam adotadas medidas que impe&amp;ccedil;am a repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e que garantam que nenhum professor volte a ser pressionado, indevidamente, a alterar f&amp;eacute;rias ou a prescindir de direitos para suprir falhas do sistema. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que a IGEC tem compet&amp;ecirc;ncia para atuar com esse fim.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Exames &amp;mdash; Fenprof apresenta denuncia &amp;agrave; IGEC e &amp;agrave; ACT&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof apresentou participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia (IGEC) e &amp;agrave; Autoridade para as Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho (ACT), denunciando os prop&amp;oacute;sitos do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) quanto ao pagamento ilegal do trabalho extraordin&amp;aacute;rio decorrente do servi&amp;ccedil;o de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais e quanto &amp;agrave;s press&amp;otilde;es exercidas pelo MECI sobre os professores classificadores (31/jul).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o contesta a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI de remunerar o trabalho extraordin&amp;aacute;rio dos professores classificadores atrav&amp;eacute;s do pagamento de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1&amp;euro;, por resposta classificada&lt;/strong&gt;. Em vez de falar de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo trabalho, em conson&amp;acirc;ncia com o que a lei prescreve, o MECI escuda-se nas ideias de &amp;ldquo;reconhecimento&amp;rdquo; especial e de &amp;ldquo;compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; por trabalho adicional para apresentar tal pagamento. Esta decis&amp;atilde;o constitui uma afronta aos docentes, depois de um processo que os obrigou a trabalhar em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es absolutamente excecionais, de enorme sobrecarga e penosidade, com prolongamento de hor&amp;aacute;rios e, em muitos casos, durante dias de descanso semanal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho suplementar est&amp;aacute; legalmente regulado, existindo disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es claras quanto &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sua presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; respetiva remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, o que se exige &amp;eacute; o cumprimento integral da lei. As entidades a quem a Fenprof apresentou as participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ter interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta mat&amp;eacute;ria, tendo em conta as suas compet&amp;ecirc;ncias legais. Em todo o caso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, necessariamente, exige que o MECI assuma as suas responsabilidades. &amp;Eacute; obrigat&amp;oacute;rio que respeite os direitos dos professores e que cumpra a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral aplic&amp;aacute;vel ao trabalho suplementar que realizaram e est&amp;atilde;o a realizar. A Fenprof n&amp;atilde;o aceita que os professores classificadores &amp;mdash; que est&amp;atilde;o a responder aos problemas criados pelo MECI, em consequ&amp;ecirc;ncia do desmantelamento dos servi&amp;ccedil;os de que dispunha &amp;mdash;, sejam tratados com uma esp&amp;eacute;cie de benevol&amp;ecirc;ncia esmolar que n&amp;atilde;o valoriza, na verdade, o trabalho realizado. O MECI tem, isso sim, de cumprir a lei.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/500/50/4/young-study.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/594ab8e0/young-study.jpg?v=639208558799038766"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific, download gratuito&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Exames &amp;mdash; Tragicom&amp;eacute;dia at&amp;eacute; no modelo de pagamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas de exame est&amp;aacute; a transformar-se numa verdadeira tragicom&amp;eacute;dia. Agora, a Fenprof considera inaceit&amp;aacute;vel o modelo de pagamento imposto aos professores classificadores. Depois do caos, dos erros, das falhas do sistema e da desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que marcaram este processo, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) e o governo parecem querer acrescentar uma nova dimens&amp;atilde;o ao esc&amp;acirc;ndalo &amp;mdash; a forma como pretendem remunerar o trabalho extraordin&amp;aacute;rio realizado pelos professores classificadores.