<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>aec</title><link>https://www.spn.pt:443/Tag/aec</link><description>aec</description><item><title>Contratação de técnicos das AEC (2025)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec-2025</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;06 de agosto de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Encontra-se dispon&amp;iacute;vel, na&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://sigrhe.dgae.mec.pt/openerp/login" target="_blank"&gt;plataforma SIGRHE&lt;/a&gt;, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 Aug 2025 09:28:24 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec-2025</guid></item><item><title>Contratação de técnicos das AEC (2024)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec-2004</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de julho de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Encontra-se dispon&amp;iacute;vel,na&amp;nbsp;plataforma&lt;a href="https://sigrhe.dgae.mec.pt/openerp/login" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;SIGRHE&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Jul 2024 17:41:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec-2004</guid></item><item><title>Contratação de técnicos das AEC (2023)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec2023</link><description>&lt;header&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de agosto&amp;nbsp;de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/header&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Encontra-se dispon&amp;iacute;vel, na&amp;nbsp;plataforma&lt;a href="https://sigrhe.dgae.mec.pt/openerp/login" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;SGRHE&lt;/a&gt;, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 10 Aug 2023 12:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec2023</guid></item><item><title>Contratação de técnicos das AEC (2022)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de julho de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Encontra-se dispon&amp;iacute;vel, na &lt;a href="https://sigrhe.dgae.mec.pt/openerp/login" target="_blank"&gt;plataforma SGRHE&lt;/a&gt;, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnicos que assegurem o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 29 Jul 2022 15:58:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/contratacao-de-tecnicos-das-aec</guid></item><item><title>Precariedade nas AEC tem de parar! (2020)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-em-tempo-de-covid-19</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;8 de maio de 2020&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma realidade escondida pelo poder e por entidades privadas, do chamado do sector social, que usam, exploram e descartam os seus trabalhadores&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os trabalhadores das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), em grande n&amp;uacute;mero docentes profissionalizados que est&amp;atilde;o impedidos de leccionar as disciplinas para as quais est&amp;atilde;o habilitados, s&amp;atilde;o dos que, at&amp;eacute; tendo em conta a grande diversidade de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais e de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, se encontram especialmente fragilizados quanto ao emprego e &amp;agrave; sua manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, num quadro em que as escolas est&amp;atilde;o sem actividade presencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alertada para esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acompanhando diversas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es por todo o pa&amp;iacute;s,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a FENPROF foi para o terreno e criou as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes trabalhadores&lt;/strong&gt;. Infelizmente, uma atitude de afastamento desorganizado dos trabalhadores das AEC, tem impedido que os sindicatos possam ir mais longe em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; sua defesa. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical &amp;eacute; fundamental. No entanto, apesar disso,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;os sindicatos da FENPROF pegaram no problema e tomaram medidas para impedir que muitos ca&amp;iacute;ssem no desemprego e fossem completamente abandonados ao seu destino&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi dessa forma que impedimos a cessa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos, celebrados a termo certo, e interviemos, apoiando colegas com contratos, ilegal e indevidamente, de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os. Uns e outros, s&amp;atilde;o tratados como pessoal descart&amp;aacute;vel ou recicl&amp;aacute;vel, que ser&amp;aacute; usado, de novo, quando, empresas sem escr&amp;uacute;pulos (pois &amp;eacute; disso que se trata), voltem a contrat&amp;aacute;-los para, depois, voltarem a deitar fora. Este &amp;eacute; um ciclo que tem de ter um fim!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; inadmiss&amp;iacute;vel e foi j&amp;aacute;, por diversas vezes, denunciada por esta Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelos seus Sindicatos e nada foi feito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; entidades que devem intervir neste &amp;acirc;mbito por serem poder executivo, como &amp;eacute; o caso do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e da Seguran&amp;ccedil;a Social, e h&amp;aacute; outras, com car&amp;aacute;cter fiscalizador, que devem verificar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que est&amp;atilde;o milhares de trabalhadores sujeitos &amp;agrave; mais absoluta precariedade, como &amp;eacute; o caso da ACT (Autoridade para as Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Trabalho). Desta, duvidamos que tenha as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para exercer a sua ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por manifesta falta de pessoal, assim como n&amp;atilde;o confiamos em governos, com esta linha pol&amp;iacute;tico-ideol&amp;oacute;gica, defensores do mercado o mais liberalizado poss&amp;iacute;vel, tamb&amp;eacute;m na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema maior com que a FENPROF se confronta &amp;eacute; o de s&amp;oacute; conseguirmos tratar aquilo que nos &amp;eacute; comunicado ou denunciado e de precisarmos dos implicados para agirmos sobre os problemas. Os colegas que est&amp;atilde;o a trabalhar nas AEC n&amp;atilde;o podem continuar a achar que &amp;ldquo;os sindicatos n&amp;atilde;o fazem nada&amp;rdquo;, quando, sendo os principais interessados, optam pela n&amp;atilde;o sindicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nem sequer denunciam as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que est&amp;atilde;o a ser alvo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Precisamos, TODOS, &amp;ldquo;como de p&amp;atilde;o para a boca&amp;rdquo;, que nos reportem as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mesmo que sobre isso apenas tenham d&amp;uacute;vidas da legalidade da precariedade a que est&amp;atilde;o sujeitos, e que nos indiquem qual a escola e agrupamento a que est&amp;atilde;o ligados, bem como a entidade promotora das AEC, para podermos intervir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sindicatos da FENPROF s&amp;atilde;o associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais, mas tamb&amp;eacute;m ser&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;essa voz dos professores das AEC quando os professores das AEC assim quiserem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da&amp;iacute; que a sindicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos locais de trabalho sejam essenciais, para manterem a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estabelecer as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para organizar e realizar a luta em defesa dos direitos sociais e profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lu&amp;iacute;s Lobo, &lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/a-fenprof-em-tua-casa#textos2" target="_blank"&gt;#FENPROFemtuacasa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/a-fenprof-em-tua-casa#textos2" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="20%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/251c3ea1/bannerfenprofemtuacasa_600.jpg?v=637212884633260766"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;(*) O autor n&amp;atilde;o utiliza deliberadamente o Acordo Ortogr&amp;aacute;fico de 1990&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/33000/900/90/0/aecsmaos.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/f7113d5d/aecsmaos.jpg?v=638578762073418851" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de mar&amp;ccedil;o de 2020&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;AEC em tempo de Covid-19&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A escola a tempo inteiro tem sido um dos paradigmas dos &amp;uacute;ltimos governos para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas e para a viv&amp;ecirc;ncia escolar dos alunos. O atual governo do PS parece n&amp;atilde;o querer ver o monstro no meio da sala, continuando a acenar &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias &amp;ndash; ou a engan&amp;aacute;-las &amp;ndash; com aquela &amp;ldquo;solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;sup&gt;(*)&lt;/sup&gt;. Na pr&amp;aacute;tica, esta &amp;ldquo;escola a tempo inteiro&amp;rdquo; leva &amp;agrave; imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios sobrecarregados para as crian&amp;ccedil;as e &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia de demasiadas horas na escola, em contexto de sala de aula e, uma grande parte das vezes, em atividade letiva ou semelhante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As AEC deveriam funcionar exclusivamente em hor&amp;aacute;rio p&amp;oacute;s letivo. Deveriam configurar-se como atividades l&amp;uacute;dicas e fora do espa&amp;ccedil;o da sala de aula. No entanto, o que acontece &amp;eacute; que estas atividades acabam por representar mais atividade letiva e maior perman&amp;ecirc;ncia no mesmo espa&amp;ccedil;o. Este modelo de AEC acresce, portanto, mais atividade de tipo letivo ao hor&amp;aacute;rio das crian&amp;ccedil;as que j&amp;aacute; &amp;eacute; problematicamente extenso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof defende a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste modelo de AEC que, sendo justificado como uma resposta social para as fam&amp;iacute;lias, acaba por ser uma sobrecarga letiva para as crian&amp;ccedil;as. E as crian&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o podem ser submersas neste tipo de atividades; as crian&amp;ccedil;as precisam de outro tipo de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de brincar, de ter o seu tempo&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta suposta resposta social, a t&amp;atilde;o propalada escola a tempo inteiro, assenta, por outro lado, na extrema precariedade dos profissionais que asseguram as atividades. Para al&amp;eacute;m da diversidade de entidades que as podem organizar &amp;ndash; autarquias, agrupamentos e associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pais, institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas de solidariedade social, entre outras (uma rede diversificada, comprometido e empenhada no modelo) &amp;ndash; as verbas transferidas s&amp;atilde;o reduzidas e os recursos materiais escassos. As exig&amp;ecirc;ncias que se colocam aos profissionais tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o desiguais, atendendo &amp;agrave; entidade a que t&amp;ecirc;m de responder. Por exemplo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o poucas as vezes em que t&amp;ecirc;m de comprar os materiais ou de exercer outras fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas autarquias, obrigados a acompanhar diferente tipo de eventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o reivindicativa do 13.&amp;ordm; Congresso Nacional de Professores e do caderno reivindicativo, a Fenprof reclama que &amp;eacute; preciso &amp;ldquo;Garantir que as atividades de enriquecimento curricular t&amp;ecirc;m os recursos humanos indispens&amp;aacute;veis &amp;agrave; sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que s&amp;atilde;o regularizadas todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es contratuais dos docentes que a&amp;iacute; exer&amp;ccedil;am a sua atividade&amp;rdquo;. Estamos longe desses objetivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos em plena crise da Covid-19, tempo em que tamb&amp;eacute;m surgem ataques da mais diversa &amp;iacute;ndole a quem trabalha, em particular a quem, como &amp;eacute; o caso dos t&amp;eacute;cnicos contratados para as AEC, procura sobreviver num quadro laboral de extrema precariedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reafirmando as suas cr&amp;iacute;ticas, d&amp;uacute;vidas e exig&amp;ecirc;ncias acerca da denominada &amp;ldquo;escola a tempo inteiro&amp;rdquo;, a Fenprof estar&amp;aacute; atenta, denunciar&amp;aacute; e atuar&amp;aacute;, sempre que solicitada, em caso de despedimento ou interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o contratual, ou de qualquer aus&amp;ecirc;ncia de pagamento a estes profissionais, seja pela n&amp;atilde;o transfer&amp;ecirc;ncia do correspondente pacote financeiro do ME, seja por decis&amp;otilde;es de entidades promotoras &amp;ldquo;justificadas&amp;rdquo; pela supress&amp;atilde;o das atividades presenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, sempre que ocorrer qualquer uma dessas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, dever&amp;atilde;o os/as colegas das AEC entrar em contacto com os Sindicatos da Fenprof. Sem o conhecimento dos casos, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel agir sobre eles!