<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Apoio a Sócios e Contencioso</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/apoio-a-socios</link><description>Apoio a Sócios e Contencioso</description><item><title>CGA — Fenprof avança para travar norma inconstitucional</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/reinscricao-na-cga</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof requereu ao Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico que promova, junto do Tribunal Constitucional, a&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Pedido%20declaracao%20de%20inconstitucionalidade-(08-05-26).pdf" target="_blank"&gt;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade com for&amp;ccedil;a obrigat&amp;oacute;ria geral&lt;/a&gt; da norma constante do artigo 4.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 1, da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, relativa &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), depois de j&amp;aacute; ter apresentado id&amp;ecirc;ntico pedido, em 25 de novembro de 2025, relativamente ao artigo 2.&amp;ordm;, n.&amp;ordm;s 1 e 2, da mesma Lei. A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade com for&amp;ccedil;a obrigat&amp;oacute;ria geral permitir&amp;aacute; p&amp;ocirc;r termo a decis&amp;otilde;es contradit&amp;oacute;rias e salvaguardar os princ&amp;iacute;pios constitucionais do Estado de Direito e da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof entende que a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal no ordenamento jur&amp;iacute;dico continua a gerar inseguran&amp;ccedil;a, desigualdade de tratamento e instabilidade nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de emprego p&amp;uacute;blico, levando entidades empregadoras a recusarem a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores na CGA, apesar das decis&amp;otilde;es j&amp;aacute; proferidas pelo Tribunal Constitucional. Com este pedido, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pretende assegurar uma aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o uniforme do direito, vinculando tribunais e entidades administrativas ao entendimento j&amp;aacute; afirmado pelo Tribunal Constitucional e garantindo a defesa dos direitos dos trabalhadores, em particular dos docentes, fortemente afetados por esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em causa est&amp;aacute;, em ambos os casos, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o retroativa de restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA a trabalhadores que constitu&amp;iacute;ram novo v&amp;iacute;nculo de emprego p&amp;uacute;blico entre 1 de janeiro de 2006 e 27 de dezembro de 2024. O Tribunal Constitucional j&amp;aacute; se pronunciou em tr&amp;ecirc;s decis&amp;otilde;es concretas distintas, mas iguais no objeto, considerando inconstitucional esta norma, por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a consagrado no artigo 2.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga4.jpg?v=638375678153187508" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de janeiro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; TC responde &amp;agrave; Fenprof (28/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tribunal Constitucional (TC) informou a Fenprof (28/jan) de que deu entrada o pedido do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico sobre a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata sucessiva da constitucionalidade de normas da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro. Seguir-se-&amp;aacute; o agendamento do plen&amp;aacute;rio para o efeito.&amp;nbsp;&lt;span&gt;Apesar do tempo decorrido desde a entrada do primeiro processo em Tribunal, em 2019, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca desistiu, nem desistir&amp;aacute;, desta causa. Pelo contr&amp;aacute;rio, a persist&amp;ecirc;ncia da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e a sucess&amp;atilde;o de decis&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis aproximam-nos agora da sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva, no respeito pelos direitos dos docentes e pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Sindicatos que constituem a Fenprof interpuseram cerca de um milhar de processos em tribunal com vista &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Entre estes, h&amp;aacute; processos j&amp;aacute; transitados em julgado e outros que aguardam decis&amp;atilde;o do plen&amp;aacute;rio TC, no &amp;acirc;mbito da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata sucessiva da constitucionalidade de normas da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro. No caso destes &amp;uacute;ltimos, impunha-se a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o agendamento do Plen&amp;aacute;rio do TC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, no seguimento do&amp;nbsp;pedido efetuado &amp;agrave; Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica&lt;a href="https://www.fenprof.pt/fenprof-pede-declaracao-de-inconstitucionalidade-da-norma-que-impede-reinscricao-de-docentes-na-cga" target="_blank"&gt; (&lt;/a&gt;ver not&amp;iacute;cia abaixo)&amp;nbsp;e da resposta recebida no m&amp;ecirc;s de dezembro &amp;mdash; &amp;ldquo;tem vindo a ser acompanhada pelo Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico junto do Tribunal Constitucional e que o mesmo encontra-se a aguardar que se encontrem reunidas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe permitam promover a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processo nos termos do disposto no artigo 82.&amp;ordm; da Lei do Tribunal Constitucional, o que ainda n&amp;atilde;o ocorreu at&amp;eacute; &amp;agrave; presente data&amp;rdquo; &amp;mdash;, a Fenprof solicitou, agora, junto do TC informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o agendamento da referida fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata sucessiva da constitucionalidade de normas da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro. Recorde-se que as normas em causa, que regulam o direito de ex-subscritores serem reinscritos na CGA, foram julgadas inconstitucionais em mais de tr&amp;ecirc;s casos de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o concreta, circunst&amp;acirc;ncia que refor&amp;ccedil;a a necessidade de uma decis&amp;atilde;o com for&amp;ccedil;a obrigat&amp;oacute;ria geral.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de novembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof pede declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof requereu ao Procurador-Geral da Rep&amp;uacute;blica (PGR) que promovesse, junto do Tribunal Constitucional (TC), a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade da norma que impede reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na Caixa geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). F&amp;ecirc;-lo, porque n&amp;atilde;o aceita que normas que prejudiquem os docentes e contrariem a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (CRP) se mantenham em vigor. Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a defesa dos trabalhadores da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;, e continuar&amp;aacute; a ser, a raz&amp;atilde;o primeira da interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em causa est&amp;aacute; a norma constante do artigo 2.&amp;ordm;, n.&amp;ordm;s 1 e 2, da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, que visa impedir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores, maioritariamente educadores e professores, na CGA, na sequ&amp;ecirc;ncia do que o TC j&amp;aacute; decidiu favoravelmente em mais de uma dezena de processos interpostos por docentes apoiados pela Fenprof. Esta iniciativa foi tomada&amp;nbsp;em defesa dos direitos dos associados e da generalidade dos docentes, que vinham sendo diretamente prejudicados pela incorreta aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disposto no n.&amp;ordm; 2 do artigo 2.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 60/2005, de 29 de dezembro, e poderiam continuar a s&amp;ecirc;-lo pela manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor da citada norma da Lei 45/2024. Como organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical representativa dos docentes, a Fenprof tem o dever constitucional e legal de intervir sempre que estejam em causa os direitos, garantias e leg&amp;iacute;timas expectativas dos trabalhadores que representa. &amp;Eacute; isso que decorre dos artigos 55.&amp;ordm; e 56.&amp;ordm; da CRP e dos artigos 338.&amp;ordm; e 339.&amp;ordm; da Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo dos &amp;uacute;ltimos anos, dezenas de docentes viram os seus processos, em diferentes inst&amp;acirc;ncias, afetados por interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e decis&amp;otilde;es contradit&amp;oacute;rias sobre a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada pela nova lei veio agravar este cen&amp;aacute;rio, violando princ&amp;iacute;pios fundamentais, como a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a e a estabilidade jur&amp;iacute;dica e profissional dos trabalhadores. Perante esta realidade, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerou indispens&amp;aacute;vel agir. O pedido apresentado ao PGR, junto do TC, visa repor a justi&amp;ccedil;a, garantir o respeito pelos direitos legais dos educadores e dos professores e p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave; inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica que afeta milhares de trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/procuradoria_geral_republica.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/procuradoria_geral_republica.jpg?v=638996020511424454"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Site do PCP (n&amp;atilde;o identificada)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; TC vai pronunciar-se sobre lei interpretativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pronunciamentos do Tribunal Constitucional (TC) cifram em mais de dez os ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os que confirmam a inconstitucionalidade dos n.&amp;ordm;s 1 e 2 da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro (lei interpretativa), obrigando o plen&amp;aacute;rio do TC a apreciar e deliberar sobre a sua constitucionalidade. Assim, o TC vai proceder &amp;agrave; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata sucessiva da constitucionalidade da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Sindicatos que constituem a Fenprof intentaram centenas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es junto dos tribunais administrativos e fiscais para pedirem o reingresso dos docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Em 27 de dezembro de 2024, foi publicada a Lei n.&amp;ordm; 45/2024 que, de forma inovadora, introduziu novos requisitos para o reingresso destes profissionais na CGA, em clara viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o das decis&amp;otilde;es proferidas pelos tribunais nesta mat&amp;eacute;ria. Tendo sido arguida a viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da confian&amp;ccedil;a, o TC veio dar raz&amp;atilde;o aos educadores e professores e decidiu julgar inconstitucional o disposto nos n.&amp;ordm;s 1 e 2 da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, &amp;ldquo;quando interpretado no sentido de a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os requisitos para a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o constantes destes preceitos se considerarem aplic&amp;aacute;veis a sujeitos cujo v&amp;iacute;nculo de emprego p&amp;uacute;blico haja cessado depois de 1 de janeiro de 2006 e que o hajam restabelecido antes de 26 de outubro de 2024 por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 2.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;eacute; este momento, foram proferidas mais de dez decis&amp;otilde;es no mesmo sentido, n&amp;uacute;mero suficiente para que seja realizada a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata sucessiva das normas objeto de aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas entidades competentes. Concluindo o TC pela inconstitucionalidade das referidas normas, cuja aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o lhe ser&amp;aacute; requerida, a decis&amp;atilde;o ter&amp;aacute; for&amp;ccedil;a obrigat&amp;oacute;ria geral, com a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tais normas do ordenamento jur&amp;iacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os docentes e todos os trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas que tenham sido subscritores da CGA em momento anterior a 01/01/2006, tal traduzir-se-&amp;aacute; no reconhecimento do seu direito &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse v&amp;iacute;nculo, possibilitando a sua reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Desta forma, a Fenprof ir&amp;aacute; aguardar que o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (MP) solicite ao TC, no prazo de treze dias &amp;uacute;teis, a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata e sucessiva da norma. Caso tal n&amp;atilde;o aconte&amp;ccedil;a, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o intervir&amp;aacute; junto do MP.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/juizesdotribunalconstitucional.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/juizesdotribunalconstitucional.jpg?v=638772887564358579"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Imagem inserta no site do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.tribunalconstitucional.pt/tc/home.html" target="_blank"&gt;Tribunal Constitucional&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de maio de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; O processo jur&amp;iacute;dico e o problema pol&amp;iacute;tico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O pr&amp;oacute;ximo governo, apoiado no quadro parlamentar que o sustentar&amp;aacute;, ter&amp;aacute; de resolver politicamente o problema da manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CGA) dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, com v&amp;iacute;nculo contratual com o Estado antes de 1 de janeiro de 2006, adensado pelo imbr&amp;oacute;glio jur&amp;iacute;dico criado pela Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof, que nunca desistiu da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema, faz o ponto de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o andamento jur&amp;iacute;dico:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Est&amp;atilde;o pendentes no Tribunal Constitucional (TC) onze recursos que versam sobre a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei 45/2024. Tais recursos obrigat&amp;oacute;rios de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o concreta da constitucionalidade foram interpostos pelo Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (MP) sobre onze senten&amp;ccedil;as proferidas pelo Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Penafiel, que recusou a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 2.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 2, da referida Lei, com fundamento na sua inconstitucionalidade por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da confian&amp;ccedil;a.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Num destes processos, o MP j&amp;aacute; alegou, junto do TC, tendo conclu&amp;iacute;do que o recurso dever&amp;aacute; ser considerado improcedente e que o TC dever&amp;aacute; julgar a norma em causa inconstitucional, por se tratar de uma disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o inovadora com que, razoavelmente, os destinat&amp;aacute;rios da norma n&amp;atilde;o podiam contar, pelo tempo decorrido entre a entrada em vigor da chamada lei interpretativa e da lei interpretada (19 anos) e pela quebra de uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica consolidada e fundamentada assente na inexist&amp;ecirc;ncia de qualquer conflito jurisprudencial.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O TAF de Braga tamb&amp;eacute;m recusou recentemente, e com o mesmo fundamento, em senten&amp;ccedil;as proferidas em dois processos cujos Autores s&amp;atilde;o professores associados de sindicatos que constituem da Fenprof, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 2.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 2, da Lei 45/2024. Estes processos dever&amp;atilde;o subir, nos pr&amp;oacute;ximos dias, ao TC.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;As decis&amp;otilde;es que o TC vai proferir apenas produzir&amp;atilde;o efeitos individuais e concretos nos processos objeto de recurso. No entanto, perante tr&amp;ecirc;s ju&amp;iacute;zos concretos de inconstitucionalidade, o plen&amp;aacute;rio do TC dever&amp;aacute;, depois, apreciar e declarar, com for&amp;ccedil;a obrigat&amp;oacute;ria geral, a inconstitucionalidade da norma, o que, a acontecer, determinar&amp;aacute; a sua exclus&amp;atilde;o da ordem jur&amp;iacute;dica e a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus efeitos passados, impondo-se tal decis&amp;atilde;o a todas as autoridades p&amp;uacute;blicas; tal traduzir-se-&amp;aacute;, para os docentes e todos os trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas, que tenham sido subscritores da CGA em momento anterior a 01/01/2006, no reconhecimento do seu direito &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse v&amp;iacute;nculo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Independentemente das curvas e contracurvas destes processos em tribunal, a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema fica garantida no dia em que seja assumido que todos os trabalhadores que, antes de 1 de janeiro de 2006, tinham v&amp;iacute;nculo com o Estado, t&amp;ecirc;m direito a manter a sua inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof entende que, em especial, os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e os partidos que na legislatura anterior promoveram ou permitiram a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei 45/2024, de 27, est&amp;atilde;o obrigados a uma cuidada reflex&amp;atilde;o sobre a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que assumiram ao for&amp;ccedil;arem uma falsa necessidade de interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;ecirc;ntica de uma lei de 2005 que nunca havia suscitado d&amp;uacute;vidas aos tribunais que, sucessivamente, se pronunciaram pela reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de abril de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; MP do TCAN indefere recurso de governo, CGA e ISS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;S&amp;atilde;o dois, e convergentes, os recentes pareceres do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (MP) do Tribunal Central e Administrativo do Norte (TCAN) relativamente aos recursos apresentados pela Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) e Instituto de Seguran&amp;ccedil;a Social, IP (ISS): favor&amp;aacute;veis a que sejam considerados improcedentes os recursos, na sequ&amp;ecirc;ncia do pronunciamento de tribunais de 1.&amp;ordf; inst&amp;acirc;ncia.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O parecer (7/abr) refere que &lt;em&gt;"&amp;eacute; irrelevante a exist&amp;ecirc;ncia de interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es temporais entre contratos, quer se trate de uma interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dias, meses ou anos do exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas docentes"&lt;/em&gt; e conclui que, no caso concreto, a docente &lt;em&gt;"n&amp;atilde;o deveria ter passado a descontar para a Seguran&amp;ccedil;a Social com a assinatura do contrato, em 17/4/2008, devendo ter continuado a efetuar descontos para a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es como ocorreu at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o. Termos em que somos de parecer que este recurso dever&amp;aacute; improceder".&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Dois dias depois (9/abr), uma outra magistrada do MP do TCAN, na sequ&amp;ecirc;ncia de recurso da CGA sobre decis&amp;atilde;o do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, proferiu: &lt;em&gt;"somos de parecer que n&amp;atilde;o restam d&amp;uacute;vidas de que o n.&amp;ordm; 2 do artigo 2.&amp;ordm; da Lei 45/2024 padece de v&amp;iacute;cio de inconstitucionalidade por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da confian&amp;ccedil;a &amp;iacute;nsito no artigo 2.&amp;ordm; da CRP, devendo, pois&amp;nbsp;por isso&amp;nbsp;ser recusada a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o"&lt;/em&gt;. E conclui que &lt;em&gt;"deve ser negado provimento ao presente recurso, mantendo-se na &amp;iacute;ntegra a senten&amp;ccedil;a recorrida".&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por sua vez, a Provedoria de Justi&amp;ccedil;a, na sequ&amp;ecirc;ncia da interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof, pronunciou-se, no dia 10 de abril, referindo que a compet&amp;ecirc;ncia conferida pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (CRP) &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a &lt;em&gt;"restringe-se &amp;agrave; capacidade de fazer iniciar junto do Tribunal Constitucional um processo de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata da constitucionalidade de normas" &lt;/em&gt;e conclui que as d&amp;uacute;vidas colocadas pela &lt;em&gt;"autodenominada lei interpretativa"&lt;/em&gt; s&amp;atilde;o de outro &amp;acirc;mbito, considerando que &lt;em&gt;"os problemas de constitucionalidade de normas que eventualmente se coloquem s&amp;oacute; em processos concretos de constitucionalidade podem vir a ser resolvidos".&lt;/em&gt; Essa, contudo, no entendimento da Provedora de Justi&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o &amp;eacute; compet&amp;ecirc;ncia atribu&amp;iacute;da &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a, mas sim aos tribunais superiores. Importa notar que esses, unanimemente, t&amp;ecirc;m-se pronunciado favoravelmente &amp;agrave; pretens&amp;atilde;o dos professores e &amp;agrave; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o defendida pela Fenprof. Face ao n&amp;uacute;mero de senten&amp;ccedil;as que referem a inconstitucionalidade do disposto na Lei n.&amp;ordm; 45/2024, o Tribunal Constitucional ir&amp;aacute; mesmo pronunciar-se sobre a constitucionalidade da referida lei.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/tcan2.png?v=638802317121114541"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Imagem inserta no site do&lt;a href="https://tca-norte.tribunais.org.pt/" target="_blank"&gt;Tribunal Central Administrativo do Norte&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de mar&amp;ccedil;o de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; TC dever&amp;aacute; pronunciar-se sobre a lei interpretativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais de tr&amp;ecirc;s decis&amp;otilde;es dos tribunais de primeira inst&amp;acirc;ncia consideraram inconstitucional a Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro (lei interpretativa). Por esse motivo, ter&amp;atilde;o de ser remetidas ao Tribunal Constitucional (TC), pelo Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, para aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da referida lei. Assim, o Plen&amp;aacute;rio do TC dever&amp;aacute; pronunciar-se sobre a inconstitucionalidade da chamada lei interpretativa. No caso da Fenprof, s&amp;atilde;o cinco as decis&amp;otilde;es naquele sentido.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O atual governo manteve a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do anterior para barrar as reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalhadores na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Muitos deles s&amp;atilde;o docentes que, depois de terem visto interrompido o seu v&amp;iacute;nculo laboral p&amp;uacute;blico, quando estavam inscritos na CGA, confrontaram-se, aquando da obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o impedimento de manterem a subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo transferidos para a Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em centenas e centenas de decis&amp;otilde;es dos tribunais, a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi un&amp;acirc;nime, apontando o direito &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. Assim, apesar de n&amp;atilde;o se ter registado incerteza interpretativa da lei em vigor, o governo e a maioria na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica (AR) entenderam promover a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma outra lei que, vinte anos depois, promoveria, alegadamente, a &amp;ldquo;interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;ecirc;ntica&amp;rdquo; da norma prevista no artigo 2.&amp;ordm;, da Lei n.