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fenprof considera absolutamente inaceit&amp;aacute;vel que, perante um processo que obrigou professores a trabalhar em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es excecionais e, em muitos casos, em dias suplementares de descanso semanal, se pretenda agora estabelecer uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assente no pagamento de&amp;nbsp;1&amp;euro; por resposta classificada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Que equidade &amp;eacute; esta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num mesmo per&amp;iacute;odo de uma hora, haver&amp;aacute; professores que conseguiram classificar 20 itens e outros que, pelas caracter&amp;iacute;sticas das provas, pelos procedimentos impostos ou pelas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas do processo, n&amp;atilde;o conseguiram classificar mais do que seis. Como pode o MECI considerar justo um modelo que cria diferen&amp;ccedil;as t&amp;atilde;o profundas na remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um trabalho que foi realizado no cumprimento de uma convocat&amp;oacute;ria oficial e de uma mesma responsabilidade? E que dizer dos professores que, por esta via, poder&amp;atilde;o receber uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o equivalente a 6&amp;euro; por hora de trabalho? &amp;Eacute; isto que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entende por valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho dos professores?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fernando Alexandre fez quest&amp;atilde;o de assumir pessoalmente a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste processo e garantiu que, perante as dificuldades criadas pelo sistema, seriam asseguradas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias, incluindo o pagamento de trabalho extraordin&amp;aacute;rio. Agora, perante o evidente falhan&amp;ccedil;o do modelo montado pelo MECI, pretende justificar-se uma remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, em determinados casos, poder&amp;aacute; ficar muito aqu&amp;eacute;m do valor correspondente ao trabalho efetivamente realizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que este tratamento &amp;eacute; uma afronta aos professores e uma ofensa &amp;agrave; sua intelig&amp;ecirc;ncia e dignidade profissional. Os professores n&amp;atilde;o podem ser responsabilizados pelas falhas de um sistema que n&amp;atilde;o criaram. N&amp;atilde;o podem ser penalizados por procedimentos que lhes foram impostos. E n&amp;atilde;o podem ser convocados para trabalhar em dias de descanso semanal para, no final, verem esse trabalho desvalorizado atrav&amp;eacute;s de um modelo de pagamento que n&amp;atilde;o garante sequer uma remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa e equitativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a Fenprof exige esclarecimentos e denunciar&amp;aacute;, junto da Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia, todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que revelem injusti&amp;ccedil;a ou desigualdade na compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;da aos professores classificadores, n&amp;atilde;o permitindo que esta mat&amp;eacute;ria seja esquecida no meio da confus&amp;atilde;o que marcou todo o processo de exames. O governo n&amp;atilde;o pode exigir aos professores profissionalismo, rigor e disponibilidade quando &amp;eacute; o MECI que falha na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo e, depois, pretende desvalorizar o trabalho daqueles que foram chamados a corrigir os seus erros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que Fernando Alexandre deve explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos professores e que basta de pedidos de desculpa. A classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas de exame n&amp;atilde;o pode transformar-se numa tragicom&amp;eacute;dia em que, no final, s&amp;atilde;o sempre os professores a pagar a fatura da incompet&amp;ecirc;ncia do sistema. Em comunicado, a Fenperof considera que &amp;ldquo;isto &amp;eacute; grave, &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel e n&amp;atilde;o pode passar em claro&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/fenprof-diz-que-modelo-de-remuneracao-dos-exames-afronta-os-professores/18110533" target="_blank"&gt;Fenprof diz que modelo de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames afronta os professores &lt;span style="color: #333333;"&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;JN&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;article class="content-item artigo"&gt;
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&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;
