<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Superior – Notícias</title><link>https://www.spn.pt:443/noticias-superior</link><description>Superior – Notícias</description><item><title>PR valida ilegalidades em processos negociais</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pr-valida-ilegalidades-em-processos-negociais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As promulga&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica dos diplomas relativos ao recrutamento docente, ao Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva responsabilizam tamb&amp;eacute;m o primeiro &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de soberania pelas consequ&amp;ecirc;ncias das decis&amp;otilde;es tomadas e pela valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ilegalidades nos processos que lhes deram origem. Para a Fenprof n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que o desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva promovido pelo governo passe em claro a quem tem por fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o garantir o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o concorda com o conte&amp;uacute;do dos diplomas promulgados, e afirma que o processo negocial n&amp;atilde;o respeitou a lei. No caso do regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, solicitou expressamente ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que n&amp;atilde;o o promulgasse, face &amp;agrave;s graves irregularidades que denunciou no que deveria ter sido a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar. Afinal, como em outros dom&amp;iacute;nios, o governo est&amp;aacute; obrigado a cumprir com rigor a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Recorde-se que o executivo aprovou este diploma em reuni&amp;atilde;o de Conselho de Ministros, quando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, pedida pela Fenprof, ainda nem tinha acontecido. Assim, converteu em simulacro uma fase negocial que a lei prev&amp;ecirc;, precisamente para permitir um esfor&amp;ccedil;o derradeiro de discuss&amp;atilde;o das propostas e de procura de aproxima&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhores solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Tal procedimento revela, inequivocamente, uma flagrante desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e pelas estruturas sindicais que representam os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o comunicou estas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao primeiro-ministro e ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica. N&amp;atilde;o recebeu, contudo, qualquer resposta &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es colocadas. E, ao promulgar o diploma sem se pronunciar sobre as den&amp;uacute;ncias apresentadas, o Presidente da Rep&amp;uacute;blica acaba por dar cobertura ao desrespeito por regras legais, contribuindo para a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, mecanismo fundamental do di&amp;aacute;logo social e da democracia, que vem sendo sucessivamente maltratado pelo governo, seja ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral, seja da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o setorial. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o pode ser convertida numa encena&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinada a legitimar decis&amp;otilde;es previamente tomadas pelos governos. &amp;Eacute; um direito dos trabalhadores exercido atrav&amp;eacute;s das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas, que exige boa-f&amp;eacute;, respeito pelas regras e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva pelas propostas apresentadas pelos representantes dos trabalhadores. S&amp;atilde;o procedimentos essenciais em democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o assume especial import&amp;acirc;ncia quando est&amp;aacute; em curso um processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente (ECD). A Fenprof n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que um processo com consequ&amp;ecirc;ncias profundas para a carreira e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos educadores e sos professores seja conduzido segundo uma l&amp;oacute;gica em que as decis&amp;otilde;es s&amp;atilde;o tomadas unilateralmente e antes de a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o terminar. Por isso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o governo respeite a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e que as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas n&amp;atilde;o desvalorizem den&amp;uacute;ncias de incumprimento das regras que a enquadram. Do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, espera que garanta o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas e que assuma a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica da atividade legislativa dos outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de soberania, na qual o respeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e as suas regras tem um papel determinante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o deixar&amp;aacute; de informar a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica sobre o quadro de desrespeito pelas regras legais da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, considerando as compet&amp;ecirc;ncias de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nomeadamente sobre os atos do governo e da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o confere ao parlamento. E promete denunciar todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e desenvolver as dilig&amp;ecirc;ncias institucionais e sindicais necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; defesa dos direitos dos docentes e dos investigadores, da Escola P&amp;uacute;blica e da democracia nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; um instituto relevant&amp;iacute;ssimo numa sociedade democr&amp;aacute;tica e o estado de direito em que Portugal vive obriga o governo a respeit&amp;aacute;-lo e a promov&amp;ecirc;-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/500/0/9/prpedrosarmentocosta_c.JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/383301a5/prpedrosarmentocosta_c.JPG?v=639290795747365196" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Pedro Sarmento Costa&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro, de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ECD &amp;mdash; Fenprof insta PR a n&amp;atilde;o promulgar o diploma de concursos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ap&amp;oacute;s formalizar protesto junto do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do primeiro-ministro, a Fenprof solicitou a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Presidente da Rep&amp;uacute;blica face ao desrespeito pelas regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva que antecedeu a recente aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Conselho de Ministros, de um diploma que pretende instituir um novo regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pessoal docente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No of&amp;iacute;cio enviado, a Fenprof alerta que &amp;ldquo;o diploma dever&amp;aacute; estar a chegar &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica para promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que, salvo melhor opini&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o dever&amp;aacute; acontecer&amp;rdquo;, considerando que tal "constituiria um sinal muito negativo quanto ao respeito por um instituto fundamental para a democracia &amp;ndash; o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;ndash;, instrumento central do di&amp;aacute;logo social no &amp;acirc;mbito da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e mecanismo relevante para a procura de consensos e resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas na sociedade&amp;rdquo;. A Fenprof dirige-se a Ant&amp;oacute;nio Seguro, &amp;ldquo;tendo em conta a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica da responsabilidade de garantir o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas e a compet&amp;ecirc;ncia de promulgar e mandar publicar as leis, os decretos-leis e os decretos regulamentares [&amp;hellip;], solicitando a pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais em que o decreto-lei em quest&amp;atilde;o foi aprovado pelo governo&amp;rdquo;. E, neste aspeto, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que &amp;ldquo;o diploma n&amp;atilde;o tem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ser promulgado, n&amp;atilde;o havendo, ademais, urg&amp;ecirc;ncia que possa ser invocada para que tal suceda&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/69000/500/20/2/MANUEL%20FERNANDO%20ARAUJO.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/f6962b97/MANUEL%20FERNANDO%20ARAUJO.jpg?v=639252828787710308"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Manuel Fernando Ara&amp;uacute;jo&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 21:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pr-valida-ilegalidades-em-processos-negociais</guid></item><item><title>UTP — Carta aberta contra a desvalorização das qualificações</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-carta-aberta-contra-a-desvalorizacao-das-qualificacoes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN/DESI) partilha, em anexo, a&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt;carta aberta&lt;/a&gt; dirigida ao diretor e ao Conselho Cient&amp;iacute;fico da Faculdade de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ESE), bem como ao reitor da Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto, sobre os recentes procedimentos de recrutamento docente e as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que estes suscitam. Persistem pr&amp;aacute;ticas que desvalorizam as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es acad&amp;eacute;micas, a experi&amp;ecirc;ncia e os percursos profissionais dos docentes, a par de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que direitos laborais continuam por reconhecer ou a ser reiteradamente negados.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o reconhecimento do trabalho desenvolvido, a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das categorias e das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es exercidas e o cumprimento integral dos direitos laborais s&amp;atilde;o quest&amp;otilde;es centrais na defesa dos docentes do ensino superior. Esta &amp;eacute; uma luta que prosseguir&amp;aacute; nesta faculdade e que importa manter, com igual determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em todas as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es onde se verifiquem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes. Neste sentido, o departamento apela que todos partilhem com o SPN situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que tenham conhecimento relacionadas com a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e da experi&amp;ecirc;ncia profissional, o enquadramento inadequado nas categorias contratuais e remunerat&amp;oacute;rias, a precariedade dos v&amp;iacute;nculos ou o incumprimento de direitos laborais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conhecimento destas realidades &amp;eacute; fundamental para identificar problemas comuns, refor&amp;ccedil;ar a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e construir uma resposta coletiva em defesa dos direitos, da dignidade profissional e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente. A defesa dos direitos dos docentes do ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical persistente, informada e solid&amp;aacute;ria, em cada institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no conjunto do setor.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt;[clicar na imagem]&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d15c6b80/utpcartaaberta_c.jpg?v=639288278995772503"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 23:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-carta-aberta-contra-a-desvalorizacao-das-qualificacoes</guid></item><item><title>UPVC — Compensação plurianual do serviço docente</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/upvc-compensacao-plurianual-do-servico-docente</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em comunicado dirigido aos docentes da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Viana do Castelo, o SPN considera que&lt;/em&gt; &lt;em&gt;a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que os docentes s&amp;atilde;o chamados a ultrapassar o n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de horas letivas semanais &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria para estabelecer limites e assegurar transpar&amp;ecirc;ncia. Contudo, o Despacho UNIPVC-R-088/2026 merece contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por n&amp;atilde;o estabelecer devidamente essas garantias. O SPN defende a sua revis&amp;atilde;o, para que inclua medidas que protejam de forma efetiva os docentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros 3 e 4 preveem a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas letivas adicionais atrav&amp;eacute;s de uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior da carga letiva, admitindo que o tempo compensado seja afeto a outras componentes da atividade docente. Por outro lado, o n.&amp;ordm; 5 permite adiar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para al&amp;eacute;m do ano letivo seguinte, sem estabelecer um prazo m&amp;aacute;ximo. Assim, prop&amp;otilde;e-se que este despacho fixe um n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo poss&amp;iacute;vel de horas excedentes em cada ano e que se retire a possibilidade de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carga letiva excedente por outras componentes da atividade docente. Havendo lugar a essa compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ela seja executada preferencialmente em distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o no ano subsequente e num limite m&amp;aacute;ximo de 3 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual, o despacho corre o risco de impor a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas letivas adicionais sem remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o adicional e sem uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva, deixando os docentes insuficientemente protegidos. A regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste regime deve garantir uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva, com prazo definido e sem preju&amp;iacute;zo para a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:56:32 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/upvc-compensacao-plurianual-do-servico-docente</guid></item><item><title>ESI — OE/2026 tem dar resposta aos problemas do setor</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-oe-2027</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof analisou a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE/2027) e concluiu que o governo continua sem apresentar respostas concretas para os graves problemas que afetam o ensino superior e a ci&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blicos. A desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos sal&amp;aacute;rios, os bloqueios nas carreiras, a precariedade e o subfinanciamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es exigem medidas urgentes que n&amp;atilde;o podem continuar a ser adiadas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora a proposta apresente, excluindo o PRR, um aumento nominal de 9,2% na despesa face ao or&amp;ccedil;amento inicial de 2026, este ser&amp;aacute; inferior em termos reais devido &amp;agrave; infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E coloca-se uma importante quest&amp;atilde;o: quanto deste aumento chegar&amp;aacute; efetivamente &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e permitir&amp;aacute; responder aos problemas do setor, para al&amp;eacute;m de cobrir encargos e compromissos j&amp;aacute; assumidos?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os problemas s&amp;atilde;o conhecidos e exigem respostas:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial e valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras &amp;mdash; os docentes e investigadores acumularam perdas de poder de compra estimadas em mais de 20% nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas. O OE/2027 n&amp;atilde;o prev&amp;ecirc; qualquer valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica das carreiras e a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral de 2,3% fica abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista. N&amp;atilde;o aceitamos continuar a perder poder de compra.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Desbloqueamento das progress&amp;otilde;es &amp;mdash; muitos docentes continuam sem progredir, apesar de terem avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es positivas e pontos acumulados suficientes, devido &amp;agrave; falta de financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acresce a n&amp;atilde;o aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas regras de progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria decorrentes da Lei n.