&amp;ordm; 60/2005, de 29 de dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, &amp;eacute; esta interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que v&amp;aacute;rias senten&amp;ccedil;as dos tribunais t&amp;ecirc;m considerado desrespeitar o ordenamento constitucional. Perante isto, o TC ter&amp;aacute; de debru&amp;ccedil;ar-se sobre o assunto, emitindo parecer que esclare&amp;ccedil;a a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Fenprof, aguardando a pron&amp;uacute;ncia, continua a apontar a injusti&amp;ccedil;a e a evidente possibilidade de v&amp;iacute;cios de inconstitucionalidade de que enferma a Lei n.&amp;ordm; 45/2024. A confirmar-se esta interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; como deixar de registar a derrota do governo e da maioria parlamentar que aprovou a lei, empenhados em dificultar as reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas, com clareza, na Lei n.&amp;ordm; 60/2005.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de fevereiro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof solicita pronunciamento da Provedora da Justi&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof solicitou pronunciamento &amp;agrave; Provedora de Justi&amp;ccedil;a sobre constitucionalidade da lei interpretativa que impede reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Recorde-se que a Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, procede &amp;agrave;&amp;nbsp;&amp;ldquo;interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;ecirc;ntica&amp;rdquo;&amp;nbsp;do artigo 2.&amp;ordm;, da Lei&amp;nbsp;n.&amp;ordm;&amp;nbsp;60/2005, de 29 de dezembro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final de janeiro, quatro professores, por senten&amp;ccedil;as do Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel, foram reinscritos na CGA, com a fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a lei interpretativa &amp;eacute; inconstitucional, por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o no princ&amp;iacute;pio da confian&amp;ccedil;a. No dia 10 de fevereiro, a CGA, atrav&amp;eacute;s do of&amp;iacute;cio-circular n.&amp;ordm; 1/2025, deu instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos servi&amp;ccedil;os sobre a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, o que impedir&amp;aacute; a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de docentes na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na lei em causa, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; o texto original tem sido interpretado uniformemente pelos tribunais, apesar de serem milhares as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es julgadas, como a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o adotada na nova lei n&amp;atilde;o poderia nunca ser inferida do texto original, que em nenhum momento refere a exist&amp;ecirc;ncia ou n&amp;atilde;o de descontinuidades temporais entre v&amp;iacute;nculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estando em causa direitos e garantias conferidos pela Lei n.&amp;ordm; 60/2005, de 29 de dezembro e sendo o Provedor de Justi&amp;ccedil;a um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o do Estado que tem por fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal a defesa e promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos, liberdades, garantias e interesses leg&amp;iacute;timos dos cidad&amp;atilde;os, a Fenprof aguarda com expetativa o parecer da provedora da Justi&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de fevereiro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Decis&amp;otilde;es judiciais ignoram lei interpretativa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As decis&amp;otilde;es judiciais confirmam o direito dos docentes &amp;agrave; reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) e n&amp;atilde;o aplicam Lei n.&amp;ordm; 45/2024, de 27 de dezembro, considerando-a inconstitucional. Por sua vez, a Fenprof sa&amp;uacute;da as recentes decis&amp;otilde;es judiciais que v&amp;ecirc;m dar raz&amp;atilde;o aos docentes que requereram a reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contrariando as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es restritivas impostas pela Lei n.&amp;ordm; 45/2024, que imp&amp;ocirc;s uma alegada &amp;ldquo;interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;ecirc;ntica&amp;rdquo; do artigo 2.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 60/2005, para impedir as reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es na CGA, as decis&amp;otilde;es judiciais agora conhecidas consideram a lei interpretativa inconstitucional, por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da confian&amp;ccedil;a. Assim, confirmam que os professores foram indevidamente afastados do regime de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social para o qual contribu&amp;iacute;ram e que a sua reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito que deve ser respeitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumpre aqui esclarecer que s&amp;atilde;o precisos dois requisitos para que uma lei possa ser realmente interpretativa:&lt;/p&gt;
&lt;ol style="list-style-type: lower-roman;"&gt;
&lt;li&gt;que a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito anterior seja controvertida ou pelo menos incerta;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;que a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o definida pela nova lei se situe dentro dos quadros da controv&amp;eacute;rsia e seja pass&amp;iacute;vel de a ela se chegar pela interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei original.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Ora, n&amp;atilde;o &amp;eacute; o que sucede com a lei em causa. Neste caso, o texto original tem sido interpretado uniformemente pelos tribunais (e s&amp;atilde;o milhares as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es julgadas). Por outro lado, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o adotada na nova lei nunca poderia ser inferida do texto original, pois em nenhum momento refere a exist&amp;ecirc;ncia ou n&amp;atilde;o de descontinuidades temporais entre v&amp;iacute;nculos. Recorde-se que a nova lei apenas permite a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores que n&amp;atilde;o tiveram qualquer descontinuidade temporal entre v&amp;iacute;nculos de emprego p&amp;uacute;blico ou, existindo descontinuidade temporal, se comprove ser esta de natureza involunt&amp;aacute;ria, limitada no tempo e justificada pelas especificidades pr&amp;oacute;prias da carreira em que o trabalhador est&amp;aacute; inserido e este n&amp;atilde;o tenha exercido atividade remunerada durante o per&amp;iacute;odo em que interrompeu o v&amp;iacute;nculo p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da dita &amp;ldquo;interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;ecirc;ntica&amp;rdquo;, numa mat&amp;eacute;ria que n&amp;atilde;o era controvertida ou incerta, que a Fenprof tem denunciado as graves injusti&amp;ccedil;as que dela decorrem, afetando milhares de docentes que, por raz&amp;otilde;es alheias &amp;agrave; sua vontade, se viram exclu&amp;iacute;dos da CGA e transferidos para o regime da Seguran&amp;ccedil;a Social. A interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o for&amp;ccedil;ada pelo governo e aprovada na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica por PSD, CDS e Ch, al&amp;eacute;m de penalizar os educadores e os professores, representa uma afronta ao princ&amp;iacute;pio da expectativa leg&amp;iacute;tima e um desrespeito pelos direitos adquiridos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As recentes senten&amp;ccedil;as judiciais refor&amp;ccedil;am a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Fenprof tem defendido desde o in&amp;iacute;cio: a lei interpretativa &amp;eacute; injusta, viola os direitos dos docentes, procura estabelecer impedimentos que a lei original n&amp;atilde;o previa, e bem. Com estas decis&amp;otilde;es judiciais abre-se um precedente importante que deve ser seguido em todos os casos semelhantes, garantindo que nenhum professor seja prejudicado por uma interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o arbitr&amp;aacute;ria e lesiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a Fenprof exige que a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e o governo respeitem estas decis&amp;otilde;es e procedam &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata desta injusti&amp;ccedil;a, repondo os docentes na CGA sem necessidade de recurso a novos processos judiciais morosos e dispendiosos. Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ir&amp;aacute; acompanhar atentamente a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a apoiar os docentes afetados, utilizando todos os meios ao seu dispor para garantir que os seus direitos sejam respeitados.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; PSD, CDS e Ch tramam milhares de professores! (25/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica (AR), a&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Proposta%20de%20Lei%20n.º%2019-XVI-1.ª%20(GOV).pdf" target="_blank"&gt;lei interpretativa do governo&lt;/a&gt; passou com a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de PSD, CDS e Chega. Assim, ficam impedidos de se inscrever na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) milhares de educadores e professores. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof apela ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica, &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a que requeiram a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva da constitucionalidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada vez mais se confirma que a anunciada valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes &amp;eacute; coisa et&amp;eacute;rea. Sai da boca dos&amp;nbsp;respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), mas quando os atos deveriam corresponder &amp;agrave;s palavras, a dist&amp;acirc;ncia &amp;eacute; enorme. O casos avoluma-se: s&amp;atilde;o os apoios a docentes deslocados que discriminam a maioria; &amp;eacute; a revis&amp;atilde;o do ECD que, afinal, n&amp;atilde;o &amp;eacute; para agora (s&amp;oacute; l&amp;aacute; para 2027); &amp;eacute; a vontade do MECI em transformar o ECD numa lei (na AR n&amp;atilde;o h&amp;aacute; procedimentos de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva); &amp;eacute;, agora, a norma interpretativa sobre a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA de trabalhadores que iniciaram fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes de 1 de janeiro de 2006.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que os problemas come&amp;ccedil;aram quando a CGA come&amp;ccedil;ou a excluir os trabalhadores, na grande maioria docentes, com interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contrato ap&amp;oacute;s 1 de janeiro de 2006 ou, mesmo sem elas, alguns que, no caso do pessoal docente, mudaram de escola, por norma, por terem vinculado. Para que a lei fosse respeitada, tornou-se necess&amp;aacute;rio o recurso aos tribunais que, em todas as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es entradas, deram raz&amp;atilde;o aos educadores e aos professores. Quando o governo recorreu das decis&amp;otilde;es para o Supremo Tribunal Administrativo, aquelas mantiveram-se. O consenso sobre a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei foi de tal ordem, que a CGA passou a admitir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem tinha iniciado fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes de 1 de janeiro de 2006 e fora subscritor. Entre decis&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dicas e valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, foram acima de 12&amp;nbsp;000 os que regularizaram a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dos quais mais de 9000 s&amp;atilde;o docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o objetivo de travar as decis&amp;otilde;es dos tribunais, o governo anterior (de Ant&amp;oacute;nio Costa) tentou aprovar uma norma interpretativa que impedia a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem tivera descontinuidades no contrato ap&amp;oacute;s 1 de janeiro de 2006. A interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da legislatura impediu que a norma fosse aprovada. Pegando no projeto que ficara suspenso, o atual governo aprovou a norma nos termos pretendidos pelo anterior governo. S&amp;oacute; que o Presidente da Rep&amp;uacute;blica considerou que deveria ser a AR a aprovar a lei que continha a norma interpretativa e devolveu o decreto-lei ao governo, apesar de este ter assegurado que contava com um amplo consenso parlamentar. Veio a ver-se e esse alegado consenso, afinal, n&amp;atilde;o existia. O que foi aprovado na AR, hoje, s&amp;oacute; contou com os votos de PSD, CDS e Chega, isto &amp;eacute;, extrema-direita deu a m&amp;atilde;o ao governo. PS, IL, BE, PCP e Livre votaram contra. O PAN decidiu n&amp;atilde;o participar na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o que foi aprovado permite a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA, mas s&amp;oacute; a quem, comprovadamente, n&amp;atilde;o tenha exercido atividade remunerada durante o per&amp;iacute;odo em que interrompeu o v&amp;iacute;nculo p&amp;uacute;blico, como se a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o tivesse sido por sua iniciativa e vontade. Ser&amp;atilde;o, portanto, exclu&amp;iacute;dos milhares de docentes que tendo ficado no desemprego durante meses ou ano(s) n&amp;atilde;o tiveram alternativa &amp;agrave; procura de trabalho para se alimentarem, honrarem compromissos financeiros, criarem filhos e fazerem face &amp;agrave;s demais despesas exigidas aos humanos que n&amp;atilde;o caem na indig&amp;ecirc;ncia. Nos per&amp;iacute;odos de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo p&amp;uacute;blico, no dizer da direita&amp;nbsp;&lt;span&gt;e extrema-direita&lt;/span&gt; parlamentar, os docentes n&amp;atilde;o deixaram de concorrer e de constar nas listas para eventual coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no entanto, por se ma &amp;nbsp;nterem no desemprego, muitos estiveram a trabalhar em atividades de enriquecimento curricular (AEC), obrigados a aceitar uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral a &amp;ldquo;recibo verde&amp;rdquo;, em centros comerciais ou noutras atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta vez, o PS, por via de avoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto de lei, apresentou um texto alternativo que eliminava aquela exig&amp;ecirc;ncia, todavia,&amp;nbsp;PSD, CDS e Chega chumbaram a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o proposta para poderem discriminar quem, ao longo da vida, viveu o desemprego e teve de aceitar trabalho para garantir a sobreviv&amp;ecirc;ncia. &amp;Eacute; este o respeito que direita e extrema-direita t&amp;ecirc;m por quem trabalha!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; abandonar esta luta, que &amp;eacute; da mais elementar justi&amp;ccedil;a, e, desde j&amp;aacute;,&amp;nbsp;apela ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica, &amp;agrave; AR e &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a que requeiram a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva da constitucionalidade lei aprovada!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cgaleiinterpretativa_c.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cgaleiinterpretativa_c.jpg?v=638658029962481709"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cgaleiinterpretativa_c.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a emitir&amp;aacute; opini&amp;atilde;o (20/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof reuniu com a Provedoria de Justi&amp;ccedil;a (20/set) sobre a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA).&amp;nbsp;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentou v&amp;aacute;rias senten&amp;ccedil;as de tribunais, incluindo do Supremo Tribunal Administrativo que, unanimemente, foram favor&amp;aacute;veis &amp;agrave;s pretens&amp;otilde;es dos professores. &lt;em&gt;A Provedoria de Justi&amp;ccedil;a declarou que ter&amp;aacute; que aguardar o desenvolvimento do processo legislativo em curso, mas que estar&amp;aacute; atenta e emitir&amp;aacute; uma opini&amp;atilde;o com a maior brevidade poss&amp;iacute;vel. A Fenprof compromete-se a n&amp;atilde;o desistir e a envidar todos os esfor&amp;ccedil;os para evitar a expuls&amp;atilde;o de milhares de professores da CGA.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/WmVZqlorKcM"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/2024_09_20-provedoria-cga.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/2024_09_20-provedoria-cga.jpeg?v=638624457604807430"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof, na AR, exige direito &amp;agrave; inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof foi &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o Parlamentar do Trabalho, Seguran&amp;ccedil;a Social e Inclus&amp;atilde;o para discutir a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) de milhares de trabalhadores, a maioria professores, exigindo que seja reposta a legalidade e que n&amp;atilde;o seja permitida a expuls&amp;atilde;o desses trabalhadores de um sistema a que t&amp;ecirc;m direito desde o in&amp;iacute;cio do seu v&amp;iacute;nculo &amp;agrave; Fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final da audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os representantes da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assistiram &amp;agrave; Sess&amp;atilde;o Plen&amp;aacute;ria sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, onde ouviram o Fernando Alexandre invocar, por diversas vezes, o intuito deste governo em valorizar a carreira docente. Ora, f&amp;aacute;cil ser&amp;aacute; de ver que exclus&amp;atilde;o de professores da CGA n&amp;atilde;o &amp;eacute; a nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial, no caminho da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e da escola p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/TQ1yg0SmaBQ"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Reuni&amp;otilde;es na AR e na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o desiste de repor a legalidade e a justi&amp;ccedil;a no direito &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). &amp;Eacute; o que far&amp;aacute; no dia 19 de setembro, na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica (AR), e no dia 20 de setembro, na reuni&amp;atilde;o com a Provedoria de Justi&amp;ccedil;a&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof tem uma audi&amp;ecirc;ncia marcada para amanh&amp;atilde; (19/set). &amp;agrave;s 14 horas, na AR, com a Comiss&amp;atilde;o de Trabalho, Seguran&amp;ccedil;a Social e Inclus&amp;atilde;o para discutir a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA).&amp;nbsp;Sobre a mesma tem&amp;aacute;tica, reunir&amp;aacute; na sexta-feira (20/set) &amp;agrave;s 11h30, com a Provedora de Justi&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas reuni&amp;otilde;es ocorrem ap&amp;oacute;s o Presidente da Rep&amp;uacute;blica ter devolvido &amp;agrave; AR o decreto interpretativo da Lei n.&amp;ordm; 60/2005, de 29 de dezembro, mais concretamente a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estipulado no n.&amp;ordm; 2, do art.&amp;ordm; 2.&amp;ordm;, relativo &amp;agrave; inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. A AR prepara-se para legislar sobre a mat&amp;eacute;ria, pretendendo o governo que apenas possam manter a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA os trabalhadores que n&amp;atilde;o tenham tido descontinuidades contratuais com a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, &amp;agrave; revelia de todas as decis&amp;otilde;es transitadas em julgado em tribunal &amp;mdash; todos os trabalhadores subscritores da CGA em 2005 t&amp;ecirc;m direito &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, independentemente de interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es contratuais posteriores.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de agosto de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;CGA &amp;mdash; PR devolve diploma interpretativo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Face &amp;agrave; &lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/PM%20—%20Carta%20ao%20primeiro-ministro.pdf" target="_blank"&gt;n&amp;atilde;o promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do decreto interpretativo&lt;/a&gt;, por parte do Presidente da Rep&amp;uacute;blica (PR), no que toca &amp;agrave; inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), os educadores e os professores esperam, agora, que a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica respeite o que, inequivocamente, a lei estabelece.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Lei n.&amp;ordm; 60/2005, de 29 de dezembro, &amp;eacute; clara ao estabelecer que, a partir de 1 de janeiro de 2006, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o admitidas novas inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es na CGA. Fica, portanto, esclarecido que os inscritos at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2005 n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o abrangidos por esta disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal, independentemente de terem, ou n&amp;atilde;o, interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es no exerc&amp;iacute;cio das suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas, facto que a lei nem sequer refere. A clareza da disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal mereceu dos tribunais interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e decis&amp;otilde;es unanimemente favor&amp;aacute;veis &amp;agrave; pretens&amp;atilde;o dos docentes que, impedidos de manterem a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de subscritores da CGA, requereram a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo alega que h&amp;aacute; uma decis&amp;atilde;o do Supremo Tribunal Administrativo (STA), de 2014, que &amp;eacute; favor&amp;aacute;vel a um docente que&amp;nbsp;n&amp;atilde;o teve qualquer descontinuidade no exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que &amp;eacute; verdade. No entanto, esse pronunciamento refere-se apenas &amp;agrave;quele caso concreto, porque era o que estava em aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Omite o governo todas decis&amp;otilde;es do STA considerando improcedentes posteriores recursos seus relativamente a docentes com descontinuidades, a ponto de ter deixado de recorrer das decis&amp;otilde;es dos Tribunais Administrativos e Fiscais (TAF) e aceitado, imediatamente, a decis&amp;atilde;o constante nos ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os. O que o governo pretende n&amp;atilde;o &amp;eacute; interpretar uma lei que n&amp;atilde;o carece de clarifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas alter&amp;aacute;-la usando, abusivamente, uma norma interpretativa. O que o governo pretende &amp;eacute; travar as decis&amp;otilde;es dos tribunais e impedir que os docentes e outros trabalhadores subscritores da CGA possam manter essa qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A este prop&amp;oacute;sito, a Fenprof tem pendente uma reuni&amp;atilde;o com a Comiss&amp;atilde;o de Trabalho, Seguran&amp;ccedil;a Social e Inclus&amp;atilde;o da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, pedida em julho, e que, por informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do respetivo presidente, o deputado Eurico Brilhante Dias, dever&amp;aacute; realizar-se em setembro, ap&amp;oacute;s o rein&amp;iacute;cio dos trabalhos parlamentares. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ir&amp;aacute;, ainda, contactar os grupos parlamentares no sentido de os sensibilizar para a necessidade de ser respeitado o esp&amp;iacute;rito e a letra da Lei n.&amp;ordm; 60/2005, designadamente no que concerne ao n.&amp;ordm; 2 do seu artigo 2.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/PM%20—%20Carta%20ao%20primeiro-ministro.pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/printerpretativo_c.jpg?v=638605276133419097"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de agosto de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof contesta resposta da SESS (13/ago)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia de of&amp;iacute;cio enviado pela Fenprof (24/jun), o gabinete do secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social (SESS) remeteu a&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/MTSSS%20—%20Resposta%20CGA%20(13%2008%2024).pdf" target="_blank"&gt;resposta esperada&lt;/a&gt; (13/ago), indicando que a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica no Conselho de Ministros (11/jul) resolve o problema. Na &lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Fenprof%20—%20Contestação%20à%20resposta%20do%20MTSS%20(14%2008%2024).pdf" target="_blank"&gt;opini&amp;atilde;o da Fenprof&lt;/a&gt;, n&amp;atilde;o resolve! Antes o agrava!