&lt;div class="field field-type-htmlfield field-name-editor-content"&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.dn.pt/sociedade/fenprof-defende-que-modelo-de-remunerao-dos-exames-afronta-professores" target="_blank"&gt;Fenprof critica modelo de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames: um euro por resposta &amp;eacute; &amp;ldquo;afronta&amp;rdquo; aos professores&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;DN&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.rtp.pt/noticias/politica/esta-medida-e-ridicula-fenprof-acusa-fernando-alexandre-de-falta-de-respeito-pelos-professores_v1756225" target="_blank"&gt;"Esta medida &amp;eacute; rid&amp;iacute;cula". Fenprof acusa Fernando Alexandre de falta de respeito pelos professores&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;mdash; RTP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://sicnoticias.pt/pais/educacao/2026-07-28-fenprof-diz-que-modelo-de-remuneracao-dos-exames-e-uma-afronta-e-ofensa-aos-professores-427a3f81" target="_blank"&gt;Fenprof diz que modelo de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames &amp;eacute; uma "afronta" e "ofensa" aos professores &lt;span style="color: #333333;"&gt;&amp;mdash; SIC Not&amp;iacute;cias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/section&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;hr&gt;</description><pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-tragicomedia-pagamento-denuncias</guid></item><item><title>Exames — Fenprof ao lado dos estudantes (24/jul)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-fenprof-solidaria-com-os-estudantes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;No dia 24 de julho, a Fenprof esteve, uma vez mais, ao lado dos estudantes que se manifestaram junto ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) para denunciar o caos verificado no processo dos exames nacionais e exigir responsabilidades pol&amp;iacute;ticas pelas falhas ocorridas. Os estudantes exidiram a demiss&amp;atilde;o de Fernando Alexandre.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O protesto, que reuniu diversas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es estudantis e juvenis, decorreu no dia em que terminou a 2.&amp;ordf; fase dos exames nacionais. Os estudantes alertaram para o facto de a equidade do processo ter ficado comprometida na 1.&amp;ordf; fase e manifestaram s&amp;eacute;rias d&amp;uacute;vidas quanto &amp;agrave; capacidade do MECI em garantir que os mesmos problemas n&amp;atilde;o se repitam. Durante a iniciativa, foram exigidos esclarecimentos e responsabilidades pol&amp;iacute;ticas, tendo os estudantes presentes pedido a demiss&amp;atilde;o do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reafirma a sua solidariedade com os estudantes e sublinha que os problemas verificados n&amp;atilde;o se esgotam nas explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;iacute;ndole inform&amp;aacute;tico. S&amp;atilde;o, antes, consequ&amp;ecirc;ncia do desinvestimento na Escola P&amp;uacute;blica e do enfraquecimento da capacidade de resposta dos servi&amp;ccedil;os do MECI, em resultado de uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica intencional de desmantelar todo um minist&amp;eacute;rio, depauperando-o de recursos materiais e humanos. Al&amp;eacute;m do necess&amp;aacute;rio apuramento de responsabilidades e da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas que garantam transpar&amp;ecirc;ncia, rigor e confian&amp;ccedil;a em todo o processo, &amp;eacute; cada vez mais urgente o investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na mais que justa e necess&amp;aacute;ria valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[clicar nas imagens]&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/753893729_1069728018912356_2657284212046324824_n.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/753893729_1069728018912356_2657284212046324824_n.jpg?v=639207725335508325"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/756807651_1069728025579022_9043522176506754294_n.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/756807651_1069728025579022_9043522176506754294_n.jpg?v=639207725336419925"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/754587936_1069728055579019_3229292473252879711_n.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/754587936_1069728055579019_3229292473252879711_n.jpg?v=639207725337224081"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/752781924_1069728042245687_9085359360020313861_n.jpg?v=639207725338727858"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Exames &amp;mdash; Fenprof solid&amp;aacute;ria com os estudantes! (20/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os estudantes mobilizaram-se para denunciar os graves problemas ocorridos no processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados dos exames nacionais, participando em iniciativas realizadas no Porto e em Lisboa (20/jul). A Fenprof marcou, naturalmente, presen&amp;ccedil;a solid&amp;aacute;ria.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Porto, o protesto, promovido por alunos do ensino secund&amp;aacute;rio, realizou-se junto &amp;agrave; Escola Art&amp;iacute;stica Soares dos Reis. Foi poss&amp;iacute;vel confirmar que muitos deles foram afetados por erros na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos ficheiros das provas. Os alunos manifestaram ainda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto &amp;agrave; possibilidade de estas falhas se virem a repetir na 2.