&amp;ordm; 55/2025, em vigor desde maio desse ano e que a Fenprof defende serem tamb&amp;eacute;m aplic&amp;aacute;veis &amp;agrave;s carreiras docentes. Exigimos o desbloqueamento das progress&amp;otilde;es gestion&amp;aacute;rias, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas regras para progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria e o financiamento integral dos direitos dos trabalhadores.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Combate efetivo &amp;agrave; precariedade &amp;mdash; entre 2016/2017 e 2023/2024, o n&amp;uacute;mero de assistentes convidados nas universidades aumentou 68% e o de professores adjuntos convidados nos polit&amp;eacute;cnicos 93%. Na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, estimativas sindicais apontam para mais de 80% de investigadores em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade. &amp;Eacute; urgente financiar concursos, integrar nas carreiras quem assegura necessidades permanentes e garantir emprego cient&amp;iacute;fico est&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico &amp;mdash; o OE/2027 n&amp;atilde;o demonstra que permita ultrapassar o subfinanciamento cr&amp;oacute;nico do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. O pr&amp;oacute;prio CRUP denunciou uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;eros&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental sist&amp;eacute;mica&amp;rdquo;, enquanto o CCISP reclamou a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 38 milh&amp;otilde;es de euros de encargos adicionais. Na ci&amp;ecirc;ncia, continua por esclarecer o financiamento plurianual da nova Ag&amp;ecirc;ncia para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (AI&amp;sup2;). O Estado tem de assegurar o financiamento integral das despesas com pessoal, dos compromissos j&amp;aacute; assumidos e do funcionamento regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, garantindo recursos adicionais para melhorar as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Defesa da qualidade do ensino e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A sobrecarga de trabalho e a insufici&amp;ecirc;ncia de recursos prejudicam docentes, investigadores e estudantes. S&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino, equipamentos, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica e apoios aos estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o OE/2027 assegure financiamento efetivo para recuperar sal&amp;aacute;rios, valorizar carreiras, combater a precariedade e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que o financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es dependa do aumento das propinas, agravando as dificuldades das fam&amp;iacute;lias e criando novos obst&amp;aacute;culos ao acesso e &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia no ensino superior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5bfa6a35/oeesi2026_c.jpg?v=639289710157818568"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;27 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ESI &amp;mdash; OE/2027: Fenprof exige financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof exige que o governo assegure verbas suficientes para valorizar as carreiras, recuperar o poder de compra, combater a precariedade, cumprir os compromissos das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OE/2027 prev&amp;ecirc; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE/2027) prev&amp;ecirc; uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6% na despesa total do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, passando de 4174,5 milh&amp;otilde;es de euros, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada de 2026, para 3855,4 milh&amp;otilde;es em 2027. S&amp;atilde;o menos 319,1 milh&amp;otilde;es de euros, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o governo explica, em grande medida, pelo encerramento do Plano de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Resili&amp;ecirc;ncia (PRR). Excluindo o PRR, o governo anuncia um aumento nominal de 9,8%, correspondente a mais 340 milh&amp;otilde;es de euros, relativamente &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026. Importa, por&amp;eacute;m, assinalar que, tamb&amp;eacute;m excluindo o PRR, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026 (3482,6 milh&amp;otilde;es de euros) fica abaixo do valor inicialmente or&amp;ccedil;amentado (3499,5 milh&amp;otilde;es de euros). Assim, comparando os or&amp;ccedil;amentos iniciais dos dois anos, o aumento previsto para 2027 &amp;eacute; de 9,2%, e n&amp;atilde;o de 9,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es requerem prud&amp;ecirc;ncia, atendendo a que os documentos or&amp;ccedil;amentais de 2024 a 2027 n&amp;atilde;o apresentam sempre o mesmo per&amp;iacute;metro para o ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia. Os dados disponibilizados pelo governo n&amp;atilde;o distinguem entre or&amp;ccedil;amento inicial, execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, receitas de impostos, receitas pr&amp;oacute;prias, fundos europeus e despesas com pessoal. Portanto, sem uma harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e das fontes de financiamento, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel concluir-se, conforme o anunciado pelo governo, que em 2027 haver&amp;aacute; um aumento nominal no financiamento do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. A Fenprof considera indispens&amp;aacute;vel esclarecer quanto do alegado aumento constitui financiamento adicional efetivamente dispon&amp;iacute;vel para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quanto ser&amp;aacute; absorvido por encargos e compromissos j&amp;aacute; assumidos. Acresce que os aumentos nominais t&amp;ecirc;m de ser corrigidos pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o Banco de Portugal prev&amp;ecirc; em 2,4% para 2027, acima dos 2,3% estimados pelo governo, num contexto em que o Conselho das Finan&amp;ccedil;as P&amp;uacute;blicas alerta para o risco de subestima&amp;ccedil;&amp;atilde;o da subida dos pre&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Financiamento p&amp;uacute;blico regular tem de ser refor&amp;ccedil;ado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os mapas do OE/2027 revelam que as receitas provenientes de impostos representam 53,7% do financiamento do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra 49,5% no or&amp;ccedil;amento inicial de 2026. Apesar deste aumento relativo, o refor&amp;ccedil;o previsto &amp;eacute; de 126,2 milh&amp;otilde;es de euros (+6,5%). Por outro lado, as receitas pr&amp;oacute;prias crescem 165,1 milh&amp;otilde;es (+21,4%), passando a representar 24,3% do total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof defende o refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, garantindo estabilidade e recursos suficientes para o seu funcionamento, e recorda que a revis&amp;atilde;o do RJIES em 2026 refor&amp;ccedil;ou o princ&amp;iacute;pio da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Estado de encargos adicionais decorrentes de medidas legislativas, nos termos legalmente previstos. O governo tem de esclarecer a origem e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das receitas pr&amp;oacute;prias, as transfer&amp;ecirc;ncias destinadas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e o financiamento para o per&amp;iacute;odo 2027&amp;ndash;2031 da nova Ag&amp;ecirc;ncia para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (AI&amp;sup2;). Apesar de anunciar um contrato-programa para 2027-2031, o OE/2027 n&amp;atilde;o apresenta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficientemente discriminada sobre os montantes a atribuir &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia e a sua distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel conhecer as verbas que transitam da FCT e da ANI, os eventuais refor&amp;ccedil;os e os compromissos plurianuais de financiamento dos projetos, das unidades de I&amp;amp;D, dos laborat&amp;oacute;rios associados e do emprego cient&amp;iacute;fico. O financiamento p&amp;uacute;blico de base destas estruturas deve ser assegurado atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, constituindo os fundos europeus um complemento e n&amp;atilde;o um substituto desse financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A insufici&amp;ecirc;ncia do financiamento p&amp;uacute;blico para o ensino superior &amp;eacute; evidenciada pela OCDE. Em 2023, a despesa p&amp;uacute;blica por estudante do ensino superior em Portugal (9368 USD em paridades de poder de compra - PPC) era 43% inferior &amp;agrave; m&amp;eacute;dia dos pa&amp;iacute;ses da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (16405 USD). O Estado portugu&amp;ecirc;s financiava apenas 55% da despesa total por estudante, contra 68% na m&amp;eacute;dia da OCDE. A OCDE assinala ainda que, em 2023, 74% da despesa corrente das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es portuguesas de ensino superior correspondia a pessoal docente, a segunda maior propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os pa&amp;iacute;ses analisados. Esta estrutura evidencia a import&amp;acirc;ncia de financiar adequadamente as restantes necessidades de funcionamento, sem confundir o peso relativo da despesa com a sufici&amp;ecirc;ncia das verbas dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m na ci&amp;ecirc;ncia, Portugal permanece longe das metas assumidas: 3% do PIB em 2030, incluindo 1% de despesa p&amp;uacute;blica. A despesa nacional em I&amp;amp;D representou apenas 1,74% do PIB em 2024 e os dados provis&amp;oacute;rios da Pordata situam essa despesa em 1,82% do PIB em 2025. De notar que a despesa executada por entidades p&amp;uacute;blicas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos passou de 0,84% para 0,66% do PIB entre 2009 e 2025, enquanto a executada pelas empresas subiu de 0,75% para 1,16%. A compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a UE confirma o fraco investimento em ci&amp;ecirc;ncia em Portugal, pois a despesa total em I&amp;amp;D na UE-27 em 2024 era de 2,24% do PIB. H&amp;aacute;, portanto, ainda um longo caminho a percorrer, que exige acelerar e sustentar o investimento. O OE/2027 n&amp;atilde;o parece assegurar o refor&amp;ccedil;o e a previsibilidade necess&amp;aacute;rios para progredir nesse sentido com a urg&amp;ecirc;ncia exigida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que o governo pretende que se fa&amp;ccedil;a o descongelamento do limite m&amp;aacute;ximo das propinas no ano letivo 2027/2028, o que a Fenprof rejeita. As necessidades de financiamento do ensino superior n&amp;atilde;o podem ser satisfeitas transferindo novos encargos para estudantes e fam&amp;iacute;lias, j&amp;aacute; fortemente penalizados pelos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transportes. O novo sistema de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social para o ensino superior, cuja aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral est&amp;aacute; prevista para o ano letivo 2027/2028, tem de dar resposta efetiva &amp;agrave;s necessidades dos estudantes. A rubrica de 166,1 milh&amp;otilde;es de euros prevista no OE/2027 para &amp;ldquo;a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, alojamento, sucesso e bem-estar&amp;rdquo; n&amp;atilde;o permite, isoladamente, apurar a totalidade desses apoios, que podem estar distribu&amp;iacute;dos por outras classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio que o governo divulgue o n&amp;uacute;mero e o valor das bolsas, os crit&amp;eacute;rios de acesso, a resposta aos custos de vida e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos em resid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vencimentos, carreiras e precariedade exigem mais financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que os docentes do ensino superior e os investigadores perderam mais de 20% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas. O OE/2027 n&amp;atilde;o apresenta qualquer valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica destas carreiras. A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial geral prevista para a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, de 2,3%, fica abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o projetada pelo Banco de Portugal, depois de, em 2026, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,15% tamb&amp;eacute;m dever ficar aqu&amp;eacute;m da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada em 3,1%. Estas atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrem de um acordo plurianual, subscrito pela UGT, mas n&amp;atilde;o subscrito pela Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, ligada &amp;agrave; CGTP-IN, central sindical em que a Fenprof est&amp;aacute; filiada. A recusa assentou, precisamente, na previs&amp;atilde;o de que os aumentos acordados seriam insuficientes face &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas e do custo de vida, com claro preju&amp;iacute;zo para os trabalhadores, particularmente os da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, como a realidade veio confirmar e continua a demonstrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder de compra, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e o desbloqueamento das progress&amp;otilde;es, incluindo a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes das regras de progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria previstas na Lei n.&amp;ordm; 55/2025, com o necess&amp;aacute;rio refor&amp;ccedil;o de financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A precariedade constitui outro problema estrutural que exige respostas or&amp;ccedil;amentais. Segundo a DGEEC, em 2023/2024, 43% dos docentes das universidades p&amp;uacute;blicas e 56% dos docentes dos polit&amp;eacute;cnicos p&amp;uacute;blicos eram convidados, em n&amp;uacute;mero de pessoas. Entre 2016/2017 e 2023/2024, o n&amp;uacute;mero de assistentes convidados nas universidades aumentou 68% e o de professores adjuntos convidados nos polit&amp;eacute;cnicos 93%. O estudo promovido pela Fenprof junto de docentes convidados veio corroborar a den&amp;uacute;ncia de que muitos destes profissionais asseguram necessidades permanentes das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apesar de permanecerem exclu&amp;iacute;dos das carreiras, sujeitos a contratos tempor&amp;aacute;rios, frequentemente a tempo parcial e sucessivamente renovados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, a precariedade &amp;eacute; igualmente estrutural. Estimativas divulgadas na comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social apontam para que mais de 80% dos investigadores estejam em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade, revelando a dimens&amp;atilde;o de um problema que continua sem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m outros trabalhadores cient&amp;iacute;ficos enfrentam v&amp;iacute;nculos inst&amp;aacute;veis e aus&amp;ecirc;ncia de perspetivas de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras. Entretanto, o governo anunciou que os programas FCT-Tenure e Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o continuidade nos formatos atuais, sem apresentar ainda os instrumentos alternativos, os respetivos recursos ou compromissos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Combater a precariedade exige financiamento p&amp;uacute;blico adicional e permanente para abrir concursos, regularizar os v&amp;iacute;nculos de quem assegura necessidades permanentes e garantir a estabilidade das equipas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O OE tem de garantir o financiamento dos encargos e do funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em fevereiro de 2026, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) denunciou uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;eros&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental sist&amp;eacute;mica&amp;rdquo;, alertando que a insufici&amp;ecirc;ncia das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es para suportar encargos com pessoal, progress&amp;otilde;es e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores obriga as universidades a sacrificar investimentos e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Polit&amp;eacute;cnicos (CCISP) afirmou que as transfer&amp;ecirc;ncias do OE n&amp;atilde;o cobriam cerca de 30% das despesas salariais dos polit&amp;eacute;cnicos. Em agosto, estas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es reclamavam a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aproximadamente 38 milh&amp;otilde;es de euros de encargos adicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste grave quadro de subfinanciamento que o governo est&amp;aacute; a promover v&amp;aacute;rias reorganiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionais com forte impacto no sistema de ensino superior, nomeadamente a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escolas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es polit&amp;eacute;cnicas para o subsistema universit&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel quantificar os custos destas transi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, prevenir