&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Albertina Pena&lt;/strong&gt;, in &lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/a-fenprof-em-tua-casa#textosemcasa" target="_blank"&gt;#Fenprofemtuacasa&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/a-fenprof-em-tua-casa#textosemcasa" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="20%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/251c3ea1/bannerfenprofemtuacasa_600.jpg?v=637212884633260766"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Mar 2020 21:37:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-em-tempo-de-covid-19</guid></item><item><title>Professores das AEC voltam à 2.ª prioridade do concurso (2018)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aos-professores-das-aec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;23 de maio de 2018&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Lutar vale sempre a pena! Novo recuo do ME.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Professores que prestam fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas AEC voltam &amp;agrave; 2.&amp;ordf; prioridade do concurso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave;s dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agrupamentos de escolas, em 23 de maio, chegou a seguinte informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &amp;ldquo;&lt;em&gt;Os candidatos que re&amp;uacute;nam os requisitos previstos no artigo 10.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 3, b) do Decreto-Lei 132/2012, e que apresentem declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o comprovativa de que prestaram servi&amp;ccedil;o nas AEC em AE/ENA do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em conformidade com o disposto no artigo 26.&amp;ordm; da Portaria 644-A/2015, podem ser posicionados na 2.&amp;ordf; prioridade em sede de reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A presente informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE vem solucionar a quest&amp;atilde;o da &amp;uacute;nica&amp;nbsp;forma&amp;nbsp;poss&amp;iacute;vel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta &amp;eacute; a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de educadores e professores&amp;nbsp;sempre defenderam e que a manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia 19, de forma indel&amp;eacute;vel, sublinhou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos professores que prestam fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas AEC cabe, agora, apresentar a necess&amp;aacute;ria reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o no per&amp;iacute;odo destinado a esse efeito, logo que sejam divulgadas as listas provis&amp;oacute;rias do concurso externo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &amp;eacute; mais um bom exemplo de que vale a pena lutar. Uma luta que, lembram as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, tem, ainda, objetivos, como sejam a contagem integral do tempo de servi&amp;ccedil;o dos professores, a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os hor&amp;aacute;rios de trabalho, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na reuni&amp;atilde;o realizada, no dia 23 de maio, entre as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de professores e educadores, estas consideraram de elevada import&amp;acirc;ncia a grande manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia 19 de maio e come&amp;ccedil;aram j&amp;aacute; a apontar para novas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, caso o Governo teime em n&amp;atilde;o resolver os problemas que continuam a afetar os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;JN&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; -&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/20000/600/30/1/JN_AEC.jpg" target="_blank"&gt;Governo recua e volta a contar tempo das AEC&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;DN&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;a href="/Media/Default/Info/20000/600/30/1/DN_AEC.jpg" target="_blank"&gt;Experi&amp;ecirc;ncia nas AEC volta a contar nos concursos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de maio de 2018&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Aos professores das AEC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram milhares os professores das AEC que marcaram presen&amp;ccedil;a na manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia 19, exigindo RESPEITO exig&amp;ecirc;ncia de respeito pelo seu trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No seguimento de mais um problema em torno dos concursos &amp;ndash; s&amp;atilde;o j&amp;aacute; v&amp;aacute;rios, este ano &amp;ndash;, a Fenprof oficiou o ME sobre o mesmo, exigindo a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos termos que tamb&amp;eacute;m tornou p&amp;uacute;blicos, atrav&amp;eacute;s de&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=94&amp;amp;doc=11441" target="_blank"&gt;comunicado&lt;/a&gt;, no qual, resumidamente, se enquadra o problema (n&amp;atilde;o relev&amp;acirc;ncia para efeitos de 2.&amp;ordf; prioridade dos concursos externos do tempo de servi&amp;ccedil;o prestado na condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;eacute;cnico especializado nas AEC &amp;ndash; Atividades de Enriquecimento Curricular), interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que surgiu na p&amp;aacute;gina 22 do Manual de Instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Candidaturas, e se exige a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fazendo relevar para efeitos de 2.&amp;ordf; prioridade dos concursos externos todo o tempo prestado naquelas atividades, independentemente da forma de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, para a Fenprof, esta orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE &amp;ndash; para al&amp;eacute;m de contrariar a pr&amp;aacute;tica de anos anteriores, sem que nada o justificasse, pois n&amp;atilde;o ocorreu qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa nesta mat&amp;eacute;ria &amp;ndash; &amp;eacute;&amp;nbsp;ilegal, porquanto viola a Portaria n.&amp;ordm; 344-A/2015, de 24 de agosto, designadamente o seu artigo 26.&amp;ordm;, que determina a contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o prestado nas AEC para efeitos de concurso&amp;hellip; sem distinguir a natureza do contrato do docente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia da pol&amp;eacute;mica e do just&amp;iacute;ssimo protesto de centenas de candidatos, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o informou os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social que &amp;ldquo;n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos &amp;uacute;ltimos anos&amp;rdquo;, porque, acrescenta, &amp;ldquo;tal como nos anos anteriores, e como previsto na Lei, os contratados para Atividades de Enriquecimento Curricular (AECs) como docentes entram na 2.&amp;ordf; prioridade, os contratados nas AECs como t&amp;eacute;cnicos entram na 3.&amp;ordf; prioridade&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ora,&amp;nbsp;n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdade que nos anos anteriores tenha sido assim!&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vem ainda o ME afirmar que &amp;ldquo;n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em causa a contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o&amp;rdquo; &amp;ndash; esta afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o passa de ru&amp;iacute;do no alegado esclarecimento, pois o que est&amp;aacute; em causa, aqui, &amp;eacute; a prioridade em que o professor &amp;eacute; integrado, pois de pouco servir&amp;aacute; a contagem do tempo se ao docente n&amp;atilde;o for garantida a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na 2.&amp;ordf; prioridade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; a afirmar &amp;eacute; que os docentes ser&amp;atilde;o integrados na 2.&amp;ordf; ou na 3.&amp;ordf; prioridade, n&amp;atilde;o em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade que desenvolvem, mas porventura da entidade que os contrata ou nem isso, pois temos verificado n&amp;atilde;o haver um nexo permanente e uniforme entre o tipo de entidade contratante (Agrupamento de Escolas, Autarquia, Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Pais ou Empresa) e a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que o docente &amp;eacute; contratado (docente ou t&amp;eacute;cnico especializado).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer forma, e independentemente da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tal &amp;eacute; apenas uma quest&amp;atilde;o formal, pois a atividade desenvolvida &amp;eacute; a mesma. Ali&amp;aacute;s, at&amp;eacute; pode acontecer que no mesmo concelho, com as mesmas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, coexistam docentes com contratos de natureza diversa, dependendo ou n&amp;atilde;o da entidade contratante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assim, o SPN/Fenprof, ciente do problema criado pelo ME, tudo est&amp;aacute; a fazer, no plano da sua interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica e institucional para obter a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e levar &amp;agrave; revers&amp;atilde;o desta pr&amp;aacute;tica discriminat&amp;oacute;ria por parte da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="425" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/9K4uC6unAP8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;8 de maio de 2018&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ME remete professores das AEC para a 3.&amp;ordf; prioridade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No passado dia 4 de maio, a DGAE divulgou, na respetiva p&amp;aacute;gina da internet, o &amp;ldquo;Manual de Instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ndash; Valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Candidatura Eletr&amp;oacute;nica&amp;rdquo;, no qual, na sua p&amp;aacute;gina 22, surge a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que &amp;ldquo;&lt;em&gt;N&amp;atilde;o releva para efeitos da 2.&amp;ordf; prioridade o tempo de servi&amp;ccedil;o prestado no &amp;acirc;mbito de AECs (contrato como t&amp;eacute;cnico, no &amp;acirc;mbito das AEC)&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE &amp;ndash; para al&amp;eacute;m de contrariar a pr&amp;aacute;tica de anos anteriores, sem que nada o justificasse, pois n&amp;atilde;o ocorreu qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa nesta mat&amp;eacute;ria &amp;ndash; &amp;eacute;, na opini&amp;atilde;o da Fenprof,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;ilegal&lt;/strong&gt;, porquanto viola a Portaria n.&amp;ordm; 344-A/2015, de 24 de agosto, designadamente o seu artigo 26.&amp;ordm;, que determina a contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o prestado nas AEC para efeitos de concurso&amp;hellip; sem distinguir a natureza do contrato do docente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que acontece &amp;eacute; que na tentativa de emendar a m&amp;atilde;o, veio o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o informar hoje os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social que &amp;ldquo;&lt;em&gt;n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos &amp;uacute;ltimos anos&lt;/em&gt;&amp;rdquo; porque, acrescenta, &amp;ldquo;&lt;em&gt;Tal como nos anos anteriores, e como previsto na Lei, os contratados para Atividades de Enriquecimento Curricular (AECs) como docentes entram na 2.&amp;ordf; prioridade, os contratados nas AECs como t&amp;eacute;cnicos entram na 3.&amp;ordf; prioridade&lt;/em&gt;&amp;rdquo;. Ora,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdade que nos anos anteriores tenha sido assim&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vem ainda o ME afirmar que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em causa a contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o&amp;hellip; essa afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o passa de ru&amp;iacute;do no alegado esclarecimento, pois o que est&amp;aacute; em causa, aqui, &amp;eacute; a prioridade em que o professor &amp;eacute; integrado, pois de pouco servir&amp;aacute; a contagem do tempo se ao docente n&amp;atilde;o for garantida a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na 2.&amp;ordf; prioridade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; a afirmar &amp;eacute; que os docentes ser&amp;atilde;o integrados na 2.&amp;ordf; ou na 3.&amp;ordf; prioridade, n&amp;atilde;o em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade que desenvolvem, mas da entidade que os contrata: quando estes docentes s&amp;atilde;o contratados pelas escolas, o seu contrato &amp;eacute; de docente, quando s&amp;atilde;o as c&amp;acirc;maras ou outras entidades, nomeadamente associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pais, as entidades promotoras, os contratos s&amp;atilde;o como t&amp;eacute;cnicos, pois estas entidades n&amp;atilde;o podem celebrar contratos de outra natureza.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; apenas uma quest&amp;atilde;o formal e at&amp;eacute; pode acontecer que no mesmo concelho, com as mesmas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, coexistam docentes com contratos de natureza diversa, dependendo da entidade contratante&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca foi feita, mas, este ano, est&amp;aacute; a ser imposta. Falta saber por quem, se pelo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que &amp;eacute; pouco prov&amp;aacute;vel, pois desaparece sempre que surgem problemas, pela Secret&amp;aacute;ria de Estado Adjunta e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cujo fundamentalismo legal associado a uma reconhecida obstina&amp;ccedil;&amp;atilde;o imp&amp;otilde;e interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es restritivas dos quadros legais, se &amp;agrave; atual Diretora-Geral da DGAE (em regime de supl&amp;ecirc;ncia), chefe de gabinete do Secret&amp;aacute;rio de Estado do Ensino e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar do anterior governo. Seja de quem for,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;os professores que exercem atividade nas AEC n&amp;atilde;o podem ser prejudicados por esta inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal que n&amp;atilde;o decorre de qualquer novidade na lei&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m das quest&amp;otilde;es antes colocadas, a Fenprof alerta, ainda, para as muito prov&amp;aacute;veis repercuss&amp;otilde;es negativas que esta orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGAE, a manter-se, ter&amp;aacute; em mat&amp;eacute;ria de disponibilidade de recursos humanos de elevada qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o desempenho de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas AEC. &amp;Eacute; que, perante os baix&amp;iacute;ssimos vencimentos e os hor&amp;aacute;rios frequentemente reduzidos que acompanham a realidade das AEC, a disponibilidade para a sua promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o por parte dos docentes tem sido, em grande medida, obtida &amp;agrave; custa da garantia, agora posta em causa, de que o tempo de servi&amp;ccedil;o prestado relevar&amp;aacute; para efeitos de concurso, incluindo para a ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o na 2.