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica encontrada pelo governo procura travar as centenas de decis&amp;otilde;es un&amp;acirc;nimes dos tribunais, que t&amp;ecirc;m permitido a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, com ou sem continuidade de exerc&amp;iacute;cio, na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ir&amp;aacute; recorrer a todas as inst&amp;acirc;ncias poss&amp;iacute;veis para tentar reverter esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo solicitado reuni&amp;otilde;es &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o Parlamentar de Trabalho, Seguran&amp;ccedil;a Social e Inclus&amp;atilde;o da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a. Recorde-se que a Fenprof reuniu com membros do gabinete do Presidente da Rep&amp;uacute;blica (18/jul), solicitando o veto deste diploma ou o pedido de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva da constitucionalidade desta norma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; inadmiss&amp;iacute;vel que o governo, no uso do poder legislativo, se sobreponha &amp;agrave; interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que os tribunais t&amp;ecirc;m vindo a fazer sobre esta mat&amp;eacute;ria, contrariando-a, obstaculizando o seu cumprimento e, consequentemente, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das senten&amp;ccedil;as judiciais condenat&amp;oacute;rias, bem como o recurso &amp;agrave; via judicial, no futuro, por parte de outros trabalhadores nas mesmas circunst&amp;acirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o tendo sido poss&amp;iacute;vel, no plano negocial, obter solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para este problema, a Fenprof, n&amp;atilde;o se conformando com esta decis&amp;atilde;o do governo, n&amp;atilde;o desiste e&amp;nbsp;vai continuar, por todos os meios legais poss&amp;iacute;veis, a lutar pela reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes na CGA, independentemente de serem docentes sem interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es no exerc&amp;iacute;cio de atividade ou com descontinuidades, desde que fossem subscritores da CGA antes de 1 de janeiro de 2006.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de julho de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof reuniu com Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica (18/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof reuniu com a Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica (18/jul) para apelar ao veto ou &amp;agrave; requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva de constitucionalidade do diploma aprovado pelo governo (11/jul) relativamente &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof foi recebida, no Pal&amp;aacute;cio de Bel&amp;eacute;m, pelo Assessor para os Assuntos da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a Consultora para os Assuntos Sociais, Sociedade e Comunidades da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/3_5B3XvZvds"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de julho de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof contesta lei interpretativa do governo&amp;nbsp; (17/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof &lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/CGA%20—%20Posição%20da%20Fenprof%20sobre%20lei%20interpretativa%20(17.07.2024).pdf" target="_blank"&gt;contesta que a lei interpretativa&lt;/a&gt;&amp;nbsp;aprovada pelo governo, relativa &amp;agrave; Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), visa travar decis&amp;otilde;es dos tribunais e considera-a de constitucionalidade duvidosa. Por isso, dia 18 de julho, ser&amp;aacute; recebida pela Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/Kh596R2D6UU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof denunciou, em confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (17/jul), a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo governo, na &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o do conselho de ministros, de uma norma para travar as decis&amp;otilde;es un&amp;acirc;nimes dos tribunais que permitem docentes com ou sem continuidade de exerc&amp;iacute;cio de se reinscrever na CGA.&amp;nbsp;Respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS), em reuni&amp;atilde;o com a Fenprof, comprometeram-se a analisar o problema para o resolver, convocando nova reuni&amp;atilde;o, na qual seria dada informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pensavam adotar. Mas n&amp;atilde;o o fizeram e aprovaram uma norma trav&amp;atilde;o &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA (11/jul).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a lei agora aprovada est&amp;aacute; ferida de inconstitucionalidades e, por isso, ir&amp;aacute; recorrer a todas as inst&amp;acirc;ncias poss&amp;iacute;veis para tentar reverter a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nesse sentido, solicitou reuni&amp;otilde;es, com car&amp;aacute;ter de urg&amp;ecirc;ncia, &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o Parlamentar de Trabalho, Seguran&amp;ccedil;a Social e Inclus&amp;atilde;o da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a e &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resultado destas dilig&amp;ecirc;ncias, no dia 18 de julho (11h), a Fenprof ir&amp;aacute; ser recebida no Pal&amp;aacute;cio de Bel&amp;eacute;m pelo Assessor para os Assuntos da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a Consultora para os Assuntos Sociais, Sociedade e Comunidades da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, a quem ir&amp;aacute; apelar, sen&amp;atilde;o ao veto, pelo menos &amp;agrave; requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva de constitucionalidade do diploma agora aprovado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de julho de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Governo trava decis&amp;otilde;es dos tribunais (17/jul)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O governo aprovou, na &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o do conselho de ministros, uma norma para travar as decis&amp;otilde;es un&amp;acirc;nimes dos tribunais que permitem docentes com ou sem continuidade de exerc&amp;iacute;cio de se reinscrever na &lt;strong&gt;Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Lisboa (frente ao MTSSS, na Pra&amp;ccedil;a de Londres)&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;17 de julho (quarta-feira)&amp;nbsp; &lt;span style="color: #800000;"&gt;&amp;nbsp;|&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;11 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS), em reuni&amp;atilde;o com a Fenprof, comprometeram-se a analisar o problema para o resolver, convocando nova reuni&amp;atilde;o, na qual seria dada informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pensavam adotar. Mas n&amp;atilde;o o fizeram e, pela calada, aprovaram no dia 11 de julho uma norma trav&amp;atilde;o &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. Nesta confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, a Fenprof divulgar&amp;aacute; como ir&amp;aacute; agir antes e/ou depois da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta norma, que est&amp;aacute; ferida de inconstitucionalidade, visando repor o direito dos docentes de se reinscreverem na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de maio de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof pressiona governo! (27/mai)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof foi recebida pelo chefe de gabinete do secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social, que se comprometeu a dar prioridade &amp;agrave; quest&amp;atilde;o da reinser&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) e a marcar uma reuni&amp;atilde;o com vista &amp;agrave; resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/9FHWcKsr6X4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) &amp;eacute; um problema que se arrasta, com o anterior governo a n&amp;atilde;o querer resolv&amp;ecirc;-lo, obrigando os educadores e os professores a recorrer aos tribunais para garantir um direito que t&amp;ecirc;m. J&amp;aacute; a atual ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS) n&amp;atilde;o respondeu ao of&amp;iacute;cio enviado pela Fenprof em 17 de abril, no sentido de se realizar uma reuni&amp;atilde;o da qual pudesse sair a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que os educadores e os professores aguardam. Face ao sil&amp;ecirc;ncio da governante, a Fenprof concentrou-se no dia 27 de maio, em frente ao MTSSS para pressionar o governo a resolver o problema da reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar na imagem.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/fenprof-pressiona-governo-para-resolver-o-problema-da-reinscricao-dos-docentes-na-cga#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/2024_05_27-mtsss-cga-8.jpg?v=638524504442187031"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/2024_05_27-mtsss-cga-9.jpg?v=638524504444999500"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/2024_05_27-mtsss-cga-2.jpg?v=638524504447030710"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SIC Not&amp;iacute;cias&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://sicnoticias.pt/pais/2024-05-27-video-fenprof-exige-a-reinscricao-de-cinco-mil-professores-na-caixa-geral-de-aposentacoes-8a2db201"&gt;Fenprof exige a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cinco mil professores na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de maio, 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em frente ao MTSSS (27/mai)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div&gt;
&lt;article&gt;
&lt;section&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O anterior governo n&amp;atilde;o quis resolver o problema. O atual governo n&amp;atilde;o responde ao pedido de reuni&amp;atilde;o para que este se resolva. Face ao arrastamento de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que constitui uma discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma ilegalidade, a Fenprof deslocar-se-&amp;aacute; ao Minist&amp;eacute;rio&amp;nbsp;do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS)&amp;nbsp;para exigir uma reuni&amp;atilde;o com a ministra. E convoca todos os docentes para se concentrarem, em protesto,&amp;nbsp;em frente do MTSSS.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga27maio.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga27maio.jpg?v=638521079948842984"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/section&gt;
&lt;/article&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de maio de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof renova pedido de reuni&amp;atilde;o &amp;agrave; MTSSS (11/mai)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em&amp;nbsp;17 de abril de 2024, a Fenprof solicitou &amp;agrave; ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS) a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reuni&amp;atilde;o, com car&amp;aacute;cter de urg&amp;ecirc;ncia, sobre a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). N&amp;atilde;o tendo at&amp;eacute; havido resposta, no dia 11 de maio, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltou a solicitar o agendamento de uma reuni&amp;atilde;o, visando encontrar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica para mat&amp;eacute;ria t&amp;atilde;o importante para os educadores e professores como a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. Nessa comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi transmitido que, no dia 27 de maio, uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof se deslocar&amp;aacute; ao MTSSS, onde, pelas 11h30, procurar&amp;aacute; reunir com a ministra do Trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga4.jpg?v=638375678153187508"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de abril de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; SPN envia of&amp;iacute;cio ao MECI e ao MTSSS (24/abr)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Depois do pedido de reuni&amp;atilde;o por parte da Fenprof, o SPN enviou um of&amp;iacute;cio, com data de 24 de abril, &amp;agrave; ministra do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social e ao ministro Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) sobre a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o/manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o retroativa dos docentes no Regime de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social Convergente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O envio do of&amp;iacute;cio a estes dois minist&amp;eacute;rios justifica-se porque o MTSSS tutela a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) e o MECI assume um papel essencial no cumprimento e execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das formalidades para a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o/recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o retroativa dos docentes. No essencial, o of&amp;iacute;cio transcreve o processo, nomeadamente a unanimidade da jurisprud&amp;ecirc;ncia produzida que tem vindo a ser favor&amp;aacute;vel aos docentes reclamantes, a decis&amp;atilde;o da CGA em generalizar o processo de reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a atitude do anterior governo em reverter tal decis&amp;atilde;o. Esta decis&amp;atilde;o levou, por parte dos docentes, ao recurso a in&amp;uacute;meros processos judiciais nos tribunais administrativos. Exemplo disso &amp;eacute; a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por parte do servi&amp;ccedil;o jur&amp;iacute;dico do SPN, de centenas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es executivas de senten&amp;ccedil;a j&amp;aacute; transitadas em julgado e a entrada em ju&amp;iacute;zo de novas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es declarativas de reconhecimento do direito &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o/manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA de docentes associados do Sindicato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa altura em que os tribunais administrativos est&amp;atilde;o a ser inundados com milhares de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es propostas por educadores e professores, que foram afastados, injusta e ilegalmente, do regime de subscritores da CGA, urge encontrar-se uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o procedimental e normativa. Nesse sentido, afirma-se no of&amp;iacute;cio, &amp;ldquo;importar&amp;aacute; aos respetivos minist&amp;eacute;rios garantir a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes que foram benefici&amp;aacute;rios do Regime de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social Convergente (RPSC) at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2005, na CGA, com efeitos desde a data em que foram inscritos no Regime Geral da Seguran&amp;ccedil;a Social (RGSS)&amp;rdquo;, o que implica a entrega, por parte do MECI &amp;agrave; CGA, de &amp;ldquo;todas as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es devidas a esta Caixa, desde 31 de dezembro de 2005 at&amp;eacute; &amp;agrave; data em cada um dos docentes retomou a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e quotiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a CGA&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os minist&amp;eacute;rios dever&amp;atilde;o, de igual modo, garantir que, &amp;ldquo;se e quando aplic&amp;aacute;vel, sejam pagos aos docentes os subs&amp;iacute;dios por risco cl&amp;iacute;nico durante a gravidez; subs&amp;iacute;dio parental inicial e alargado; subs&amp;iacute;dio para assist&amp;ecirc;ncia a filho, subs&amp;iacute;dio de doen&amp;ccedil;a em conformidade com as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cada um&amp;rdquo;, por parte do MECI, da mesma forma que seja paga a &amp;ldquo;taxa contributiva de 4,9% aplic&amp;aacute;vel ao pessoal contratado para o exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes abrangidos pelo DL 67/2000, de 26 de abril&amp;rdquo;, por parte do MECI.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de abril de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof solicita reuni&amp;atilde;o ao novo MTSSS (17/mai)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dando continuidade &amp;agrave; luta pela reinser&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores e professores na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), a Fenprof endere&amp;ccedil;ou um pedido de reuni&amp;atilde;o, com car&amp;aacute;cter de urg&amp;ecirc;ncia, &amp;agrave; ministra do Trabalho da Solidariedade e da Seguran&amp;ccedil;a Social, Maria do Ros&amp;aacute;rio Palma Ramalho.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este pedido resulta da altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CGA em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, o que levou a Fenprof a efetuar v&amp;aacute;rios contactos e reuni&amp;otilde;es com o minist&amp;eacute;rio cong&amp;eacute;nere do anterior governo, o que, dada a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da legislatura, acabou por n&amp;atilde;o resolver a quest&amp;atilde;o, transitando para o atual governo. Ora, &amp;eacute; neste quadro. Em que se aguarda uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que a Fenprof solicita marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o da referida reuni&amp;atilde;o. Atualmente, existem centenas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Tribunal, tendo, at&amp;eacute; o momento, todas as decis&amp;otilde;es sido favor&amp;aacute;veis aos educadores e professores. Importa, agora, a disponibilidade por parte do governo encontrar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de fevereiro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; SPN/Fenprof entrega a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos TAF (19/fev)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tal como previsto, hoje, segunda-feira (19/fev), foram entregues nos Tribunais Administrativos e Fiscais de Porto, Braga, Coimbra, Lisboa, Beja e Loul&amp;eacute; v&amp;aacute;rias a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, interpostas por docentes, com o apoio dos Sindicatos que constituem a Fenprof e que exigem do governo a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;video width="800" height="450" controls="controls"&gt;
&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/46000/400/40/1/tafporto.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="https://correiodominho.pt/noticias/professores-exigem-reintegracao-na-caixa-geral-de-aposentacoes/150490" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/Logo_Correio_do_Minho.jpg?v=638441334505842653" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Reportagem do &lt;a href="https://correiodominho.pt/noticias/professores-exigem-reintegracao-na-caixa-geral-de-aposentacoes/150490" target="_blank"&gt;&amp;laquo;Correio da Minho&amp;raquo;&lt;/a&gt;&lt;a href="Professores exigem reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es - Correio do Minho" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;(TAF Braga)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/hb4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/hb4.jpg?v=638439559124824337"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/hb3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/hb3.jpg?v=638439559125762398"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/hb1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/hb1.jpg?v=638439559128105650"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/160434_800x800.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/160434_800x800.jpg?v=638441328537489965"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/hb1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/coimbra.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/coimbra.jpg?v=638439559130136841"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/lisboa.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/lisboa.jpg?v=638439559132636867"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/loulé.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/loulé.jpg?v=638439559134980637"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de fevereiro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; SPN/Fenprof entrega a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos TAF (19/fev)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Face &amp;agrave; decis&amp;atilde;o do governo, Fenprof entrega a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF), visando a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Ant&amp;oacute;nio Costa n&amp;atilde;o deixou alternativa aos educadores e aos professores que n&amp;atilde;o fosse o recurso aos tribunais para repor a legalidade. &amp;Eacute; isso que os docentes est&amp;atilde;o e continuar&amp;atilde;o a fazer. Assim, na pr&amp;oacute;xima&amp;nbsp;segunda-feira (19/fev, 11h), ser&amp;atilde;o entregues, em m&amp;atilde;o, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos TAF de Braga, Porto, Coimbra, Lisboa, Beja e Loul&amp;eacute;. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA &amp;eacute; uma possibilidade legal, como confirmam todas as decis&amp;otilde;es at&amp;eacute; agora tomadas pelos tribunais, levando, inclusivamente, a que o conselho diretivo da CGA tivesse admitido a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interessados. Acontece que n&amp;atilde;o &amp;eacute; essa a vontade do governo que se encontra em gest&amp;atilde;o e, por esse motivo, n&amp;atilde;o tendo compet&amp;ecirc;ncia para alterar a lei, decidiu suspender a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores, professores e outros trabalhadores, fundamentando na necessidade de avaliar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Fenprof reuniu com o secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social que tutela a CGA e com membros do gabinete do primeiro-ministro, ficando claro que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o em curso. O que h&amp;aacute; &amp;eacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o aplicar a lei, isto &amp;eacute;, de impedir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA de quem tem esse direito legal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A esta atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo, impr&amp;oacute;pria de um Estado de Direito Democr&amp;aacute;tico, ter&amp;atilde;o os docentes de responder continuando a recorrer aos tribunais para fazerem valer o seu direito. V&amp;aacute;rios j&amp;aacute; o fizeram e muitos outros t&amp;ecirc;m tudo preparado para avan&amp;ccedil;ar com as respetivas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Depois da reuni&amp;atilde;o com membros do gabinete do primeiro-ministro, aos quais a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi exposta com grande clareza, esperava-se uma resposta da parte do governo que deveria passar pelo cumprimento da lei e consequente reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem o pretendesse fazer. Mas n&amp;atilde;o| O governo n&amp;atilde;o alterou a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tinha e os educadores e os professores continuam impedidos de se reinscreverem na CGA, exceto quando t&amp;ecirc;m decis&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis dos tribunais, como continua a acontecer, com os &amp;uacute;ltimos ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os datados de janeiro deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face ao que se est&amp;aacute; a passar, esgotada a via do di&amp;aacute;logo com os governantes e com o objetivo de dar maior visibilidade &amp;agrave; ilegalidade que est&amp;aacute; a ser cometida, bem como &amp;agrave; forma de a combater, os Sindicatos que constituem a Fenprof ir&amp;atilde;o, no dia 19 de fevereiro, pelas 11 horas, entregar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em todos os tribunais administrativos e fiscais do territ&amp;oacute;rio continental.&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;23 de janeiro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof questiona primeiro-ministro (23/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais de uma centena de docentes, entre outros trabalhadores da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, protestaram junto &amp;agrave; Resid&amp;ecirc;ncia Oficial do Primeiro-Ministro, exigindo a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), processo que foi suspenso em outubro sem qualquer justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que&amp;nbsp;est&amp;aacute; a deixar trabalhadores sem assist&amp;ecirc;ncia m&amp;eacute;dica, a impor a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de euros a alguns e, a outros, a exigir que sejam apresentados documentos de baixas m&amp;eacute;dicas de doen&amp;ccedil;as ocorridas h&amp;aacute; dois ou tr&amp;ecirc;s meses.