perdas remunerat&amp;oacute;rias e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de percursos profissionais e garantir igualdade de tratamento, progress&amp;atilde;o e direitos aos docentes e investigadores das diferentes escolas. O governo tem de assegurar o financiamento integral das despesas com pessoal, incluindo atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos vencimentos, progress&amp;otilde;es e novas contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e garantir &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para suportar as despesas correntes, renovar equipamentos, manter infraestruturas e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel esclarecer quanto do aumento anunciado no OE/2027 ser&amp;aacute; absorvido por encargos j&amp;aacute; existentes e que recursos adicionais ficar&amp;atilde;o efetivamente dispon&amp;iacute;veis para valorizar carreiras, combater a precariedade e melhorar o funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O subfinanciamento compromete a qualidade do ensino e o futuro da ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A continuada insufici&amp;ecirc;ncia de financiamento est&amp;aacute; a ter consequ&amp;ecirc;ncias nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e aprendizagem, implicando: intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o letivo, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas e sobrecarga de docentes e investigadores. A melhoria da qualidade do ensino exige mais recursos humanos, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas, investimento em laborat&amp;oacute;rios, equipamentos e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua dos docentes. Acresce ainda a r&amp;aacute;pida evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da intelig&amp;ecirc;ncia artificial, introduzindo novos desafios na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, nas metodologias pedag&amp;oacute;gicas e na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aprendizagens, que exigem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recursos e tempo para adaptar as pr&amp;aacute;ticas educativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; igualmente necess&amp;aacute;rio criar melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acesso e perman&amp;ecirc;ncia dos estudantes no ensino superior, refor&amp;ccedil;ando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, o alojamento estudantil e outros apoios que permitam enfrentar o aumento do custo de vida e combater o abandono por raz&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas. V&amp;aacute;rios estudos nacionais e internacionais alertam ainda para os efeitos da intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e das dificuldades econ&amp;oacute;micas na sa&amp;uacute;de e bem-estar dos docentes e estudantes, com consequ&amp;ecirc;ncias para o sucesso acad&amp;eacute;mico, a produtividade e a qualidade da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Perante os desafios de competitividade, produtividade e autonomia tecnol&amp;oacute;gica que Portugal e a Europa enfrentam, n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel continuar a desvalorizar quem ensina e investiga, nem perder profissionais qualificados devido aos baixos sal&amp;aacute;rios, &amp;agrave; precariedade e &amp;agrave;s dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jovens no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof exige esclarecimentos e financiamento efetivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o ignora os aumentos nominais, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao executado, de algumas dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada com a proposta de OE/2027 n&amp;atilde;o permite determinar se existe um refor&amp;ccedil;o efetivo e suficiente do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, depois de considerados a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os encargos acumulados e as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais. Esse refor&amp;ccedil;o or&amp;ccedil;amental deve, por isso, ser medido tendo em conta o peso destes subsistemas no PIB, de forma a haver um termo de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o razo&amp;aacute;vel e objetivo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda a disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nota explicativa do OE/2027 para o Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o discriminada sobre a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas, os encargos a financiar e os recursos destinados &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &amp;agrave;s progress&amp;otilde;es, &amp;agrave; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras, &amp;agrave; continuidade das pol&amp;iacute;ticas de emprego cient&amp;iacute;fico e &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O governo tem de demonstrar que o or&amp;ccedil;amento responde aos problemas estruturais do setor e n&amp;atilde;o, apenas, que apresenta aumentos em determinadas rubricas. Sem um ensino superior e uma ci&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blicos fortes, com financiamento adequado, carreiras valorizadas, emprego est&amp;aacute;vel e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade, Portugal compromete a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a sua capacidade de desenvolvimento e de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, assim, prejudica o seu futuro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-oe-2027</guid></item><item><title>RJIES ­— Webinar: O que muda?</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/rjies-o-que-muda</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/70UHete-4A0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;RJIES &amp;shy;&amp;mdash; O que muda?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entrada em vigor do Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ensino Superior (RJIES) revisto obriga &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos estatutos e &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior. O envolvimento e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes e investigadores &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para se atingirem os melhores resultados poss&amp;iacute;veis no quadro de um RJIES que se mant&amp;eacute;m restritivo da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o e da colegialidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;NOTA EXPLICATIVA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;No dia 1 de agosto entraram em vigor, pela Lei n.&amp;ordm; 32/2026, de 20 de julho, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES) que rege a arquitetura, a autonomia e a governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A revis&amp;atilde;o agora aprovada n&amp;atilde;o rompe com a matriz neoliberal que presidiu &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do RJIES em 2007. Pelo contr&amp;aacute;rio, mant&amp;eacute;m os seus pilares fundamentais, designadamente o regime fundacional, a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas a modelos empresariais e a abertura crescente &amp;agrave; interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entidades de direito privado. Persiste, assim, uma conce&amp;ccedil;&amp;atilde;o mercantil do Ensino Superior e da Ci&amp;ecirc;ncia, que favorece a subordina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade acad&amp;eacute;mica e cient&amp;iacute;fica a interesses econ&amp;oacute;micos, em detrimento do financiamento p&amp;uacute;blico, da autonomia das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, da liberdade acad&amp;eacute;mica e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao RJIES, que obrigam &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos estatutos e &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior, s&amp;atilde;o muito insuficientes no que se refere &amp;agrave; imperiosa necessidade de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (IES) introduzidas pela vers&amp;atilde;o inicial do RJIES, em 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A maioria parlamentar que aprovou as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao RJIES, sob a batuta do governo, entendeu, ou simulou entender, que, passando a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do reitor a direta, o problema da falta de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ficaria resolvido, o que &amp;eacute; assaz ilus&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A batalha para a defesa e o refor&amp;ccedil;o de uma gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e participada n&amp;atilde;o se esgota em sede de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao RJIES. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m muito relevante a forma como se leva &amp;agrave; pr&amp;aacute;tica o que ficou agora estabelecido no RJIES e, em particular, aproveitando ao m&amp;aacute;ximo as possibilidades de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a lei permite.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Assim, o processo interno de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das IES, que ter&amp;aacute; de estar conclu&amp;iacute;do at&amp;eacute; 31 de julho de 2027, &amp;eacute; uma oportunidade a n&amp;atilde;o desvalorizar, nem desperdi&amp;ccedil;ar. Importa, por isso, promover o envolvimento e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de toda comunidade acad&amp;eacute;mica, em cada IES e em cada unidade org&amp;acirc;nica (UO), para conseguir os melhores estatutos poss&amp;iacute;veis, designadamente, no que se refere &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Em v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; est&amp;atilde;o em curso os procedimentos para a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias, pelo que &amp;eacute; fundamental que os docentes e investigadores acompanhem os respetivos calend&amp;aacute;rios, participem na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas e se envolvam ativamente neste processo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Ap&amp;oacute;s a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das IES, decorrer&amp;atilde;o os processos de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o e coopta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos conselhos gerais, que podem ir at&amp;eacute; ao in&amp;iacute;cio de 2028, e de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das unidades org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As sec&amp;ccedil;&amp;otilde;es seguintes apresentam um resumo das normas mais importantes a ter em conta para o envolvimento e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos colegas nos processos de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos e de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;I. Processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das IES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os novos estatutos ser&amp;atilde;o aprovados, em cada IES, por uma Assembleia Estatut&amp;aacute;ria (AE).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O atual Conselho Geral (CG) aprovar&amp;aacute; o regulamento de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AE.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE ser&amp;aacute; composta por: reitor ou presidente (que preside); 9 docentes ou investigadores de carreira; 4 estudantes; 3 trabalhadores do pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o; 4 personalidades externas de reconhecido m&amp;eacute;rito, cooptadas pelos restantes;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os membros representantes dos corpos da comunidade acad&amp;eacute;mica ser&amp;atilde;o eleitos pelos seus pares;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE proceder&amp;aacute; &amp;agrave; audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos atuais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das suas unidades org&amp;acirc;nicas durante a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE aprovar&amp;aacute; os Estatutos por maioria absoluta dos seus membros, tanto na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas (especialidade) como na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o final global;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O ministro da tutela homologar&amp;aacute; os estatutos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;II. Processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das unidades org&amp;acirc;nicas das IES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Ap&amp;oacute;s a entrada em vigor dos estatutos das IES, iniciar-se-&amp;atilde;o os procedimentos para a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das suas UO que sejam dotadas de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os pr&amp;oacute;prios e de autonomia de gest&amp;atilde;o, nos termos dos estatutos da respetiva IES. Os estatutos das UO carecem de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo reitor ou presidente da IES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;III. Processo de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das IES e das UO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A. Estrutura dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das IES e das UO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Cada IES disp&amp;otilde;e dos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os obrigat&amp;oacute;rios:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Conselho geral;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Reitor ou presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Conselho de gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Para al&amp;eacute;m destes podem ser previstos um senado acad&amp;eacute;mico, de consulta obrigat&amp;oacute;ria do reitor ou presidente em mat&amp;eacute;rias definidas nos estatutos da IES, e outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os consultivos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A estrutura de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das UO &amp;eacute; fixada nos estatutos da respetiva IES, devendo existir um diretor ou presidente eleito de acordo com esses estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;B. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Geral (CG)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O CG tem de ser eleito at&amp;eacute; 180 dias ap&amp;oacute;s a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos. Se a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos for realizada apenas no &amp;uacute;ltimo dia do prazo (31/07/2027), o CG dever&amp;aacute; estar constitu&amp;iacute;do, no m&amp;aacute;ximo, at&amp;eacute; 27/01/2028, data &amp;agrave; qual acresce o n&amp;uacute;mero de dias que o ministro venha a necessitar para homologar os estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O CG &amp;eacute; eleito por corpos, pelos respetivos pares, e disp&amp;otilde;e de um total &amp;iacute;mpar de membros (entre 15 e 35) e um total &amp;iacute;mpar de membros eleitos. &amp;Eacute; composto por: 40 a 45% de docentes e investigadores de carreira; 20 a 25% de estudantes; 10 a 15% de pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o; 15 a 20% de personalidades externas cooptadas pelos membros eleitos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O crit&amp;eacute;rio dos n&amp;uacute;meros &amp;iacute;mpares prevalece sobre as percentagens, devendo estas ser arredondadas para o m&amp;iacute;nimo inteiro mais pr&amp;oacute;ximo, garantindo que cada corpo disp&amp;otilde;e de um m&amp;iacute;nimo de 2 membros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;C. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Reitor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O reitor &amp;eacute; eleito diretamente por um universo eleitoral composto pelos docentes e investigadores de carreira (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 40 a 45%); pelos estudantes (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20 a 25%); pelo pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 10 a 15%) e pelos antigos estudantes que tenham direito a voto nos termos dos estatutos (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 15 a 20%).&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os votos s&amp;atilde;o ponderados por UO de forma a combinar um princ&amp;iacute;pio geral de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional com um patamar m&amp;iacute;nimo de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada UO, com base em crit&amp;eacute;rios fixados no n.&amp;ordm; 4 do art.&amp;ordm; 86.&amp;ordm; do RJIES.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;D. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Diretor ou Presidente de uma unidade org&amp;acirc;nica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O diretor ou presidente é eleito nos termos a definir nos estatutos de cada IES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E. Continuidade de mandatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es mant&amp;ecirc;m-se at&amp;eacute; ao final do mandato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Se os mandatos est&amp;atilde;o a terminar e os processos eleitorais se encontram em curso, ou ter&amp;atilde;o lugar at&amp;eacute; &amp;agrave; entrada em vigor dos novos estatutos, o novo regime de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos reitores ou presidentes das UO n&amp;atilde;o se aplica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO que, à data da entrada em vigor da lei, estejam no segundo mandato não são elegíveis para mais um mandato consecutivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO, que, à data de 1/8/2026, estejam no primeiro mandato s&amp;atilde;o eleg&amp;iacute;veis para renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mandato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Para o efeito de c&amp;ocirc;mputo, os mandatos enquanto presidente de instituto polit&amp;eacute;cnico s&amp;atilde;o considerados como exercidos no cargo de reitor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;IV. O que de muito importante est&amp;aacute; em causa nestes processos&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A revis&amp;atilde;o dos estatutos constitui uma oportunidade para refor&amp;ccedil;ar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, a colegialidade e a transpar&amp;ecirc;ncia na governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Neste processo, importa dar particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s seguintes quest&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;ol style="list-style-type: decimal;"&gt;