&amp;ordf; prioridade, sem que isso dependa da entidade promotora e da natureza do contrato, mas, apenas, das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es que desempenha.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Face ao exposto,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a Fenprof&amp;nbsp;exige a retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;ldquo;Manual de Instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, determinando a considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o prestado pelos professores nas AEC para efeitos de ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o na 2.&amp;ordf; prioridade dos Concursos Externo/Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inicial/Reserva de Recrutamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof recorda que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;este &amp;eacute; o quarto problema que surge desde que se iniciaram os concursos&lt;/strong&gt;, enumerando os anteriores:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;1&lt;/em&gt;) As normas do concurso externo extraordin&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o foram negociadas com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;2&lt;/em&gt;) O aviso de abertura do concurso externo extraordin&amp;aacute;rio violou a Lei n.&amp;ordm; 114/2017 e, posteriormente, foi alterado por uma simples nota informativa da DGAE;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;3&lt;/em&gt;) O Governo decidiu requerer ao Tribunal Constitucional a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma norma do concurso de Mobilidade Interna que foi aprovada pela Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e promulgada pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica, que se limitava a restabelecer uma pr&amp;aacute;tica de 11 anos interrompida, apenas, este ano pelo ME.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/20000/600/30/1/AEC.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4da3f903/AEC.jpg?v=638578761915605561"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 21 May 2018 06:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aos-professores-das-aec</guid></item><item><title>AEC — Salários em atraso (2017)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/salarios-em-atraso-nas-aec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;8 de agosto de 2017&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Em comunicado de imprensa, a &lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=62&amp;amp;doc=11098" target="_blank"&gt;Fenprof&lt;/a&gt;&amp;nbsp;denuncia a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de docentes das atividades de enriquecimento curricular que se encontram com sal&amp;aacute;rios em atraso porque o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deixou de transferir verbas para as entidades promotoras&amp;nbsp;e milhares de docentes.&lt;em&gt; (&lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=62&amp;amp;doc=11098" target="_blank"&gt;ver not&amp;iacute;cia&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 08 Aug 2017 20:59:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/salarios-em-atraso-nas-aec</guid></item><item><title>Intervalos são componente letiva; AEC não são curricularizáveis! (2017)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/intervalos-sao-componente-letiva-aec-nao-sao-curricularizaveis</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;3 de julho de 2017&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Relativamente ao 1&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico, cada agrupamento de escolas gere, no &amp;acirc;mbito da sua autonomia, os tempos constantes da matriz, para que o total da componente letiva dos docentes incorpore o tempo inerente ao intervalo entre as atividades letivas com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo de almo&amp;ccedil;o&amp;rdquo; &lt;em&gt;[&lt;a href="/Media/Default/Info/17000/800/40/9/Circular_OAL_junho_2017.pdf" target="_blank"&gt;circular conjunta DGAE/DGE, 27.06.2017&lt;/a&gt;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A circular relativa &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;ximo ano letivo confirma a reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos intervalos do 1&amp;ordm; CEB na componente letiva e traduz mais uma importante conquista dos professores, atrav&amp;eacute;s da Fenprof e dos seus sindicatos, nomeadamente, do Sindicato dos Professores do Norte (SPN). A forma como a quest&amp;atilde;o foi resolvida (circular) confirma, por outro lado, que s&amp;oacute; a falta de vontade pol&amp;iacute;tica impediu que a decis&amp;atilde;o fosse tomada mais cedo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/453b172/pict_2.jpg?v=636347155869532053" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, a DGE emitiu uma &lt;a href="/Media/Default/Info/17000/800/40/9/AEC_-_Esclarecimento_2017.pdf" target="_blank"&gt;recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;nbsp;relativa &amp;agrave;s Atividades de Enriquecimento Curricular que comprova a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tem sido assumida pelo SPN, alertando para a necessidade de salvaguardar aspetos como:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o tempo para a brincadeira livre das crian&amp;ccedil;as;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o car&amp;aacute;ter l&amp;uacute;dico das atividades, orientadas para o desenvolvimento da criatividade e das express&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de espa&amp;ccedil;os, contextos e recursos diversificados, evitando a perman&amp;ecirc;ncia em sala de aula;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhos de casa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a possibilidade de todos os alunos participarem nas atividades, independentemente das suas capacidades ou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a garantia de que todas as componentes do 1&amp;ordm; Ciclo s&amp;atilde;o abordadas pelos titulares de turma no per&amp;iacute;odo curricular.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O SPN sempre considerou que a &amp;lsquo;escolariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rsquo; das atividades conduziria &amp;agrave; &amp;lsquo;aluniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rsquo; do tempo livre das crian&amp;ccedil;as (&amp;agrave; &amp;ldquo;coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo&amp;rdquo; de brincar, segundo alguns autores), criticando e denunciando persistentemente o modelo das AEC em vigor.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 03 Jul 2017 20:52:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/intervalos-sao-componente-letiva-aec-nao-sao-curricularizaveis</guid></item><item><title>AEC — É urgente regulamentar (2016)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-e-urgente-regulamentar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2016&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica dever&amp;aacute; ser uma prioridade da sociedade portuguesa como principal instrumento promotor da igualdade de oportunidades. E essa valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser conseguida sob diferentes dimens&amp;otilde;es, nomeadamente no que &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho diz respeito. Neste in&amp;iacute;cio de ano letivo, ao Sindicato dos Professores do Norte (SPN) chegaram in&amp;uacute;meros relatos sobre as Atividades de Enriquecimento Curricular e, em especial, sobre a forma como as autarquias contratam os respetivos docentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente do promotor que desenvolve as AEC ser municipal ou n&amp;atilde;o, em &amp;uacute;ltima an&amp;aacute;lise &amp;eacute; do Governo Central que chegam as respetivas verbas e, por isso, n&amp;atilde;o se entendem por exemplo a exist&amp;ecirc;ncia de discrep&amp;acirc;ncias, quer no regime de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quer nos hor&amp;aacute;rios de trabalho ou nos vencimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na fase de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o as autarquias n&amp;atilde;o podem continuar a manter regras ilegais que, por exemplo, d&amp;atilde;o prioridade a docentes que anteriormente tinham estado no concelho ou, definem de tal modo as exig&amp;ecirc;ncias curriculares que o concurso se reduz a um candidato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; autarquias que pagam muito abaixo do dinheiro que o Governo Central transfere e muito longe dos &amp;iacute;ndices de vencimento do pessoal docente. No que diz respeito aos hor&amp;aacute;rios de trabalho h&amp;aacute; autarquias a considerar como hor&amp;aacute;rio refer&amp;ecirc;ncia algo &amp;agrave; margem da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na&amp;nbsp;segunda feira, 5 de setembro, o SPN esteve representado na equipa da&amp;nbsp;Fenprof que reuniu com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a quem entregou&amp;nbsp;casos concretos relativamente as estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que urge resolver.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Not&amp;iacute;cias anteriores:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;-&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.dn.pt/portugal/interior/ministerio-quer-por-ordem-nos--salarios-das-atividades-do-1o-ciclo-5365924.htm"&gt;http://www.dn.pt/portugal/interior/ministerio-quer-por-ordem-nos--salarios-das-atividades-do-1o-ciclo-5365924.htm&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;- &lt;a href="http://www.dn.pt/portugal/interior/professores-sao-sujeitos-a-trabalho-escravo-4314033.html"&gt;http://www.dn.pt/portugal/interior/professores-sao-sujeitos-a-trabalho-escravo-4314033.html&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;- &lt;a href="http://www.dn.pt/portugal/interior/400-professores-vao-deixar-de-comparecer-nas-escolas-na-proxima-segundafeira-4370191.html"&gt;http://www.dn.pt/portugal/interior/400-professores-vao-deixar-de-comparecer-nas-escolas-na-proxima-segundafeira-4370191.html&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;- &lt;a href="http://www.dn.pt/portugal/norte/interior/professores-acusam-camara-de-irregularidade-em-concurso-1688798.html"&gt;http://www.dn.pt/portugal/norte/interior/professores-acusam-camara-de-irregularidade-em-concurso-1688798.html&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 10 Sep 2016 20:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-e-urgente-regulamentar</guid></item><item><title>AEC — Erro é das câmaras. Não podem ser os professores a pagar (2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-erro-e-das-camaras-nao-podem-ser-os-professores-a-pagar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de julho de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;EPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO SUBS&amp;Iacute;DIO DE DESEMPREGO POR DOCENTES DAS AEC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;O ERRO &amp;Eacute; DAS C&amp;Acirc;MARAS, MAS A LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O QUE ROUBA DESCONTOS AOS PROFESSORES &amp;Eacute; DO GOVERNO ANTERIOR E &lt;br&gt;FOI MANTIDA PELO ATUAL.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;PARA A FENPROF, N&amp;Atilde;O PODEM SER OS PROFESSORES A PAGAR!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo que saiu o Decreto Regulamentar n.&amp;ordm; 1-A/2011, de 3 de janeiro, ainda da autoria do governo de S&amp;oacute;crates, a Fenprof protestou pela injusti&amp;ccedil;a que ele iria criar, chamando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto de ser posto em causa, inclusivamente, o princ&amp;iacute;pio da equidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; com o atual governo de Passos e Portas, a Fenprof voltou a dirigir-se aos respons&amp;aacute;veis do MEC &amp;ndash; isto em finais de janeiro de 2012 &amp;ndash; no sentido de esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser resolvida e de ser respeitado o direito dos docentes a receberem subs&amp;iacute;dio de desemprego mesmo quando o seu contrato era de tempo parcial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um e outro governo ignoraram o que lhes foi apresentado e os argumentos que sustentavam a proposta. O resultado est&amp;aacute; &amp;agrave; vista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em s&amp;iacute;ntese, o que se passa &amp;eacute; o seguinte: h&amp;aacute; professores que celebram contratos a tempo parcial (sendo v&amp;aacute;lido para as AEC, nos contratos que celebram com c&amp;acirc;maras ou outras entidades, como para os contratos celebrados com as escolas), mas que s&amp;atilde;o contratos com a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ano completo, isto &amp;eacute;, 365 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece que, para beneficiarem do direito ao subs&amp;iacute;dio de desemprego, o docente ter&amp;aacute; de trabalhar, no m&amp;iacute;nimo, 360 dias, o que acontece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o seu contrato, que, sendo parcial, d&amp;aacute; direito a um sal&amp;aacute;rio proporcional &amp;agrave;s horas de atividade, o docente desconta para o &amp;ldquo;desemprego&amp;rdquo; de acordo com o que recebe. Tal significa que, ficando em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desemprego, deveria receber o respetivo subs&amp;iacute;dio, de acordo com o desconto efetuado. Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que acontece &amp;eacute; que o governo aplica a proporcionalidade das horas de trabalho, n&amp;atilde;o apenas ao sal&amp;aacute;rio, mas &amp;agrave; contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o para este efeito. Por exemplo, um professor que trabalhe com meio hor&amp;aacute;rio durante 365 dias, desconta sobre o que recebe, mas, no final, apenas lhe contam metade dos 365 dias, o que significa que n&amp;atilde;o atinge o tempo necess&amp;aacute;rio para beneficiar de subs&amp;iacute;dio de desemprego. Isto &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel, pois o professor trabalhou os dias necess&amp;aacute;rios para obter este direito, descontou como estava obrigado e, no final, fica sem nada! Chama-se a isto roubo institucionalizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Repare-se: se ao assinar o contrato, mesmo que por um ano completo, j&amp;aacute; se sabe que a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do hor&amp;aacute;rio (menos de 6 horas di&amp;aacute;rias) n&amp;atilde;o permitir&amp;aacute; receber subs&amp;iacute;dio de desemprego, ent&amp;atilde;o por que o obrigam a cumprir um dever que, depois, n&amp;atilde;o lhe dar&amp;aacute; acesso a qualquer direito?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada em Braga, e, eventualmente, em outros munic&amp;iacute;pios, a Fenprof considera que n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o os professores ser obrigados a repor qualquer verba recebida, pois n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o respons&amp;aacute;veis pelo que est&amp;aacute; a acontecer. Os professores receberam as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo de servi&amp;ccedil;o passadas pelas c&amp;acirc;maras municipais, dirigiram-se aos centros de emprego que tamb&amp;eacute;m as receberam, validaram e, por isso, lhes pagaram. Logo, n&amp;atilde;o cabe aos professores devolver seja o que for.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que estamos a falar de professores de parcos recursos, pagos &amp;agrave; hora e por valores muito baixos, que est&amp;atilde;o desempregados e que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m rendimentos para a sua sobreviv&amp;ecirc;ncia, &amp;ndash; muitas vezes dependendo de familiares. Causa um tremendo rep&amp;uacute;dio que pretendam que eles devolvam seja que quantia for.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;A Fenprof exige que esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja reparada pelo governo e que, at&amp;eacute; l&amp;aacute;, as entidades empregadoras suportem, se necess&amp;aacute;rio, eventuais devolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dinheiro. Se tal n&amp;atilde;o acontecer, os professores, caso recebam notifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de verbas que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m, dever&amp;atilde;o recorrer aos tribunais e, atrav&amp;eacute;s de provid&amp;ecirc;ncias cautelares (a que se seguir&amp;atilde;o as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas), provando n&amp;atilde;o ter rendimentos que lhe permitam repor estas verbas, requererem a suspens&amp;atilde;o desse ato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de julho de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 30 Jul 2015 10:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-erro-e-das-camaras-nao-podem-ser-os-professores-a-pagar</guid></item><item><title>Reposição do subsídio de desemprego por docentes das AEC (2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/reposicao-do-subsidio-de-desemprego-por-docentes-das-aec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de julho de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Logo que saiu o Decreto Regulamentar n.&amp;ordm; 1-A/2011, de 3 de janeiro, ainda da autoria do governo de S&amp;oacute;crates, a Fenprof protestou pela injusti&amp;ccedil;a que ele iria criar, chamando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto de ser posto em causa, inclusivamente, o princ&amp;iacute;pio da equidade.&amp;nbsp;J&amp;aacute; com o atual governo de Passos e Portas, a Fenprof voltou a dirigir-se aos respons&amp;aacute;veis do MEC &amp;ndash; isto em finais de janeiro de 2012 &amp;ndash; no sentido de esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser resolvida e de ser respeitado o direito dos docentes a receberem subs&amp;iacute;dio de desemprego mesmo quando o seu contrato era de tempo parcial. Um e outro governo ignoraram o que lhes foi apresentado e os argumentos que sustentavam a proposta. O resultado est&amp;aacute; &amp;agrave; vista.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em s&amp;iacute;ntese, o que se passa &amp;eacute; o seguinte: h&amp;aacute; professores que celebram contratos a tempo parcial (sendo v&amp;aacute;lido para as AEC, nos contratos que celebram com c&amp;acirc;maras ou outras entidades, como para os contratos celebrados com as escolas), mas que s&amp;atilde;o contratos com a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ano completo, isto &amp;eacute;, 365 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece que, para beneficiarem do direito ao subs&amp;iacute;dio de desemprego, o docente ter&amp;aacute; de trabalhar, no m&amp;iacute;nimo, 360 dias, o que acontece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o seu contrato, que, sendo parcial, d&amp;aacute; direito a um sal&amp;aacute;rio proporcional &amp;agrave;s horas de atividade, o docente desconta para o &amp;ldquo;desemprego&amp;rdquo; de acordo com o que recebe. Tal significa que, ficando em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desemprego, deveria receber o respetivo subs&amp;iacute;dio, de acordo com o desconto efetuado. Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que acontece &amp;eacute; que o governo aplica a proporcionalidade das horas de trabalho, n&amp;atilde;o apenas ao sal&amp;aacute;rio, mas &amp;agrave; contagem do tempo de servi&amp;ccedil;o para este efeito. Por exemplo, um professor que trabalhe com meio hor&amp;aacute;rio durante 365 dias, desconta sobre o que recebe, mas, no final, apenas lhe contam metade dos 365 dias, o que significa que n&amp;atilde;o atinge o tempo necess&amp;aacute;rio para beneficiar de subs&amp;iacute;dio de desemprego. Isto &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel, pois o professor trabalhou os dias necess&amp;aacute;rios para obter este direito, descontou como estava obrigado e, no final, fica sem nada! Chama-se a isto roubo institucionalizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Repare-se: se ao assinar o contrato, mesmo que por um ano completo, j&amp;aacute; se sabe que a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do hor&amp;aacute;rio (menos de 6 horas di&amp;aacute;rias) n&amp;atilde;o permitir&amp;aacute; receber subs&amp;iacute;dio de desemprego, ent&amp;atilde;o por que o obrigam a cumprir um dever que, depois, n&amp;atilde;o lhe dar&amp;aacute; acesso a qualquer direito?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada em Braga, e, eventualmente, em outros munic&amp;iacute;pios, a Fenprof considera que n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o os professores ser obrigados a repor qualquer verba recebida, pois n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o respons&amp;aacute;veis pelo que est&amp;aacute; a acontecer. Os professores receberam as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo de servi&amp;ccedil;o passadas pelas c&amp;acirc;maras municipais, dirigiram-se aos centros de emprego que tamb&amp;eacute;m as receberam, validaram e, por isso, lhes pagaram. Logo, n&amp;atilde;o cabe aos professores devolver seja o que for.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que estamos a falar de professores de parcos recursos, pagos &amp;agrave; hora e por valores muito baixos, que est&amp;atilde;o desempregados e que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m rendimentos para a sua sobreviv&amp;ecirc;ncia, &amp;ndash; muitas vezes dependendo de familiares. Causa um tremendo rep&amp;uacute;dio que pretendam que eles devolvam seja que quantia for.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;A&amp;nbsp;&lt;span&gt;Fenprof&lt;/span&gt; exige que esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja reparada pelo governo e que, at&amp;eacute; l&amp;aacute;, as entidades empregadoras suportem, se necess&amp;aacute;rio, eventuais devolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dinheiro. Se tal n&amp;atilde;o acontecer, os professores, caso recebam notifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de verbas que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m, dever&amp;atilde;o recorrer aos tribunais e, atrav&amp;eacute;s de provid&amp;ecirc;ncias cautelares (a que se seguir&amp;atilde;o as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas), provando n&amp;atilde;o ter rendimentos que lhe permitam repor estas verbas, requererem a suspens&amp;atilde;o desse ato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Tue, 28 Jul 2015 21:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/reposicao-do-subsidio-de-desemprego-por-docentes-das-aec</guid></item><item><title>1.º CEB — Fenprof tem propostas objetivas para responder aos problemas (2014)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-tem-propostas-objetivas-para-responder-aos-problemas</link><description>&lt;h6 style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;3 de outubro de 2014&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; necess&amp;aacute;ria uma profunda reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico (1.&amp;ordm; CEB)! Esta foi uma das&amp;nbsp;mensagens&amp;nbsp;em destaque na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa que a Fenprof promoveu na passada quinta-feira (2/out), em Lisboa, na qual divulgou os aspetos mais salientes do levantamento que realizou, a n&amp;iacute;vel nacional, procurando conhecer a realidade que marcou o in&amp;iacute;cio do novo ano letivo neste setor de ensino.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A amostragem &amp;eacute; de 134 agrupamentos de todas as regi&amp;otilde;es do continente, o que significa perto de 20 por cento do total de agrupamentos. Foram detetados problemas que amea&amp;ccedil;am arrastar-se, em particular no que toca &amp;agrave; coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores e ao funcionamento das escolas, fruto da incompet&amp;ecirc;ncia do MEC.&amp;nbsp;&amp;ldquo;Est&amp;atilde;o ainda muitos alunos sem professor (134 turmas), situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que afeta em especial as zonas da Grande Lisboa e do Sul do pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, observou o Secret&amp;aacute;rio-Geral da Fenprof. Al&amp;eacute;m de M&amp;aacute;rio Nogueira, participaram neste encontro com os profissionais da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social a coordenadora do 1.&amp;ordm; CEB, da Fenprof, Vanda Lima; Albertina Pena (SPGL), Maria Jos&amp;eacute; Silva (SPN); Paulo Peralta e Celeste Duarte (SPRC) e Maria F&amp;eacute; Carvalho (SPZS).&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Cinco quest&amp;otilde;es&amp;nbsp;fundamentais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;A Fenprof chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jornalistas para cinco quest&amp;otilde;es que marcam a atualidade neste setor de ensino:&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;O abate indiscriminado de escolas&lt;/strong&gt;, sem respeito pelas cartas educativas municipais. Nos &amp;uacute;ltimos 12 anos, fecharam quase 7 000 escolas (a uma m&amp;eacute;dia de 500 por ano!).&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Um ter&amp;ccedil;o das turmas s&amp;atilde;o heterog&amp;eacute;neas&lt;/strong&gt;, ou seja, incluem alunos de diferentes anos de escolaridade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; exagerado o n&amp;uacute;mero de alunos por turma&lt;/strong&gt;. Crato levanta a bandeira da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crian&amp;ccedil;as a n&amp;iacute;vel nacional, mas aumenta o n&amp;uacute;mero de alunos por turma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;4.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Neste momento, muitos alunos est&amp;atilde;o ainda sem professor&lt;/strong&gt;, o que tem levantado, como noticia a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, in&amp;uacute;meros protestos das fam&amp;iacute;lias e das comunidades locais em diferentes pontos do pa&amp;iacute;s. O ano letivo arrancou pr&amp;oacute;ximo do caos, com algumas escolas a verem chegar os seus professores quase&amp;nbsp;um m&amp;ecirc;s depois de iniciado e sem que seja poss&amp;iacute;vel assegurar que n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; mais problemas a este n&amp;iacute;vel. Neste ponto, M&amp;aacute;rio Nogueira recuperou a proposta da Fenprof&amp;nbsp;que aponta, "como solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais adequada", para um concurso de &amp;acirc;mbito nacional, na base de uma lista ordenada pela gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;5.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Permanece a grave situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE)&lt;/strong&gt;. A lei n&amp;atilde;o est&amp;aacute; a ser cumprida, alerta a Fenprof. As cr&amp;iacute;ticas surgem de todo o lado, das fam&amp;iacute;lias ao Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNE). Faltam professores de apoio (situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o MEC nunca regulamentou) e de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;6.