&amp;ordf; fase dos exames nacionais; de tarde, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o deu-se junto ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), na qual o movimento "Voz aos Estudantes", exigiu esclarecimentos e responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica pelas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es verificadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em ambos os espa&amp;ccedil;os, os alunos denunciaram que os problemas ocorridos n&amp;atilde;o podem ser reduzidos a simples falhas inform&amp;aacute;ticas. S&amp;atilde;o, antes, consequ&amp;ecirc;ncia de d&amp;eacute;cadas de desinvestimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na Escola P&amp;uacute;blica e resultam do progressivo desmantelamento da capacidade de resposta do MECI, atrav&amp;eacute;s da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estruturas e recursos humanos, sem a garantia da manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade dos servi&amp;ccedil;os prestados. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna-se ainda mais preocupante quando persistem escolas sem acesso integral &amp;agrave;s provas e pautas com classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em falta, precisamente no momento em que os alunos necessitam de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fi&amp;aacute;vel para poderem tomar decis&amp;otilde;es relativas &amp;agrave;s candidaturas ao ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof reafirma a sua solidariedade com os estudantes e considera indispens&amp;aacute;vel o apuramento de responsabilidades, bem como a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente de medidas que garantam transpar&amp;ecirc;ncia, rigor, confian&amp;ccedil;a e o pleno funcionamento de todos os procedimentos associados &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa e ao acesso ao ensino superior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/examesestudantes%20(2).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/examesestudantes%20(2).jpeg?v=639202570160678046"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/examesestudantes%20(3).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/examesestudantes%20(3).jpeg?v=639202570162070713"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/examesestudantes%20(1).jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/examesestudantes%20(1).jpeg?v=639202570163440904"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/80/3/examesestudantes%20(4).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77c9f/examesestudantes%20(4).jpeg?v=639202570165197492"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 17:56:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-fenprof-solidaria-com-os-estudantes</guid></item><item><title>Exames — Milhares com a vida “Suspensa”!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-milhares-com-a-vida-suspensa</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fernando Alexandre e a pedagogia da culpa. O ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o conseguiu um feito raro &amp;mdash; transformar um processo nacional de exames, que deveria transmitir confian&amp;ccedil;a e rigor, num exemplo de improvisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desconfian&amp;ccedil;a, originando que milhares de profissionais, jovens e fam&amp;iacute;lias fiquem com a vida em suspenso.&amp;nbsp;As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Fernando Alexandre, constituem um caso de estudo, uma vez que aos simp&amp;aacute;ticos&amp;nbsp;louvores e&amp;nbsp;pedidos de desculpa aos professores&amp;nbsp;pelo trabalho feito,&amp;nbsp;segue-se a exig&amp;ecirc;ncia de trabalho mission&amp;aacute;rio a quem trabalha nas escolas e tem tarefas na publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de resultados. Nenhum trabalhador das escolas est&amp;aacute; obrigado, a n&amp;atilde;o ser que seja expressamente convocado e nos termos legalmente previstos, a trabalhar &amp;agrave; noite e ao fim de semana.