&lt;ol style="list-style-type: decimal;"&gt;
&lt;li&gt;Conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e regress&amp;atilde;o da deriva autorit&amp;aacute;ria e dos seus efeitos perniciosos da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes prop&amp;iacute;cios ao ass&amp;eacute;dio moral no trabalho e de limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; liberdade acad&amp;eacute;mica e &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o de opini&amp;atilde;o sobre mat&amp;eacute;rias internas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o e da colegialidade nas decis&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os amplamente representativos, ainda que de natureza consultiva, como o Senado, de convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dica e com compet&amp;ecirc;ncia para emiss&amp;atilde;o de pareceres obrigat&amp;oacute;rios em certas mat&amp;eacute;rias;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aumento da transpar&amp;ecirc;ncia na gest&amp;atilde;o e da efic&amp;aacute;cia da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Garantias da imparcialidade, da justi&amp;ccedil;a e da idoneidade nos procedimentos que afetam a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos trabalhadores;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos impedimentos e incompatibilidades, designadamente combatendo a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poderes resultante da acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios cargos na mesma pessoa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos adequados de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Atendendo &amp;agrave; sua primordial import&amp;acirc;ncia, a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos e dos regulamentos associados, a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo e gest&amp;atilde;o e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respetivos regimentos de funcionamento devem contar com uma ampla participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica. S&amp;oacute; assim ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel refor&amp;ccedil;ar a colegialidade e contribuir para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes acad&amp;eacute;micos saud&amp;aacute;veis, onde prevale&amp;ccedil;am os valores da liberdade e da democracia. A Fenprof apela ao envolvimento e &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos nestes processos. &amp;Eacute; fundamental que os docentes e investigadores acompanhem os procedimentos em curso nas suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, participem na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas e na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias e contribuam ativamente para a discuss&amp;atilde;o e aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/30/8/rjies-cartaz-azul-2800.png" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5bfa5a31/rjies-cartaz-azul-2800.png?v=639284886726194897"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 25 Oct 2026 01:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/rjies-o-que-muda</guid></item><item><title>ESI — Plenários sindicais (15 e 16/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-tres-plenarios-sindicais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;13 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/30/9/ESI%20-%203%20plenários%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fe7dae4e/ESI%20-%203%20plenários%20(cartaz).jpg?v=639275302870560144"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 13 Oct 2026 22:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-tres-plenarios-sindicais</guid></item><item><title>ESI — Fenprof pede intervenção do Presidente da República (1/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-fenprof-pede-intervencao-do-presidente-da-republica-1-out</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de outubro de2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof reuniu na Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica (1/out), tendo sido recebida por Cristina Correia (secret&amp;aacute;ria do Conselho de Estado) e Renato Daniel (assessor da Casa Civil), com o objetivo de solicitar ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que, no exerc&amp;iacute;cio da sua magistratura de influ&amp;ecirc;ncia, contribua para que sejam revistas as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que considera mais problem&amp;aacute;ticas, nos processos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico de Leiria (IPLeiria) na Universidade de Leiria e Oeste (ULO) e do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto (IPPorto), na Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto (UTP). Denunciou, igualmente, a falta de di&amp;aacute;logo e o incumprimento dos deveres de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, de que &amp;eacute; exemplo a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o a revis&amp;atilde;o do Regime Jur&amp;iacute;dico do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovado pelo Conselho de Ministros (vulgo Lei da Ci&amp;ecirc;ncia).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A audi&amp;ecirc;ncia, realizada a pedido da Fenprof, teve como principal objetivo apresentar as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativamente aos processos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IPLeiria em Universidade de Leiria e Oeste (ULO) e do IPPorto em Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto (UTP), e solicitar a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Presidente da Rep&amp;uacute;blica para que sejam corrigidos os v&amp;aacute;rios problemas identificados e salvaguardados os direitos dos docentes e investigadores. O pedido de audi&amp;ecirc;ncia havia sido dirigido ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica em 22 de junho, na sequ&amp;ecirc;ncia da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Conselho de Ministros de 21 de maio, dos diplomas que viriam a dar origem ao DL135/2026, relativo &amp;agrave; ULO, e ao DL&amp;nbsp;n.&amp;ordm;&amp;nbsp;145/2026, relativo &amp;agrave; UTP. Nessa data, os diplomas ainda n&amp;atilde;o tinham sido promulgados nem publicados e os respetivos textos n&amp;atilde;o tinham sido disponibilizados &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais nem eram do conhecimento p&amp;uacute;blico. A audi&amp;ecirc;ncia mant&amp;eacute;m, contudo, plena oportunidade. As duas universidades encontram-se agora em regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o e continuam a ser tomadas decis&amp;otilde;es que ir&amp;atilde;o determinar o seu funcionamento futuro, pelo que existe ainda margem para corrigir op&amp;ccedil;&amp;otilde;es tomadas e reparar as suas consequ&amp;ecirc;ncias. Acresce, igualmente, a esta realidade o processo, recentemente anunciado pelo governo, de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade de Bragan&amp;ccedil;a e do Norte Interior, que a Fenprof est&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m a acompanhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta possibilidade assume particular import&amp;acirc;ncia quando est&amp;atilde;o j&amp;aacute; em curso, na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, as Aprecia&amp;ccedil;&amp;otilde;es Parlamentares n.&lt;sup&gt;os&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;16/XVII/1.&amp;ordf; e 17/XVII/1.&amp;ordf;, relativas, respetivamente, aos DL&lt;sup&gt;&amp;nbsp;&lt;/sup&gt;135/2026 e DL145/2026. A Fenprof contribuiu ativamente para a abertura destes processos, tendo-se dirigido, depois da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diplomas, a v&amp;aacute;rios grupos parlamentares, solicitando que promovessem a sua aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar. Existe, assim, uma oportunidade concreta para reavaliar e corrigir algumas das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es adotadas antes que os seus efeitos se consolidem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que tem de ser corrigido&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na audi&amp;ecirc;ncia, a Fenprof come&amp;ccedil;ou por deixar claro que respeita as decis&amp;otilde;es tomadas pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do IPLeiria e do IPPorto no sentido da sua transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o em universidades e n&amp;atilde;o questiona os objetivos de desenvolvimento acad&amp;eacute;mico e cient&amp;iacute;fico que estiveram na sua origem. O que est&amp;aacute; em causa &amp;eacute; a forma como estes processos foram conduzidos e algumas das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es posteriormente adotadas, quer pelos efeitos que produzem nos direitos e nos percursos profissionais dos docentes e investigadores, quer pelo enfraquecimento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e da autonomia das escolas, quer ainda pelas consequ&amp;ecirc;ncias que come&amp;ccedil;am a projetar-se nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste quadro, a Fenprof solicitou ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que, no exerc&amp;iacute;cio da sua magistratura de influ&amp;ecirc;ncia, contribua para que sejam revistas as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que considera mais problem&amp;aacute;ticas. Entre estas encontram-se: os regimes de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es estatut&amp;aacute;rias que reduzem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e a autonomia cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica das escolas; a perda dos pontos e das men&amp;ccedil;&amp;otilde;es acumuladas na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho e as desigualdades e ultrapassagens que da&amp;iacute; podem resultar; as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as carreiras polit&amp;eacute;cnica e universit&amp;aacute;ria; e a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores detentores do t&amp;iacute;tulo de especialista, com particular incid&amp;ecirc;ncia no ensino superior art&amp;iacute;stico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o alertou ainda para a necessidade de assegurar financiamento adequado &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A passagem ao regime universit&amp;aacute;rio implica altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es relevantes, designadamente no regime de servi&amp;ccedil;o docente, que n&amp;atilde;o podem ser acomodadas atrav&amp;eacute;s da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino, do aumento excessivo da dimens&amp;atilde;o das turmas, da abusiva intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho dos docentes ou de um recurso acrescido &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o prec&amp;aacute;ria. A Fenprof defendeu, por isso, que o governo deve garantir os meios necess&amp;aacute;rios para preservar a qualidade do ensino e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e combater os abusos na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes convidados, assegurando a correspond&amp;ecirc;ncia entre a percentagem contratual e o trabalho efetivamente exigido e a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da categoria &amp;agrave;s qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e &amp;agrave;s fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es desempenhadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi, ainda, defendida a necessidade de uma discuss&amp;atilde;o mais ampla sobre a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede p&amp;uacute;blica de ensino superior. A transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;aacute; em cima da mesa e, para a Fenprof, estas decis&amp;otilde;es n&amp;atilde;o devem continuar a ser tomadas pelo governo de forma casu&amp;iacute;stica, sem uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada das miss&amp;otilde;es das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, da diversidade da oferta formativa, das necessidades dos territ&amp;oacute;rios, do financiamento e dos impactos sobre trabalhadores e estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lei da Ci&amp;ecirc;ncia &amp;mdash; Fenprof denunciou falta de di&amp;aacute;logo e incumprimento dos deveres de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, a Fenprof denunciou, tamb&amp;eacute;m, a forma como o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) e o governo conduziram estes processos. Apesar de os diplomas incidirem diretamente sobre mat&amp;eacute;rias como carreiras, avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho, progress&amp;atilde;o e outras condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, os textos aprovados pelo Conselho de Ministros n&amp;atilde;o foram disponibilizados &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais antes da promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que, desta forma, n&amp;atilde;o foram assegurados os direitos de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical nem cumpridos, nas mat&amp;eacute;rias em que a lei os exige, os deveres de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, consulta e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto de este m&amp;eacute;todo n&amp;atilde;o se limitar aos processos do IPLeiria e do IPPorto. Na audi&amp;ecirc;ncia foi igualmente abordada a revis&amp;atilde;o do Regime Jur&amp;iacute;dico do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovada pelo Conselho de Ministros em 9 de setembro e, entretanto, remetida ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o recordou que tinha sido formalmente convidada, em outubro de 2025, a participar na ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o relat&amp;oacute;rio interm&amp;eacute;dio do grupo de trabalho respons&amp;aacute;vel pela revis&amp;atilde;o da denominada Lei da Ci&amp;ecirc;ncia, mas essa audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca se realizou e nem o relat&amp;oacute;rio nem o projeto de diploma lhe foram facultados antes da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mensagem que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deixou junto da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica &amp;eacute; clara: reformas estruturantes do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o podem ser preparadas e decididas &amp;agrave; margem dos trabalhadores e das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es que os representam. Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, consulta, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, quando legalmente exigida, negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o formalidades: s&amp;atilde;o condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es indispens&amp;aacute;veis para que as reformas sejam democraticamente constru&amp;iacute;das, devidamente fundamentadas e respeitadoras dos direitos de quem trabalha nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/900/70/4/2026_10_01-pr6.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5871bdde/2026_10_01-pr6.jpg?v=639265668292819139"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/900/70/4/2026_10_01-pr1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5871bdde/2026_10_01-pr1.jpg?v=639265668294368717"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/900/70/4/2026_10_01-pr4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5871bdde/2026_10_01-pr4.jpg?v=639265668296311191"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-fenprof-pede-intervencao-do-presidente-da-republica-1-out</guid></item><item><title>Fenprof excluída da revisão da Lei da Ciência</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-excluida-da-revisao-da-lei-da-ciencia</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof manifesta o seu mais veemente rep&amp;uacute;dio pela forma como o governo conduziu o processo de revis&amp;atilde;o da Lei da Ci&amp;ecirc;ncia. Ap&amp;oacute;s convite formal (out/2025) para participar na ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa ao relat&amp;oacute;rio interm&amp;eacute;dio do Grupo de Trabalho criado pelo Despacho n.