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;AEC:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;"N&amp;atilde;o se pode confundir resposta/componente social com mais atividades escolarizadas", alertou M&amp;aacute;rio Nogueira, que relembrou estudos recentes que relacionam o aumento da indisciplina nas escolas com o excesso de atividades escolarizadas. A ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempos livres n&amp;atilde;o pode ter um car&amp;aacute;ter escolarizante, antes devendo assumir uma forte componente l&amp;uacute;dica e cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Regime de doc&amp;ecirc;ncia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;A Fenprof considera que quaisquer altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao regime de doc&amp;ecirc;ncia devem ser discutidas e definidas com rigor. &amp;nbsp;Como foi sublinhado nesta confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, "quaisquer altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es nesse sentido, &amp;nbsp;mesmo as que apontam &amp;agrave; coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;nbsp;devem passar por um debate pr&amp;eacute;vio". Eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual ter&amp;atilde;o de ser "devidamente preparadas e coordenadas na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o".&amp;nbsp;Hoje est&amp;aacute; instalada a desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cada agrupamento, com o aval do MEC, faz de acordo com a sua interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, violando enquadramentos legais, penalizando os docentes e gerando desigualdades entre os alunos. Tudo isto acontece num contexto de completa desregulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios e de atropelo de normas do Estatuto da Carreira Docente e de princ&amp;iacute;pios que constam da Lei de Bases do Sistema Educativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Ingl&amp;ecirc;s no 1.&amp;ordm; CEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Neste encontro com a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, foi ainda abordada a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um grupo espec&amp;iacute;fico para o ensino de ingl&amp;ecirc;s no 1.&amp;ordm; CEB, defendendo o MEC que tal &amp;aacute;rea n&amp;atilde;o deve ser atribu&amp;iacute;da ao professor do 1.&amp;ordm; CEB titular de turma. A Fenprof continua a alertar para o facto de tal iniciativa abrir legitimamente campo para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;outros grupos espec&amp;iacute;ficos&amp;rdquo; substituindo o regime de &amp;nbsp;monodoc&amp;ecirc;ncia por um regime de pluridoc&amp;ecirc;ncia nos 3.&amp;ordm; e 4.&amp;ordm; anos de escolaridade. A Fenprof sublinha que esta &amp;eacute; uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o substancial que n&amp;atilde;o se compadece com decis&amp;otilde;es precipitadas e casu&amp;iacute;sticas, propondo ao MEC a abertura calendarizada de um debate p&amp;uacute;blico envolvendo a comunidade cient&amp;iacute;fica (ESE e Universidades) e a comunidade educativa (escolas, professores, pais e sindicatos) de modo a construir um regime de doc&amp;ecirc;ncia no 1.&amp;ordm; CEB que seja consensualmente aceite e devidamente fundamentado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Asfixia financeira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"&gt;Com as medidas que t&amp;ecirc;m vindo a ser tomadas nos &amp;uacute;ltimos anos, alerta a Fenprof, o Governo visa reduzir o investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, encolher o curr&amp;iacute;culo para algo pr&amp;oacute;ximo do&amp;nbsp;s&lt;em&gt;aber ler, escrever e contar&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;transferir para o poder local despesas e responsabilidades. M&amp;aacute;rio Nogueira recordou estudos do CNE e da OCDE que evidenciam as pol&amp;iacute;ticas de asfixia financeira que se t&amp;ecirc;m abatido sobre a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, setor que representa hoje pouco mais de 3 por cento do PIB..."Isto tem consequ&amp;ecirc;ncias", real&amp;ccedil;ou o dirigente sindical. "Hoje as verbas para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal valem menos do que o dinheiro que j&amp;aacute; entrou no nosso pa&amp;iacute;s para o BES ou para o BPN". "Temos um caderno reivindicativo, temos propostas e queremos alargar a discuss&amp;atilde;o", destacou a coordenadora da Fenprof do 1.&amp;ordm; CEB, que lembrou, a prop&amp;oacute;sito, a&amp;nbsp;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/Conf1CEB/" style="text-decoration: none; color: #333333;"&gt;Confer&amp;ecirc;ncia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizou em 28 e 29 de mar&amp;ccedil;o passado, envolvendo 250 delegados, eleitos em todas as regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s. Nesse sentido, "vamos pedir audi&amp;ecirc;ncias ao Ministro, ao Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Cultura da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica". "&amp;Eacute; preciso promover uma discuss&amp;atilde;o s&amp;eacute;ria. Queremos uma melhor escola p&amp;uacute;blica. Queremos continuar a ouvir os intervenientes no processo educativo do 1.&amp;ordm; CEB", concluiu Vanda Lima. / JPO&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 03 Oct 2014 15:59:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-tem-propostas-objetivas-para-responder-aos-problemas</guid></item><item><title>1.º CEB — Fenprof esteve no MEC (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/1%C2%BAceb-fenprof-esteve-no-mec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;4 de novembro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="text-align: left; vertical-align: top;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="300" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/bff25959/ea73cf91/1ceb2.jpg?v=638578799556890259"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por iniciativa da Fenprof, professores do 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico de todo o pa&amp;iacute;s (entre eles, alguns dirigentes do SPN) concentraram-se em frente ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia para protestar contra o aumento do hor&amp;aacute;rio letivo e entregar &amp;agrave; tutela exemplos de hor&amp;aacute;rios de trabalho que constituem verdadeiros absurdos pedag&amp;oacute;gicos e laborais.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que o MEC deixou de financiar uma hora semanal das AEC e, a pretexto da reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; CEB, levou as escolas a aumentarem os hor&amp;aacute;rios dos docentes em 2,5 horas por semana. Com esta medida, o MEC n&amp;atilde;o visa nenhuma melhoria da qualidade do ensino/aprendizagem, mas apenas reduzir a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes nas AEC e obrigar os professores a assumirem tarefas que n&amp;atilde;o correspondem ao conte&amp;uacute;do funcional da profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb5.jpg" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb5.jpg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb5.jpg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb5.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb5.jpg?v=638578810467457393"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb3.jpg?v=638578810468863571"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb1.jpg?v=638578810470113612"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb9.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb9.jpg?v=638578810471207388"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb7.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb7.jpg?v=638578810472769901"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb.jpg?v=638578810474019899"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb8.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb8.jpg?v=638578810475426094"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb6.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb6.jpg?v=638578810476832324"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/300/0/8/1ceb4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ea73cf91/1ceb4.jpg?v=638578810478082348"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contrariando o esclarecimento prestado aos dirigentes sindicais aquando da assinatura da ata negocial de 25 de julho, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia nunca informou as escolas de que, no &amp;acirc;mbito da sua autonomia, poderiam optar por incluir os 30 minutos da pausa para os alunos no hor&amp;aacute;rio letivo dos professores do 1.&amp;ordm; CEB &amp;ndash; pr&amp;aacute;tica verificada at&amp;eacute; este ano. Ao inv&amp;eacute;s, semeou a confus&amp;atilde;o nas escolas e junto dos professores, ofendendo o princ&amp;iacute;pio geral e constitucional de que as pausas fazem parte do hor&amp;aacute;rio laboral de qualquer trabalhador. Consequentemente, em muitas escolas, isso veio a redundar em decis&amp;otilde;es aleat&amp;oacute;rias que, de uma forma ou outra, agravaram o hor&amp;aacute;rio semanal dos professores em duas horas e meia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Fenprof vai realizar uma&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto ao MEC [Av. 5 de Outubro]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;1.&amp;ordm; CEB &amp;mdash; POR HOR&amp;Aacute;RIOS DE TRABALHO DIGNOS!&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;CONTRA O AUMENTO DA COMPONENTE LECTIVA!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Lisboa&amp;nbsp; &amp;nbsp;|&amp;nbsp; 7/nov&amp;nbsp; &amp;nbsp;|&amp;nbsp; 15h&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Aos professores pede-se que &amp;ndash; se ainda n&amp;atilde;o o fizeram &amp;ndash; imprimam e preencham o postal que pode ser descarregado AQUI e o fa&amp;ccedil;am chegar ao SPN para ser entregue ao MEC como exemplificativo das diversas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es d&amp;uacute;bias criadas, que alegadamente desconhece. O postal encontra-se em distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas escolas com o teu hor&amp;aacute;rio (contacta o teu delegado sindical ou o dirigente do teu agrupamento) &amp;eacute; muito importante. F&amp;aacute;-lo chegar aos Sindicatos que constitiuem a Fenprof para ser entregue no dia 7 de Novembro no MEC.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&amp;bull; &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_7938/Anexos/postal_horario.pdf"&gt;Imprimir o postal&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_7938/Anexos/postal_horario.pdf" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e entregar para participar na den&amp;uacute;ncia de mais este aatropelo ao teu direito a um hor&amp;aacute;rio justo e digno.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 04 Nov 2013 21:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/1%C2%BAceb-fenprof-esteve-no-mec</guid></item><item><title>1.º CEB — Fenprof esteve no MEC e vai ao CNE (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/1%C2%BA-ciclo-fenprof-esteve-no-mec</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de julho de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quest&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m muito importante e preocupante para a Fenprof, colocada na reuni&amp;atilde;o, foi a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico.&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/7000/0/90/1/braga9.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/825d5fec/braga9.jpg?v=638578817630282467"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;acirc;nsia de conseguir despedir os docentes contratados das AEC e provocar ainda maior n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios-zero neste grupo de professores onde existe j&amp;aacute; o maior n&amp;uacute;mero de docentes na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o imp&amp;otilde;e medidas que poder&amp;atilde;o provocar uma verdadeira implos&amp;atilde;o do setor (afinal, tanto ao gosto do atual ministro):&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Ser&amp;atilde;o as escolas que decidir&amp;atilde;o se os intervalos (pausas letivas) ser&amp;atilde;o ou n&amp;atilde;o consideradas para efeito de contabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os professores titulares de turma poder&amp;atilde;o ter as 25 horas preenchidas com a turma.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os professores com as 25 horas letivas na turma poder&amp;atilde;o, ou n&amp;atilde;o, ser coadjuvados (o que depender&amp;aacute; da exist&amp;ecirc;ncia de recursos nas escolas).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os professores coadjuvados poder&amp;atilde;o, ou n&amp;atilde;o, permanecer nas turmas durante o per&amp;iacute;odo de coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Caso n&amp;atilde;o permane&amp;ccedil;am nas turmas, poder&amp;atilde;o ser desviados para as AEC ou outras atividades.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os professores titulares da turma poder&amp;atilde;o estar apenas 17 horas com a turma.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Contudo, se tiverem permutado com outro colega a leciona&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Matem&amp;aacute;tica e Portugu&amp;ecirc;s, poder&amp;atilde;o apenas permanecer 10 horas com a turma de que s&amp;atilde;o titulares.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em suma, o 1.&amp;ordm; CEB, dependendo n&amp;atilde;o da autonomia das escolas, mas dos seus recursos (porque n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o autorizadas a contratar outros docentes para este efeito), poder&amp;aacute; funcionar em regime de&lt;strong&gt;&lt;em&gt;monodoc&amp;ecirc;ncia pura e dura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;monodoc&amp;ecirc;ncia coadjuvada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;ou de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;pluridoc&amp;ecirc;ncia mitigada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, sendo que o professor titular da turma (que ministros anteriores chegaram a achar que, por raz&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas, deveriam manter-se como professores-tutores at&amp;eacute; ao 6.