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; verdade que as notas dos exames do secund&amp;aacute;rio l&amp;aacute; acabaram por ser&amp;nbsp;publicadas, apesar de haver milhares em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;suspensa&amp;rdquo;. Contudo, importa salientar que tal s&amp;oacute; foi poss&amp;iacute;vel gra&amp;ccedil;as ao brio profissional, ao sentido de responsabilidade, &amp;agrave; capacidade de sacrif&amp;iacute;cio e &amp;agrave; abnega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de classificadores, que, apesar de destratados e desrespeitados pela tutela, o conseguiram garantir. Mas isso n&amp;atilde;o apaga o caos que marcou todo o processo. Neste momento, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que teve como &amp;uacute;nico objetivo o cumprimento de calend&amp;aacute;rio, veio confirmar os avisos e receios de muitos: havia erros graves que n&amp;atilde;o garantiam a fiabilidade e a confian&amp;ccedil;a do processo, e as classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nunca deveriam ter sido publicadas naquelas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Apagar um inc&amp;ecirc;ndio n&amp;atilde;o significa que ele nunca tenha existido e, neste caso, &amp;eacute; bem poss&amp;iacute;vel que a fase de rescaldo venha a ser marcada por graves reacendimentos. Um dos que j&amp;aacute; se identifica &amp;eacute; o enorme n&amp;uacute;mero de notas suspensas, que, desde logo, coloca em causa a equidade e frustra as leg&amp;iacute;timas expectativas dos alunos e das suas fam&amp;iacute;lias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num momento como este, esperar-se-ia de um ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, antes de tudo, a plena e inequ&amp;iacute;voca assun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de responsabilidades e a consequente procura de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o problema. Mas este, ao inv&amp;eacute;s, preferiu distribuir culpas. Primeiro, os professores, acusados de resistirem &amp;agrave; mudan&amp;ccedil;a. Depois, o J&amp;uacute;ri Nacional de Exames, por, alegadamente, fornecer informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es erradas. Depois, novamente os professores, por n&amp;atilde;o estarem dispon&amp;iacute;veis para classificar, quando, afinal, havia centenas de classificadores dispon&amp;iacute;veis, que apenas n&amp;atilde;o conseguiram evitar os atrasos por n&amp;atilde;o receberem os itens na plataforma.&amp;nbsp;E nem os diretores escaparam, tratados como se bastasse um telefonema para os responsabilizar por resolver problemas criados pela pr&amp;oacute;pria tutela. Ficaram, ainda, por explicar os milh&amp;otilde;es de euros anunciados para resolver a falta de professores e o pagamento das horas extraordin&amp;aacute;rias. Promessas n&amp;atilde;o faltaram, mas quanto a esclarecimentos, esses ficaram pelo caminho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ironia &amp;eacute; evidente: um ministro, alegando modernizar a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acaba por protagonizar um dos processos de exames mais atribulados na Hist&amp;oacute;ria da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal. E, no final, procura convencer o pa&amp;iacute;s que todos falharam...&amp;nbsp;exceto quem tinha o dever de garantir que o sistema funcionava!&amp;nbsp;Resta, agora, uma quest&amp;atilde;o inevit&amp;aacute;vel: depois de tantos erros, contradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e suspei&amp;ccedil;&amp;otilde;es lan&amp;ccedil;adas sobre as pr&amp;oacute;prias estruturas do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que&amp;nbsp;confian&amp;ccedil;a podem&amp;nbsp;alunos, fam&amp;iacute;lias e escolas depositar neste processo?&amp;nbsp;&amp;Agrave; medida que v&amp;atilde;o sendo publicados os resultados, constata-se que s&amp;atilde;o milhares as notas suspensas e confirma-se o que mais se temia - o processo est&amp;aacute; inevitavelmente comprometido, faltando ainda conhecer a verdadeira dimens&amp;atilde;o dos problemas e suas consequ&amp;ecirc;ncias. O governo n&amp;atilde;o pode fingir que nada aconteceu. Avan&amp;ccedil;ar para a segunda fase como se nada de errado tivesse ocorrido na primeira n&amp;atilde;o &amp;eacute; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;excecionais&amp;nbsp;obrigam a solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es excecionais. Os alunos n&amp;atilde;o podem ser cobaias de experimentalismos ministeriais. E o ministro n&amp;atilde;o pode sair impune.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/60/3/exaamesantoniocotrim.JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c794a5/exaamesantoniocotrim.JPG?v=639199879779967702" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa / Ant&amp;oacute;nio Cotrim&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;</description><pubDate>Sat, 18 Jul 2026 15:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-milhares-com-a-vida-suspensa</guid></item><item><title>ESI — Plenário online de docentes do IPP (20/jul)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-plenario-online-de-docente-do-ipp-20-jul</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O processo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto para Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto tem vindo a suscitar um crescente conjunto de preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os docentes. As publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de diplomas legais relativos ao processo de convers&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico de Leiria vieram agravar todas as inquieta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://us06web.zoom.us/meeting/register/cAe1u4uKTzWsbSrv-PLxOA#/registration" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b6b44406/20jul.jpg?v=639198181958928876"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://us06web.zoom.us/meeting/register/cAe1u4uKTzWsbSrv-PLxOA#/registration" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; Assistir ao plen&amp;aacute;rio online (20/jul, 18h)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://us06web.zoom.us/meeting/register/cAe1u4uKTzWsbSrv-PLxOA#/registration"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Apesar das insistentes dilig&amp;ecirc;ncias dos Sindicatos e da Fenprof para que os trabalhadores e as suas estruturas representativas sejam ouvidos e envolvidos nestes processos, a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada continua a ser insuficiente e pouco transparente. Entretanto, os dados que o SPN recolheu entre os docentes destas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es revelam&amp;nbsp;&amp;mdash; entre as principais preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes &amp;mdash;, destacam-se os cortes significativos nas horas de contacto com os estudantes, em particular nas horas de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o tutorial e de acompanhamento de est&amp;aacute;gios, com impactos previs&amp;iacute;veis na qualidade da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o docente, especialmente para os professores contratados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Persistem, igualmente, d&amp;uacute;vidas quanto ao enquadramento dos docentes na futura carreira universit&amp;aacute;ria (categoria e escal&amp;atilde;o) aumentam preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave; (n&amp;atilde;o) garantia de equipara&amp;ccedil;&amp;atilde;o / manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es atualmente ocupadas, quer aos docentes de carreira quer aos convidados. Particular preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o merece a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes com t&amp;iacute;tulo de especialista, profissionais que t&amp;ecirc;m estado entre os pilares do desenvolvimento e da identidade do Ensino Polit&amp;eacute;cnico. Os relatos que chegam de v&amp;aacute;rias escolas apontam para processos de desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva destes professores, colocando em causa o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo de anos e limitando as suas perspetivas de progress&amp;atilde;o ou mesmo de continuidade do v&amp;iacute;nculo laboral. Ao mesmo tempo, s&amp;atilde;o cada vez mais evidentes sinais de centraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das decis&amp;otilde;es e de afastamento dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, acompanhados por op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de natureza estritamente economicista, que ignoram as especificidades das diferentes escolas e cursos. A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es uniformes para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas de contacto, independentemente das caracter&amp;iacute;sticas da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministrada, suscita s&amp;eacute;rias reservas quanto &amp;agrave;s consequ&amp;ecirc;ncias para a qualidade pedag&amp;oacute;gica e para futuras avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e acredita&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos cursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante este cen&amp;aacute;rio, importa promover um espa&amp;ccedil;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, debate e reflex&amp;atilde;o coletiva sobre os desafios que se colocam aos docentes e principalmente sobre as formas de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias para garantir a defesa dos nossos direitos, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e tamb&amp;eacute;m qualidade do ensino superior p&amp;uacute;blico. O SPN convida todos os docentes do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto a participar&amp;nbsp;neste plen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-plenario-online-de-docente-do-ipp-20-jul</guid></item><item><title>Exames — Primeiro-ministro responsabiliza professores!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-primeiro-ministro-ataca-professores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es proferidas pelo primeiro-ministro, Lu&amp;iacute;s Montenegro, no encontro partid&amp;aacute;rio realizado sobre o Estado da Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o (14/jul), constituem um ataque inadmiss&amp;iacute;vel aos professores e uma inaceit&amp;aacute;vel tentativa de desviar as responsabilidades pol&amp;iacute;ticas do governo relativamente ao caos instalado no processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas de exame do ensino secund&amp;aacute;rio.