&amp;ordm; 11412-A/2025, com audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista para as primeiras semanas de fevereiro de 2026, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca chegou a receber o relat&amp;oacute;rio, nem quaisquer instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Exige, agora, a reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do equil&amp;iacute;brio do processo de revis&amp;atilde;o, designadamente atrav&amp;eacute;s do rein&amp;iacute;cio do procedimento e reserva-se o direito de recorrer a todos os meios legais e institucionais ao seu alcance para garantir o respeito pelos direitos dos trabalhadores cient&amp;iacute;ficos e pelo princ&amp;iacute;pio do di&amp;aacute;logo social.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar desse compromisso formal de ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o governo decidiu aprovar em Conselho de Ministros, no dia 9 de setembro, o decreto-lei que define o novo Regime Jur&amp;iacute;dico do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SNCTI), sem que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenha tido a possibilidade de participar na ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a qual fora expressamente convidada e sem acesso a qualquer documento preparat&amp;oacute;rio ou ao diploma final. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; tanto mais grave quanto a nova Lei da Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se limita a ordenar a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica em Portugal: &amp;eacute; um diploma fundamental que estabelece princ&amp;iacute;pios e regras com relev&amp;acirc;ncia para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema cient&amp;iacute;fico e suscet&amp;iacute;veis de produzirem efeitos nas carreiras e nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais de milhares de investigadores e trabalhadores cient&amp;iacute;ficos. A&amp;nbsp;aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta nova lei, &amp;agrave; revelia de quem trabalha no SNCTI e sem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais que os representam, &amp;eacute; um ato de profundo desrespeito pelos princ&amp;iacute;pios democr&amp;aacute;ticos e pelo di&amp;aacute;logo social que devem reger a governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Estado de direito.&amp;nbsp;Em mat&amp;eacute;rias de incid&amp;ecirc;ncia laboral direta, essa aus&amp;ecirc;ncia de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode configurar uma viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical consagrado no artigo 56.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa e do dever de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva que compete ao governo, comprometendo a legitimidade e o equil&amp;iacute;brio da nova lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante este incumprimento grave, a Fenprof exige a reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do equil&amp;iacute;brio do processo, designadamente atrav&amp;eacute;s do rein&amp;iacute;cio do procedimento de revis&amp;atilde;o da Lei da Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a efetiva participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores e, desde j&amp;aacute;, o envio, com a maior brevidade poss&amp;iacute;vel, do relat&amp;oacute;rio interm&amp;eacute;dio, do texto do decreto-lei aprovado e de todos os documentos que estiveram na sua base, para que possa exercer a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que lhe foi formalmente garantida. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o solicitar&amp;aacute;, igualmente, uma reuni&amp;atilde;o urgente com o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reserva-se o direito de recorrer a todos os meios legais e institucionais ao seu alcance para garantir o respeito pelos direitos dos trabalhadores cient&amp;iacute;ficos e pelo princ&amp;iacute;pio do di&amp;aacute;logo social.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Ver tamb&amp;eacute;m:&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/carreira-cientifica-negociacao-avanca-com-o-meci-25-fev" target="_blank"&gt;Carreira cient&amp;iacute;fica &amp;mdash; Negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;a com o MECI (25/fev)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/esi-avaliacao-dos-investigadores-negociacao" target="_blank"&gt;ESI &amp;mdash; Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investigadores e incumprimentos das IES (21/jan)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/800/70/5/leidaciencia.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b5db4904/leidaciencia.jpg?v=639262288653538704"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 20:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-excluida-da-revisao-da-lei-da-ciencia</guid></item><item><title>NEI — SPN denuncia precariedade na Ciência (25/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/noite-europeia-dos-investigadores-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No &amp;acirc;mbito da Noite Europeia dos Investigadores (NEI), o Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (DESI/SPN) e a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Bolseiros de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica (ABIC), realizaram,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;no 25 de setembro, uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Instituto de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Sa&amp;uacute;de (i3S), denunciando a precariedade que continua a marcar o trabalho cient&amp;iacute;fico em Portugal. A iniciativa permitiu entregar diretamente as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao reitor da Universidade do Porto (Pedro Teixeira), &amp;agrave; presidente do Conselho Diretivo da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Ci&amp;ecirc;ncia e a Tecnologia (Madalena Alves), e ao diretor do i3S (Cl&amp;aacute;udio Sunkel), dando voz &amp;agrave;s preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos trabalhadores e trabalhadoras da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto de respons&amp;aacute;veis com interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta no sistema cient&amp;iacute;fico e no ensino superior.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo da iniciativa, dirigentes da ABIC e ativistas sindicais contactaram diretamente com investigadores contratados e bolseiros, dando a conhecer e discutindo as principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o setor. Num momento dedicado &amp;agrave; celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica da Ci&amp;ecirc;ncia, o DESI/SPN procurou chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que esta &amp;eacute; efetivamente produzida: bolsas em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos de trabalho, sucessivos v&amp;iacute;nculos tempor&amp;aacute;rios para o desempenho de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes e aus&amp;ecirc;ncia de perspetivas de carreira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sob o lema &amp;ldquo;Ci&amp;ecirc;ncia com direitos para os desafios globais&amp;rdquo;, o documento distribu&amp;iacute;do exige, entre outras medidas, a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata dos v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios de quem desempenha fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes, mecanismos de financiamento para a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras cient&amp;iacute;ficas, a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena e devidamente financiada do novo Estatuto da Carreira de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica e a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estatuto do Bolseiro de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O DESI/SPN alerta igualmente para a necessidade de financiamento p&amp;uacute;blico est&amp;aacute;vel e previs&amp;iacute;vel, capaz de garantir a sustentabilidade do emprego cient&amp;iacute;fico, das unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do pr&amp;oacute;prio Sistema Cient&amp;iacute;fico e Tecnol&amp;oacute;gico Nacional. A Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o se faz sem quem nela trabalha. Valorizar a Ci&amp;ecirc;ncia exige valorizar os seus trabalhadores, combater a precariedade e garantir direitos, carreiras e estabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/90/7/nei03.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/71787b8d/nei03.jpg?v=639261928142624267"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/90/7/nei01.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/71787b8d/nei01.jpeg?v=639261928145039910"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Noite europeia dos investigadores (25/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na noite europeia dos investigadores 2026 (NEI), assinalada no dia 25 de setembro, o SPN participar&amp;aacute; na iniciativa da Fenprof que, em conjunto com outras estruturas do setor, ir&amp;aacute; centrar-se numa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e do governo para os muitos e graves problemas que afetam a ci&amp;ecirc;ncia e os trabalhadores cient&amp;iacute;ficos em Portugal, doutorados e n&amp;atilde;o doutorados.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta noite, sob o mote &amp;ldquo;Ciência com direitos para os Desafios Globais&amp;rdquo;, os trabalhadores cient&amp;iacute;ficos v&amp;atilde;o juntar-se em diversos locais do pa&amp;iacute;s para sensibilizar o p&amp;uacute;blico para a enorme precariedade laboral que afeta a ci&amp;ecirc;ncia, para o financiamento insuficiente do setor e para as implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da falta de democracia nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No Porto, a iniciativa realizar-se-&amp;aacute;:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;18h45 &amp;ndash; Porto &amp;mdash; Instituto de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Sa&amp;uacute;de (i3S)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Haver&amp;aacute;, tamb&amp;eacute;m, iniciativas em:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;17h00 &amp;ndash; Lisboa &amp;mdash; Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC)&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;17h30 &amp;ndash; Coimbra &amp;mdash; Largo da Portagem&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;21h00 &amp;ndash; Aveiro &amp;mdash; F&amp;aacute;brica Centro Ci&amp;ecirc;ncia Viva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na&amp;nbsp;&lt;a href="https://noitedosinvestigadores.org/sobre-consorcio/"&gt;p&amp;aacute;gina oficial da NEI&lt;/a&gt; pode ler-se que &amp;ldquo;um dos objetivos do projeto e das iniciativas programadas é sensibilizar os mais jovens para a relev&amp;acirc;ncia da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Europa com vista a um futuro mais sustent&amp;aacute;vel e inclusivo, mas tamb&amp;eacute;m para o facto de as carreiras cient&amp;iacute;ficas poderem ser determinantes para encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que minimizem problemas da sociedade&amp;rdquo;. &amp;Eacute; precisamente por reconhecer o papel determinante das carreiras cient&amp;iacute;ficas e a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mesmas em Portugal, que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai realizar esta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em conjunto com estruturas do sector, como a ABIC e a FNSTFPS, cientes de que &amp;ldquo;a presen&amp;ccedil;a de todos &amp;eacute; importante para fazermos ouvir a nossa voz!&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/90/7/NEI2026%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/71787b8d/NEI2026%20(cartaz).jpg?v=639258666734300863"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 16:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/noite-europeia-dos-investigadores-2026</guid></item><item><title>CI — SPN denuncia transformação do IPP (24/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ci-spn-denuncia-transformacao-do-ipp-24-set-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto &amp;mdash; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, direitos dos docentes e futuro do ensino superior p&amp;uacute;blico, foi o tema da confer&amp;ecirc;ncia de imprensa que o SPN realizou no dia 24 de setembro, na Sede do SPN (Porto), pelas 15 horas. O Sindicato apela &amp;agrave;&amp;nbsp;&lt;a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT132998" target="_blank"&gt;subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; &amp;ldquo;Pela salvaguarda das carreiras e da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica na transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IPP para a UTP&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;video width="800" height="450" controls="controls"&gt;
&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/72000/700/80/5/IPPUTP.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;RTP, Jornal da Tarde (24/set)&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="833" height="17"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #e4e4e4;"&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Comunicado SPN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/80/5/comunicado%20IPP-UTC%20(21-06-2026).pdf" target="_blank"&gt;Mais universidade n&amp;atilde;o pode significar menos autonomia e menos direitos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pela salvaguarda das carreiras e da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica na transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IPP para a UTP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; &lt;a href="https://peticaopublica.com/?pi=PT132998" target="_blank"&gt;SUBSCREVER&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;24/ set&amp;nbsp;&amp;nbsp; |&amp;nbsp;&amp;nbsp; 15 h&amp;nbsp;&amp;nbsp; |&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sede do SPN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior n&amp;atilde;o pode ser feita &amp;agrave; custa dos seus trabalhadores, da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica ou da qualidade do ensino. Por isso, na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, ser&amp;aacute; apresentada a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato sobre a falta de transpar&amp;ecirc;ncia e de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no processo de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o; os estatutos provis&amp;oacute;rios e a governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nova universidade; a salvaguarda das carreiras, progress&amp;otilde;es e direitos dos docentes; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes com t&amp;iacute;tulo de especialista e dos professores convidados; os riscos para a qualidade do ensino e o acompanhamento dos estudantes; a necessidade de garantir uma verdadeira participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 23:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ci-spn-denuncia-transformacao-do-ipp-24-set-2026</guid></item><item><title>ESI — Nenhum estudante pode ser prejudicado!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-nenhum-estudante-pode-ser-prejudicado-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/30/3/Fenprof%20—%20Acessos%20Ensino%20Superior%20(24-08-26).pdf" target="_blank"&gt;comunicado de imprensa&lt;/a&gt;, a Fenprof sa&amp;uacute;da o aumento do n&amp;uacute;mero de estudantes colocados na 1.&amp;ordf; fase do c oncurso nacional de acesso ao ensino superior deste ano, onde foram colocados 49 991 estudantes, o que representa mais 6 092 do que em 2025, correspondendo a um aumento de 13,9%. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige, agora, a garantia de que nenhum estudante foi prejudicado, a exist&amp;ecirc;ncia de apoios atempados e o refor&amp;ccedil;o do financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Contudo, n&amp;atilde;o deixa de registar que apenas 3% dos estudantes colocados sejam oriundos das classes sociais economicamente mais desfavorecidas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado confirma uma procura significativa do ensino superior em Portugal e refor&amp;ccedil;a a necessidade do Estado investir neste setor, criando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que um n&amp;uacute;mero maior de&amp;nbsp; jovens possam aceder, permanecer e ter sucesso nos seus estudos. Mostra, tamb&amp;eacute;m, o impacto das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas no acesso ao ensino superior. No ano passado,&amp;nbsp;Fernando Alexandre defendia, e recusava rever, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que contribuiram para uma quebra significativa das candidaturas, provocando forte contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica. Perante a evid&amp;ecirc;ncia de que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso se concentrara nos cursos afetados por essas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o governo acabou por recuar e rever as regras. Este ano, o n&amp;uacute;mero de candidatos voltou a aumentar significativamente, registando-se o n&amp;uacute;mero mais elevado de colocados na 1.