&amp;ordm; ano de escolaridade) poder&amp;aacute; exercer a sua atividade, logo a partir do 1.&amp;ordm; ano de escolaridade, em efetivo regime de&amp;nbsp;&lt;em&gt;part-time&lt;/em&gt;&amp;nbsp;para com a turma de que &amp;eacute; titular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta &amp;eacute; uma irresponsabilidade que a Fenprof ir&amp;aacute; combater, exigindo um debate s&amp;eacute;rio sobre o futuro do 1.&amp;ordm; CEB no que respeita aos aspetos organizacionais deste setor de ensino, bem com em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao regime de trabalho dos professores do 1.&amp;ordm; CEB. A Fenprof&amp;nbsp;rejeita altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es avulsas,&amp;nbsp;como as que est&amp;atilde;o a ser feitas. Repudia este comportamento do MEC&amp;nbsp;que considera os professores do 1.&amp;ordm; CEB como &amp;ldquo;&lt;em&gt;pau-para-toda-a-obra&lt;/em&gt;&amp;rdquo;. Rejeita, ainda, o agravamento do hor&amp;aacute;rio letivo dos docentes do 1.&amp;ordm; CEB&amp;nbsp;pelo que apela &amp;agrave;s escolas que mantenham a regra de os intervalos serem contabilizados como integrando as 25 horas de componente letiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia destas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e da den&amp;uacute;ncia agora feita, a Fenprof ir&amp;aacute; contactar diversas entidades no sentido de obrigar o MEC a respeitar os compromissos que assumiu nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, bem como a impedi-lo de, irresponsavelmente, avan&amp;ccedil;ar com medidas para o 1.&amp;ordm; CEB que, para al&amp;eacute;m de poderem criar graves desigualdades e assimetrias, poder&amp;atilde;o p&amp;ocirc;r em causa a pr&amp;oacute;pria organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica deste important&amp;iacute;ssimo setor de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a Fenprof reunir&amp;aacute; j&amp;aacute; na pr&amp;oacute;xima segunda-feira, dia 22 de julho, com a Presidente do Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelas 11 horas&lt;/strong&gt;, recordando que o CNE manifestou profundo desacordo face &amp;agrave;s altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es curriculares propostas pelo MEC, mas que este ignorou completamente; ir&amp;aacute; ainda enviar aos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;grupos parlamentares&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora assumidas, no sentido destes poderem intervir rapidamente em torno destas quest&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A manterem-se estas medidas, a Fenprof, logo que se inicie o pr&amp;oacute;ximo ano letivo, procurar&amp;aacute;, em converg&amp;ecirc;ncia com todas as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de professores, voltar a mobilizar todos os docentes para uma luta que, confirma-se agora, para a atual equipa ministerial da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, parece ter sido insuficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Jul 2013 16:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/1%C2%BA-ciclo-fenprof-esteve-no-mec</guid></item><item><title>AEC — Lançamento de ofertas (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-para-2012-2013</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de agosto de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;MEC disponibiliza &lt;a href="http://www.dgae.min-edu.pt/web/14650/aecs" target="_blank"&gt;aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para lan&amp;ccedil;amento de ofertas&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(2/ago)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Aug 2012 12:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-para-2012-2013</guid></item><item><title>Anulado concurso para AEC Guimarães (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/anulado-concurso-para-aec%C2%B4s-guimaraes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de julho de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Sindicato dos Professores do Norte congratula-se com a decis&amp;atilde;o da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do concurso para AEC, para licenciados em desporto, que havia sido aberto pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tempo Livre, em Guimar&amp;atilde;es, e que considerava o voluntariado como um dos crit&amp;eacute;rios de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em comunicado na &lt;a href="http://www.tempolivre.pt/pub/index.aspx?view=instalacoes&amp;amp;cat=7&amp;amp;subview=noticias&amp;amp;id=556" target="_blank"&gt;p&amp;aacute;gina daquela associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; pode ler-se:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;"Como consequ&amp;ecirc;ncia de terem surgido algumas d&amp;uacute;vidas a prop&amp;oacute;sito dos crit&amp;eacute;rios de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Licenciados em Desporto para o "Programa de Generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ensino de Ingl&amp;ecirc;s e de Outras Atividades de Enriquecimento Curricular no 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico", a desenvolver no ano letivo 2012/2013, em Guimar&amp;atilde;es, a Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Tempo Livre informa todos os candidatos que decidiu anular o concurso anterior."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN, que teve um papel fundamental na &lt;a href="/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=9&amp;amp;doc=3179" target="_blank"&gt;den&amp;uacute;ncia desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, considera que qualquer crit&amp;eacute;rio que n&amp;atilde;o respeite a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional subverte qualquer concurso e espera que esta decis&amp;atilde;o seja um exemplo a seguir por todos aqueles que, infelizmente, t&amp;ecirc;m contribu&amp;iacute;do para o agravamento da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade docente. O SPN, considerando que existem outros crit&amp;eacute;rios de legalidade duvidosa, continuar&amp;aacute; a acompanhar este e outros processos que suscitem d&amp;uacute;vidas na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Ver &lt;a href="http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2698110&amp;amp;page=-1"&gt;not&amp;iacute;cia no Di&amp;aacute;rio de Not&amp;iacute;cias&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=9&amp;amp;doc=3179"&gt;ler artigo anterior sobre este assunto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Jul 2012 21:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/anulado-concurso-para-aec%C2%B4s-guimaraes</guid></item><item><title>SPN exige anulação do concurso promovido pela «Tempo Livre» (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-exige-anulacao-do-concurso-promovido-pela-tempo-livre</link><description>&lt;h6 class="titulo" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;20 de julho de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como &amp;eacute; do conhecimento p&amp;uacute;blico o Sindicato dos Professores do Norte (SPN) contestou os crit&amp;eacute;rios adotados pela associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tempo Livre na qual a C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es delegou a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes com Licenciatura em Desporto. F&amp;ecirc;-lo por entender que os mesmos subvertiam a l&amp;oacute;gica da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional que, na sua perspetiva, deve estar subjacente a qualquer concurso, n&amp;atilde;o podendo por isso estar sujeita a crit&amp;eacute;rios de car&amp;aacute;cter subjetivo ou feridos de inconstitucionalidade.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na reuni&amp;atilde;o&amp;nbsp;com&amp;nbsp;a C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es com car&amp;aacute;ter de urg&amp;ecirc;ncia, e que contou com a presen&amp;ccedil;a do Vereador Amadeu Portilha e do respons&amp;aacute;vel da Tempo Livre, o SPN deixou claro que, independentemente dos argumentos invocados, ir&amp;aacute; continuar a acompanhar este processo. Assim hoje, a Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN, sustentada numa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um dos seus advogados, solicitou ao Presidente da C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es que ordenasse de imediato a anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do concurso promovido pela Tempo Livre e, em sua substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, procedesse &amp;agrave; abertura de um outro que respeite a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos candidatos, com a certeza que, desta maneira, estaremos todos a contribuir para a dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo de recrutamento de docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/publico.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cfb4b468/publico.jpg?v=638578828096638532" width="40%" height="NaN"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Documentos que provam a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left; padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/avisoconcurso12_13.pdf" target="_blank"&gt;Aviso de Concurso&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left; padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/notaexplicativa12_13.pdf" target="_blank"&gt;Nota Explicativa&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left; padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/fichacandidatura12_13.pdf" target="_blank"&gt;Ficha de candidatura&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left; padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/declaracaocompromisso.pdf" target="_blank"&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Compromisso de honra&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Uma vergonha denunciada pelo SPN/Braga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Para o Sindicato este &amp;eacute; um sinal de que se chegou a um patamar de aus&amp;ecirc;ncia de vergonha". A den&amp;uacute;ncia foi feita esta manh&amp;atilde; pelo Sindicato de Professores do Norte (SPN), na voz de J&amp;uacute;lia Vale.&amp;nbsp;A associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o "Tempo Livre", da C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es est&amp;aacute; &amp;agrave; procura de licenciados em Ci&amp;ecirc;ncias do Desporto para trabalharem no pr&amp;oacute;ximo ano, em Guimar&amp;atilde;es, na Capital Europeia do Desporto. O problema s&amp;atilde;o os crit&amp;eacute;rios necess&amp;aacute;rios para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses docentes.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O principal crit&amp;eacute;rio tem como nome: &amp;rdquo;Ades&amp;atilde;o ao voluntariado desportivo local&amp;rdquo;, e consiste na "pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de horas que os candidatos est&amp;atilde;o dispostos a prestar, de forma volunt&amp;aacute;ria", pode ler-se na Nota explicativa.&amp;nbsp; "Hoje tivemos conhecimento de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que &amp;eacute; inadmiss&amp;iacute;vel. Num contexto de atividades de enriquecimento curricular, as denominadas AEC's, a C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es que delega numa associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores para as AEC's, faz publicar ontem num aviso de abertura para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores, em que, sustentando-se no facto de haver uma capital europeia do desporto, que os colegas que se candidatem para as AEC's se disponibilizem para fazer regime de voluntariado", denunciou &amp;agrave; RUM a coordenadora do sindicato de professores do norte.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para se candidatarem, necessitam de assinar um compromisso de honra, em como no ano lectivo 2012/2013 efetuar&amp;atilde;o determinado n&amp;ordm; de horas em regime de voluntariado. Ou seja, a C&amp;acirc;mara Municipal de Guimar&amp;atilde;es pretende desta maneira que os professores desenvolvam atividades nas AEC's sem que para isso sejam pagos. Isto &amp;eacute; uma clara evid&amp;ecirc;ncia, de que estamos a chegar a um patamar de aus&amp;ecirc;ncia de vergonha, em que se joga, porque depois se pontua de acordo com a disponibilidade dos candidatos".&amp;nbsp;Desta forma, a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o "Tempo Livre" pontua o n&amp;ordm; de horas que os docentes est&amp;atilde;o determinados a oferecer, ou seja, um professor ter&amp;aacute; melhor pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto mais horas volunt&amp;aacute;rias contabilizar. Para a sindicalista isto &amp;eacute; "voluntariado &amp;agrave; for&amp;ccedil;a" e "n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho".&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/5000/200/20/8/julia.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cfb4b468/julia.jpg?v=638578828097731689"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 07 Jul 2012 11:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-exige-anulacao-do-concurso-promovido-pela-tempo-livre</guid></item><item><title>AEC — Atropelos nas colocações (2010)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/professores-colocados-nas-aec-2010</link><description>&lt;h6 style="font-size: 12px; font-family: Arial; vertical-align: top; text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2010&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Chegou ao conhecimento do SPN que, no ano que agora se inicia, os professores colocados para o exerc&amp;iacute;cio das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) est&amp;atilde;o a ser confrontados com in&amp;uacute;meros atropelos &amp;agrave; lei (nomeadamente a n&amp;atilde;o utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas C&amp;acirc;maras da plataforma da DGRHE, obrigat&amp;oacute;rio segundo o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 212/2009, de 3 de Setembro), ultrapassagens, desrespeito pelos crit&amp;eacute;rios estabelecidos, etc, etc.