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/t6BLl8eh1jg"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a suspens&amp;atilde;o deste processo, a insist&amp;ecirc;ncia da Fenprof acabou por dar frutos com a revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em reuni&amp;atilde;o em 5 de janeiro, pelo secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo em alterar a lei para que os tribunais deixem de decidir em sentido contr&amp;aacute;rio &amp;agrave;quele que &amp;eacute; a sua vontade pol&amp;iacute;tica. Por isso, os trabalhadores decidiram dirigir-se ao chefe do atual governo, tendo os sindicatos, que foram recebidos por dois chefes de gabinete de Ant&amp;oacute;nio Costa, solicitado uma audi&amp;ecirc;ncia ao (ainda) primeiro-ministro.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(6).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(6).jpg?v=638416458174684330"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(8).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(8).jpg?v=638416458175934313"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(1).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(1).jpeg?v=638416458177810315"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(9).jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(9).jpeg?v=638416458179371831"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(5).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(5).jpeg?v=638416458180934330"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(2).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(2).jpeg?v=638416458182496807"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(4).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(4).jpg?v=638416458183746848"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(7).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(7).jpg?v=638416458184996837"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga23jan%20(3).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga23jan%20(3).jpg?v=638416458186403112"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;17 de janeiro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Pelo direito &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA (23/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O governo tem de respeitar a Lei! Os professores n&amp;atilde;o podem deixar de intervir, porque t&amp;ecirc;m raz&amp;atilde;o. Por isso a luta ter&amp;aacute; de continua, agora com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto da resid&amp;ecirc;ncia-oficial do primeiro-ministro, no dia 23 de janeiro.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;INSCRI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.spn.pt/Pasta/contactos" target="_blank"&gt;Sede do SPN ou respetivas delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/concentração%2023%20jan.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/concentração%2023%20jan.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;Eacute; um direito legal inequ&amp;iacute;voco, confirmado por todas as decis&amp;otilde;es proferidas pelos tribunais, a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica que j&amp;aacute; foram seus subscritores, mas, por motivos que n&amp;atilde;o lhes s&amp;atilde;o imput&amp;aacute;veis, deixaram de ser. Ora, face &amp;agrave; irredutibilidade do governo para resolver o problema, para o qual continua a ter compet&amp;ecirc;ncia, os professores concentrar-se-&amp;atilde;o em 23/jan (11h30), junto &amp;agrave; resid&amp;ecirc;ncia oficial do primeiro-ministro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof, em reuni&amp;atilde;o realizada com o secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social, integrando delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica (FCSAP), ficou a saber que o governo, no sentido de travar as decis&amp;otilde;es dos tribunais, pretende alterar a lei que vigora. Como essa altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal j&amp;aacute; n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ter lugar na atual Legislatura, ter&amp;aacute; preparado o dossi&amp;ecirc; para que o pr&amp;oacute;ximo governo a concretize.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; reprov&amp;aacute;vel, at&amp;eacute; no plano democr&amp;aacute;tico, que um governo altere uma lei porque n&amp;atilde;o a quer cumprir e porque pretende travar as decis&amp;otilde;es da justi&amp;ccedil;a que o obrigam a tal. Face &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es dos tribunais, o conselho diretivo da CGA ter&amp;aacute; tomado a decis&amp;atilde;o &amp;oacute;bvia de permitir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os que pretenderam faz&amp;ecirc;-lo, o que, no entanto, ter&amp;aacute; sido suspenso por decis&amp;atilde;o da tutela governamental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, hoje, nas escolas &amp;eacute; de desigualdade no tratamento dos professores, nesta mat&amp;eacute;ria: h&amp;aacute; os que foram reinscritos, com valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CGA; os que foram reinscritos na sequ&amp;ecirc;ncia de decis&amp;otilde;es judiciais; os que foram reinscritos, mas esta n&amp;atilde;o foi validada pela CGA; os que n&amp;atilde;o chegaram a ser reinscritos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isto,&amp;nbsp;a Fenprof estar&amp;aacute; presente na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o convocada para o pr&amp;oacute;ximo dia 23 de janeiro (ter&amp;ccedil;a-feira), pelas 10:30 horas, junto &amp;agrave; Resid&amp;ecirc;ncia Oficial do Primeiro-Ministro, tendo solicitado um pedido espec&amp;iacute;fico para uma audi&amp;ecirc;ncia com o chefe do governo para as 11h30. Esta solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, justifica-se pelo facto de o problema criado ter particular express&amp;atilde;o junto dos professores que, principalmente nos anos da&amp;nbsp;&lt;em&gt;troika&lt;/em&gt;, ficaram no desemprego ou com coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias, na sequ&amp;ecirc;ncia de pol&amp;iacute;ticas deliberadas para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica que tiveram forte impacto na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de janeiro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Insist&amp;ecirc;ncia fez cair a m&amp;aacute;scara do governo (5/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ficou, finalmente, a conhecer-se o motivo por que a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) suspendeu o processo de reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes: o governo n&amp;atilde;o s&amp;oacute; pretende proibir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores e de outros trabalhadores, como impedir os tribunais de decidirem favoravelmente nesse sentido. Isto ficou a saber-se na reuni&amp;atilde;o com o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social (5/jan). &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Convergindo com outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais no &amp;acirc;mbito da Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, a Fenprof convoca uma&amp;nbsp;concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 23 de janeiro (11 horas), junto &amp;agrave; Resid&amp;ecirc;ncia Oficial do Primeiro-ministro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/mU5OfEMziao"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o governo, segundo o secret&amp;aacute;rio de estado, s&amp;oacute; ser&amp;aacute; admitida a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos casos em que n&amp;atilde;o houve qualquer hiato na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo dos &amp;uacute;ltimos 17 anos, ou seja, a atividade foi desenvolvida ininterruptamente. Ora, estes casos s&amp;atilde;o residuais, pois s&amp;oacute; por erro de algumas escolas os docentes que exercem atividade ininterrupta desde janeiro de 2006 ter&amp;atilde;o sido retirados da CGA e transferidos para a Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que verdadeiramente se coloca &amp;eacute; a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de educadores e professores que, ao longo destes 17 anos, ficaram algum tempo desempregados e que, por isso, est&amp;atilde;o impedidos de se reinscreverem na CGA. S&amp;atilde;o esses que, esmagadoramente, est&amp;atilde;o a recorrer aos tribunais e, invariavelmente, a ter decis&amp;atilde;o favor&amp;aacute;vel, garantindo o direito de voltarem ao sistema de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social de que j&amp;aacute; tinham sido subscritores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como est&amp;aacute;, agora, mais claro, o governo de Ant&amp;oacute;nio Costa n&amp;atilde;o quer que isso aconte&amp;ccedil;a, tendo tomado a decis&amp;atilde;o de alterar a lei, para que os tribunais deixem de decidir em sentido contr&amp;aacute;rio &amp;agrave;quele que &amp;eacute; a sua vontade pol&amp;iacute;tica. No entanto, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; tempo para a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica aprovar uma lei que resulte da proposta que o governo ter&amp;aacute; elaborado. Como tal, segundo o secret&amp;aacute;rio de estado que presidiu &amp;agrave; reuni&amp;atilde;o, o MTSSS deixar&amp;aacute; tudo organizado e indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es expressas, dirigidas &amp;agrave; equipa que substituir a atual, para que seja aprovada a lei destinada a travar as decis&amp;otilde;es dos tribunais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta forma de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; pr&amp;oacute;pria de regimes ditatoriais e n&amp;atilde;o daqueles que respeitam os princ&amp;iacute;pios do Estado de Direito Democr&amp;aacute;tico: a lei que vigora respeita os direitos de quem trabalha, mas n&amp;atilde;o serve as inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos governantes, pelo que... muda-se a lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Face a esta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo, que se denuncia e repudia, a Fenprof:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;apela aos docentes que j&amp;aacute; foram subscritores da CGA e que pretendam reinscrever-se, como &amp;eacute; seu direito, que se dirijam aos Sindicatos que constituem a Fenprof, no sentido de serem organizadas as necess&amp;aacute;rias a&amp;ccedil;&amp;otilde;es a entrar em tribunal, devendo as mesmas avan&amp;ccedil;ar o mais rapidamente poss&amp;iacute;vel, antecipando-se &amp;agrave; eventual altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;confrontar&amp;aacute; os partidos com esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando com eles reunir (a partir de 9/jan), reclamando uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara sobre a mat&amp;eacute;ria e o compromisso de permitir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA, por parte dos interessados;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;convergindo com outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais no &amp;acirc;mbito da Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, convoca uma&amp;nbsp;concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 23 de janeiro, pelas 11 horas, junto &amp;agrave; Resid&amp;ecirc;ncia Oficial do Primeiro-ministro, a quem ser&amp;aacute; pedida uma audi&amp;ecirc;ncia para que o governo altere a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tem assumido e pretende tornar legal. Resolver este problema n&amp;atilde;o imp&amp;otilde;e qualquer novo diploma legal, mas, apenas, o respeito pelo que vigora.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; a ser assumida pelo governo do PS s&amp;oacute; n&amp;atilde;o surpreende porque corresponde &amp;agrave; atitude que tem adotado relativamente aos docentes: desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desrespeito e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o, com as consequ&amp;ecirc;ncias que os portugueses conhecem. Os educadores e os professores saber&amp;atilde;o responder adequadamente ao ataque de quem t&amp;ecirc;m sido e continuam a ser alvo.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de dezembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; MTSSS marca reuni&amp;atilde;o com Fenprof (5/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof deslocou-se ao Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS) onde exigiu a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema criado pela Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Conseguiu que fosse agendada uma reuni&amp;atilde;o com o secret&amp;aacute;rio de estado da Seguran&amp;ccedil;a Social, para o dia 5 de janeiro de 2024 (10h)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/TiH0RslMbfQ"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CGA, a partir de julho de 2023, permitiu a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes. No final de outubro suspendeu o processo, alegadamente por o processo se encontrar em avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tratando-se de um problema que afeta milhares de trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais que representam trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica aos quais tem sido vedada a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA juntaram-se ao protesto, no caso a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Sindicatos da Fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e o Sindicato dos Trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O caso arrasta-se desde o impedimento, em 2006, da reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes. Os Sindicatos que constituem a Fenprof recorreram aos tribunais que deram raz&amp;atilde;o aos educadores e professores, o que ter&amp;aacute; levado a CGA, em julho de 2023, a alterar a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Incompreensivelmente, voltou atr&amp;aacute;s em finais de outubro. Face a esta suspens&amp;atilde;o, sem justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o conhecida, da reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na CGA, depois de esta ter sido autorizada, a Fenprof tem solicitado esclarecimentos ao MTSSS. Gra&amp;ccedil;as a esta insist&amp;ecirc;ncia, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais conseguiram que fosse agendada uma reuni&amp;atilde;o com o secret&amp;aacute;rio de estado da Seguran&amp;ccedil;a Social para o dia 5 de janeiro de 2024, &amp;agrave;s 10 horas.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.53.57_173d2410.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.53.57_173d2410.jpg?v=638388606309491774"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/23-12-22-mtsss-cga-3.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/23-12-22-mtsss-cga-3.jpeg?v=638388606311991845"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.53.57_b946ec44.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.53.57_b946ec44.jpg?v=638388606315116807"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.28.50_2de4ca02.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/Imagem%20WhatsApp%202023-12-22%20às%2011.28.50_2de4ca02.jpg?v=638388606317460550"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/23-12-22-mtsss-cga-6.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/23-12-22-mtsss-cga-6.jpeg?v=638388606320273007"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/23-12-22-mtsss-cga-4.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/23-12-22-mtsss-cga-4.jpeg?v=638388606323241788"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de dezembro de 2023&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof desloca-se ao MTSSS (22/dez)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Face &amp;agrave; suspens&amp;atilde;o, sem justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o conhecida, da reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na Caixa geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), depois de esta ter sido autorizada,&amp;nbsp;a Fenprof tem solicitado esclarecimentos ao Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS), que, at&amp;eacute; ao momento, n&amp;atilde;o foram satisfeitos. Devido &amp;agrave; prem&amp;ecirc;ncia de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste problema, a Fenprof deslocar-se-&amp;aacute; ao MTSSS, em 22/dez (11h30) e apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes afetados por este problema.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/conc_mtss.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/conc_mtss.jpg?v=638386049207132514"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 7 de dezembro, a Fenprof reuniu com o chefe de gabinete do secret&amp;aacute;rio de Estado da Seguran&amp;ccedil;a Social a quem exp&amp;ocirc;s os problemas decorrentes da suspens&amp;atilde;o do processo de reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes na CGA. Ficou prevista uma reuni&amp;atilde;o, com a presen&amp;ccedil;a do secret&amp;aacute;rio de Estado, a realizar na semana de 11 a 15/dez. Tal reuni&amp;atilde;o n&amp;atilde;o aconteceu, nem houve qualquer justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido &amp;agrave; prem&amp;ecirc;ncia de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste problema, a Fenprof deslocar-se-&amp;aacute; ao MTSSS, em 22/dez (11h30), esperando ser recebida e que da reuni&amp;atilde;o saia a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o problema que foi criado aos docentes que n&amp;atilde;o conseguiram reinscrever-se na CGA. A Fenprof apela aos docentes afetados por esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se juntem frente ao MTSSS, na Pra&amp;ccedil;a de Londres.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;07 de dezembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof exige reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes interessados (7/dez)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof deslocou-se ao Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS) onde exigiu a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema criado pela Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) que em julho permitiu e validou a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes interessados, mas em outubro suspendeu o processo, alegadamente por o processo se encontrar em avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ficou o compromisso da marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reuni&amp;atilde;o para a pr&amp;oacute;xima semana.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/MPqh8Z5NdM4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s dois pedidos de reuni&amp;atilde;o ao conselho diretivo da CGA, que n&amp;atilde;o mereceram resposta, a Fenprof dirigiu-se ao minist&amp;eacute;rio de tutela da CGA para exigir a reabertura da reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes interessados. A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof integrou professoras afetadas pelo problema, uma das quais, inclusivamente, passou a descontar para a CGA, mas, posteriormente, foi informada de que a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o fora validada, regressando ao regime de seguran&amp;ccedil;a social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O chefe de gabinete do secret&amp;aacute;rio de Estado da Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social, que recebeu a Fenprof, por aus&amp;ecirc;ncia do governante no estrangeiro, comprometeu-se a marcar uma reuni&amp;atilde;o para a pr&amp;oacute;xima semana, na qual participaria o secret&amp;aacute;rio de Estado, que &amp;eacute; quem acompanha este processo. A Fenprof aguarda a reuni&amp;atilde;o e espera que saia a &amp;uacute;nica decis&amp;atilde;o aceit&amp;aacute;vel que &amp;eacute; a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interessados na CGA.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga3.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga3.jpg?v=638375678147249972"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga1.jpg?v=638375678148656233"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga2.jpg?v=638375678150218760"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga5.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga5.jpg?v=638375678151625042"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga4.jpg?v=638375678153187508"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/cga7.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/cga7.jpg?v=638375678155062487"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;06 de dezembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof desloca-se ao MTSSS (7/dez)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Milhares de educadores e professores foram impedidos de se reinscrever na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA). Atrav&amp;eacute;s&amp;nbsp;dos Sindicatos que constituem a Fenprof, muitos recorreram aos tribunais&amp;nbsp;e, invariavelmente, viram satisfeita a sua pretens&amp;atilde;o, o que ter&amp;aacute; levado o conselho diretivo da CGA a decidir pela possibilidade de&amp;nbsp;reinser&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os&amp;nbsp;interessados. No entanto, em finais&lt;span&gt;&amp;nbsp;de outubro, a CGA reverteu esta decis&amp;atilde;o. Ora&lt;/span&gt;, face &amp;agrave; aus&amp;ecirc;ncia de resposta por parte da CGA e do Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (MTSSS), a Fenprof desloca-se a este minist&amp;eacute;rio, em 7/dez (9h30).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final de outubro, quem ainda n&amp;atilde;o tinha efetivado a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o a CGA deixou de o poder fazer. Sem outra explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o fosse a de a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estar sob avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a CGA deixou de admitir reinscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Face ao justo protesto de quem foi impedido de se reinscrever, a Fenprof solicitou, por tr&amp;ecirc;s vezes, reuni&amp;otilde;es ao conselho diretivo da CGA e &amp;agrave; ministra do MTSSS, Ana Mendes Godinho, pois &amp;eacute; este minist&amp;eacute;rio que tutela a CGA. Em ambos os casos, os pedidos de reuni&amp;atilde;o n&amp;atilde;o mereceram qualquer resposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque o esclarecimento, para al&amp;eacute;m de devido, &amp;eacute; urgente, a Fenprof descolocar-se-&amp;aacute; ao MTSSS, com o intuito de encontrar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para este problema. Esta ser&amp;aacute; a &amp;uacute;ltima tentativa de resolver o problema pela via do di&amp;aacute;logo, sendo certo que, caso tudo permane&amp;ccedil;a igual, iniciativas de outra natureza ter&amp;atilde;o lugar.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de novembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;CGA &amp;mdash; Fenprof exige interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ME (20/nov)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aproveitando reuni&amp;atilde;o sobre a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/regime-de-vinculacao-dos-professores-das-escolas-portuguesas-no-estrangeiro-20-nov" target="_blank"&gt;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores das escolas portuguesas no estrangeiro&lt;/a&gt; (20/nov), a Fenprof colocou ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a quest&amp;atilde;o da Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), cuja situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera completamente inadmiss&amp;iacute;vel, contr&amp;aacute;ria &amp;agrave; que tem sido a decis&amp;atilde;o dos tribunais e um retrocesso relativamente &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes divulgada. Assim, a Fenprof exigiu do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o um envolvimento ativo neste processo, no sentido de resolver com urg&amp;ecirc;ncia este problema.