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/7WjzmttQMS4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao relacionar as dificuldades verificadas com a discord&amp;acirc;ncia de alguns professores em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao modelo adotado e ao insinuar que estes n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o a revelar o profissionalismo exig&amp;iacute;vel, o primeiro-ministro ultrapassou todos os limites do aceit&amp;aacute;vel. Pior, ainda, quando Lu&amp;iacute;s Montenegro escamoteia qualquer responsabilidade pol&amp;iacute;tica, admitindo a custo algumas falhas eventuais, porventura t&amp;eacute;cnicas, de dentro do seu governo e do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI). Na mesma linha, Fernando Alexandre (15/jul) tenta transferir para os professores, responsabilidades que s&amp;atilde;o do MECI/governo, acusando-os de denunciar falhas que, nas suas palavras, s&amp;atilde;o falsas, para chegar ao c&amp;uacute;mulo de transformar em acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a necessidade que alguns professores tiveram de entrar em baixa por doen&amp;ccedil;a. Se isto n&amp;atilde;o &amp;eacute; irresponsabilidade pol&amp;iacute;tica!...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trata-se de uma atitude despropositada, arrogante e profundamente injusta para com milhares de docentes que, apesar de todas as dificuldades criadas, continuam a assegurar, com enorme sentido de responsabilidade e muito esfor&amp;ccedil;o, um trabalho exigente e decisivo para o futuro de dezenas de milhares de alunos. A Fenprof rejeita categoricamente qualquer tentativa de imputar aos professores responsabilidades que pertencem exclusivamente ao MECI/governo. Os problemas que se t&amp;ecirc;m sucedido resultam de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas e administrativas do governo e, em particular, do minist&amp;eacute;rio de Fernando Alexandre, com a forma precipitada e arrogante, contra todos os avisos, como optou por generalizar o processo de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apesar da deficiente prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, das falhas na digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas, dos erros na gest&amp;atilde;o dos ficheiros, das incorre&amp;ccedil;&amp;otilde;es na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos itens pelos classificadores e da manifesta incapacidade para acompanhar e controlar todo o processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&amp;atilde;o estes erros sucessivos que explicam o clima de enorme inseguran&amp;ccedil;a e ansiedade hoje vivido por alunos, fam&amp;iacute;lias e professores, bem como a crescente falta de confian&amp;ccedil;a da sociedade portuguesa na capacidade do MECI em garantir um processo de exames rigoroso, transparente e fi&amp;aacute;vel. Se os resultados forem afixados no dia 17 julho, n&amp;atilde;o foi o MECI que funcionou, foram os professores que, apesar do sistema, garantiram a resposta aos alunos e &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias. Acusar os professores de serem, de alguma forma, respons&amp;aacute;veis por esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o representa uma fuga &amp;agrave;s responsabilidades pol&amp;iacute;ticas e um inaceit&amp;aacute;vel e indigno exerc&amp;iacute;cio de culpabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o daqueles que, precisamente, t&amp;ecirc;m impedido que o processo colapse por completo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof afirma de forma clara e inequ&amp;iacute;voca que os professores classificadores t&amp;ecirc;m demonstrado um elevad&amp;iacute;ssimo profissionalismo. Independentemente das reservas que possam ter relativamente ao modelo em que se viram envolvidos, est&amp;atilde;o a desempenhar as suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es com rigor, compet&amp;ecirc;ncia e um profundo sentido &amp;eacute;tico, colocando sempre em primeiro lugar os direitos dos alunos, em detrimento do seu direito a conhecerem atempadamente a extens&amp;atilde;o/quantidade do trabalho a realizar e a condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e hor&amp;aacute;rios de trabalho dignos. O que se exige ao governo n&amp;atilde;o &amp;eacute; que procure bodes expiat&amp;oacute;rios para esconder os efeitos das suas pol&amp;iacute;ticas e da sua incompet&amp;ecirc;ncia. O que se exige &amp;eacute; que assuma, com humildade e sentido de responsabilidade, os erros cometidos; que esclare&amp;ccedil;a integralmente o que falhou; que informe o pa&amp;iacute;s sobre a dimens&amp;atilde;o real dos problemas e dos custos associados; que defina prazos cred&amp;iacute;veis para a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o; e que adote todas as medidas