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque o SPN n&amp;atilde;o pode pactuar com situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es d&amp;uacute;bias nem com quaisquer ilegalidades,&amp;nbsp;apela-se a todos os docentes nestas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que as&amp;nbsp;denunciem&amp;nbsp;ao Sindicato&amp;nbsp;atrav&amp;eacute;s do e-mail:&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:geral@spn.pt" target="_blank"&gt;geral@spn.pt&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e que, colectivamente, tomem posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto das respectivas C&amp;acirc;maras, exigindo o cumprimento da lei. Entretanto, o SPN, atrav&amp;eacute;s das suas&amp;nbsp;delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ir&amp;aacute; solicitar reuni&amp;otilde;es &amp;agrave;s C&amp;acirc;maras, para clarificar o que se est&amp;aacute; a passar e contribuir para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diversos problemas.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 15:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/professores-colocados-nas-aec-2010</guid></item><item><title>AEC — É preciso que se cumpra a lei e se corrijam abusos (2009)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-s-e-preciso-que-se-cumpra-a-lei-e-se-corrijam-abusos</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;7 de Outubro de 2009&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tal como a &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fenprof tem denunciado, as actividades de enriquecimento curricular, criadas pelo Governo cessante e com as quais s&amp;atilde;o ocupados os tempos livres dos alunos do 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico (1.&amp;ordm; CEB), assentam num modelo errado que dever&amp;aacute; ser rapidamente corrigido.&amp;nbsp;Alterar o regime de AEC &amp;eacute;, ali&amp;aacute;s, considerado necess&amp;aacute;rio por todos os partidos pol&amp;iacute;ticos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar, de acordo com posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que recentemente assumiram. Por exemplo, todos defendem que o ensino de Ingl&amp;ecirc;s dever&amp;aacute; sair desse per&amp;iacute;odo p&amp;oacute;s-lectivo, passando a integrar o curr&amp;iacute;culo do 1.&amp;ordm; CEB, esperando-se, por isso, que essa seja uma das primeiras decis&amp;otilde;es da pr&amp;oacute;xima equipa do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;Fenprof, como sempre foi dito, este regime de AEC que urge alterar, assenta em pressupostos errados:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;na precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do emprego docente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;na possibilidade de privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de actividades que s&amp;atilde;o da responsabilidade das escolas p&amp;uacute;blicas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;no desenvolvimento de actividades escolarizadas que acrescem &amp;agrave;s horas lectivas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;no desenvolvimento de actividades, em regime p&amp;oacute;s lectivo, que dever&amp;atilde;o fazer (ou tamb&amp;eacute;m fazem) parte do curr&amp;iacute;culo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;numa irrespons&amp;aacute;vel confus&amp;atilde;o entre ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempos livres (que deveriam ser preenchidos com actividades de car&amp;aacute;cter l&amp;uacute;dico e cultural) e actividades de enriquecimento curricular.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estas AEC rolam sem regras...&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Provavelmente, consciente da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que seria criada com o regime que foi definido, o poder central decidiu transferir para as autarquias todas as responsabilidades na mat&amp;eacute;ria, limitando-se a garantir algumas verbas para financiamento e lavando as m&amp;atilde;os em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao que acontece naqueles tempos. E o problema &amp;eacute; que a diversidade de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; de tal ordem que permite perceber que estas AEC rolam sem regras ou, quando as mesmas existem, poucos as cumprem porque ningu&amp;eacute;m fiscaliza a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com muitos munic&amp;iacute;pios a revelarem uma inusitada e reprov&amp;aacute;vel desaten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao que acontece na &amp;aacute;rea que administram.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem entrar no debate sobre o regime de AEC &amp;mdash; que &amp;eacute; urgente, constando das prioridades da &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;FENPROF para o di&amp;aacute;logo e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a futura equipa do ME&amp;nbsp;&amp;mdash; &amp;nbsp;pretende-se, por agora, denunciar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que &amp;eacute; vivida pelos docentes (designados, apenas, por "t&amp;eacute;cnicos") que exercem actividades nas AEC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram necess&amp;aacute;rios tr&amp;ecirc;s anos e a proximidade de elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas para que o Governo cessante tivesse reconhecido a exist&amp;ecirc;ncia de irregularidades no processo de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de "t&amp;eacute;cnicos" para a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o nas AEC, tendo sido publicada legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que imp&amp;otilde;e algumas regras para aquele efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, como as mesmas apenas entraram em vigor no passado m&amp;ecirc;s de Setembro, de pouco serviram, pois a maioria dos munic&amp;iacute;pios j&amp;aacute; tinha decidido recorrer &amp;agrave; contratualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o com empresas privadas, o que j&amp;aacute; fizeram em Julho, antes, portanto, das f&amp;eacute;rias e do in&amp;iacute;cio do presente ano escolar -&amp;nbsp;empresas que est&amp;atilde;o fora do &amp;acirc;mbito das regras legalmente estabelecidas, pois estas apenas se aplicam &amp;agrave;s c&amp;acirc;maras municipais e &amp;agrave;s escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tr&amp;ecirc;s tipos de contratos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqueles t&amp;eacute;cnicos (professores, claro, recrutados facilmente num meio em que o desemprego atinge dezenas de milhares de profissionais) podem celebrar contratos de tr&amp;ecirc;s formas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;com as autarquias, directamente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;com os agrupamentos de escola, embora, neste caso, apenas em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es excepcionais;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;com empresas privadas, que florescem que nem cogumelos, muitas delas criadas apenas para este efeito, e que desenvolvem processos de outsorcing na presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste servi&amp;ccedil;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;As regras antes referidas que constam do Decreto-Lei n&amp;uacute;mero 212/2009, de 3 de Setembro, prev&amp;ecirc;em a selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos "t&amp;eacute;cnicos" por via de uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o electr&amp;oacute;nica disponibilizada pela DGRHE (Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral de Recursos Humanos da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o). Contudo, as empresas privadas que operam no sector n&amp;atilde;o necessitam de se reger por este quadro legal, como n&amp;atilde;o aplicam, tamb&amp;eacute;m, o Despacho n.&amp;ordm; 14.460/2008, de 15 de Maio (publicado em DR no dia 26 de Maio) que estabelece um valor m&amp;iacute;nimo obrigat&amp;oacute;rio para efeitos de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o: o &amp;iacute;ndice salarial 126 (para docentes licenciados profissionalizados) da carreira docente. Este &amp;iacute;ndice corresponde, para um hor&amp;aacute;rio completo de 35 horas (lectivas e n&amp;atilde;o lectivas), a um quantitativo il&amp;iacute;quido de 1.145,79 euros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O medo de perder o emprego, aliado, claro, &amp;agrave; falta de oportunidades de emprego e &amp;agrave; inseguran&amp;ccedil;a laboral a que est&amp;atilde;o sujeitos milhares de professores abre espa&amp;ccedil;o para que se cometam todos os atropelos, para que surjam todos os abusos, para que se arrastem todas as ilegalidades. Os professores dirigem-se aos Sindicatos da &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;FENPROF apresentado as suas queixas, mas pedindo o anonimato. S&amp;oacute; que todos sabem o que se passa: sabe a &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;Fenprof, como sabe o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e como sabem os munic&amp;iacute;pios em que estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es acontecem...s&amp;oacute; que apesar das den&amp;uacute;ncias que t&amp;ecirc;m vindo a ser feitas pela &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;Fenprof, quem tem poder para resolver os problemas n&amp;atilde;o faz nada o que significa que, objectivamente, pactua com a ilegalidade e com a imoralidade em todo este processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouviu-se, em tempos, a Ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirmar que acabariam os recibos verdes como forma de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral tamb&amp;eacute;m nas AEC. Mas n&amp;atilde;o acabaram...eles mant&amp;ecirc;m-se um pouco por todo o lado. Poder&amp;atilde;o, agora, n&amp;atilde;o ser os munic&amp;iacute;pios a estabelecer directamente essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas s&amp;atilde;o as empresas que com eles contratualizam a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das AEC. Essas, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; mant&amp;ecirc;m os recibos verdes, como pagam muito abaixo do que se encontra estabelecido na lei, logo, deveria ter aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; tempo de p&amp;ocirc;r cobro a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, caracterizada pela exist&amp;ecirc;ncia de:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;recibos verdes, que correspondem a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o para presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os, quando esta actividade, pelas suas caracter&amp;iacute;sticas (com prazo definido, com hor&amp;aacute;rio fixo, tutelada superiormente...), obriga &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de um contrato de trabalho;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;pagamento abaixo do valor m&amp;iacute;nimo legalmente estabelecido no Despacho n.&amp;ordm; 14.460/2009, de 15 de Maio;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que, depois de terem exercido actividade nas AEC, aos professores que, entretanto, optam por outra actividade (por exemplo, incluindo os que obt&amp;ecirc;m coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o numa escola para exercerem actividade docente), n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o pagas muitas horas de trabalho j&amp;aacute; realizado;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;um processo de selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, na maior parte dos casos, n&amp;atilde;o obedece a regras, o que significa que a arbitrariedade se instalou, sendo vulgar que tal selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o se fa&amp;ccedil;a por convite ou atrav&amp;eacute;s de simples entrevista em que, principalmente, se procuram disponibilidades para melhor se explorar;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;empresas que s&amp;atilde;o financiadas para a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica para o exerc&amp;iacute;cio de actividade nas AEC, mas que obrigam os formandos&amp;nbsp;- &amp;nbsp;os "t&amp;eacute;cnicos"&amp;nbsp;- a pagarem a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a frequ&amp;ecirc;ncia da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou seja, financiam-se duas vezes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;Fenprof, sem preju&amp;iacute;zo de uma profunda altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste regime de AEC, exige uma fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o efectiva e rigorosa do que se est&amp;aacute; a passar um pouco por todo o pa&amp;iacute;s: contratos de trabalho, sal&amp;aacute;rios, formas de selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, natureza das empresas promotoras...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo evidente que a maior responsabilidade pol&amp;iacute;tica, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a esta mat&amp;eacute;ria, dever&amp;aacute; ser atribu&amp;iacute;da ao Governo, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o ficam isentos de responsabilidades os munic&amp;iacute;pios quando contratualizam com empresas privadas para que promovam as AEC e, a partir da&amp;iacute;, consideram estar cumprida a sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o fiscalizando a forma como as mesmas se desenvolvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Desafio &amp;mdash; A &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fenprof exigir&amp;aacute;, do pr&amp;oacute;ximo Governo, a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, devendo ser desenvolvidas todas as dilig&amp;ecirc;ncias no sentido de a lei ser cumprida.