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; p&amp;uacute;blico o reconhecimento pela CGA do direito &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos aqueles que, antes de 1 de janeiro de 2006, eram subscritores e que, ap&amp;oacute;s 31 de dezembro de 2005, voltaram a exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;agrave;s quais &amp;eacute; aplic&amp;aacute;vel o regime da CGA, independentemente da exist&amp;ecirc;ncia de interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es temporais. Aquele reconhecimento culminou uma longa luta dos Sindicatos que constituem a Fenprof, tanto pol&amp;iacute;tica como jur&amp;iacute;dica, que, finalmente, d&amp;aacute; frutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi, pois, com grande surpresa que os docentes tomaram conhecimento do e-mail, de final de outubro, pelo qual a CGA informou que a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o se encontrava em avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo governo, da&amp;iacute; reservar as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es a transmitir sobre a mat&amp;eacute;ria para quando a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o estiver conclu&amp;iacute;da. Na reuni&amp;atilde;o, a Fenprof &amp;mdash; que considera a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completamente inadmiss&amp;iacute;vel, contr&amp;aacute;ria &amp;agrave; que tem sido a decis&amp;atilde;o dos tribunais e um retrocesso relativamente &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes divulgada&amp;nbsp;&amp;mdash; exigiu do ME um envolvimento ativo neste processo, no sentido de resolver com urg&amp;ecirc;ncia este problema.&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/CGA_ações_c.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/CGA_ações_c.jpg?v=638191411196366328" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de novembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA d&amp;aacute; o dito por n&amp;atilde;o dito!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) d&amp;aacute; o dito por n&amp;atilde;o dito! Afinal, o governo nada decidiu, apesar das senten&amp;ccedil;as dos tribunais que foram, invariavelmente, favor&amp;aacute;veis aos professores: quem foi subscritor da CGA e transferido compulsivamente para a Seguran&amp;ccedil;a Social tem direito, querendo, a reinscrever-se na CGA. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final de setembro, foi a pr&amp;oacute;pria CGA que tornou p&amp;uacute;blico que o processo de reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria autorizado aos interessados, sem necessidade de recurso aos tribunais. V&amp;aacute;rios o fizeram e viram satisfeita a sua pretens&amp;atilde;o, sendo, pois, com grande surpresa que os professores tomaram conhecimento de novo e-mail, de final de outubro, em que a CGA informa que a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ex-subscritores se encontra em avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo governo, da&amp;iacute; reservar as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es a transmitir sobre a mat&amp;eacute;ria para quando a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o estiver conclu&amp;iacute;da.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof considera esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completamente inadmiss&amp;iacute;vel, contr&amp;aacute;ria &amp;agrave; que tem sido a decis&amp;atilde;o dos tribunais e um retrocesso relativamente &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes divulgada. E n&amp;atilde;o resignada com esta postura, a Fenprof solicitou hoje (14/nov) uma reuni&amp;atilde;o ao Conselho Diretivo da CGA. Relativamente aos docentes a quem est&amp;aacute; a ser negada a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, at&amp;eacute; ser respeitada a decis&amp;atilde;o leg&amp;iacute;tima, reconhecida pelos tribunais, a Fenprof voltar&amp;aacute; a apoiar os docentes na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das indispens&amp;aacute;veis a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em tribunal, requerendo a extens&amp;atilde;o das decis&amp;otilde;es anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de julho de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA reconhece direito &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia de uma das muitas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais intentadas pelo Sindicato dos Professores do Norte (SPN) para obter a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um associado na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), esta entidade emiti&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;u o&lt;a href="/Media/Default/Info/46000/400/40/1/CGA.—%20Circular%20n.º%201%20,%20de%202023.pdf" target="_blank"&gt; Of&amp;iacute;cio Circular n.&amp;ordm; 1/2023, de 28 de julho&lt;/a&gt;, que juntou &amp;agrave; referida a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e que, entretanto, divulgou junto dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o-agrupadas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e de forma muito simples, a CGA reconhece que &amp;mdash; fruto das muitas decis&amp;otilde;es judiciais que t&amp;ecirc;m sido proferidas em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es patrocinadas pelo SPN &amp;mdash; alterou o seu entendimento sobre esta quest&amp;atilde;o. Assim, a CGA afirma reconhecer que aos docentes que at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2005 tenham trabalhado para o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e voltem a trabalhar ap&amp;oacute;s essa data (com ou sem interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es) deve ser reconhecido o direito &amp;agrave; sua reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o naquele organismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante esta disponibilidade da CGA para deferir os pedidos de reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes docentes, os associados do SPN (com ou sem a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais em curso) podem requerer, nos termos do of&amp;iacute;cio circular, a sua reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto da escola/agrupamento onde exer&amp;ccedil;am fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente aos associados que tenham a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pendentes, caso este pedido lhes seja deferido, devem dar conhecimento desse facto ao departamento do Contencioso do SPN, de modo a informar o Tribunal de que a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o com efeitos para o futuro estar&amp;aacute; resolvida, passando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o a incidir apenas sobre o pedido retroativo.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;08 de maio de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA &amp;mdash; Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Sindicato dos Professores do Norte (SPN) continua a intentar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais contra o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) e a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) com vista &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus s&amp;oacute;cios que eram subscritores da CGA antes de janeiro de 2006. Estas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuam a merecer decis&amp;atilde;o favor&amp;aacute;vel por parte dos Tribunais Administrativos e Fiscais, o que tem levado o ME e a CGA a alterar o seu entendimento, no sentido de admitir a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &amp;acirc;mbito das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais do SPN, t&amp;ecirc;m sido &lt;strong&gt;atribu&amp;iacute;dos efeitos retroativos &amp;agrave; reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, mediante a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos descontos indevidamente efetuados para a Seguran&amp;ccedil;a Social para a CGA, com as consequ&amp;ecirc;ncias que da&amp;iacute; decorrem, nomeadamente, o direito a uma carreira contributiva &amp;uacute;nica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN sublinha o esfor&amp;ccedil;o e a import&amp;acirc;ncia que esta demanda tem representado para o Departamento Jur&amp;iacute;dico do SPN, sendo que o mesmo continuar&amp;aacute; a tudo fazer para conseguir que todos os seus associados, que o pretendam, consigam regressar ao Regime Social Convergente a que t&amp;ecirc;m direito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informa-se, ainda, que, por for&amp;ccedil;a das v&amp;aacute;rias decis&amp;otilde;es judiciais proferidas em sede de recurso interposto pelas entidades demandadas, o SPN conseguiu abrir a via processual da extens&amp;atilde;o de efeitos de senten&amp;ccedil;a possibilitando, assim, que mais docentes possam recorrer a esta via judicial (sem preju&amp;iacute;zo de outras formas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequadas &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um), garantindo, dessa forma, o regresso ao regime de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social que entendemos oferecer melhores garantias aos docentes.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de novembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA. O papel decisivo do SPN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais inte&lt;/em&gt;&lt;em&gt;rpostas pelo SPN contra o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) e a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), com vista &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus s&amp;oacute;cios que eram subscritores da CGA antes de janeiro de 2006, t&amp;ecirc;m sido favor&amp;aacute;veis.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;O Departamento Jur&amp;iacute;dico intentou mais de uma centena dessas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es junto dos tribunais administrativos e fiscais. Foi apreciado o m&amp;eacute;rito de cerca de 1/3 dessas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tendo todas elas sido julgadas procedentes. Algumas dessas decis&amp;otilde;es foram objeto de recurso pelo ME e CGA, &lt;strong&gt;estando os tribunais superiores a confirmar o direito &amp;agrave;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes docentes&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em consequ&amp;ecirc;ncia, assistimos agora, finalmente, ao seu regresso &amp;agrave; CGA.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O SPN entende estar, neste momento, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de proceder &amp;agrave; apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pedidos de extens&amp;atilde;o dos efeitos destes ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os aos s&amp;oacute;cios que possuam situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es id&amp;ecirc;nticas aos dos colegas que obtiveram ganho de causa nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es referidas&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Neste sentido, apelamos a todos os s&amp;oacute;cios interessados que contactem os servi&amp;ccedil;os do SPN para o efeito, caso ainda n&amp;atilde;o o tenham feito.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Esclarecimento: &lt;strong&gt;Temos conhecimento que outras associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;t&amp;ecirc;m publicitado as suas supostas conquistas judiciais nesta mat&amp;eacute;ria. No entanto, em nome da verdade, cumpre aqui esclarecer que s&amp;oacute; com as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ganhas pelos s&amp;oacute;cios do SPN nos tribunais superiores &amp;eacute; que se tornou poss&amp;iacute;vel a todos recorrerem ao meio processual da extens&amp;atilde;o de efeitos de senten&amp;ccedil;a.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de novembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;8 de abril de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA &amp;mdash; (Re)Veja a sess&amp;atilde;o de esclarecimento (7/abr)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Em resposta a muitas solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es,&amp;nbsp;o SPN disponibiliza a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sess&amp;atilde;o de esclarecimento, realizada online no dia 7 de abril, &amp;agrave;s 18.30h.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=9nZQu75nTEI" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;(Re)Veja a sess&amp;atilde;o de esclarecimento sobre a a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=9nZQu75nTEI" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0bd31a8/CGA_zemiguel.jpg?v=637850259421140237"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;(Interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir de 01:47)&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;4 de abril de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Sess&amp;atilde;o de esclarecimento sobre a&lt;span style="color: #800000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA (online)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; 7/abr, 18h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;table width="854" height="18" style="height: 18px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #e4e4e4; text-align: center;"&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;SPN promove webinar sobre a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;7 de abril&amp;nbsp; |&amp;nbsp; 18h30&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;1 de abril de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esclarecimento da Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;A primeira a&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial intentada pelo nosso departamento contencioso em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma docente na qual se reclamava a&amp;nbsp;sua&amp;nbsp;reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;no Regime Social Convergente (CGA) data de 2013. Nessa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa de reconhecimento do direito &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da docente na CGA foi proferida decis&amp;atilde;o favor&amp;aacute;vel. Essa decis&amp;atilde;o transitou em julgado e da sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorreu a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o da docente em apre&amp;ccedil;o no regime da CGA.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Ap&amp;oacute;s esta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nos anos mais recentes (sobretudo a partir de 2019/20) o SPN patrocinou algumas dezenas (centenas?) de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es neste mesmo sentido, o de lograr a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes que iniciaram a doc&amp;ecirc;ncia antes de 2006 no regime da CGA. O estado destas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; bastante diferenciado, existindo j&amp;aacute; decis&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis transitadas em julgado e outras que se encontram em fase de recurso (quer por iniciativa do ME, quer por iniciativa dos autores).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Efetuado este ponto de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, resta reiterar a disponibilidade do departamento contencioso do SPN para continuar a representar todos os docentes nossos associados que pretendam pugnar pela sua reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no regime social convergente, regressando, por isso, ao dom&amp;iacute;nio da CGA.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Assim, sugerimos que nos contacte se necessitar de algum apoio e / ou esclarecimento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN​&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Ver artigos:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/reinscricao-de-docentes-retirados-indevidamente-da-caixa-geral-de-aposentacoes-para-a-seguranca-social-tribunais-reconhecem-razao-aos-professores-" target="_blank"&gt;Reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes retirados indevidamente da Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Seguran&amp;ccedil;a Social: Tribunais reconhecem raz&amp;atilde;o aos professores!&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/reinscricao-na-caixa-geral-de-aposentacoes-cga" target="_blank"&gt;Reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (2019)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 01 Apr 2022 18:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/reinscricao-na-cga</guid></item><item><title>Espaço do Contencioso</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/apoio-a-socios-e-contencioso</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b5e6e26d/spn-logo.jpg?v=639137713672267200"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt; [clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/100/70/4/Regulamento%20Gabinete%20Jurídico%20e%20de%20Contencioso%20SPN.pdf" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/12d30895/GJCSPN%20Regulamento_w.jpg?v=639119541202328182"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Freepik, download gratuito&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;table&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #e4e4e4;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Espa&amp;ccedil;o do Contencioso&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O trabalho desenvolvido pelo departamento de apoio a s&amp;oacute;cios e de contencioso do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) tem sido importante na defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos seus associados. Esta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o manifesta-se diariamente na informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente dos educadores e professores sobre todos os aspetos essenciais da sua atividade profissional, mas tamb&amp;eacute;m no patroc&amp;iacute;nio judicial das quest&amp;otilde;es cuja resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o implica o recurso aos meios legalmente dispon&amp;iacute;veis.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Sem preju&amp;iacute;zo de o SPN privilegiar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tico sindical e o car&amp;aacute;ter formativo, informativo e negocial da posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus associados, existem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que estes planos se mostram ultrapassados e o recurso aos tribunais se afigura como o &amp;uacute;ltimo recurso dispon&amp;iacute;vel.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Senten&amp;ccedil;as&amp;nbsp;favor&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/90cd35d8/balança%20da%20justiça.jpg?v=637605634589258746"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tempo de servi&amp;ccedil;o docente (&amp;iacute;ndice 205&lt;/strong&gt;) &amp;mdash; Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o do Tribunal Central Administrativo do Norte confirma a senten&amp;ccedil;a da Primeira Inst&amp;acirc;ncia, no recurso jurisdicional interposto pelo ME, condenando este &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o da docente no &amp;iacute;ndice 205 da nova estrutura da carreira docente, aprovada pelo DL 75/2020, com efeitos a 20.04.2010 e pagamento de retroativos (diferen&amp;ccedil;as salariais entre os &amp;iacute;ndices 188 e 205)&amp;nbsp;e respetivos juros legais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considera o Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o, tal como a senten&amp;ccedil;a da Primeira Inst&amp;acirc;ncia, que das normas do n.&amp;ordm; 1 do artigo 17.&amp;ordm; e do&amp;nbsp;n.&amp;ordm; 14.&amp;ordm; do artigo 10.&amp;ordm;&amp;nbsp;do DL 15/2007 resulta&amp;nbsp;uma exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; regra da perman&amp;ecirc;ncia efetiva no escal&amp;atilde;o pelo per&amp;iacute;odo legalmente prescrito, salvaguardando as expectativas e direitos dos docentes que estivessem j&amp;aacute; a frequentar algum&amp;nbsp;curso que lhes permitisse, &amp;agrave; luz do regime anterior previsto nos artigos 55.&amp;ordm; e 56.&amp;ordm; do ECD, serem reposicionados para efeitos remunerat&amp;oacute;rios, por via&amp;nbsp;da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma&amp;nbsp;licenciatura, aplicando-se tais normas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a docente transportava o tempo&amp;nbsp;de servi&amp;ccedil;o (que j&amp;aacute; detinha antes do reposicionamento efetuado em 01.03.2007)&amp;nbsp;para o escal&amp;atilde;o seguinte, satisfazendo as&amp;nbsp;suas expectativas de progress&amp;atilde;o e contagem que lhe foram criadas pelo direito vigente &amp;agrave; data em que se matriculou e frequentou a licenciatura&amp;nbsp;&lt;span&gt;(30.11.2021).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;nbsp;(Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o 416/11.7BEMDL STA) &amp;mdash;&amp;nbsp;Condenou a CGA a conceder a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um docente, incorporando no c&amp;aacute;lculo da respetiva pens&amp;atilde;o, as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es por este auferidas enquanto Diretor do Centro de Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Fundamentos;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Este diretor &amp;eacute; selecionado por concurso, sendo necessariamente um docente profissionalizado, com, pelo menos, cinco anos de bom e efetivo servi&amp;ccedil;o, que exerce as suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es por um per&amp;iacute;odo de tr&amp;ecirc;s anos, renov&amp;aacute;vel e, por tal fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Diretor aufere um suplemento remunerat&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Quer o Tribunal de 1.&amp;ordf; Inst&amp;acirc;ncia, quer o TCAN, quer o STA n&amp;atilde;o aderiram &amp;agrave; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o defendida pela CGA que sustenta que este cargo &amp;eacute; aut&amp;oacute;nomo da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o docente e n&amp;atilde;o pode ser considerado nos termos dos artigos 6.&amp;deg;, 47.&amp;deg; e 48.&amp;deg; do Estatuto da Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (EA).&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;Eacute; que s&amp;oacute; pode ser escolhido um docente, profissionalizado, com cinco anos de bom e efetivo servi&amp;ccedil;o. Assim, facilmente se constata que a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o em causa n&amp;atilde;o &amp;eacute; aut&amp;oacute;noma da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docente, ainda que possa haver dispensa total do servi&amp;ccedil;o docente. &amp;Eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via, para aceder a tal cargo, ser docente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Se depois, temporariamente, o docente esta dispensado do servi&amp;ccedil;o docente &amp;eacute; quest&amp;atilde;o diversa, mas o que lhe permite o acesso e exerc&amp;iacute;cio da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a doc&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Deste modo, o tribunal concluiu que a CGA devia considerar, no c&amp;aacute;lculo da pens&amp;atilde;o, as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es percebidas no exerc&amp;iacute;cio do cargo de Diretor (neste caso do Centro de Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o), e que, n&amp;atilde;o o tendo feito, incorreu em ilegalidade que determina a anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;N&amp;atilde;o nos confrontamos com um cargo aut&amp;oacute;nomo e distinto do cargo de docente. Ali&amp;aacute;s, se o cargo de diretor fosse aut&amp;oacute;nomo e n&amp;atilde;o corresponde ao de docente devia ser-lhe atribu&amp;iacute;da uma remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;oacute;noma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Os art.&amp;deg;s 6.&amp;deg;, n.&amp;deg; 1, do EA e 48.&amp;ordm; do EA n&amp;atilde;o excluem das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es a considerar para c&amp;aacute;lculo da pens&amp;atilde;o o suplemento remunerat&amp;oacute;rio em causa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Quanto &amp;agrave; considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aludidas remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias para o calculo da pens&amp;atilde;o, estabelece o art.&amp;deg; 47.&amp;deg;, n.&amp;deg; 1, do EA, que a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o atend&amp;iacute;vel &amp;eacute; apenas aquela que respeita ao cargo pelo qual o subscritor &amp;eacute; aposentado, colocando-se a quest&amp;atilde;o de saber se elas devem ser inclu&amp;iacute;das neste conceito quando o subscritor se aposentou pelo cargo de professor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Est&amp;aacute;, assim, em causa apurar se esse suplemento remunerat&amp;oacute;rio ainda respeita ao exerc&amp;iacute;cio do cargo de professor ou corresponde &amp;agrave; acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um outro cargo de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos centros de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, como vimos, cabia necessariamente a um professor, integrava-se no exerc&amp;iacute;cio de outras fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es educativas para que se exigia uma especial qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que era obrigatoriamente desempenhada pelo docente quando para tal fosse escolhido ou eleito [cf. Art.&amp;deg;s 56.&amp;deg;, n.&amp;deg; 1, al. h) e 57.&amp;deg;, n.&amp;deg; 1, ambos do ECD, aprovado pelo DL n.