&amp;ordf; fase da &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano at&amp;iacute;pico de 2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No referido &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/30/3/Fenprof%20—%20Acessos%20Ensino%20Superior%20(24-08-26).pdf" target="_blank"&gt;comunicado de imprensa&lt;/a&gt;, a Fenprof faz uma an&amp;aacute;lise cuidada dos resultados, levando em conta os problemas ocorridos nos exames nacionais deste ano, e avan&amp;ccedil;a com tr&amp;ecirc;s preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;em&gt;i)&lt;/em&gt; garantir que nenhum estudante &amp;eacute; prejudicado no acesso ao ensino superior; &lt;em&gt;ii) &lt;/em&gt;apoiar os estudantes para garantir a sua perman&amp;ecirc;ncia no ensino superior e o sucesso acad&amp;eacute;mico; &lt;em&gt;iii)&lt;/em&gt; mais estudantes implica mais financiamento para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. No final, avan&amp;ccedil;a com a ideia de que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio avaliar, corrigir e investir, exigindo &amp;ldquo;uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa do processo de acesso de 2026 (e) o apuramento de responsabilidades pelo que correu mal&amp;rdquo;. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reivindica, igualmente, &amp;ldquo;pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas coerentes e est&amp;aacute;veis, que promovam o acesso, combatam o abandono e garantam condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a perman&amp;ecirc;ncia e prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudo&amp;rdquo; e reclama que o &amp;ldquo;pr&amp;oacute;ximo Or&amp;ccedil;amento do Estado assegure um refor&amp;ccedil;o efetivo do financiamento p&amp;uacute;blico do ensino superior, respondendo ao aumento dos custos e das necessidades das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, garantindo as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para um ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade, combatendo a precariedade e valorizando efetivamente as carreiras e os sal&amp;aacute;rios de docentes e investigadores&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/30/3/hallway.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6ebc0e8/hallway.jpg?v=639233671222286672"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:48:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-nenhum-estudante-pode-ser-prejudicado-2026</guid></item><item><title>IPP — Concentração em defesa dos direitos dos docentes (24/jul)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-concentracao-e-conferencia-de-imprensa-24-jul</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A expressiva participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada junto ao Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto, promovida pelo Sindicato dos Professores do Norte (SPN), demonstra o crescente descontentamento face aos decretos-lei que regulam a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos institutos polit&amp;eacute;cnicos do Porto e de Leiria em universidades.&amp;nbsp;&amp;Agrave; concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o associou-se o Snesup, tendo sido patente uma grande identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de posicionamento quanto &amp;agrave; necessidade de combater as inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo e das presid&amp;ecirc;ncias das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es em causa.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="449" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1351335909919222%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=560&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN reafirma que nunca se op&amp;ocirc;s &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas universidades. O que contesta &amp;eacute; este processo conduzido sem qualquer negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, ignorando o trabalho e a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o desenvolvidos ao longo de muitos anos, desrespeitando direitos adquiridos e conferindo &amp;agrave;s presid&amp;ecirc;ncias das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es poderes discricion&amp;aacute;rios inaceit&amp;aacute;veis sobre o futuro das carreiras dos docentes e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelamente &amp;agrave; mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a Fenprof est&amp;aacute; a desenvolver todas as iniciativas pol&amp;iacute;ticas e jur&amp;iacute;dicas ao seu alcance para impedir a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes diplomas. Nesse sentido, solicitou aos grupos parlamentares da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica a aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar, por considerar que os decretos-lei padecem de graves ilegalidades, nomeadamente por violarem o direito constitucional &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e colocarem em causa direitos fundamentais dos docentes e investigadores. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas universidades seja utilizada como pretexto para eliminar direitos, desvalorizar carreiras ou impor solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais. A luta continuar&amp;aacute; nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e em todas as inst&amp;acirc;ncias competentes, at&amp;eacute; que os direitos dos docentes e investigadores sejam integralmente respeitados e salvaguardados.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-concentracao-no-ipp-24-jul-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/161fe384/ippfotos30.jpeg?v=639205220278215165"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/161fe384/ippfotos06.jpeg?v=639205220279912428"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-concentracao-no-ipp-24-jul-2026" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver + fotografias&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-concentracao-no-ipp-24-jul-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/161fe384/ippfotos07.jpeg?v=639205220281847906"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/161fe384/ippfotos10.jpeg?v=639205220283064856"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ESI &amp;mdash; Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (24/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SPN/DESI) convocou para o dia 24 de julho, uma concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o (12h30) e uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (13h), frente aos Servi&amp;ccedil;os da Presid&amp;ecirc;ncia do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto. Em causa est&amp;aacute; a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto para Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto&amp;nbsp;que traz a reboque um conjunto de medidas que retiram direitos aos docentes, o que resulta na diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade da oferta educativa desta institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior p&amp;uacute;blica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/7446edc9/ciesi_w.jpg?v=639203339567327499"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores &amp;mdash; &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;24/jul &lt;span style="color: #333333;"&gt;|&lt;/span&gt; 12h30&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa &amp;mdash; &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;24/jul &lt;span style="color: #333333;"&gt;|&amp;nbsp;&lt;/span&gt; 13h00&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Frente aos Servi&amp;ccedil;os da Presid&amp;ecirc;ncia do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;(Rua Dr. Roberto Frias 4200-465 Porto)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6c77860/CI-concentração%20(24-07-2026).jpg?v=639203339572632281"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-concentracao-e-conferencia-de-imprensa-24-jul</guid></item><item><title>Investigadores em defesa da Ciência Pública (15/jul)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/concentracao-encontro-dec-i-encia-2026-15-jul</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof, conjuntamente com outras estruturas e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia, realizou uma&amp;nbsp;concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores e trabalhadores cient&amp;iacute;ficos, em frente ao Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), durante a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Encontro Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2026 (15/jul).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/47Ep6AiN5TU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Tiago Dias, voordenador nacional do Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;Fenprof&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/SmCp9TRomnY"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta iniciativa, promovida pela Fenprof, pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Bolseiros de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica (ABIC) e pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas e Sociais, reuniu investigadores e trabalhadores cient&amp;iacute;ficos numa&amp;nbsp;concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defesa da Ci&amp;ecirc;ncia P&amp;uacute;blica, pelo fim da precariedade, por mais investimento p&amp;uacute;blico e por mais democracia interna nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, durante a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Encontro Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2026, coincidindo com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Fernando Alexandre, e do primeiro-ministro, Lu&amp;iacute;s Montenegro, a quem uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es promotoras do protesto entregou o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/291A0315FD1D035F0B58564B1DEFA719/encontro-ciencia-26-flyer-cores.pdf" target="_blank"&gt;manifesto reivindicativo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/trabalhadores-cientificos-unidos-em-defesa-da-ciencia-publica-e-pelo-fim-da-precariedade-na-ciencia#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c44687/2026_07_15-encontrociencia-48.jpg?v=639198068449362195"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c44687/2026_07_15-encontrociencia-5.jpg?v=639198068450777599"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c44687/2026_07_15-encontrociencia-6.jpg?v=639198068452069325"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta iniciativa nacional em defesa da Ci&amp;ecirc;ncia P&amp;uacute;blica e pelo fim da precariedade na Ci&amp;ecirc;ncia contou com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios trabalhadores cient&amp;iacute;ficos, independentemente do seu tipo de v&amp;iacute;nculo laboral (contrato de trabalho, contrato de bolsa de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou v&amp;iacute;nculo pontual), da sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o (investigadores, docentes, t&amp;eacute;cnicos, gestores de ci&amp;ecirc;ncia e profissionais com fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;oacute;ximas) ou do seu grau acad&amp;eacute;mico (doutorados e n&amp;atilde;o-doutorados), com o objetivo de&amp;nbsp;exigir que o governo, em particular o MECI, e as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior e de ci&amp;ecirc;ncia deem uma resposta efetiva e imediata aos trabalhadores do setor do Ensino Superior e da Ci&amp;ecirc;ncia. Reivindica-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fim da precariedade&amp;nbsp;&amp;mdash; Pela regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios, pela integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras de quem desempenha fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes e pelo fim do recurso &amp;agrave; bolsa como substituto de contrato de trabalho.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Mais financiamento&amp;nbsp;&amp;mdash; Por financiamento p&amp;uacute;blico, est&amp;aacute;vel e previs&amp;iacute;vel para o emprego cient&amp;iacute;fico, os projetos de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os laborat&amp;oacute;rios do Estado e as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Mais Democracia&amp;nbsp;&amp;mdash; Por institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais participadas, transparentes e democr&amp;aacute;ticas, que valorizem a liberdade cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;08 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; Encontro Dec(i)&amp;ecirc;ncia 2026 (15/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof, conjuntamente com outras estruturas e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia, convoca os trabalhadores cient&amp;iacute;ficos para uma&amp;nbsp;concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defesa da Ci&amp;ecirc;ncia P&amp;uacute;blica, pelo fim da precariedade, por mais investimento p&amp;uacute;blico e por mais democracia interna nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A iniciativa ter&amp;aacute; lugar no&amp;nbsp;dia 15 de julho, a partir das 9h, frente ao Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), durante a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Encontro Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2026, coincidindo com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Fernando Alexandre. Os transportes s&amp;atilde;o organizados pelo SPN.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &amp;nbsp;&lt;br&gt; Esta &amp;eacute; uma&amp;nbsp;iniciativa dirigida aos trabalhadores cient&amp;iacute;ficos, independentemente do v&amp;iacute;nculo laboral, da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o desempenhada ou do grau acad&amp;eacute;mico: investigadores, docentes, t&amp;eacute;cnicos, gestores de ci&amp;ecirc;ncia, bolseiros e trabalhadores com v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios ou fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes sem integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada nas carreiras. Luta-se por:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&amp;ndash; Precariedade&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios, pela integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras de quem desempenha fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes e pelo fim do recurso &amp;agrave; bolsa como substituto de contrato de trabalho.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;+ Financiamento&amp;nbsp;&amp;mdash; Financiamento p&amp;uacute;blico, est&amp;aacute;vel e previs&amp;iacute;vel para o emprego cient&amp;iacute;fico, os projetos de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os laborat&amp;oacute;rios do Estado e as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;+ Democracia&amp;nbsp;&amp;mdash; Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais participadas, transparentes e democr&amp;aacute;ticas, que valorizem a liberdade cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/80/8/encontro-ciencia-26-cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c44687/encontro-ciencia-26-cartaz.jpg?v=639191298871445469"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/concentracao-encontro-dec-i-encia-2026-15-jul</guid></item><item><title>ESI — Fenprof não ratifica avaliação dos investigadores</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-fenprof-nao-ratifica-avaliacao-dos-investigadores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apesar de ter estado presente na cerim&amp;oacute;nia (2/jul), nas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), com a presen&amp;ccedil;a do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Fenprof n&amp;atilde;o assinou o acordo com o governo, conforme tinha feito saber &amp;agrave; Secretaria de Estado da Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SECI), no&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/AC61E75877356812A3830ABCEC01139A/f-144-parecer-fenprof-projeto-portaria-de-regulamentacao-do-regime-de-avaliacao-do-desempenho-ecic-22-05-26.pdf" target="_blank"&gt;parecer&lt;/a&gt;&amp;nbsp;elaborado ap&amp;oacute;s a reuni&amp;atilde;o de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20 de maio.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora convocada pela SECI a estar presente na cerim&amp;oacute;nia de assinatura do acordo com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais relativo ao diploma que aprova o regulamento da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho dos trabalhadores integrados na carreira especial de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, que exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos Laborat&amp;oacute;rios do Estado e noutros servi&amp;ccedil;os da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta e indireta do Estado, adaptando o subsistema de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica (SIADAP 3).