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a &lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;Fenprof lan&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m, e f&amp;aacute;-lo neste importante momento, "em cima" das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es aut&amp;aacute;rquicas, um desafio aos candidatos de todos os partidos pol&amp;iacute;ticos (e, naturalmente, aos futuros executivos municipais): que assumam, perante os mun&amp;iacute;cipes e os "t&amp;eacute;cnicos" das AEC - que, na esmagadora maioria dos casos, s&amp;atilde;o professores - que na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o directa ou indirecta destas actividades n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; lugar para recibos verdes, exigindo a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos de trabalho; que os sal&amp;aacute;rios corresponder&amp;atilde;o ao valor legalmente estabelecido; que o processo de selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos "t&amp;eacute;cnicos" obedecer&amp;aacute; a crit&amp;eacute;rios claros, objectivos e universais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estas garantias de seriedade, transpar&amp;ecirc;ncia e qualidade t&amp;ecirc;m grande import&amp;acirc;ncia, na medida em que o tempo de servi&amp;ccedil;o prestado nestas actividades &amp;eacute; considerado para efeito dos concursos de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores nas escolas p&amp;uacute;blicas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois dias, apenas, depois de ter sido comemorado o Dia Mundial dos Professores, a&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;personname w:st="on"&gt;&lt;/personname&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fenprof n&amp;atilde;o pode deixar de denunciar esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de claro abuso que se abate sobre os professores, a par desta efectiva desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o docente e, tamb&amp;eacute;m, de exigir, do poder pol&amp;iacute;tico, uma verdadeira mudan&amp;ccedil;a na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o que estabelece e desenvolve com os professores, sendo obrigat&amp;oacute;ria que a mesma tenha lugar num quadro de respeito e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, h&amp;aacute; muito, andam arredados da pr&amp;aacute;tica governativa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 0cm;"&gt;</description><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 14:23:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aec-s-e-preciso-que-se-cumpra-a-lei-e-se-corrijam-abusos</guid></item><item><title>Milhares de docentes das AEC a recibo verde (2008)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/milhares-de-docentes-das-aec-s-a-recibo-verde</link><description>&lt;h6 align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span color="#560000" style="color: #560000;"&gt;&lt;span color="#000000" style="color: #000000;"&gt;20 de maio de 2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span color="#560000" style="color: #560000;"&gt;&lt;span color="#000000" style="color: #000000;"&gt;&amp;Eacute; um esc&amp;acirc;ndalo da mesma natureza, mas de dimens&amp;atilde;o ainda maior do que o das "Novas Oportunidades"&lt;/span&gt; :&lt;/span&gt; os cerca de 15.000 docentes que trabalham nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) t&amp;ecirc;m, na esmagadora maioria, contrato de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o (vulgo, "recibos verdes") e hor&amp;aacute;rios de seis a dez horas semanais, o que configura grande precariedade, sujeita a lament&amp;aacute;veis formas de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o docente. A esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acrescem, ainda, grandes diferen&amp;ccedil;as no que respeita ao c&amp;aacute;lculo das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e aos per&amp;iacute;odos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para al&amp;eacute;m da obrigatoriedade de os docentes se deslocarem graciosamente, entre diferentes escolas, algumas a dist&amp;acirc;ncias significativas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados divulgados pelo ME, referentes ao ano lectivo 2006/2007, davam conta da exist&amp;ecirc;ncia de cerca de 13.500 docentes contratados para as AEC, sujeitos a um trabalho de elevada precariedade, situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se mant&amp;eacute;m neste ano lectivo, tendo aumentado o n&amp;uacute;mero de docentes envolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Governo tem repetido vezes sem fim, como uma das bandeiras mais medi&amp;aacute;ticas na &amp;aacute;rea da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das AEC no 1&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico. &amp;Eacute; ele, tamb&amp;eacute;m, o principal respons&amp;aacute;vel por esta explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o inqualific&amp;aacute;vel dos docentes que trabalham nas AEC, a partir do momento em que financia uma actividade que, no entanto, n&amp;atilde;o regula nem fiscaliza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito negativas a que os docentes se sujeitam, estes recorrem &amp;agrave;s AEC (contratados directamente pelas autarquias ou por empresas da "especialidade") por se encontrarem desempregados, para assegurarem uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao trabalho relacionado com as suas qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e, factor destacado nas condicionantes desta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para tentarem garantir contagens de tempo de servi&amp;ccedil;o que melhorem as perspectivas de acesso ao desempenho de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es efectivamente docentes. Todavia, a precariedade extrema impede o estabelecimento de qualquer tipo de v&amp;iacute;nculo (laboral, afectivo?) n&amp;atilde;o sendo de estranhar que um dos constrangimentos mais vezes assinalados, designadamente pelas autarquias enquanto entidades promotoras das AEC, seja, precisamente, o elevado n&amp;uacute;mero de rescis&amp;otilde;es de contratos verificado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Governo e o ME mant&amp;ecirc;m este grupo de professores numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o extremamente prec&amp;aacute;ria e inst&amp;aacute;vel aproveitando-se, para isso, do negro quadro de desemprego que atinge os profissionais docentes. Trata-se de um &lt;b&gt;grupo de trabalhadores altamente qualificado que trabalha, a "recibo verde", para a estrutura do Estado. Isto &amp;eacute;, sem qualquer contrato ou v&amp;iacute;nculo laboral, com baixos sal&amp;aacute;rios e n&amp;atilde;o lhes sendo reconhecidos quaisquer direitos ou garantias. Apenas deveres!&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; ao n&amp;iacute;vel das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se sentem as desigualdades e dificuldades, &amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m, nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais e materiais de trabalho, de assist&amp;ecirc;ncia m&amp;eacute;dica, maternidade, entre outras. Uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que afecta, inevitavelmente, a motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores que trabalham nas AEC, exigindo-se ao Governo, &lt;!--?xml:namespace prefix="st1"?--&gt;&lt;st1:personname w:st="on" productid="em particular ao Minist&amp;eacute;rio"&gt;em particular ao Minist&amp;eacute;rio&lt;/st1:personname&gt; da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e &amp;agrave;s autarquias uma atitude de respeito e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o por estes profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#560000" style="color: #560000;"&gt;&lt;span color="#000000" style="color: #000000;"&gt;Exig&amp;ecirc;ncias da Fenprof&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A Fenprof defende uma &lt;b&gt;profunda altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na forma de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o das actividades de enriquecimento curricular (AEC) e a garantia de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de estabilidade a todos quantos nelas se envolvem&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, pelo que exige:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;o&amp;nbsp;fim, imediato, do recurso a "falsos" recibos verdes&lt;/b&gt; como forma de "contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o" de docentes para as AEC, bem como para qualquer outro tipo de actividade;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;a&amp;nbsp;extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o do actual modelo de actividades de enriquecimento curricular&lt;/b&gt; e o refor&amp;ccedil;o da componente curricular do 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico com o ensino do Ingl&amp;ecirc;s, M&amp;uacute;sica, Actividade F&amp;iacute;sica e Desportiva e de outras eventuais &amp;aacute;reas disciplinares, o que dever&amp;aacute; traduzir-se na &lt;b&gt;constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipas educativas, de forma a adequar e a promover, de forma mais eficaz, as aprendizagens dos alunos;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;a&amp;nbsp;adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos espa&amp;ccedil;os escolares e apetrechamento das escolas&lt;/b&gt; com materiais espec&amp;iacute;ficos adequados &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias do curr&amp;iacute;culo e planifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;ama verdadeira Escola a Tempo Inteiro&lt;/b&gt;, sendo asseguradas as melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a pr&amp;aacute;tica lectiva e garantidas respostas sociais de qualidade (actividades para ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempos livres) colocadas &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos e das suas fam&amp;iacute;lias, competindo ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por interm&amp;eacute;dio dos Agrupamentos de Escolas, promover esta multiplicidade de respostas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
&lt;hr id="null" noshade="noshade" size="1"&gt;
&lt;p&gt;Ler tamb&amp;eacute;m &lt;a href="/Media/Default/Info/3000/200/0/3/fp-111-primeiro-ministro-aec-2105081.doc" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;of&amp;iacute;cio enviado ao Senhor Primeiro-Ministro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em 21 de Maio&lt;/p&gt;
&lt;hr id="null" noshade="noshade" size="1"&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 13pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;"RECIBOS VERDES" NAS A.E.C.&lt;span color="navy" style="color: navy;"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;:&lt;!--?xml:namespace prefix="o" ns="urn:schemas-microsoft-com:office:office"?--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 13pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;ACUSA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DO M.E. AOS MUNIC&amp;Iacute;PIOS N&amp;Atilde;O RESOLVEM GRAVE PROBLEMA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;O Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o responsabilizou os munic&amp;iacute;pios portugueses pela situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de extrema precariedade que atinge milhares de docentes que trabalham nas actividades de enriquecimento curricular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;Como a FENPROF denunciou, s&amp;atilde;o cerca de 15.000 docentes que, contratados directa ou indirectamente pelas C&amp;acirc;maras Municipais, t&amp;ecirc;m hor&amp;aacute;rios semanais de &lt;!--?xml:namespace prefix="st1" ns="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"?--&gt;&lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="6 a"&gt;6 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 10 horas, s&amp;atilde;o pagos a "recibo verde", fazem centenas de quil&amp;oacute;metros por m&amp;ecirc;s &amp;agrave; sua custa e recebem "sal&amp;aacute;rios" de vergonha, sendo pagos &amp;agrave; hora e apenas nos dias em que o estabelecimento de ensino est&amp;aacute; aberto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;A FENPROF responsabilizou politicamente o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao limitar-se a transferir uma verba ex&amp;iacute;gua para os munic&amp;iacute;pios e por, a partir da&amp;iacute;, lavar as m&amp;atilde;os pelo que se passa no interior das escolas p&amp;uacute;blicas do 1.&amp;ordm; Ciclo, amea&amp;ccedil;ando estender-se, j&amp;aacute; em Setembro, ao 2.&amp;ordm; Ciclo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;Defendendo-se, o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirmou &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, criticando, que a culpa afinal n&amp;atilde;o &amp;eacute; do ME nem do Governo, mas apenas das C&amp;acirc;maras Municipais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;A FENPROF aguarda, ent&amp;atilde;o, a reac&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Munic&amp;iacute;pios a esta acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e continua a exigir o que considera mais importante: &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o respeito pela lei na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral a estabelecer com estes professores e seu reenquadramento num novo contexto de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de actividades de enriquecimento curricular pelas escolas/agrupamentos, conferindo-lhes qualidade e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as actividades curriculares&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;O Secretariado Nacional&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;23/05/2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; text-indent: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Arial" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span size="2" style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 21 May 2008 09:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/milhares-de-docentes-das-aec-s-a-recibo-verde</guid></item></channel></rss>