&amp;deg; 139-A190, de 28/4, na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o resultante do DL n.&amp;deg; 105/97, de 29/4].&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Nos termos do n.&amp;deg; 1 do art.&amp;deg; 47.&amp;deg; do EA a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o atend&amp;iacute;vel e relevante para o c&amp;aacute;lculo da pens&amp;atilde;o era apenas a que correspondia ao cargo pelo qual o interessado se aposentava, n&amp;atilde;o sendo, por isso, de considerar a que respeitasse a cargo diverso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;A carreira docente, que se integra no grupo de pessoal docente, tem, como categoria &amp;uacute;nica, a de professor. O professor que exerce as referidas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o est&amp;aacute; numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargos (de professor e de diretor), sujeita as regras dos art.&amp;deg;s 31.&amp;ordm; e 45.&amp;deg;, ambos do EA, mas a exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se integram no conte&amp;uacute;do funcional da sua categoria que n&amp;atilde;o implica, necessariamente, a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Assim, ao contr&amp;aacute;rio do que alega a CGA, o diretor, ainda que estivesse dispensado do servi&amp;ccedil;o docente, n&amp;atilde;o exerceu um cargo aut&amp;oacute;nomo e distinto do de docente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;Portanto, porque o referido cargo de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige, como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o respetivo exerc&amp;iacute;cio a qualidade de professor e n&amp;atilde;o tem autonomia relativamente a este, o ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o do TCAN, ao considerar que o docente ainda estava a exercer o cargo em que fora provido, n&amp;atilde;o mereceu a censura por parte do STA.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CGA: reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o/manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;mdash; Senten&amp;ccedil;a favor&amp;aacute;vel, ainda pass&amp;iacute;vel de recurso, que condenou o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) &amp;agrave;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #333333;"&gt;reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o / manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Autora na Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/span&gt; (CGA) com efeitos a 2012/09/01, integrando-a no regime de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social convergente, bem como ao pagamento das contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o regime de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social convergente com efeitos desde 2012/09/01, por parte do ME (&lt;span&gt;22.06.2021)&lt;/span&gt;.&lt;hr&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tempo de servi&amp;ccedil;o (RAA)&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;mdash; &lt;span style="color: #333333;"&gt;Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o do Tribunal Central Administrativo Norte (TCA Norte) de reconhecimento a uma docente do direito &amp;agrave; contagem de servi&amp;ccedil;o dos anos de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o na carreira que prestou (e recuperou) na Regi&amp;atilde;o Aut&amp;oacute;noma dos A&amp;ccedil;ores, para efeitos de carreira ap&amp;oacute;s regresso ao continente. A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o justifica-se pelo sentido da decis&amp;atilde;o, pela fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e porque h&amp;aacute;, certamente, associados que se encontram em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o id&amp;ecirc;ntica (18.06.2021).&lt;/span&gt;&lt;hr&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PACC&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;mdash; &lt;span style="color: #333333;"&gt;Senten&amp;ccedil;a proferida numa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que a &lt;a href="/Media/Default/Info/42000/100/80/2/PACC%20-%20TAF%20Penafiel%20(17.06.2020).pdf" target="_blank" style="color: #333333;"&gt;Autora foi exclu&amp;iacute;da do concurso 2014/2015 por n&amp;atilde;o ter realizado a prova de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimentos e capacidades &lt;/a&gt;(PACC). A decis&amp;atilde;o &amp;eacute; significativa porque perfilha o entendimento do SPN e declara a inconstitucionalidade (efeitos circunscritos ao caso concreto) do artigo 2.&amp;ordm; do Estatuto da Carreira Docente,&amp;nbsp;do artigo 22.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 1, al&amp;iacute;nea f), do mesmo Estatuto e&amp;nbsp;das normas do Decreto Regulamentar n.&amp;ordm; 3/2008, de 21 de janeiro (na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada pelo Decreto Regulamentar n.&amp;ordm; 7/2013, de 23 de outubro),&amp;nbsp;todas por viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disposto no art.&amp;ordm; 165.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 1, al. b) da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa. O processo dever&amp;aacute; agora ter recurso obrigat&amp;oacute;rio pelo Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (MP) para o Tribunal Constitucional (22.06.2020).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><pubDate>Tue, 29 Jun 2021 01:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/apoio-a-socios-e-contencioso</guid></item><item><title>CGA — Reinscrição na Caixa Geral de Aposentações (2019)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/reinscricao-na-caixa-geral-de-aposentacoes-cga</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o apresentada decorre da contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que tem sido objeto a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o adotada pela Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no sentido do n&amp;atilde;o reconhecimento do direito dos trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas nela reingressarem ap&amp;oacute;s terem estado inscritos na Seguran&amp;ccedil;a Social. Esta quest&amp;atilde;o tem uma especial import&amp;acirc;ncia para o pessoal docente (subscritor antes de 1/1/2006) porquanto tem sido um dos grupos profissionais da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica que mais visado tem sido com tal interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quadro legal em quest&amp;atilde;o e logo, com as consequ&amp;ecirc;ncias dela decorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ilegalidade da interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetuada pela CGA sobre a mat&amp;eacute;ria determinou o recurso &amp;agrave; via judicial para dirimir a contenda. Em resultado de tal iniciativa veio o&lt;strong&gt; STA pronunciar-se favoravelmente aos trabalhadores nas referidas circunst&amp;acirc;ncias&lt;/strong&gt; atrav&amp;eacute;s do Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o n.&amp;ordm; 0884/13, de 6/03/2014. Para o efeito, concluiu que, da conjuga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos artigos 2.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 60/2005 com o artigo 22.&amp;ordm; n.&amp;ordm; 1 do Estatuto da Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o resulta que &amp;ldquo;s&amp;oacute; haver&amp;aacute; cancelamento da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do subscritor que cesse definitivamente o exerc&amp;iacute;cio do seu cargo, assistindo-lhe, por&amp;eacute;m, o direito a ser de novo inscrito se voltar a ingressar em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas&amp;rdquo;. Assim, &amp;ldquo;s&amp;oacute; h&amp;aacute; lugar ao cancelamento da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do subscritor, com a consequente elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando aquele cesse, a t&amp;iacute;tulo definitivo o seu cargo, porquanto o legislador teve o cuidado de ressalvar desse cancelamento a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalhador (&amp;hellip;) que foi &amp;ldquo;investido noutro a que corresponda igualmente direito de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. Isto &amp;eacute;, que se limita a transitar, dentro da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, de uma entidade para outra&amp;rdquo;. Assim, do referido Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o resulta que &amp;ldquo;s&amp;oacute; h&amp;aacute; elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do subscritor se ele n&amp;atilde;o for investido noutro cargo a que &amp;ndash; antes de 1/1/2006 &amp;ndash; correspondesse direito de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Consequentemente, deve-se concluir que ao pessoal docente que tivesse iniciado o exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas antes da referida data de 1/1/2006 deve ser reconhecido, com efeitos retroativos, o direito a reingressarem na CGA depois de ter estado inscrito na Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, alertam-se os docentes na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no sentido de que poder&amp;atilde;o (caso o pretendam) recorrer &amp;agrave; via judicial com vista a ver reconhecido o direito que lhes assiste de permanecer inscritos na CGA. &lt;strong&gt;Para o efeito dever&amp;atilde;o dirigir-se aos Servi&amp;ccedil;os de Apoio a S&amp;oacute;cios do SPN, com vista &amp;agrave; marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consulta jur&amp;iacute;dica, para ser desencadeado o procedimento necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tal reconhecimento.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 28 Nov 2019 02:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/reinscricao-na-caixa-geral-de-aposentacoes-cga</guid></item><item><title>Advogado estagiário – manifestação de interesse (2019)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/advogado-estagiario-manifestacao-de-interesse</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d135cc80/SPN_esquerda.png?v=637038206424405973"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Advogado estagi&amp;aacute;rio &amp;ndash; manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesse&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Departamento de Apoio a S&amp;oacute;cios e Contencioso do SPN pretende identificar advogados estagi&amp;aacute;rios, preferencialmente na 2.&amp;ordf; fase do est&amp;aacute;gio da Ordem dos Advogados, com interesse em eventual futura colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ser enviadas atrav&amp;eacute;s do endere&amp;ccedil;o&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:geral@spn.pt" target="_blank"&gt;geral@spn.pt&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;at&amp;eacute; ao pr&amp;oacute;ximo dia &lt;strong&gt;29&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;de novembro de 2019&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 11 Sep 2019 16:43:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/advogado-estagiario-manifestacao-de-interesse</guid></item><item><title>Viana do Castelo - Dia Aberto ao Contencioso Jurídico do SPN</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/questoes-de-contencioso</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;03 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/40caa75f/SPN_esquerda.png?v=637109910541445193"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Dia Aberto ao Contencioso Jur&amp;iacute;dico do SPN na Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Viana do Castelo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/40caa75f/Informação%20placard%20SPN-page-001.jpg?v=637109910543165366"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de fevereiro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/40caa75f/Divulgação_Questoes_de_Contencioso%20(1)-page-001.jpg?v=636870691436517283"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 01 Mar 2019 20:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/questoes-de-contencioso</guid></item><item><title>Atendimento aos sócios</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/atendimento-aos-socios</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/957404ee/recenseamento4.jpg?v=636534254784199479" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 05 Feb 2018 10:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/atendimento-aos-socios</guid></item><item><title>Tribunal: Substituição da perda de remuneração dos 3 primeiros dias de atestado médico por dias de férias</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/tribunal-substituicao-da-perda-de-remuneracao-dos-3-primeiros-dias-de-atestado-medico-por-dias-de-ferias</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 3 primeiros dias de atestado m&amp;eacute;dico por dias de f&amp;eacute;rias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;TRIBUNAL ADMINISTRATIVO E FISCAL DE BRAGA PROFERE SENTEN&amp;Ccedil;A FAVOR&amp;Aacute;VEL A PROFESSOR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; sobejamente conhecida e sentida por muitos educadores e professores. Trata-se de uma dupla penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que s&amp;atilde;o sujeitos: substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dias de doen&amp;ccedil;a por f&amp;eacute;rias e perda de vencimento. Um associado, atrav&amp;eacute;s do Departamento do Contencioso do Sindicato Professor do Norte (SPN), recorreu ao Tribunal e viu, agora, a sua pretens&amp;atilde;o bem-sucedida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso concreto, e nos termos da Lei, o professor requereu substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos primeiros tr&amp;ecirc;s dias de atestado por dias de f&amp;eacute;rias, o que lhe foi concedido. S&amp;oacute; que, incompreensivelmente, a Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu Agrupamento entendeu que os tr&amp;ecirc;s dias subsequentes, isto &amp;eacute;, os 4.&amp;ordm;, 5.&amp;ordm; e 6.&amp;ordm; passariam a ser os primeiros do referido atestado e, como tal, n&amp;atilde;o procedeu &amp;agrave; remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos, ato que acabou por se traduzir numa dupla penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do professor: n&amp;atilde;o foi remunerado em tr&amp;ecirc;s dias e perdeu tr&amp;ecirc;s dias de f&amp;eacute;rias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, intentada contra o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o autor da mesma viu, agora, reposta a legalidade, com o Tribunal a reconhecer que esta foi uma interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ilegal e err&amp;oacute;nea, pelo que anulou o ato administrativo e condenou o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pagamento dos referidos dias acrescidos de juros de mora &amp;agrave; taxa legalmente em vigor, ficando o ME, naturalmente, respons&amp;aacute;vel ao pagamento das custas processuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ver &lt;a href="http://www.spn.pt/faltas-por-doenca-3-dias"&gt;informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sobre esta quest&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 04 May 2017 07:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/tribunal-substituicao-da-perda-de-remuneracao-dos-3-primeiros-dias-de-atestado-medico-por-dias-de-ferias</guid></item><item><title>Registo Criminal - Nota informativa</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/registo-criminal-nota-informativa</link><description>&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;27 de julho de 2016&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Consulte a &lt;a href="/Media/Default/Info/16000/0/0/5/Nota%20Informativa%20Registo%20Criminal%20Pessoal%20Docente%20e%20não%20Docente.pdf" target="_blank"&gt;Nota Informativa da DGAE&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(27 de julho de 2016)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;" &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assim, sugere-se que o Pessoal Docente e o Pessoal N&amp;atilde;o Docente dos Agrupamentos de Escolas /&amp;nbsp;Escolas n&amp;atilde;o Agrupadas, independentemente da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exer&amp;ccedil;am, caso ainda n&amp;atilde;o o tenham&amp;nbsp;feito, se registem na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o inform&amp;aacute;tica SIGRHE, com vista &amp;agrave; obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de utilizador&amp;nbsp;e defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da palavra-chave que os habilitar&amp;aacute; posteriormente a aceder &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para autorizar&amp;nbsp;o pedido do certificado do seu registo criminal pelo respons&amp;aacute;vel da escola, nos termos da al&amp;iacute;nea c)&amp;nbsp;do n&amp;ordm;. 1 do art.&amp;ordm; 22.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 171/2015, de 25 de agosto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;".&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 27 Jul 2016 10:03:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/registo-criminal-nota-informativa</guid></item><item><title>FENPROF divulga minutas destinadas a requerer a regularização de situações de carreira</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-divulga-minutas-destinadas-a-requerer-a-regularizacao-de-situacoes-de-carreira</link><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Nas duas reuni&amp;otilde;es realizadas com respons&amp;aacute;veis do ME (em dezembro, com a presen&amp;ccedil;a do Ministro, e em fevereiro com os Secret&amp;aacute;rio de Estado diretamente ligados &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o), a FENPROF referiu situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais que s&amp;atilde;o vividas por professores e educadores, ao n&amp;iacute;vel da sua carreira, para as quais h&amp;aacute; mesmo, em alguns casos, pronunciamentos da Provedoria de Justi&amp;ccedil;a no sentido da sua regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nessas reuni&amp;otilde;es, a FENPROF considerou indispens&amp;aacute;vel a r&amp;aacute;pida resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses problemas que, na reuni&amp;atilde;o de 1 de fevereiro, tipificou por escrito, apresentando propostas de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dois deles decorrem do simples facto de anteriores equipas ministeriais n&amp;atilde;o terem publicado as portarias que a lei obrigava. Tais omiss&amp;otilde;es legislativas referem-se concretamente a:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Bloqueamento da progress&amp;atilde;o aos 5.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es da carreira, por n&amp;atilde;o ter sido publicada a portaria de vagas existentes;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no 1.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o dos mais de 4.000 docentes que ingressaram na carreira, na sequ&amp;ecirc;ncia dos concursos externos realizados a partir de 2013, independentemente do seu tempo de servi&amp;ccedil;o justificar a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em escal&amp;atilde;o superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; aus&amp;ecirc;ncia de qualquer resposta por parte do ME, e porque h&amp;aacute; milhares de docentes penalizados por esta ilegalidade, que resulta de ina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial, a FENPROF divulga, a partir de hoje, minutas destinadas a quantos, revendo-se numa destas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pretendam requerer ao ME a sua regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Caso o problema n&amp;atilde;o seja resolvido, como se exige, os Sindicatos da FENPROF apoiar&amp;atilde;o juridicamente todos os seus associados que, na sequ&amp;ecirc;ncia do requerimento apresentado, pretendam recorrer aos tribunais. O que se pede aos docentes &amp;eacute; que, ap&amp;oacute;s a entrega da minuta nos servi&amp;ccedil;os da sua escola, informem o seu Sindicato para passar, desde logo, a ser garantido o indispens&amp;aacute;vel acompanhamento jur&amp;iacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/14000/600/40/1/MINUTA_1_portaria_vagas.pdf" target="_blank"&gt;Minuta, pela publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da portaria das vagas (acesso ao 5.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(pdf)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_10079/Anexos/_MINUTA_2_indice1.Escalao.pdf"&gt;Minuta pela integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no escal&amp;atilde;o correto dos professores a vencerem pelo 1.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o na sequ&amp;ecirc;ncia dos concursos externos realizados a partir de 2013&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;30/03/2016&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 01 Apr 2016 11:49:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-divulga-minutas-destinadas-a-requerer-a-regularizacao-de-situacoes-de-carreira</guid></item><item><title>SPN - RESPOSTAS A PEDIDOS DE INFORMAÇÃO POR MAIL</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-horarios-da-sede-em-periodo-de-ferias</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;DEPARTAMENTO DE APOIO A S&amp;Oacute;CIOS &amp;ndash; RESPOSTAS A PEDIDOS DE INFORMA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O POR MAIL&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN pede a melhor aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas &amp;uacute;ltimas semanas, tem-se verificado um acr&amp;eacute;scimo de solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es no servi&amp;ccedil;o de atendimento a s&amp;oacute;cios, particularmente sobre concursos a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A prioridade dada ao atendimento presencial n&amp;atilde;o tem permitido uma resposta r&amp;aacute;pida aos muitos &lt;em&gt;mails&lt;/em&gt; que recebemos diariamente sobre as mais variadas mat&amp;eacute;rias. Tendo em conta que algumas dessas quest&amp;otilde;es podem necessitar de resposta urgente, solicitamos que, no caso de aus&amp;ecirc;ncia de resposta ao mail, os s&amp;oacute;cios tentem outros meios de contacto (presencial ou telef&amp;oacute;nico), &lt;a href="http://www.spn.pt/Artigo/contactos"&gt;na sede (9h- 18h) ou numa das 15 delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es do SPN&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esperamos a melhor compreens&amp;atilde;o para este problema, mais dif&amp;iacute;cil de resolver num per&amp;iacute;odo em que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio compatibilizar o gozo de f&amp;eacute;rias com o funcionamento permanente dos servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;30 de julho de 2015&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Santa Maria da Feira, na semana de 20 a 24 de julho estar&amp;aacute; aberta no per&amp;iacute;odo da tarde, entre as 14h e as 18h.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es poder&amp;aacute; &lt;a href="http://www.spn.pt/Artigo/contactos"&gt;contactar a delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 17 Jul 2015 14:23:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-horarios-da-sede-em-periodo-de-ferias</guid></item><item><title>Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela ordena reintegração de educadora de infância (2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/tafmirandela</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;06 de maio de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Instituto da Seguran&amp;ccedil;a Social (ISS) considerou que v&amp;aacute;rios dos seus funcion&amp;aacute;rios reuniam as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, tendo agido em conformidade. No entanto, alguns desses funcion&amp;aacute;rios entenderam abusiva e ilegal a atitude do ISS e intentaram a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais no sentido de reverter essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; o caso de 6 (seis) docentes que s&amp;atilde;o apoiados juridicamente pelo Gabinete Jur&amp;iacute;dico do Sindicato dos Professores do Norte (SPN).