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/wgUG4d7ORhM"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O secret&amp;aacute;rio-geral Jos&amp;eacute; Feliciano Costa explica que o documento final inclui algumas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es propostas pela Fenprof, que permitem melhorar o diploma, mas mant&amp;eacute;m diverg&amp;ecirc;ncias de fundo a que n&amp;atilde;o pode dar o seu aval, designadamente, a:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da matriz estrutural do SIADAP;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mecanismos de diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho assentes em quotas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;excessiva centralidade de estruturas hier&amp;aacute;rquicas e administrativas no processo avaliativo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;insuficiente garantia de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o predominantemente assente em crit&amp;eacute;rios cient&amp;iacute;ficos e em avaliadores com compet&amp;ecirc;ncia cient&amp;iacute;fica efetiva nas &amp;aacute;reas em aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;preval&amp;ecirc;ncia de uma l&amp;oacute;gica quantitativa e de referenciais de pontos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;insuficiente valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autonomia cient&amp;iacute;fica, da diversidade das atividades desenvolvidas pelos investigadores e das especificidades pr&amp;oacute;prias da atividade de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/20/8/2026_07_02-desi-acordo-siadap-11.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c45e8d/2026_07_02-desi-acordo-siadap-11.jpeg?v=639186306625107427"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/20/8/2026_07_02-desi-acordo-siadap-1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c45e8d/2026_07_02-desi-acordo-siadap-1.jpeg?v=639186306626261936"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/20/8/2026_07_02-desi-acordo-siadap-7.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e3c45e8d/2026_07_02-desi-acordo-siadap-7.jpeg?v=639186306627613848"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ficheiros&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/AC61E75877356812A3830ABCEC01139A/f-144-parecer-fenprof-projeto-portaria-de-regulamentacao-do-regime-de-avaliacao-do-desempenho-ecic-22-05-26.pdf" style="color: #3366ff;"&gt;Parecer final da Fenprof (22 de maio de 2026)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/398BC18F87458F2400FABFB1D81B1A33/f-101-parecer-fenprof-projeto-portaria-de-regulamentacao-do-regime-de-avaliacao-do-desempenho-ecic-29-04-26.pdf" style="color: #3366ff;"&gt;Parecer da Fenprof (28 de abril de 2026)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 22:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-fenprof-nao-ratifica-avaliacao-dos-investigadores</guid></item><item><title>ESI — Posição da Fenprof sobre o novo RJIES</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-posicao-da-fenprof-sobre-o-novo-rjies</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof manifesta a sua firme rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES), aprovado na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica (8/mai), porque considera-o longe de resolver os problemas estruturais do setor, mant&amp;eacute;m op&amp;ccedil;&amp;otilde;es que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sempre contestou e introduz altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que suscitam s&amp;eacute;rias preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es quanto &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras, ao combate &amp;agrave; precariedade, &amp;agrave; gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e &amp;agrave; defesa do car&amp;aacute;cter p&amp;uacute;blico do ensino superior.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/20/5/Fenprof%20—%20Posição%20sobre%20o%20RJIES%20(12-06-2016).pdf" target="_blank"&gt;RJIES &amp;mdash; Posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/300/20/5/Fenprof%20—%20Posição%20sobre%20o%20RJIES%20(12-06-2016).pdf" target="_blank"&gt;posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof &lt;/a&gt;sobre a o novo RJIES foi constru&amp;iacute;da ao longo de um processo para cuja abertura a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o contribuiu de forma decisiva. Em 2021, a promoveu uma peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica pela avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e revis&amp;atilde;o do RJIES, colocando esta mat&amp;eacute;ria na agenda pol&amp;iacute;tica e defendendo a necessidade de um amplo debate sobre o futuro do ensino superior e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica em Portugal. Posteriormente, participou nos trabalhos da Comiss&amp;atilde;o Independente para a Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do RJIES, &amp;agrave; qual apresentou a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o (jul/2023), bem como nas audi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e consultas promovidas no &amp;acirc;mbito deste processo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentou, ainda, pareceres e propostas aos sucessivos governos envolvidos neste processo, incluindo ao anterior e ao atual Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, interveio junto da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e reuniu com diversas entidades representativas do sector, designadamente o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Polit&amp;eacute;cnicos (CCISP) e o Conselho dos Laborat&amp;oacute;rios Associados (CLA). Ao longo deste processo, a Fenprof apresentou propostas concretas para a melhoria do regime jur&amp;iacute;dico das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior, muitas das quais n&amp;atilde;o tiveram acolhimento na vers&amp;atilde;o agora aprovada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresenta a sua aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os principais aspetos do novo RJIES, identificando mat&amp;eacute;rias que considera particularmente preocupantes para o futuro das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior, para os seus trabalhadores e para a qualidade do ensino e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, bem como as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que continua a considerar indispens&amp;aacute;veis para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um sistema de ensino superior p&amp;uacute;blico, democr&amp;aacute;tico, participado e socialmente comprometido.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Consultar artigo relativo ao &lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/esi-parecer-da-fenprof-sobre-a-proposta-de-lei-n-o-30-xvii-1-a"&gt;Parecer da Fenprof sobre a proposta de Lei n.&amp;ordm; 30/XVII/1.&amp;ordf;&lt;/a&gt; (RJIES), de 5 de dezembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-posicao-da-fenprof-sobre-o-novo-rjies</guid></item><item><title>ESI — Abusos de poder e degradação das relações laborais</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-abusos-de-poder-e-degradacao-das-relacoes-laborais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O ensino superior apresenta sintomas de uma profunda crise nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, marcada pela precariedade estrutural, pela desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo refor&amp;ccedil;o de pr&amp;aacute;ticas de abuso de poder, num contexto em que a autonomia institucional tem sido frequentemente instrumentalizada como prop&amp;oacute;sito de fragilizar direitos e limitar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como tem vindo a ser denunciado, assiste-se, nas &amp;uacute;ltimas d&amp;eacute;cadas, &amp;agrave; progressiva generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma l&amp;oacute;gica de gest&amp;atilde;o baseada no &lt;span&gt;&amp;ldquo;&lt;/span&gt;m&amp;eacute;rito&amp;rdquo;, na &lt;span&gt;&amp;ldquo;&lt;/span&gt;competitividade&amp;rdquo; e em &lt;span&gt;&amp;ldquo;&lt;/span&gt;indicadores de produtividade&amp;rdquo;, que incorpora uma vis&amp;atilde;o neoliberal da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O trabalho intelectual &amp;agrave; pe&amp;ccedil;a tem marcado a l&amp;oacute;gica empresarial e de mercado da academia, resultando na precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho com recurso abusivo a contratos tempor&amp;aacute;rios para necessidades permanentes e na desvirtua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da dimens&amp;atilde;o intelectual. Esta l&amp;oacute;gica tem efeitos diretos na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de poder dentro das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, longe de ser uma fatalidade, resulta de uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica e ideol&amp;oacute;gica que visa refor&amp;ccedil;ar o controlo sobre os trabalhadores, fragmentando a sua capacidade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e enfraquecendo o seu poder negocial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do abuso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As recentes den&amp;uacute;ncias p&amp;uacute;blicas relativas a situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ass&amp;eacute;dio moral na Universidade do Porto vieram, mais uma vez, expor um problema que est&amp;aacute; longe de ser pontual. Quando se questiona a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; ou a aus&amp;ecirc;ncia dela &amp;mdash; por parte dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a discuss&amp;atilde;o ultrapassa o plano individual e evidencia din&amp;acirc;micas estruturais que atravessam o sistema p&amp;uacute;blico de ensino superior portugu&amp;ecirc;s. O caso da Universidade do Porto evidencia um problema grave: a tend&amp;ecirc;ncia para a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; ou minimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; de pr&amp;aacute;ticas de ass&amp;eacute;dio moral em contextos altamente hierarquizados. Em estruturas onde a progress&amp;atilde;o na carreira, a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos ou a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o dependem fortemente de decis&amp;otilde;es superiores, cria-se um ambiente prop&amp;iacute;cio &amp;agrave; intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao sil&amp;ecirc;ncio e &amp;agrave; autocensura. Quando as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o interv&amp;ecirc;m de forma clara e consequente, essa aus&amp;ecirc;ncia de resposta deixa de ser neutra: contribui para a reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pr&amp;aacute;ticas abusivas e para a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma cultura onde o sil&amp;ecirc;ncio se imp&amp;otilde;e como norma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Precariedade como instrumento de poder&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os trabalhadores encontram-se numa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fragilidade que limita a sua capacidade de resist&amp;ecirc;ncia. A depend&amp;ecirc;ncia de renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es contratuais e de processos de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pouco transparentes n&amp;atilde;o &amp;eacute; neutra, constituindo um verdadeiro instrumento de poder. Esta realidade, para al&amp;eacute;m de comprometer a estabilidade profissional de muitos docentes e investigadores, cria rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de depend&amp;ecirc;ncia hier&amp;aacute;rquica que favorecem pr&amp;aacute;ticas abusivas. Quem depende de renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es contratuais ou de avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais ou menos opacas, fica mais exposto a press&amp;otilde;es, arbitrariedades e din&amp;acirc;micas de silenciamento. Sem instrumentos efetivos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral, instala-se aquilo que muitos identificam como uma verdadeira &lt;span&gt;&amp;ldquo;&lt;/span&gt;lei do mais forte&amp;rdquo;, onde o poder hier&amp;aacute;rquico se exerce frequentemente sem controlo e sem responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Est&amp;aacute;-se, assim, perante uma forma de ilegalidade institucionalizada, em que os quadros legais e estatut&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o frequentemente instrumentalizados &amp;mdash; ou ignorados &amp;mdash; para enfraquecer a regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e limitar a gest&amp;atilde;o participada das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regimes como o RJIES e o modelo fundacional tem contribu&amp;iacute;do para a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poder nas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es, reduzindo a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aumentando o risco de arbitrariedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desigualdades de g&amp;eacute;nero e maior exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao abuso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta realidade de hierarquia, precariedade e sil&amp;ecirc;ncio tem tamb&amp;eacute;m uma clara dimens&amp;atilde;o de g&amp;eacute;nero. O projeto Igualdade de G&amp;eacute;nero nas Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (GE-HEI), promovido pela DGES, evidencia que as desigualdades entre mulheres e homens est&amp;atilde;o estruturalmente inscritas no sistema acad&amp;eacute;mico. Em Portugal, as mulheres representam perto de metade do corpo docente da academia, mas menos de um ter&amp;ccedil;o acede &amp;agrave;s categorias de topo, verificando-se uma diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua presen&amp;ccedil;a &amp;agrave; medida que se sobe na carreira. Apesar do aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; de 40,8% em 2001/2002 para 46,2% em 2021/2022 &amp;mdash;, esta n&amp;atilde;o se traduz em igualdade nas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais est&amp;aacute;veis e de decis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, Portugal destaca-se negativamente no contexto europeu: as mulheres investigadoras est&amp;atilde;o mais expostas a v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios do que os homens, num quadro de feminiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o associado a menor investimento por investigador. Este padr&amp;atilde;o, conhecido como &lt;span&gt;&amp;ldquo;&lt;/span&gt;efeito tesoura&amp;rdquo;, confirma que a forte presen&amp;ccedil;a feminina no ensino superior n&amp;atilde;o se reflete na progress&amp;atilde;o acad&amp;eacute;mica, revelando desigualdades persistentes e mecanismos institucionais que continuam a limitar essa evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Combater estes abusos no ensino superior implica, por isso, enfrentar diretamente as desigualdades que se tornam frequentemente invis&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Necess&amp;aacute;ria afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A consci&amp;ecirc;ncia de classe, no meio universit&amp;aacute;rio, &amp;eacute; frequentemente fragmentada e a carreira acad&amp;eacute;mica &amp;eacute; muitas vezes vivida como um percurso individual, o que pode dificultar a solidariedade coletiva. Mant&amp;ecirc;m-se estruturas de poder fortemente hierarquizadas, mas acima de tudo, muitos docentes e investigadores t&amp;ecirc;m dificuldade em se reconhecerem como "trabalhadores", o que enfraquece a sua identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a luta sindical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante este cen&amp;aacute;rio, torna-se evidente que o refor&amp;ccedil;o da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical &amp;eacute; mais necess&amp;aacute;rio do que nunca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o SPN reafirma o compromisso:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;no combate &amp;agrave; precariedade estrutural e na exig&amp;ecirc;ncia de v&amp;iacute;nculos est&amp;aacute;veis;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;na reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de transpar&amp;ecirc;ncia e justi&amp;ccedil;a nas avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e progress&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;no refor&amp;ccedil;o da den&amp;uacute;ncia e prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra abusos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;na reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica nas Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;na responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pr&amp;aacute;ticas abusivas no exerc&amp;iacute;cio do poder.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Os abusos de poder no ensino superior n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o desvios pontuais &amp;mdash; s&amp;atilde;o a express&amp;atilde;o de um modelo que tem vindo a degradar o trabalho acad&amp;eacute;mico e a miss&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O seu combate &amp;eacute; insepar&amp;aacute;vel da defesa de uma escola p&amp;uacute;blica democr&amp;aacute;tica, de um ensino superior ao servi&amp;ccedil;o da sociedade e do conhecimento, e do respeito pela dignidade de quem trabalha.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/0/50/4/young-female.