necess&amp;aacute;rias para assegurar que nenhum aluno seja prejudicado, e possibilite, a todos que o desejem, a reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua prova, sem estarem condicionados pela sua condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;oacute;mica, suprimindo o pagamento de 25 euros para esse pedido. O que se exige ao governo &amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m, a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es erradas, como &amp;eacute;, manifestamente, a denominada reforma do MECI, que mais n&amp;atilde;o foi que o seu abrupto desmantelamento, e a revers&amp;atilde;o da estrat&amp;eacute;gia adotada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto persistir uma gest&amp;atilde;o hesitante, contradit&amp;oacute;ria e incapaz de transmitir confian&amp;ccedil;a, continuar&amp;atilde;o a aumentar a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias, a ansiedade dos alunos e a justa e perfeitamente compreens&amp;iacute;vel indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores. A Fenprof condena veementemente as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Lu&amp;iacute;s Montenegro e exige a retrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativamente &amp;agrave;s insinua&amp;ccedil;&amp;otilde;es feitas sobre o profissionalismo dos docentes.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/400/50/1/montenegoalezandre.JPG" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2c16719a/montenegoalezandre.JPG?v=639198118804388573"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Tiago Petinga&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-primeiro-ministro-ataca-professores</guid></item><item><title>Exames — Fenprof reúne com PCP e BE</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-fenprof-reune-com-partidos-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Bloco de Esquerda (BE) solicitou &amp;agrave; Fenprof uma reuni&amp;atilde;o sobre "a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caos instalado por for&amp;ccedil;a dos problemas relacionados com a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos exames nacionais&amp;rdquo;, de forma a &amp;ldquo;compreender ainda mais aprofundadamente o problema e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o futuro". Para o BE, face ao caos instalado, mais do que nunca, se justifica a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma comiss&amp;atilde;o parlamentar de inqu&amp;eacute;rito.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro entre os secret&amp;aacute;rios-gerais da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o coordenador do BE realizou-se ap&amp;oacute;s a confer&amp;ecirc;ncia de imprensa do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (20/jul), que mais n&amp;atilde;o foi do que uma tentativa de normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de branqueamento de um processo que nada teve de normal. Jos&amp;eacute; Manuel Pureza afirmou-se muito preocupado com o caos instalado neste processo e considerou que a proposta do BE para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma comiss&amp;atilde;o de inqu&amp;eacute;rito se justifica, hoje, ainda mais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/6qCmeCEPI7k"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/sjPMnAVM3tw"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Exames &amp;mdash; Fenprof re&amp;uacute;ne com PCP (14/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Partido Comunista Portugu&amp;ecirc;s (PCP) solicitou &amp;agrave; Fenprof uma reuni&amp;atilde;o para "uma troca de opini&amp;otilde;es relativamente &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, particularmente os &amp;uacute;ltimos acontecimentos verificados no decorrer do processo dos exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio". Aconteceu no dia 14 de julho. A pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o ser&amp;aacute; com o Bloco de Esquerda (20/jul).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do encontro, os secret&amp;aacute;rios-gerais manifestaram as suas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;mdash; o problema n&amp;atilde;o &amp;eacute; saber se vai haver ou n&amp;atilde;o resultados em 17/jul; mas as circunst&amp;acirc;ncias em que os resultados ser&amp;atilde;o afixados e qual a confian&amp;ccedil;a que se poder&amp;aacute; ter em todo este processo. &amp;Eacute; precisamente por esse motivo que a Fenprof ir&amp;aacute; entregar, no dia 17 de julho, um pedido de averigua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de responsabilidades na Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/0y4gNVaGZU4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/FNPRMQgBsEo"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:45:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-fenprof-reune-com-partidos-2026</guid></item></channel></rss>