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia de uma provid&amp;ecirc;ncia cautelar intentada por uma educadora de inf&amp;acirc;ncia, o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Mirandela julgou-a procedente, da&amp;iacute; resultando a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto da Seguran&amp;ccedil;a Social readmitir essa educadora de inf&amp;acirc;ncia no mesmo posto de trabalho, atribuindo-lhe o mesmo vencimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TAF de Mirandela alega que o interesse p&amp;uacute;blico n&amp;atilde;o se pode sobrepor ao interesse particular, pelo que "atendendo ao contexto da requerente, afigura-se que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial provocada pela sua passagem para a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o gere preju&amp;iacute;zos de grave repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta funcion&amp;aacute;ria dever&amp;aacute; manter-se at&amp;eacute; haver uma decis&amp;atilde;o definitiva na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal, evitando assim uma les&amp;atilde;o grave de dif&amp;iacute;cil repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 May 2015 14:54:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/tafmirandela</guid></item><item><title>Grávidas e recém-mamãs discriminadas e prejudicadas (2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/gravidas-e-recem-mamas-discriminadas-e-prejudicadas</link><description>&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;Poder&amp;aacute; ver esta&amp;nbsp;not&amp;iacute;cia SPN nos:&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;- &lt;a href="http://www.rtp.pt/play/p1751/e192565/jornal-da-tarde"&gt;site da RTP&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(ao minuto 12.40)&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/play/p1751/e192565/jornal-da-tarde"&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/2b7ac360/128d7743/rtpspn.JPG?v=636111190505655156" alt="" width="450" height="300" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h5 style="text-align: center;"&gt;- &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tvi.iol.pt/programa/jornal-das-8/53c6b3903004dc006243d0cf/videos/--/j8--videos/video/55369a100cf28ed9ef1d5daa/1"&gt;site da TVI&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(ao minuto 13)&lt;/h5&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.tvi.iol.pt/programa/jornal-das-8/53c6b3903004dc006243d0cf/videos/--/j8--videos/video/55369a100cf28ed9ef1d5daa/1"&gt;&lt;img width="322" height="240" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/dacc68d7/128d7743/spntvi.JPG?v=636111190506358281"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;A prop&amp;oacute;sito da (n&amp;atilde;o) atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos subs&amp;iacute;dios de maternidade e risco cl&amp;iacute;nico&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;T&amp;ecirc;m chegado ao Departamento Jur&amp;iacute;dico do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) v&amp;aacute;rias queixas de docentes que t&amp;ecirc;m sido v&amp;iacute;timas de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o por parte do Governo, pelo simples facto de terem tido a veleidade de engravidar e quererem ser m&amp;atilde;es! As queixas relacionam-se com o facto de o Governo se recusar a atribuir o subs&amp;iacute;dio parental inicial (vulgo subs&amp;iacute;dio de maternidade), assim como, quando aplic&amp;aacute;vel, o subs&amp;iacute;dio de risco cl&amp;iacute;nico. Isto, apesar de as docentes terem efetuado todas as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o sistema previdencial durante a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica que estabeleceram em emprego p&amp;uacute;blico, nomeadamente para a ADSE, CGA e Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta &amp;eacute; uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cuja resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o se arrasta h&amp;aacute; mais de um ano. O Gabinete Jur&amp;iacute;dico do SPN apresentou v&amp;aacute;rias queixas &amp;agrave; Provedoria da Justi&amp;ccedil;a, que, em 7 de fevereiro de 2014, emitiu uma Recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Governo, no sentido de serem adotadas medidas concretas e urgentes com vista &amp;agrave; resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos constrangimentos verificados no acesso &amp;agrave;s presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de parentalidade a que estas docentes t&amp;ecirc;m direito. Recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, ao que parece, andar&amp;aacute;, no habitual &amp;lsquo;jogo do empurra&amp;rsquo; t&amp;atilde;o caracter&amp;iacute;stico dos labirintos ministeriais, pois, at&amp;eacute; &amp;agrave; data, ainda n&amp;atilde;o foi concretizada, apesar da URG&amp;Ecirc;NCIA E GRAVIDADE da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Gabinete do Primeiro-Ministro remete o assunto para o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Ci&amp;ecirc;ncia que, por sua vez, o despacha para o Minist&amp;eacute;rio da Seguran&amp;ccedil;a Social. A Ministra das Finan&amp;ccedil;as remete o assunto para o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Educativa e este&amp;hellip; remete-se ao sil&amp;ecirc;ncio!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conclus&amp;atilde;o &amp;ndash; o Governo n&amp;atilde;o se comporta &amp;agrave; altura das suas obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais e as docentes veem-se espoliadas nos seus direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto, 20 de abril de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 20 Apr 2015 19:53:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/gravidas-e-recem-mamas-discriminadas-e-prejudicadas</guid></item><item><title>Substituição de dias de faltas por doença por dias de férias (2014)</title><link>https://www.spn.pt:443/faltasferias</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de novembro de 2014&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Car@ s&amp;oacute;ci@ do SPN,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com os termos previstos na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor &amp;ndash; at&amp;eacute; ao passado dia 31 de Julho, o RCTFP, anexo &amp;agrave; Lei n.&amp;ordm; 59/2008; desde 1 de Agosto, o n.&amp;ordm; 4 do artigo 135.&amp;ordm; da Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas (LGTFP), publicada em anexo &amp;agrave; Lei n.&amp;ordm; 35/2014, de 20 de Junho &amp;ndash;, o SPN vem, mais uma vez, divulgar junto dos seus associados a possibilidade de requerer a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dias de faltas com perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o por dias de f&amp;eacute;rias, permitindo, dessa forma, e com preju&amp;iacute;zo dos dias de f&amp;eacute;rias a gozar, que os docentes possam ver esses dias remunerados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta possibilidade assumiu particular relevo ap&amp;oacute;s as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas ao artigo 29.&amp;ordm; do DL n.&amp;ordm; 100/99, que passou a determinar a perda integral da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos 3 primeiros dias de cada aus&amp;ecirc;ncia por doen&amp;ccedil;a, ainda que possa ser usada para qualquer outro tipo de falta que implique a perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ap&amp;oacute;s algumas d&amp;uacute;vidas iniciais, a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ou a deferir aqueles requerimentos, os quais devem ser apresentados pelos docentes logo que poss&amp;iacute;vel. Claro que o ideal ser&amp;aacute; apresentar o requerimento ap&amp;oacute;s a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao servi&amp;ccedil;o, ou at&amp;eacute; antes, conjuntamente com a entrega da justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dica, mas, no limite, e porque o legislador n&amp;atilde;o previu um prazo espec&amp;iacute;fico para a sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o docente poder&amp;aacute; faz&amp;ecirc;-lo em qualquer momento, desde que antes do gozo das f&amp;eacute;rias relativas ano em que foram dadas as faltas que determinassem a perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A este respeito, lembra-se que o per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias se vence no dia 1 de Janeiro do ano seguinte, ou, no caso de docentes contratados, com o termo do respectivo contrato. Apesar de ter come&amp;ccedil;ado a deferir estes pedidos, a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o veio a adoptar um entendimento com o qual n&amp;atilde;o podemos concordar, por considerarmos que o mesmo n&amp;atilde;o &amp;eacute; juridicamente aceit&amp;aacute;vel. Referimo-nos ao facto de deferir a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 3 primeiros dias por igual n&amp;uacute;mero de dias de f&amp;eacute;rias, passando, nos casos de aus&amp;ecirc;ncias superiores a 3 dias, a proceder ao desconto integral da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos 3 dias seguintes a esses primeiros 3. Sem se entrar aqui em grandes preciosismos t&amp;eacute;cnicos, esse entendimento acaba por se traduzir num duplo preju&amp;iacute;zo para o trabalhador, uma vez que perde 3 dias de f&amp;eacute;rias em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 3 primeiros por doen&amp;ccedil;a, acabando por perder a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o correspondente aos 3 dias seguintes a esses. Quando confrontados com uma decis&amp;atilde;o e preju&amp;iacute;zo desta natureza, os nossos s&amp;oacute;cios que pretendam impugnar essas decis&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o recorrer ao Departamento de Contencioso do SPN, uma vez que est&amp;atilde;o, em nosso entender, a ser alvo de uma decis&amp;atilde;o administrativa ilegal. Sauda&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Tue, 18 Nov 2014 12:04:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/faltasferias</guid></item><item><title>Possibilidade de substituição dos 3 primeiros dias de doença (com perda de remuneração) por dias de férias</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/possibilidade-de-substituicao-dos-3-primeiros-dias-de-doenca-com-perda-de-remuneracao-por-dias-de-ferias</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de junho de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A Lei do Or&amp;ccedil;amento de Estado para 2013 (Lei n.&amp;ordm; 66-B/2012, de 31 de Dezembro) introduziu altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no &amp;acirc;mbito do regime de protec&amp;ccedil;&amp;atilde;o da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de doen&amp;ccedil;a dos trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas (altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao artigo 29&amp;ordm; do DL 100/99, de 31 de Mar&amp;ccedil;o). Desta altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o resulta que, numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de doen&amp;ccedil;a, os trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas abrangidos pelo DL 100/99 (docentes dos quadros do MEC por v&amp;iacute;nculo de nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o) passam a perder o direito &amp;agrave; remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos 3 primeiros dias de doen&amp;ccedil;a. Esta perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; existia em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes abrangidos pelo regime geral da Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante esta perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o assume renovada import&amp;acirc;ncia uma norma constante do Regime do Contrato de Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas (anexo I &amp;agrave; Lei n.&amp;ordm; 59/200, de 11 de Setembro). Referimo-nos ao artigo 193&amp;ordm; do RCTFP, que permite que as faltas que determinam a perda de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o (como sucede, agora, com as faltas por doen&amp;ccedil;a), possam ser substitu&amp;iacute;das por dias de f&amp;eacute;rias, garantindo o pagamento da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o naqueles 3 primeiros dias de doen&amp;ccedil;a em detrimento de dias de f&amp;eacute;rias, dentro dos limites impostos pelo n.&amp;ordm; 2 do mesmo artigo 193&amp;ordm; (o trabalhador pode substituir estes dias, desde que salvaguarde o gozo m&amp;iacute;nimo de 20 dias de f&amp;eacute;rias).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, os docentes que pretendam evitar a perda da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos 3 primeiros dias de doen&amp;ccedil;a recorrendo a este expediente, dever&amp;atilde;o apresentar junto dos respectivos agrupamentos o competente requerimento, do qual se disponibiliza uma hip&amp;oacute;tese de &lt;a href="/Media/Default/Info/6000/900/80/7/substituicao_faltas_doenca_por_dias_de_ferias.pdf" target="_blank"&gt;minuta&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &amp;uacute;ltimo e no seguimento deste entendimento, importa acrescentar que o MEC j&amp;aacute; se pronunciou favoravelmente a esta pretens&amp;atilde;o, em resposta a quest&amp;otilde;es apresentadas por escolas e agrupamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/possibilidade-de-substituicao-dos-3-primeiros-dias-de-doenca-com-perda-de-remuneracao-por-dias-de-ferias</guid></item><item><title>Docentes do índice 245 - últimos desenvolvimentos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-do-indice-245-ultimos-desenvolvimentos</link><description>&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small; text-align: right;"&gt;3jun2014&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;MEC solicitou &amp;agrave;s escolas o nome dos Docentes que se encontram nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;20fev2014&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O MEC &lt;strong&gt;continua a negar &lt;/strong&gt;o pagamento do dinheiro que deve aos professores, nomeadamente aqueles que em 2010 tinham entre 5 e 6 anos de servi&amp;ccedil;o no &amp;ldquo;antigo&amp;rdquo; 6.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o (&amp;iacute;ndice 245) com a passagem ao &amp;iacute;ndice 272, desde 1 de julho de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF e os seus sindicatos acreditaram nesta luta jur&amp;iacute;dica desde a primeira hora (outros se lhes seguiram). &lt;/strong&gt;Algumas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; foram decididas favoravelmente e outras h&amp;aacute; em que se aguardam ainda decis&amp;otilde;es judiciais, ora em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;mero identificado de associados, ora em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os que se encontram nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesses coletivos). A FENPROF n&amp;atilde;o desistiu e recorreu a todas as inst&amp;acirc;ncias, e o caso chegou ao Tribunal Constitucional, que se pronunciou favoravelmente, atrav&amp;eacute;s, designadamente, do &lt;a href="http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20130239.html" target="_blank"&gt;Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o n&amp;ordm; 239/2013&lt;/a&gt;.&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;SPN&lt;/strong&gt; procurou, deste modo, acautelar os interesses e direitos legalmente protegidos dos seus associados, bem como garantir o respeito pela Lei Fundamental e pelos princ&amp;iacute;pios basilares do nosso ordenamento jur&amp;iacute;dico.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &amp;acirc;mbito da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica levada a cabo pelo Departamento de Contencioso do SPN, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual pode resumir-se da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;strong&gt;est&amp;atilde;o pendentes 4 a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do SPN&lt;/strong&gt;, 3 em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grupos de associados e uma em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o gen&amp;eacute;rica de todos os associados nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira destas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; conheceu senten&amp;ccedil;a (que &lt;strong&gt;determina o posicionamento dos professores&lt;/strong&gt; identificados nessa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;strong&gt;no &amp;iacute;ndice salarial 299&lt;/strong&gt;), estando pendente um recurso interposto pelo MEC e a aguardar decis&amp;atilde;o pelo Tribunal Central Administrativo do Norte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As restantes a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pendentes aguardam senten&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt; pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;O&amp;nbsp;Tribunal Constitucional, atrav&amp;eacute;s&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20130239.html" target="_blank"&gt;Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os do n&amp;ordm;s 239/2013&lt;/a&gt; &amp;nbsp;e &lt;a href="http://dre.pt/pdf2sdip/2013/07/127000000/2099320997.pdf" target="_blank"&gt;317/2013&lt;/a&gt;; pronunciou-se sobre a constitucionalidade de algumas normas do &lt;a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2010/06/12000/0222902237.pdf"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 75/2010&lt;/a&gt;, tendo as duas decis&amp;otilde;es em comum a constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito dos docentes que tinham, &amp;agrave; data da sua entrada em vigor (24/06/2010), mais de 5 e menos de 6 anos de servi&amp;ccedil;o no &amp;iacute;ndice 245 a serem reposicionados no &amp;iacute;ndice 272, 7.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o, com efeitos a 01/07/2010, no qual aguardariam at&amp;eacute; reunirem as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es referidas no artigo 8.&amp;ordm; n.&amp;ordm; 1 do j&amp;aacute; citado Decreto-Lei n.&amp;ordm; 75/2010, considerando-se para esse efeito o tempo de perman&amp;ecirc;ncia no &amp;iacute;ndice 272.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia destas decis&amp;otilde;es, entendeu a FENPROF disponibilizar&amp;nbsp;uma &amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/6000/200/10/0/requerimento245fenprof.doc" target="_blank"&gt;minuta de requerimento&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;(doc)&lt;/span&gt; a usar pelos docentes&amp;nbsp;na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em causa, ou seja,&amp;nbsp;com mais de cinco e menos de seis anos de servi&amp;ccedil;o no &amp;iacute;ndice remunerat&amp;oacute;rio 245&amp;nbsp;em 24/06/2010, a apresentar &amp;agrave; Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agrupamento ou escola n&amp;atilde;o agrupada, com vista a serem posicionados no &amp;iacute;ndice 272, com efeitos a 01/07/2010, bem como um esclarecimento sobre prazos (abaixo) a ter em conta para entrada de ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es em tribunal, na sequ&amp;ecirc;ncia do&amp;nbsp;procedimento iniciado com o requerimento.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Prazos a ter conta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o/envio do requerimento, os docentes estar atentos ao decurso do prazo para a interposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da competente ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial. Assim,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Se houver resposta expressa de indeferimento por parte do MEC, os docentes t&amp;ecirc;m 3 meses para intentar a referida ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o a partir da data em que foram notificados desse indeferimento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se n&amp;atilde;o houver resposta por parte do MEC no prazo de 90 dias [artigo 109&amp;ordm; do CPA], s&amp;oacute; depois de decorrido este prazo &amp;eacute; que se inicia o prazo de 1 ano para se intentar a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;logo que ocorra um destes factos (resposta expressa ou decurso do prazo legal de decis&amp;atilde;o)&lt;/span&gt;, os docentes devem entrar em contacto com o Departamento Jur&amp;iacute;dico do Sindicato a fim de ser dado seguimento judicial ao processo.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;Tribunal Constitucional manda pagar aos docentes do &amp;iacute;ndice 245 que foram ilegalmente impedidos de progredir&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="titulo" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;14.maio.2013&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Quando se luta nem sempre se ganha, mas s&amp;oacute; quando se baixam os bra&amp;ccedil;os se fica a perder!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF n&amp;atilde;o desistiu e recorreu a todas as inst&amp;acirc;ncias, incluindo tribunais e Provedoria de Justi&amp;ccedil;a. E o caso chegou ao Tribunal Constitucional que agora se pronunciou, atrav&amp;eacute;s do Ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o 239/2013,esclarecendo que n&amp;atilde;o existia inconstitucionalidade da norma porque, como o pr&amp;oacute;prio Primeiro-Ministro reconheceu nas alega&amp;ccedil;&amp;otilde;es que, em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo, apresentou, aos docentes que ficariam retidos no &amp;iacute;ndice 245, sendo assim ultrapassados por outros com menos tempo de servi&amp;ccedil;o, era devido o pagamento pelo &amp;iacute;ndice 272 desde julho de 2010. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ali&amp;aacute;s, est&amp;aacute; prevista na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Decreto-lei n.&amp;ordm; 75/2010, de 23 de junho) que refere, no n.&amp;ordm; 1 do seu artigo 10.&amp;ordm; que n&amp;atilde;o podem ocorrer "&lt;em&gt;ultrapassagens de posicionamento nos escal&amp;otilde;es da carreira por docentes que, no momento da entrada em vigor do presente decreto-lei, tivessem menos tempo de servi&amp;ccedil;o nos escal&amp;otilde;es&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o TC distingue o que refere a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que &amp;eacute; a pr&amp;aacute;tica da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o respeita o quadro legal em vigor. Com esta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do TC n&amp;atilde;o fica integralmente reposta a legalidade, pois estes professores deveriam ser reposicionados no &amp;iacute;ndice 299, mas fica, pelo menos, reparada a injusti&amp;ccedil;a e a inconstitucionalidade que decorria da ultrapassagem na carreira por colegas com menos tempo de servi&amp;ccedil;o.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dever&amp;aacute; agora o MEC reposicionar estes professores na carreira e pagar-lhes a diferen&amp;ccedil;a entre o &amp;iacute;ndice 245 e o 272 (27 pontos indici&amp;aacute;rios que correspondem a cerca de 250 euros mensais) retroagindo esse pagamento a julho de 2010!&amp;nbsp;&lt;br&gt;O n&amp;uacute;mero de professores nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; publicamente conhecido mas, segundo o ME, em 2009 havia mais de 15.000 docentes no &amp;iacute;ndice 245. A FENPROF admite que, destes, entre 2 e 3 mil possam estar nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, embora, reafirme que s&amp;oacute; a DAGE/MEC sabe, em rigor, quantos s&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorda-se que a FENPROF j&amp;aacute; havia ganho processos a este prop&amp;oacute;sito nos tribunais administrativos e fiscais de Coimbra e Porto, aguardando-se apenas a decis&amp;atilde;o do Tribunal Constitucional que, no caso do presente ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o, corresponde a resposta dada &amp;agrave; Provedoria de Justi&amp;ccedil;a na sequ&amp;ecirc;ncia da quest&amp;atilde;o que tamb&amp;eacute;m esta lhe havia colocado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a FENPROF tem afirmado, vale a pena lutar. Desistir &amp;eacute; que nunca, ainda mais num momento em que o governo n&amp;atilde;o olha a meios, mesmo ilegais, para atingir os seus piores objetivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;14/05/2013&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros documentos &amp;nbsp;sobre esta quest&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;cat=100&amp;amp;doc=4957" target="_blank"&gt;Reposicionamento por aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas transit&amp;oacute;rias&lt;/a&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=7457" target="_blank"&gt;Tribunal manda pagar&lt;/a&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=226&amp;amp;doc=6159"&gt;Provedor de Justi&amp;ccedil;a toma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 15 May 2013 08:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-do-indice-245-ultimos-desenvolvimentos</guid></item><item><title>Preenchimento do e-Bio não é obrigatório (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/preenchimento-do-e-bio-nao-e-obrigatorio</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de mar&amp;ccedil;o de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;A DGAE/MEC fez chegar um e-mail aos professores informando que a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e-Bio, existente no seu site, encerraria no pr&amp;oacute;ximo dia 28 de mar&amp;ccedil;o, tendo inclu&amp;iacute;do no texto uma refer&amp;ecirc;ncia ao concurso geral de professores, deixando impl&amp;iacute;cito que, entre as duas coisas, pudesse existir alguma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, a este prop&amp;oacute;sito, em reuni&amp;atilde;o realizada entre a FENPROF e a DGAE (15 de mar&amp;ccedil;o), com a presen&amp;ccedil;a do respetivo Diretor-Geral, ficou claro que este preenchimento tem um car&amp;aacute;ter facultativo e o facto de um docente n&amp;atilde;o preencher a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e-Bio n&amp;atilde;o impede que se apresente ao concurso que, segundo a DGAE, decorrer&amp;aacute; em abril.