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5c117b45/young-female.jpg?v=639167888953778505"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:34:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-abusos-de-poder-e-degradacao-das-relacoes-laborais</guid></item><item><title>Reunião plenária com investigadores da Biopolis (2/jun)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/investigadores-reuniao-plenaria-biopolis</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento de Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN/DESI) reuniu (2/jun) com os investigadores da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biopolis, entidade gestora do Centro de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Biodiversidade e Recursos Gen&amp;eacute;ticos da Universidade do Porto (CIBIO), no Campus Agr&amp;aacute;rio de Vair&amp;atilde;o. A reuni&amp;atilde;o contou com 23 participantes, presenciais e online, incluindo investigadores contratados e bolseiros. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o, foram discutidos diversos temas relacionados com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica na institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biopolis&lt;/strong&gt;. Foram identificadas lacunas ao n&amp;iacute;vel da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, nomeadamente no que respeita &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de um Conselho Cient&amp;iacute;fico, &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de representantes dos investigadores e ao acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos processos de decis&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Precariedade dos regimes contratuais&lt;/strong&gt;. Foi debatida a precariedade laboral resultante da sucessiva caducidade de contratos, da transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para regimes de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os (recibos verdes), do recurso ao subs&amp;iacute;dio de desemprego ou da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos sucessivos com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Combate &amp;agrave; precariedade na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. Foi apresentado e discutido o trabalho desenvolvido pelo SPN, no &amp;acirc;mbito da Fenprof e em articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Bolseiros de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica (ABIC), no combate &amp;agrave; precariedade na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica. Foi defendida a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estatuto do Bolseiro de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras cient&amp;iacute;ficas e a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investigadores em v&amp;iacute;nculos laborais est&amp;aacute;veis e nas respetivas carreiras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Subfinanciamento estrutural da ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;. N&amp;atilde;o obstante as m&amp;aacute;s pr&amp;aacute;ticas identificadas na institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi apontado que o d&amp;eacute;fice de financiamento p&amp;uacute;blico das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es cient&amp;iacute;ficas constitui um problema estrutural, sendo um dos principais respons&amp;aacute;veis pela precariedade laboral que afeta o Sistema Cient&amp;iacute;fico Nacional.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Impacto do pacote laboral&lt;/strong&gt;. Foi considerado que a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pacote laboral representaria um grave retrocesso para os investigadores da Biopolis, ao agravar a precariedade laboral existente e ao legitimar mecanismos que barram a estabilidade do emprego e a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras cient&amp;iacute;ficas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regulamento dos investigadores da Universidade do Porto&lt;/strong&gt;. Foi referida a necessidade de garantir que institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do universo da Universidade do Porto, como a Biopolis, sejam abrangidas pelo Regulamento dos Investigadores em Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Direito Privado da Universidade do Porto.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e de acolhimento&lt;/strong&gt;. Foram identificadas diversas defici&amp;ecirc;ncias nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e de acolhimento, incluindo problemas de salubridade (presen&amp;ccedil;a de bolor), insufici&amp;ecirc;ncia de mobili&amp;aacute;rio adequado, falta de sil&amp;ecirc;ncio nos espa&amp;ccedil;os de trabalho, limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos hor&amp;aacute;rios dos transportes para o Campus de Vair&amp;atilde;o e pre&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o sociais na cantina para investigadores inscritos em programas doutorais da Universidade do Porto. A este respeito, foi tamb&amp;eacute;m salientada a import&amp;acirc;ncia da elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das taxas de entrega de tese de doutoramento. Por fim foram apresentadas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os termos em que ser&amp;aacute; realizada a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta dos investigadores pela institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;. Foi manifestado o apoio &amp;agrave; Greve Geral (3/jun), tendo sido afirmada a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investigadores nas concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es convocadas para esse dia, nomeadamente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e na Pra&amp;ccedil;a da Batalha. Foi ainda acordado que o SPN ir&amp;aacute; dar nota do conjunto de mat&amp;eacute;rias discutidas &amp;agrave; dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Biopolis, as quais ser&amp;atilde;o tratadas procurando um posicionamento a levar &amp;agrave; Universidade do Porto em reuni&amp;atilde;o a agendar com a nova equipa reitoral.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O SPN continuar&amp;aacute; a trabalhar em conjunto com os trabalhadores e com a ABIC na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes problemas e na luta pelo fim da precariedade, designadamente atrav&amp;eacute;s da substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das bolsas e da caducidade sucessiva dos contratos por v&amp;iacute;nculos est&amp;aacute;veis e pela integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras cient&amp;iacute;ficas.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/0/50/1/esi2jun2026_cartaz.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2ecc343e/esi2jun2026_cartaz.jpeg?v=639167868932999367"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:58:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/investigadores-reuniao-plenaria-biopolis</guid></item><item><title>ESI — À espera do primeiro-ministro (1/jun)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-a-espera-do-primeiro-ministro-1-jun</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato (SPN/DESI) participou na iniciativa levada a cabo no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), no dia 1 de junho (11h). Com esta participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o SPN quis saber da resposta &amp;agrave;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/70/2/SPN%20-%20Carta%20Aberta.pdf" target="_blank"&gt;carta aberta&lt;/a&gt; enviada ao governo sobre o processo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto para Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Esta iniciativa, organizada pela Uni&amp;atilde;o de Sindicatos do Porto (USP), ocorreu no &amp;acirc;mbito das visitas do primeiro-ministro &amp;agrave; regi&amp;atilde;o do Porto e realizou-se em v&amp;aacute;rios locais sob o nome de &amp;ldquo;rece&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao primeiro-ministro&amp;rdquo;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP001.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP001.jpg?v=639159174278592826"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP02.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP02.jpg?v=639159174279704712"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP09.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP09.jpg?v=639159174281801307"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP08.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP08.jpeg?v=639159174284047673"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP004.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP004.jpg?v=639159174285499453"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP06.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP06.jpg?v=639159174287423449"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP11.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP11.jpeg?v=639159174289018616"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP12.jpeg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP12.jpeg?v=639159174291100410"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-a-espera-do-primeiro-ministro-1-jun</guid></item><item><title>ESI — MECI impede acesso de estudantes mais vulneráveis</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-meci-impede-acesso-de-estudantes-mais-vulneraveis</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras de acesso ao ensino superior para estudantes com defici&amp;ecirc;ncia constitui mais um grave retrocesso nas pol&amp;iacute;ticas de inclus&amp;atilde;o e igualdade de oportunidades. Ao impor como crit&amp;eacute;rio, praticamente exclusivo, a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um atestado multiusos com incapacidade igual ou superior a 60%, o governo est&amp;aacute; a ignorar a realidade concreta de centenas de estudantes com doen&amp;ccedil;as graves, incapacitantes e cr&amp;oacute;nicas, cujos percursos escolares s&amp;atilde;o profundamente afetados pelas suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta medida exclui jovens que, apesar das enormes dificuldades no seu percurso escolar &amp;mdash; longos per&amp;iacute;odos de aus&amp;ecirc;ncia, tratamentos m&amp;eacute;dicos cont&amp;iacute;nuos, desgaste f&amp;iacute;sico e psicol&amp;oacute;gico &amp;mdash;, n&amp;atilde;o conseguem obter a percentagem exigida. O resultado &amp;eacute; uma injusti&amp;ccedil;a social inaceit&amp;aacute;vel: estudantes efetivamente vulner&amp;aacute;veis passam a ser tratados como se n&amp;atilde;o necessitassem de qualquer medida de apoio. &amp;Eacute; inaceit&amp;aacute;vel que estudantes que passam meses entre tratamentos, internamentos e longos per&amp;iacute;odos de aus&amp;ecirc;ncia escolar possam agora perder o acesso ao contingente priorit&amp;aacute;rio, apenas porque o Estado n&amp;atilde;o lhes atribui formalmente os 60% de incapacidade exigidos. Trata-se de uma discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o objetiva e de uma pervers&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da escola inclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; particularmente grave que, em vez de avan&amp;ccedil;ar com o estatuto do estudante com necessidades educativas espec&amp;iacute;ficas &amp;mdash; reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; muito defendida pela Fenprof &amp;mdash; o governo escolha endurecer crit&amp;eacute;rios de acesso e restringir direitos. Trata-se de uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica que transfere para os estudantes e fam&amp;iacute;lias o peso da incapacidade do Estado em garantir uma escola p&amp;uacute;blica inclusiva. Esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o revela uma vis&amp;atilde;o administrativa, fria e desumanizada da inclus&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o se avaliam dificuldades reais, n&amp;atilde;o se consideram contextos cl&amp;iacute;nicos complexos, n&amp;atilde;o se reconhecem os impactos efetivos no percurso educativo. Reduz-se tudo a uma percentagem burocr&amp;aacute;tica. Quem n&amp;atilde;o encaixa no crit&amp;eacute;rio arbitr&amp;aacute;rio definido pelo regulamento fica simplesmente exclu&amp;iacute;do. A inclus&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode depender de uma l&amp;oacute;gica tecnocr&amp;aacute;tica, nem de tabelas burocr&amp;aacute;ticas desligadas da realidade humana. O acesso ao ensino superior &amp;eacute; um direito e n&amp;atilde;o um privil&amp;eacute;gio reservado apenas a quem consegue ultrapassar barreiras administrativas impostas pelo pr&amp;oacute;prio Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; urgente, pois, rever este regulamento, alargar os crit&amp;eacute;rios de acesso ao contingente priorit&amp;aacute;rio e aprovar finalmente um verdadeiro estatuto do estudante com necessidades educativas espec&amp;iacute;ficas no ensino superior, acompanhado do financiamento adequado &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Tudo o resto ser&amp;aacute; apenas propaganda pol&amp;iacute;tica sobre inclus&amp;atilde;o sem qualquer correspond&amp;ecirc;ncia na vida concreta dos estudantes. A inclus&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser reduzida a uma percentagem num documento administrativo. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acesso ao ensino superior deve considerar a diversidade das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cl&amp;iacute;nicas, funcionais e educativas dos estudantes, e n&amp;atilde;o impor crit&amp;eacute;rios cegos que desumanizam os processos. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuar&amp;aacute; a lutar pela inclus&amp;atilde;o efetiva e de qualidade de todas as crian&amp;ccedil;as e jovens, desde a Interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o Precoce na Inf&amp;acirc;ncia&amp;nbsp;at&amp;eacute; ao ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/10/6/esimultiusos.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/579117bd/esimultiusos.jpg?v=639155887777552743"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific, download gratuito&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 28 May 2026 17:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-meci-impede-acesso-de-estudantes-mais-vulneraveis</guid></item><item><title>ESI — Reunião sindical no IPVC (14/mai)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-reuniao-sindical-no-ipvc-14-mai-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;07 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Sindicato dos Professores do Norte realiza, no dia 14 de maio (14h30, na sala 3.3), uma reuni&amp;atilde;o na Escola Superior de Tecnologia e Gest&amp;atilde;o de Viana do Castelo (IPVC) que, certamente, ser&amp;aacute; um momento importante de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, partilha e debate sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes do Ensino Superior, em particular no contexto do IPVC.&amp;nbsp;&lt;span&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SPN/DESI) apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes e investigadores, uma vez que a reuni&amp;atilde;o &amp;eacute; aberta a n&amp;atilde;o s&amp;oacute;cios.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da ordem de trabalhos contam informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), o inqu&amp;eacute;rito sobre a precariedade dos docentes contratados, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e os erros de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos concursos, para al&amp;eacute;m, naturalmente, de outros assuntos. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna-se mais relevante num momento em que se verificam as consequ&amp;ecirc;ncias de um recorrente subfinanciamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ensino superior, nomeadamente os institutos polit&amp;eacute;cnicos, traduzindo-se no cont&amp;iacute;nuo recurso ao trabalho prec&amp;aacute;rio, em que se regista o acentuar do envelhecimento do corpo docente, aumentando as cargas laborais como pr&amp;aacute;tica corrente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso concreto do IPVC, &amp;eacute; preocupante a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;mero significativo de docentes em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade, que asseguram, ano ap&amp;oacute;s ano, necessidades de servi&amp;ccedil;o permanentes, muitas vezes em hor&amp;aacute;rio noturno e aos fins de semana, sem o devido reconhecimento remunerat&amp;oacute;rio e contratual. A esta realidade acresce a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Presid&amp;ecirc;ncia do IPVC de n&amp;atilde;o aplicar, no presente ano, as progress&amp;otilde;es por op&amp;ccedil;&amp;atilde;o gestion&amp;aacute;ria, deixando por regularizar as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes que j&amp;aacute; reuniram os pontos necess&amp;aacute;rios para progredir na carreira, prolongando uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de injusti&amp;ccedil;a e penalizando quem j&amp;aacute; cumpriu um dos requisitos exigidos para a respetiva progress&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 07 May 2026 16:48:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-reuniao-sindical-no-ipvc-14-mai-2026</guid></item></channel></rss>