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao e-Bio, h&amp;aacute; que ter em conta que essa plataforma inform&amp;aacute;tica n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais do que um ficheiro com dados referentes a milhares de professores que n&amp;atilde;o se encontra previsto em qualquer quadro legal em vigor, n&amp;atilde;o estando, por isso, estabelecidas regras de seguran&amp;ccedil;a ou de acesso ao mesmo, nomeadamente quem poder&amp;aacute; aceder e com que finalidade. Por essa raz&amp;atilde;o, a FENPROF apresentou a devida queixa junto da CNPD (Comiss&amp;atilde;o Nacional de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados) levando &amp;agrave; abertura de um processo que, neste momento, decorre, aguardando-se a decis&amp;atilde;o final desta comiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num momento em que se anuncia a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo de de livrar de muitos milhares de professores, todo o cuidado &amp;eacute; pouco e, para a FENPROF, a irrelev&amp;acirc;ncia deste e-Bio esbarra na altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo profissional (nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o para contrato de trabalho) que os professores s&amp;atilde;o chamados a assinar eletronicamente. Est&amp;aacute; ainda por provar - e o MEC n&amp;atilde;o o provou - que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seja a de, a curto prazo, permitir rescis&amp;atilde;o de contrato, aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mobilidade especial ou despedimento. Com este governo, todo o cuidado &amp;eacute; pouco, exceto, claro, na exig&amp;ecirc;ncia da sua r&amp;aacute;pida demiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 18 Mar 2013 09:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/preenchimento-do-e-bio-nao-e-obrigatorio</guid></item><item><title>SPN entregou em tribunal duas acções judiciais (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-entregou-em-tribunal-duas-accoes-judiciais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de janeiro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;No passado dia 21 de Dezembro,&amp;nbsp;o SPN intentou duas ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais no &amp;acirc;mbito da representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e defesa dos direitos e interesses colectivos dos seus associados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira &amp;eacute; uma ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o de responsabilidade civil extracontratual, por erro judici&amp;aacute;rio, que visa responsabilizar o Estado Portugu&amp;ecirc;s pela ressalva dos efeitos decorrente da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconstitucionalidade que o Tribunal Constitucional proferiu sobre a lei do or&amp;ccedil;amento de estado que veio proceder &amp;agrave; suspens&amp;atilde;o do pagamento dos subs&amp;iacute;dios de F&amp;eacute;rias e de Natal dos funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos. Trata-se de uma decis&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita porquanto, n&amp;atilde;o obstante declarar a referida norma inconstitucional, salvaguardou os seus efeitos para o ano de 2012, permitindo a sua vig&amp;ecirc;ncia apesar de a considerar inconstitucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma data e no &amp;acirc;mbito do mesmo assunto, foi ainda intentada uma ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa comum, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, que tem como objecto a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pagamento dos referidos subs&amp;iacute;dios ilegalmente retirados aos funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos no ano de 2012, tal como reconhecido expressamente pelo Tribunal Constitucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 05 Jan 2013 21:21:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-entregou-em-tribunal-duas-accoes-judiciais</guid></item><item><title>Fenprof entrega nos tribunais ações pela vinculação dos professores (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-entrega-nos-tribunais-acoes-pela-vinculacao-dos-professores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de dezembro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A&amp;nbsp; FENPROF entregou esta quinta-feira, dia 27, em Lisboa, Coimbra, Porto e Beja, as primeiras quatro a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da diretiva comunit&amp;aacute;ria que imp&amp;otilde;e o respeito, no setor p&amp;uacute;blico, pelas normas de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores que se aplicam no setor privado.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Veja a reportagem na &lt;a style="text-align: right;" href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=615033&amp;amp;tm=8&amp;amp;layout=122&amp;amp;visual=61"&gt;RTP&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a href="http://sicnoticias.sapo.pt/1931415 "&gt;SIC &lt;/a&gt;| &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/professores-fenprof-sociedade-mario-nogueira-tvi24-tribunal/1405045-4071.html"&gt;TVI&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/fenprof-recorre-aos-tribunais-para-vincular-12-mil-professores-1578662"&gt;P&amp;uacute;blico&lt;/a&gt; |&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Estas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ganham particular import&amp;acirc;ncia num momento em que j&amp;aacute; se sabe que o MEC pretende abrir um concurso externo extraordin&amp;aacute;rio que, de acordo com os n&amp;uacute;meros que revelou, deixar&amp;aacute; fora dos quadros cerca de 90 por cento dos docentes que re&amp;uacute;nem aqueles requisito&lt;/span&gt;s.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;A meio da manh&amp;atilde; decorreu a entrega presencial no TAC de Lisboa e no TAF de Coimbra. No Porto (TAF) a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi entregue da parte da tarde. A iniciativa, a sul, decorreu via online, no TAF de Beja. Nas Regi&amp;otilde;es Aut&amp;oacute;nomas da Madeira e A&amp;ccedil;ores as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o entregues nos primeiros dias de janeiro.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;O Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF, M&amp;aacute;rio Nogueira, participou na entrega da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Lisboa, juntamente com o Presidente e outros dirigentes do SPGL.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 27 de dezembro de 2012, os Sindicatos da FENPROF iniciaram o processo de interposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma diretiva comunit&amp;aacute;ria que, a ser respeitada, se traduzir&amp;aacute; na vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um significativo n&amp;uacute;mero de docentes. Em Lisboa, onde esteve presente o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF, o Presidente do SPGL, a jurista coordenadora da FENPROF, Dr.&amp;ordf; F&amp;aacute;tima Anjos, e outros dirigentes do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, foi explicada &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social presente o objetivo destas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1999 foi emitida uma diretiva comunit&amp;aacute;ria que obrigava os estados membros a, at&amp;eacute; 2011, criarem um regime de estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos v&amp;iacute;nculos laborais, impedindo, dessa forma, que a precariedade se tornasse regra. De acordo com essa diretiva, deveriam os estados prever um per&amp;iacute;odo de tempo a partir do qual os v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios se transformariam em v&amp;iacute;nculos permanentes. S&amp;oacute; em 2003 essa diretiva foi transposta para as leis laborais nacionais e apenas se aplicou ao setor privado. Em s&amp;iacute;ntese, a diretiva veio consolidar regras j&amp;aacute; existentes e os trabalhadores com 3 anos de contrato ou duas renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es passaram a &amp;ldquo;efetivos&amp;rdquo;. Acontece que o governo nunca transp&amp;ocirc;s para o setor p&amp;uacute;blico essa diretiva, raz&amp;atilde;o, por que, neste, um trabalhador pode ficar toda a vida na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratado a termo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o insustent&amp;aacute;vel&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se realizaram concursos anuais, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi dilu&amp;iacute;da pela abertura de vagas nos quadros e a entrada, paulatinamente, dos docentes com maior gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A partir de 2006, por&amp;eacute;m, Lurdes Rodrigues acabou com os concursos anuais e o &amp;uacute;ltimo realizado, em 2009, apenas permitiu que 396 docentes entrassem nos quadros. Da&amp;iacute; para c&amp;aacute; a precariedade acentuou-se no setor e foi j&amp;aacute; com Nuno Crato que teve lugar o maior despedimento coletivo de que h&amp;aacute; mem&amp;oacute;ria em Portugal, com o desemprego registado de professores, em apenas 1 ano, a aumentar 70%!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; insustent&amp;aacute;vel e, perante ela, o atual ministro comprometeu-se, na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, em 19 de Julho de 2012, a criar um regime de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria. N&amp;atilde;o cumpriu o compromisso e limitou-se a aprovar um concurso externo extraordin&amp;aacute;rio, esclarecendo, h&amp;aacute; poucos dias, que apenas cerca de 600 docentes teriam ingresso no quadro atrav&amp;eacute;s desse concurso.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ora, se tivermos em conta os n&amp;uacute;meros do MEC, at&amp;eacute; ao in&amp;iacute;cio deste ano letivo havia 6.523 docentes com 10 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o consecutivo em escolas tuteladas por si, o que significa que com 3 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o (o n&amp;uacute;mero de anos exigido pelo C&amp;oacute;digo de Trabalho) poder&amp;atilde;o ser cerca de 12.000. se entrarem 600 atrav&amp;eacute;s do concurso externo extraordin&amp;aacute;rio, isso significa que 95% dos que re&amp;uacute;nem as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais para vincularem ficar&amp;atilde;o de fora. Isso &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Tr&amp;ecirc;s aspetos fundamentais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste quadro, caraterizado por tr&amp;ecirc;s aspetos fundamentais,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Desrespeito por diretiva comunit&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre trabalhadores dos setor privado e do p&amp;uacute;blico;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabilidade de emprego e profissional atrav&amp;eacute;s do respeito pelas leis laborais que vigoram&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;hellip; que a FENPROF interp&amp;ocirc;s 4 a&amp;ccedil;&amp;otilde;es em tribunais administrativos, com mais duas a serem interpostas no in&amp;iacute;cio do ano de 2013 e, dessa forma, a cobrir o todo nacional.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram interpostas em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o abstrata dos docentes que re&amp;uacute;nam os requisitos legais para vincularem e delas h&amp;aacute; possibilidade de recurso, caso os ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;os sejam desfavor&amp;aacute;veis &amp;agrave; pretens&amp;atilde;o, at&amp;eacute; ao Tribunal Constitucional e, esgotadas as inst&amp;acirc;ncias nacionais, &amp;agrave;s europeias.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Contudo, a FENPROF admite avan&amp;ccedil;ar desde j&amp;aacute; e em simult&amp;acirc;neo com as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com um pedido de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Comiss&amp;atilde;o Europeia, no sentido de, o mais rapidamente poss&amp;iacute;vel, poder ser criado um quadro de estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio profissional da doc&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 27 Dec 2012 20:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-entrega-nos-tribunais-acoes-pela-vinculacao-dos-professores</guid></item><item><title>Professores deverão entregar na escola pedido de impugnação do ato de alteração da natureza do seu vínculo laboral (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/professores-deverao-entregar-na-escola-ou-agrupamento-pedido-de-impugnacao-do-ato-de-alteracao-da-natureza-do-seu-vinculo-laboral</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de dezembro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores receberam um e-mail da DGAE em que lhes &amp;eacute; solicitada a valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados sobre a sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, que ficar&amp;atilde;o registados no designado&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Registo Biogr&amp;aacute;fico (e-Bio)&lt;/strong&gt;. O registo destes dados de forma a que,&lt;em&gt;online&lt;/em&gt;, possam ser consultados pelo docente e usados em utiliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras, como concursos, n&amp;atilde;o acarreta qualquer problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece, por&amp;eacute;m, que nos dados que s&amp;atilde;o disponibilizados para confirmar, surge, sem possibilidade de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a natureza do v&amp;iacute;nculo laboral do docente &amp;eacute; &amp;ldquo;&lt;strong&gt;contrato de trabalho em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas por tempo indeterminado&lt;/strong&gt;&amp;rdquo;, isto para docentes cujo v&amp;iacute;nculo &amp;eacute; de provimento. A Lei n.&amp;ordm; 12-A/2008, introduziu essa altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas prev&amp;ecirc; procedimentos que n&amp;atilde;o foram respeitados (como a notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes e a publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em listas nominativas, o que foi tentado em 2009, mas, perante a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores, apoiados pela FENPROF, n&amp;atilde;o se concretizou). Por essa raz&amp;atilde;o,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;no ECD, continua consagrado um v&amp;iacute;nculo cuja natureza n&amp;atilde;o &amp;eacute; a que consta neste e-Bio.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que n&amp;atilde;o fique a ideia de que o docente, ao validar o documento da DGAE, valida esta altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da natureza do seu v&amp;iacute;nculo laboral, entende a FENPROF que dever&amp;atilde;o todos os professores, &amp;agrave; medida que validem os seus dados &amp;ndash; e porque o campo que refere a natureza do v&amp;iacute;nculo laboral n&amp;atilde;o &amp;eacute; alter&amp;aacute;vel &amp;ndash;, entregar na sua escola ou sede do seu agrupamento um documento de impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo, dirigido ao Secret&amp;aacute;rio de Estado do Ensino e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar, pois &amp;eacute; quem tutela os recursos humanos no MEC, podendo faz&amp;ecirc;-lo utilizando esta &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_6969/Anexos/Minuta_E-BIO.pdf"&gt;&lt;strong&gt;minuta&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. (&lt;a href="/Media/Default/Info/5000/800/40/3/minuta_e-bio.doc" target="_blank"&gt;vers&amp;atilde;o word&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chama-se a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para o facto de, no pr&amp;oacute;ximo ano, por via de uma forte redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o governo pretender uma grande redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos&amp;rdquo; na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que representam 60% do total, segundo o ministro das Finan&amp;ccedil;as. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio acautelar, desde j&amp;aacute;, eventuais tentativas de dispensa de docentes dos quadros com a simples justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se tratar de rescis&amp;atilde;o de contrato, ainda que o MEC lhe chame &amp;ldquo;amig&amp;aacute;vel&amp;rdquo;. O tempo n&amp;atilde;o &amp;eacute; de facilitarmos, pelo que h&amp;aacute; que prevenir o que poder&amp;aacute; ser muito dif&amp;iacute;cil de remediar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;FENPROF ACONSELHA PROFESSORES A ENTREGAREM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;PEDIDO DE IMPUGNA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO ATO DE ALTERA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DA NATUREZA DESSE V&amp;Iacute;NCULO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores receberam um e-mail da DGAE em que lhes &amp;eacute; solicitada a valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados sobre a sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, ficando estes num designado Registo Biogr&amp;aacute;fico (e-Bio). Destinar-se-&amp;aacute; esse &amp;ldquo;e-Bio&amp;rdquo;, a poss&amp;iacute;veis consultas pelo docente e a utiliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras, eventualmente no &amp;acirc;mbito dos concursos de professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes surge, desde logo, pelo facto de terem de ser preenchidos campos com dados que j&amp;aacute; existem nos seus registos biogr&amp;aacute;ficos, dispon&amp;iacute;veis nos servi&amp;ccedil;os administrativos das escolas. Por&amp;eacute;m, o que est&amp;aacute; a gerar maior desconfian&amp;ccedil;a &amp;eacute; que, nos campos j&amp;aacute; preenchidos e n&amp;atilde;o alter&amp;aacute;veis, surge a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o v&amp;iacute;nculo laboral dos docentes de carreira &amp;eacute; o &amp;ldquo;contrato de trabalho em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas por tempo indeterminado&amp;rdquo; quando, na verdade, est&amp;atilde;o por cumprir os procedimentos que, de acordo com a Lei n.&amp;ordm; 12-A/2008, deveriam ter sido desencadeados para que o v&amp;iacute;nculo deixasse de ser por &amp;ldquo;nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. De acordo com o seu Artigo 109.&amp;ordm; (Lista nominativa das transi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e manuten&amp;ccedil;&amp;otilde;es), as transi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, bem como a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dico &amp;ndash; funcionais s&amp;atilde;o executadas, em cada &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou servi&amp;ccedil;o, atrav&amp;eacute;s de lista nominativa notificada a cada um dos trabalhadores e tornada p&amp;uacute;blica por afixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou servi&amp;ccedil;o e inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o em p&amp;aacute;gina electr&amp;oacute;nica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda de acordo com aquele Artigo 109.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 4, &amp;ldquo;Da lista nominativa consta, relativamente a cada trabalhador do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou servi&amp;ccedil;o, entre outros elementos, a refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; modalidade de constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica de emprego p&amp;uacute;blico, &amp;agrave;s situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mobilidade geral do, ou no, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou servi&amp;ccedil;o e ao seu cargo ou carreira, categoria, atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, compet&amp;ecirc;ncia ou actividade que cumpre ou executa, posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o remunerat&amp;oacute;ria e n&amp;iacute;vel remunerat&amp;oacute;rio.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, nada disto foi feito, apesar de tentativas diversas que, em v&amp;aacute;rios momentos do passado, quer com o atual, quer com anteriores governos, foi tentado. Recorda-se, por exemplo, que na &amp;uacute;ltima revis&amp;atilde;o do ECD, a FENPROF foi confrontada com uma &amp;ldquo;vers&amp;atilde;o final&amp;rdquo; que alterava a natureza do v&amp;iacute;nculo dos docentes, precisamente neste sentido e com a justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se tratar de uma simples adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; lei geral, tendo depois o MEC recuado nessa inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, perante o protesto da FENPROF. O mesmo havia acontecido em 2009 e 2010, com equipas ministeriais diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; esta a raz&amp;atilde;o por que a FENPROF contesta o formul&amp;aacute;rio eletr&amp;oacute;nico que o MEC quer que os professores validem e assinem, uma vez que a natureza do v&amp;iacute;nculo dos docentes n&amp;atilde;o &amp;eacute; a que consta no designado &amp;ldquo;e-Bio&amp;rdquo;. A FENPROF ir&amp;aacute;, hoje mesmo, contactar o MEC no sentido de ser alterado ou eliminado aquele campo do formul&amp;aacute;rio eletr&amp;oacute;nico, aconselhando os professores a aguardarem alguns dias at&amp;eacute; submeterem e assinarem os dados constantes no &amp;ldquo;e-Bio&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso o MEC n&amp;atilde;o altere o formul&amp;aacute;rio, e para que n&amp;atilde;o fique a ideia de que o docente, ao validar o documento da DGAE, valida a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da natureza do seu v&amp;iacute;nculo laboral, os professores dever&amp;atilde;o entregar, na sua escola ou sede de agrupamento, um documento de impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo, cuja minuta se encontra no site da FENPROF e est&amp;aacute; a ser distribu&amp;iacute;da nas escolas. Esta reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o/impugna&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; dirigida ao Secret&amp;aacute;rio de Estado do Ensino e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar, pois &amp;eacute; quem tutela os recursos humanos no MEC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Secretariado Nacional&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 05 Dec 2012 22:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/professores-deverao-entregar-na-escola-ou-agrupamento-pedido-de-impugnacao-do-ato-de-alteracao-da-natureza-do-seu-vinculo-laboral</guid></item><item><title>Progressão na Carreira — Vitória em tribunal (2012)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/vitoria-em-tribunal</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de maio de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores do Norte (SPN) obteve provimento judicial no &amp;acirc;mbito da primeira de duas ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais intentadas para procurar assegurar a progress&amp;atilde;o na carreira dos docentes que, estando posicionados no &amp;iacute;ndice 245 da carreira docente, foram ultrapassados por colegas que, com menor antiguidade na carreira, passaram a ser remunerados pelo &amp;iacute;ndice 272.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como consequ&amp;ecirc;ncia desta &lt;strong&gt;decis&amp;atilde;o j&amp;aacute; transitada em julgado&lt;/strong&gt;, os docentes que procuraram o servi&amp;ccedil;o de contencioso do SPN e que s&amp;atilde;o por este representados nesta ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;atilde;o progredir ao &amp;iacute;ndice 299 da carreira docente com efeitos reportados ao ano de 2011, mais concretamente &amp;agrave; data em que perfizeram 6 anos de perman&amp;ecirc;ncia no escal&amp;atilde;o e &amp;iacute;ndice onde se encontravam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trata-se de uma decis&amp;atilde;o judicial que deve ser salientada, na medida em que o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto julgou inconstitucional (com efeitos reportados a este caso concreto) a norma do Or&amp;ccedil;amento de Estado para 2011 que interrompeu a contagem de tempo de servi&amp;ccedil;o dos funcion&amp;aacute;rios da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e que impediu a sua progress&amp;atilde;o na carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN aguarda ainda a decis&amp;atilde;o a proferir no segundo dos dois processos intentados relativamente a esta mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 27 May 2012 18:04:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/vitoria-em-tribunal</guid></item></channel></rss>